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Tratamento

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Leucemia em crianças

Tratamento

Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com você as opções de tratamento para seu filho. O fator mais importante na escolha do tratamento é o tipo de leucemia, mas outros também desempenham papel importante.
O principal tratamento para a leucemia em crianças é a quimioterapia. Para algumas crianças com leucemias de alto risco, a quimioterapia em altas doses pode ser administrada junto com o transplante de medula óssea. Outros tipos de tratamentos, como terapia alvo, cirurgia e radioterapia são utilizados em circunstâncias especiais.
Em função das opções de tratamento definidas para cada criança, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como hematologista, oncologista pediátrico e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas e psicólogos.
É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.
Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, pode ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser adequados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos e sobre a possibilidade de a criança participar de um protocolo clínico, converse com seu médico.
Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados junto com seu atendimento médico regular. E os tratamentos alternativos são usados em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia complementar ou alternativa.

Fonte: American Cancer Society (03/02/2016)
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/3719/558/

Leucemia Linfoide Aguda(LLA)

A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.
Dependendo do tipo e do estadiamento da leucemia, a quimioterapia pode ser utilizada sozinha ou combinada com radioterapia.
A maioria dos tratamentos quimioterápicos não atinge as áreas do cérebro e medula, por isso pode ser necessário injetá-la diretamente no líquido cefalorraquidiano para matar células cancerosas nessa área.
A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.
A quimioterapia para a leucemia linfocítica aguda utiliza uma combinação de drogas antineoplásicas, administradas em três fases, geralmente por dois anos.
Os medicamentos quimioterápicos mais comumente utilizados no tratamento da leucemia linfocítica aguda incluem:

  • Vincristina.
  • Daunorubicina.
  • Citarabina.
  • L-asparaginase ou PEG-L-asparaginase.
  • Etoposídeo.
  • Teniposideo.
  • 6-mercaptopurina.
  • Metotrexato.
  • Ciclofosfamida.
  • Prednisona.
  • Dexametasona.

Possíveis Efeitos Colaterais
Os quimioterápicos não só atacam as células cancerosas, mas também células normais (tratamento sistémico), o que pode levar a efeitos colaterais. Os efeitos colaterais dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e da duração do tratamento. Os efeitos colaterais comuns à maioria das drogas quimioterápicas podem incluir:

  • Perda de cabelo.
  • Inflamações na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diarreia.
  • Infecções.
  • Hematomas ou hemorragias.
  • Fadiga.
  • Neuropatia.
  • Secura nos olhos.
  • Problemas de equilíbrio e coordenação.
  • Leucemia mieloide aguda.
  • Síndrome de lise tumoral.

Estes efeitos são geralmente de curto prazo e tendem a desaparecer ao término do tratamento. No entanto, mantenha o médico informado sobre qualquer sintoma, pois a maioria desses efeitos pode ser manejada de forma eficaz.
As infecções podem ser muito graves em pacientes em quimioterapia, muitas vezes precisam ser administrados medicamentos conhecidos como fatores de crescimento para ajudar na recuperação dos glóbulos brancos e reduzir a possibilidade de infecção.
Se os glóbulos brancos estão muito baixos durante o tratamento, você pode ajudar a reduzir o risco de infecção limitando sua exposição a germes:

  • Lave as mãos com frequência.
  • Evite frutas frescas, cruas e vegetais e outros alimentos que possam conter germes.
  • Evite contato com flores e plantas.
  • Certifique-se de que outras pessoas lavaram suas mãos antes de tocar em você.
  • Evite multidões e contato com pessoas doentes.

No caso em que a contagem de plaquetas se mostre muito baixa pode ser necessária a realização de transfusões de plaquetas para ajudar a proteger contra sangramentos. A fadiga causada pela anemia pode ser tratada com medicamentos ou com transfusões de sangue.
Se ocorrerem efeitos colaterais graves, a quimioterapia pode ter que ser reduzida ou suspensa por um curto período de tempo.

Fonte: American Cancer Society (12/01/2015)
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamento-quimioterapico-da-leucemia-linfoide-aguda-lla/1154/318/

Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.
A maioria dos tratamentos quimioterápicos não atinge as áreas do cérebro e medula, por isso pode ser necessário injetar os medicamentos diretamente no líquido cefalorraquidiano para destruir as células cancerosas nessa região. Este tipo de tratamento é denominado quimioterapia intratecal, mas raramente é utilizada para leucemia linfoide crônica.
A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas. A quimioterapia muitas vezes não é recomendada para pacientes com problemas de saúde, mas a idade avançada, por si só não é uma barreira para sua realização.
Os principais tipos de medicamentos quimioterápicos utilizados no tratamento da leucemia linfoide crônica são:

  • Análogos de purinas - Fludarabina, pentostatina, e cladribina. A fludarabina é uma das primeiras drogas usadas contra a leucemia linfoide crônica. Estes medicamentos podem apresentar efeitos colaterais importantes, incluindo aumento do risco de infecção.
  • Agentes alquilantes - Clorambucil e ciclofosfamida são muitas vezes utilizados junto com um análogo de purina ou com outros medicamentos quimioterápicos. Também podem ser utilizados, junto com um análogo de purina, outros medicamentos quimioterápicos, um corticosteroide ou com anticorpo monoclonal (rituximab). Uma nova droga chamada bendamustina é um agente de alquilação que tem algumas propriedades de um análogo de purina.
  • Corticosteroides - Prednisona, metilprednisolona e dexametasona.

