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Tratamento Linfoma de Hodgkin O tratamento do linfoma de Hodgkin é baseado principalmente no estadiamento da doença, mas outros fatores, como idade do paciente, estado clínico geral, tipo e localização do linfoma, também podem afetar as opções de tratamento. A cura é o principal objetivo do tratamento do linfoma de Hodgkin, mas como o tratamento pode ter efeitos colaterais que, muitas vezes só aparecem muitos anos após o término da terapia, os médicos tentam fazer um planejamento do tratamento com o menor risco possível para o aparecimento de efeitos colaterais. Vários tipos de tratamento podem ser realizados para o linfoma de Hodgkin, por exemplo, quimioterapia, radioterapia, anticorpos monoclonais e quimioterapia de alta dose com transplante de medula. As 2 principais formas de tratamento do linfoma de Hodgkin são a quimioterapia e a radioterapia, que dependendo do caso, podem ser realizadas de forma isolada ou simultaneamente. Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como hematologista, oncologista e radioterapeuta. Mas, muitos outros especialistas estarão envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente. É muito importante que ao escolher um tipo de tratamento, se considere o estado de saúde geral do paciente, o tipo e o estágio do linfoma. Fonte:American Cancer Society (04/03/2015) http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/1105/137/ Linfoma de PeleNos últimos anos, foram feitos muitos avanços no tratamento do linfoma de pele e novos tipos de tratamento já estão sendo utilizados. Após o diagnóstico e estadiamento do câncer, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. É importante ter tempo e poder avaliar todas as possibilidades de terapia. A decisão por determinado tipo de tratamento leva em conta o tipo de linfoma e seu estadiamento, bem como outros fatores, como o estado de saúde geral do paciente. As modalidades de tratamento para o linfoma de pele podem ser divididas em tratamentos direcionados apenas para a pele e tratamentos que podem afetar o corpo inteiro, conhecidos como tratamentos sistêmicos. Ocasionalmente, estes dois tipos de tratamentos são utilizados em conjunto. Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como dermatologista, hematologista, oncologista e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente. É muito importante que ao escolher um tipo de tratamento, que se considere o estado de saúde geral do paciente, o tipo e o estágio do linfoma.Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, podem ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser adequados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos que podem ser convenientes para você, converse com seu médico.Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados ​​junto com seu atendimento médico regular. E os tratamentos alternativos são usados ​​em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia complementar ou alternativa. Fonte: American Cancer Society (24/02/2016) http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/3866/561/ Linfoma não HodgkinExistem vários tipos de tratamento para o linfoma não Hodgkin, que dependem do tipo de linfoma, do estadiamento e dos fatores de prognóstico. Os principais tipos de tratamento para o linfoma não Hodgkin são quimioterapia, imunoterapia, terapia alvo, radioterapia e transplante de células tronco. Em casos raros pode ser realizada a cirurgia. Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como hematologista, oncologista e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais e psicólogos. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente. É muito importante que ao escolher um tipo de tratamento, se considere o estado de saúde geral do paciente, o tipo e o estágio do linfoma. Fonte: American Cancer Society (11/03/2015) http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/1014/51/ Linfoma não Hodgkin em criançasApós o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com você as opções de tratamento para seu filho. O fator mais importante na escolha do tratamento é o tipo de linfoma não Hodgkin, mas outros fatores também desempenham papel importante, como o estadiamento da doença. A quimioterapia é o principal tratamento para todas as crianças com linfoma não Hodgkin, porque pode atingir todas as partes do corpo e destruir as células de linfoma em qualquer parte do corpo. O tratamento intensivo para o linfoma em crianças pode, eventualmente, provocar importantes efeitos colaterais. Antes de iniciar o tratamento, converse com a equipe médica sobre os efeitos colaterais que seu filho possa apresentar. Eles o orientarão em como lidar com esses possíveis efeitos colaterais. Outros tipos de tratamento, como cirurgia e radioterapia, desempenham um papel muito menor no tratamento do linfoma em crianças. Em função das opções de tratamento definidas para cada criança, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como oncologista pediátrico, oncologista clínico e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas. É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente. Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, pode ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser adequados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos, converse com seu médico. Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados ​​junto com seu atendimento médico regular. E os tratamentos alternativos são usados ​​em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia complementar ou alternativa.Fonte: American Cancer Society (27/01/2016) http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/3792/559/ Conheça o controle de qualidade no preparo e administração de medicamentos.Conheça também os serviços de Cardio-Oncologia do Sírio-Libanês.