Dia Nacional de Atenção à Disfagia

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Dia 20 de março é comemorado o Dia Nacional de Atenção a Disfagia, que tem por objetivo alertar a população sobre o diagnóstico e tratamento adequado dessa condição. A disfagia consiste em alterações e dificuldades no ato de engolir alimentos ou saliva, e que deve ser tratada juntamente com equipe multiprofissional (fonoaudiólogo, médico, nutricionista, fisioterapeuta) para evitar complicações.

Qual o tratamento para disfagia?

O manejo da disfagia é importante para garantir a nutrição adequada, evitar desidratação e prevenir complicações graves como a pneumonia aspirativa (broncoaspiração). A equipe multidisciplinar é importante para o tratamento e cuidado adequado e pode incluir:
Exercícios de reabilitação com fonoaudiólogo (profissional fundamental para realizar a avaliação e reabilitação da deglutição).
Mudanças na dieta e na consistência dos alimentos (pastosa ou semissólida).
Medicações para tratar condições de base. Importante: É preciso cuidado também com a administração de medicamentos! Pacientes com disfagia podem ter dificuldade de deglutir comprimidos e/ou cápsulas inteiros. Como alternativa, esses medicamentos podem ser partidos ou macerados para facilitar a deglutição pelo paciente.
Nem todos os medicamentos podem ser macerados: existem comprimidos que, se macerados, podem perder seu efeito terapêutico. Consulte o farmacêutico para saber se é possível a troca do comprimido/cápsula por uma apresentação líquida ou ainda, se é possível a manipulação.

Quais são os grupos de risco para disfagia?

• Idosos acima de 60 anos e com alterações musculares importantes. • Pessoas com câncer de cabeça e pescoço ou vítimas de traumas nessa região. • Pessoas com doenças neurológicas como: Doença de Parkinson, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou Demências (Alzheimer) e outros. • Doenças Esofágicas. • Crianças prematuras. • Síndrome congênita (Síndrome de Down, AME, Paralisia Cerebral, e outros).

Sinais de alerta para disfagia:
Dificuldade em mastigar os alimentos, preferindo alimentos de consistência modificada – amassados e/ou liquidificados.
Dificuldade em levar o alimento com a língua para a parte de trás da boca.
Tosse e/ou engasgo na hora de beber ou comer, escape do alimento para fora da boca.
Sensação de alimento preso ou parado na garganta.
Histórico de pneumonia recorrente.
Recusa alimentar com perda de peso a curto/médio prazo.
Tempo de refeição aumentado e/ou diminuído.
Fadiga ou cansaço ao se alimentar.

Conheça o nosso Centro de Reabilitação:
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Segunda à sexta-feira, das 7h às 21h.

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