Outros medicamentos, às vezes utilizados no tratamento da leucemia linfoide crônica incluem: doxorubicina, metotrexato, oxaliplatina, vincristina, etoposídeo, e citarabina.

Possíveis Efeitos Colaterais Os quimioterápicos não só atacam as células cancerosas, mas também células normais (tratamento sistêmico), o que pode levar a efeitos colaterais. Os efeitos colaterais dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e da duração do tratamento. Os efeitos colaterais comuns à maioria das drogas quimioterápicas podem incluir:

  • Perda de cabelo.
  • Inflamação na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diminuição das taxas sanguíneas.
  • Infecções.
  • Hematomas ou hemorragias.
  • Fadiga.

Estes efeitos são geralmente de curto prazo e tendem a desaparecer ao término do tratamento. No entanto, mantenha o médico informado sobre qualquer sintoma, pois a maioria desses efeitos pode ser manejada de forma eficaz.
As infecções podem ser muito graves em pacientes em quimioterapia, muitas vezes precisam ser administrados medicamentos conhecidos como fatores de crescimento para ajudar na recuperação dos glóbulos brancos e reduzir a possibilidade de infecção.
Se os glóbulos brancos estão muito baixos durante o tratamento, você pode ajudar a reduzir o risco de infecção limitando sua exposição a germes:

  • Lave as mãos com frequência.
  • Evite frutas frescas, cruas e vegetais e outros alimentos que possam conter germes.
  • Evite contato com flores e plantas.
  • Certifique-se de que outras pessoas lavaram suas mãos antes de tocar em você.
  • Evite multidões e contato com pessoas doentes.

No caso que a contagem de plaquetas se mostre muito baixa pode ser necessária a realização de transfusões de plaquetas para ajudar a proteger contra sangramento. A fadiga causada pela anemia pode ser tratada com medicamentos ou com transfusões de sangue.
Síndrome de Lise Tumoral - É outro possível efeito colateral da quimioterapia, que pode ocorrer após o tratamento de um câncer, e às vezes até mesmo sem um tratamento prévio. Essa síndrome é um grupo de complicações metabólicas, causadas pelos produtos da destruição das células cancerígenas que morrem com o tratamento. Isto pode conduzir a um acúmulo excessivo de certos minerais no sangue e até mesmo insuficiência renal. Os minerais em excesso podem levar a problemas cardíacos e do sistema nervoso. Para evitar esses problemas, esses pacientes são medicados com bicarbonato de sódio, alopurinol ou rasburicase.
Se ocorrerem efeitos colaterais graves, a quimioterapia pode ter que ser diminuída ou suspensa por um período de tempo.

Fonte: American Cancer Society (26/02/2015)
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamento-quimioterapico-da-leucemia-linfoide-cronica-llc/1442/328/

Leucemia Mieloide Aguda (LMA)

A leucemia mieloide aguda não é uma doença única, mas um grupo de doenças relacionadas, e pacientes com diferentes tipos da doença podem ter diferentes esquemas e respostas ao tratamento.
Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. O principal tipo de tratamento para a leucemia mieloide aguda é a quimioterapia. Outros tipos de tratamentos, como cirurgia e radioterapia são utilizados em circunstâncias especiais.
A maioria dos casos de LMA pode progredir rapidamente, por isso é importante que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico.
É importante que todas as opções de tratamento sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às necessidades de cada paciente.

Fonte: American Cancer Society (09/12/2014)
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/1115/307/

Leucemia Mieloide Crônica (LMC)

A terapia alvo é o principal tipo de tratamento para a leucemia mieloide crônica. Alguns pacientes também podem realizar outros tratamentos, como:

  • Interferon.
  • Quimioterapia.
  • Radioterapia.
  • Cirurgia.
  • Transplante de células tronco.

Fonte: American Cancer Society (24/02/2015)
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/1120/306/

Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

O tratamento da leucemia mielomonocítica crônica é baseado no estadiamento da doença, idade do paciente e estado de saúde geral. Os pacientes com LMMC são tratados por hematologistas ou oncologistas.
O tratamento da leucemia mielomonocítica crônica pode incluir:

  • Terapia de suporte.
  • Quimioterapia.
  • Fatores de crescimento.
  • Radioterapia.
  • Cirurgia.
  • Transplante de células tronco.

*O SITE SÓ COLOCOU DADOS DA EQUIPE E DATA QUE ESSE CONTEÚDO FOI INCLUSO*

Equipe Oncoguia - Data de cadastro: 26/05/2014 - Data de atualização: 26/05/2014
http://www.oncoguia.org.br/conteudo/tratamentos/5620/764/


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