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Horários de funcionamento das unidades no feriado 25/01/2017

Unidades em São Paulo

Unidade Bela Vista

  • Hospital e Pronto Atendimento: 24 horas
  • Laboratório Clínico: 06h30 às 19h00
  • Raio X: 07h00 às 18h00
  • Central de Laudos: 08h00 às 13h00
  • Exames Agendados: 07h30 às 18h00*

* Conforme disponibilidade da agenda

Unidade Itaim

  • Laboratório Clínico: 06h00 às 14h30
  • Raio X: 07h00 às 12h30
  • Central de Laudos: 07h00 às 13h00
  • Exames Agendados: 07h00 às 17h30*
  • Centro de Oncologia: 08h00 às 18h00*

* Conforme disponibilidade da agenda

Unidade Jardins

A unidade estará fechada neste feriado

Hospital Sírio-LibanêsQualidade e SegurançaAvaliação de risco: queda, úlcera por pressão e tromboembolismo venoso

Qualidade e Segurança

Avaliação de risco: queda, úlcera por pressão e tromboembolismo venoso

​​​​​​​Queda

​O que é a avaliação de risco de queda?

As quedas são eventos que podem causar lesões em pacientes hospitalizados. Sua incidência no ambiente hospitalar varia conforme o tipo de paciente atendido. Idosos, pessoas com distúrbios de marcha ou equilíbrio, rebaixamento do nível de consciência e em uso de determinados medicamentos estão mais propensos a quedas.

Como medida de segurança, as instituições de saúde devem identificar o risco de queda dos seus pacientes e agir preventivamente, evitando esse tipo de evento e eventuais lesões causadas por ele.

O programa de prevenção de quedas do Hospital Sírio-Libanês inclui a identificação de pacientes com risco – em função das condições clínicas, dos medicamentos prescritos e dos tratamentos – e a adoção de medidas preventivas, conforme esse risco.

A avaliação do risco é realizada diariamente, a partir da admissão, com base nas condições clínicas e necessidades do paciente. Para os pacientes em atendimento no Centro de Diagnósticos, ambulatórios e Pronto Atendimento, o risco é determinado conforme avaliação de cada paciente.

Todos os pacientes são orientados quanto aos riscos e às medidas de prevenção. Além disso, o nosso ambiente hospitalar é projetado para diminuir o risco das quedas relacionadas a estrutura física e mobiliário, o que inclui o quarto e o banheiro do paciente.

O resultado desse programa é monitorado por meio do indicador de densidade de incidência de queda com dano em pacientes internados.

O que medimos para avaliar o risco de queda?​

Nesse indicador, consideramos o número de quedas em pacientes internados que levaram a dano.

A meta estabelecida é fixada em 0,5 para cada 1.000 pacientes/dia, de acordo com o gráfico a seguir. Nesse índice, considera-se o tempo de internação do paciente como determinante do risco.

Densidade de incidência de quedas que resultaram em dano ao paciente (por 1000 pacientes/dia)

Densidade de incidência de quedas que resultaram em dano ao paciente (por 1000 pacientes-dia)

Indicadores validados (auditados) por BDO.

Nesse indicador consideramos as ocorrências de queda sofridas pelos pacientes durante o seu período de internação e que causaram algum dano físico.

Consideramos dados de hospitais norte-americanos como padrão de comparação externa, uma vez que há poucos dados nacionais publicados. Nessa comparação, nossos resultados são positivos.

A meta interna para essas ocorrências foi estabelecida a partir da nossa série histórica e baseada no fato de que os eventos de queda podem acontecer em função da complexidade clínica dos pacientes, dos tratamentos e do comportamento humano.

O que você pode fazer para melhorar o processo de prevenção de quedas?

Uma vez identificado o risco de queda, as orientações fornecidas pela equipe de profissionais do Hospital Sírio-Libanês devem ser seguidas tanto pelo paciente como pelos acompanhantes. Se você tem restrições, avise a equipe de enfermagem sempre que precisar se movimentar.

Esclareça suas dúvidas com os profissionais de saúde que estão lhe atendendo. Isso pode evitar falhas. Participe desse processo.

Úlcera por Pressão

O que é avaliação de risco para lesões decorrentes de úlcera por pressão nos pacientes?

Uma consequência comum, resultante da longa permanência em hospitais, é o aparecimento de alterações na pele que podem desencadear a perda da sua integridade.

