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A unidade estará fechada neste feriado

Notícias

Robô amigo do homem

Publicado em 06/01/2017

Da Vinci, aparelho que realiza cirurgias menos invasivas e com mais agilidade, tem sido usado para as intervenções de retirada do câncer de próstata

Com a evolução da tecnologia, os aparelhos de diagnósticos e tratamentos estão cada vez mais precisos. E, a cada momento, surge um, como é o caso do Da Vinci, o primeiro robô que realiza cirurgias médicas. O equipamento inovadorpode ser usado em operações abdominais, torácicas e cervicais, sendo a retirada de tumores na próstata uma das principais. Trazido para Minas Gerais pelo Instituto Cirurgia Robótica Ciências Médicas, por meio de um financiamento de R$ 10 milhões feito pela Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), o Da Vinci já fez três operações no Hospital Vila da Serra, sendo duas prostatectomias.

De acordo com o diretor-geral do instituto, José Rafael Coelho, os benefícios são inúmeros. "As cirurgias, que duram cerca de duas horas, são menos invasivas, diminuindo os riscos de hemorragia e outras complicações. Os movimentos também são mais precisos, uma vez que o equipamento gera imagens de alta definição e em 3D, podendo ser aumentadas em até 12 vezes. Além disso, os tempos de internação, da operação e da recuperação do paciente são bem menores do que nas intervenções tradicionais", garante o diretor.

Para o urologista e diretor técnico do Instituto Ciências Médicas, José Eduardo Távora, após a primeira cirurgia de retirada de próstata, feita em setembro, o paciente recebeu alta em 20 horas. Caso fosse adotado o método tradicional de intervenção, o prazo para a liberação seria de três dias. Na segunda prostatectomia, realizada em outubro, os mesmos resultados foram identificados no paciente.

O Da Vinci, que também tem modelos instalados em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Sul, é constituído por três componentes e exige a participação de três cirurgiões e uma equipe multidisciplinar no preparo do robô e do paciente. O equipamento tem um console de onde o médico controla os quatro braços do instrumento, o robô em si, acoplado ao paciente e a unidade de imagem 3D, que garante melhor visibilidade e precisão dos movimentos (veja arte). "O sistema reproduz todas as características de uma operação aberta convencional", ressalta José Eduardo.

Por enquanto, os procedimentos são realizados somente pela rede particular, mas as negociações da entidade com diversos planos de saúde já estão avançadas e os convênios devem ser fechados nos próximos meses. O que ocorre é que os avanços da cirurgia robótica envolvendo opções de tratamento têm feito com que os pacientes desse tipo de câncer o vejam como uma doença menos assustadora. Hoje, nos Estados Unidos, 95% das cirurgias de próstata já são realizadas com essa tecnologia, adaptada ao longo dos anos, permitindo que os cirurgiões realizem o procedimento considerado, na maioria dos casos, como o mais vantajoso para os pacientes.

Além da extrema precisão, a cirurgia robótica oferece benefícios, como menos dor, menos chance de sangramento e, portanto, menos chances de transfusões de sangue -, recuperação pós-operatória mais rápida, diminuição do uso de analgésicos, retorno mais rápido às atividades e menos tempo de hospitalização. De acordo com o urologista e cirurgião Pedro Romanelli, vicepresidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica, outro aspecto positivo da cirurgia robótica é a excelente qualidade de vida do paciente pós-intervenção. "Se há 10 anos ou 20 anos, ele tinha de conviver com o alto risco de piora da função sexual e da continência urinária, hoje esses riscos foram minimizados pela robótica", garante o médico.


Fonte: Augusto Pio - Jornal Estado de Minas / Belo Horizonte

Assunto(s): Bem-estar; Hospital; Saúde
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