A ocorrência de lesões cutâneas aumenta proporcionalmente à combinação de fatores de riscos, dentre eles a idade avançada e a imobilidade no leito. As lesões de pele mais frequentes no paciente hospitalizado são a úlcera por pressão, a dermatite associada à incontinência e a lesão por fricção (também conhecida como skin tears). Elas representam um desafio para equipe de enfermagem, pois podem refletir na qualidade da assistência que está sendo prestada.

Para minimizar esses danos, é fundamental uma adequada avaliação da pele, a identificação dos fatores de risco, bem como utilização de medidas que estimulem a equipe multiprofissional para a implementação de ações que previnam o surgimento dessas lesões.

O que você pode fazer para ajudar a prevenir as lesões decorrentes da úlcera por pressão?

Uma vez identificado o risco de úlcera por pressão, as orientações fornecidas pela equipe de profissionais do Hospital Sírio-Libanês devem ser seguidas tanto pelo paciente como pelos acompanhantes.

Procure seguir as profilaxias recomendadas com rigor e avise a equipe de enfermagem sempre que perceber alguma alteração na integridade da pele.

Esclareça suas dúvidas com os profissionais de saúde que estão lhe atendendo. Isso pode evitar falhas. Participe desse processo.

Tromboembolismo venoso

O que é avaliação para Profilaxia de tromboembolismo venoso (TEV)?

O termo tromboembolismo venoso (TEV) inclui duas condições frequentes, que são a trombose venosa profunda (TVP) e o tromboembolismo pulmonar (TEP), sendo esta a causa de morte evitável mais comum no paciente hospitalizado.

A indicação de profilaxia baseia-se na alta frequência dessas complicações e no fato de a maioria dos pacientes ser assintomático ou apresentar sintomas inespecíficos. O correto planejamento estratégico da profilaxia visa a redução da ocorrência de TEV e suas consequências.

Para tratamento destas condições, a instituição disponibiliza uma diretriz assistencial atualizada, apresentando uma recomendação terapêutica para profilaxia do TEV, segundo a literatura científica nacional e internacional.

O que medimos?

Neste indicador, buscamos avaliar a proporção de pacientes clínicos adequadamente avaliados quanto ao risco de TEV nas primeiras 24 de sua admissão.

A meta de 90% de conformidade foi estabelecida a partir do conceito de que a avaliação realizada no tempo preconizado (até 24 horas após a admissão) é fundamental para que a profilaxia adequada seja instituída o mais precocemente possível.

Consideramos dados de hospitais britânicos como padrão de comparação externa, uma vez que há poucos dados nacionais publicados. Nessa comparação, nossos resultados são bastante positivos.

Proporção de pacientes clínicos com avaliação de risco nas primeiras 24h da admissão

Proporção de pacientes clínicos com avaliação de risco nas primeiras 24h da admissão

Os resultados demonstram que em média 98% dos pacientes clínicos foram avaliados quanto ao risco de TEV nas primeiras 24 horas da admissão. Esta avaliação é realizada pelo enfermeiro ou médico responsável pela admissão do paciente, neste momento seleciona-se os critérios e verifica se o paciente possui risco ou não de TEV, no objetivo de se iniciar o mais rápido possível as medidas preventivas.​​

O que você pode fazer para melhorar esse processo?

Uma vez identificado o risco de TEV, as orientações fornecidas pela equipe do Hospital Sírio-Libanês devem ser seguidas tanto pelos pacientes como pelos acompanhantes.

Os anticoagulantes são utilizados preventivamente em pacientes com risco identificado. Há também meias elásticas antitrombóticas e dispositivos mecânicos que massageiam as pernas. Todos eles podem ajudar na prevenção de trombose em pacientes de risco ou quando os anticoagulantes são contraindicados.

Medidas como manter-se bem hidratado, e movimentar-se com frequência também ajudam na prevenção de TEV, seja durante uma viagem de avião, no hospital ou após uma cirurgia.

Fale com seu médico. Com base em um simples questionário, ele consegue determinar com precisão o seu risco e recomendar a prevenção necessária. O TEV pode ser grave, mas a avaliação do risco e o tratamento preventivo são simples.

Esclareça suas dúvidas com os profissionais de saúde que estão lhe atendendo. Isso pode evitar falhas. Participe desse processo.


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Conheça outras metas:

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