Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 30/07/2020 às 00h00

A pandemia do novo Coronavírus trouxe vários efeitos colaterais mesmo para pessoas que não foram infectadas. A depressão pode ser um deles. O isolamento, a falta da normalidade e até questões práticas, como a escassez de recursos financeiros por conta da crise econômica, podem desencadear esse transtorno, que, assim como em qualquer doença, requer tratamento médico. O novo livro da Manole, “Depressão – Guia Prático”, chega para aprimorar a assistência ao paciente com depressão. Voltado aos profissionais que trabalham com saúde mental – como psiquiatras, neurologistas, geriatras, clínicos gerais e médicos residentes nessas especialidades –, tem a proposta de ser um manual didático para auxiliar nas terapêuticas dos transtornos depressivos. Transtorno depressivo maior, transtorno depressivo persistente, depressão vascular e depressão psicótica são algumas das abordagens do livro, que traz capítulos especiais sobre depressão em situações específicas, como no caso da Covid-19, e também na ocorrência de doenças neurológicas, disfunções sexuais, na terceira idade etc. Além disso, “Depressão – Guia Prático” auxilia o profissional na recomendação de tratamentos com antidepressivos orais, ansiolíticos, psicoterapia e medicina integrativa, entre outras. Autores IVAN APRAHAMIAN é médico especialista em Clínica Médica, Geriatria e Psiquiatria, mestre em Gerontologia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), doutor em Psiquiatria e Livre-docente em Geriatria pela Universidade de São Paulo (USP) e professor associado do Departamento de Clínica Médica. É chefe da Disciplina e Residência Médica de Geriatria da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), professor de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo, coordenador do Ambulatório de Alterações Comportamentais em Idosos (ACId) da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina (FM) da USP. MARINA MARIA BIELLA é médica com Residência em Clínica Médica pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e em Geriatria pelo Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP. Possui especialização em Psiquiatria Geriátrica pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) da FMUSP, título de especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). É coordenadora do Ambulatório de Alterações Comportamentais em Idosos (ACId) da Disciplina de Geriatria do HC-FMUSP e doutoranda em Psiquiatria pelo IPq-FMUSP. MARCUS KIITI BORGES é médico psiquiatra pelo Instituto de Psiquiatria (IPUB) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com título de especialista em Psiquiatria e Psicogeriatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Também é mestre em Ciências pelo Departamento de Psiquiatria e Psicologia Médica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp-EPM). Possui especialização em Saúde Mental na Atenção Primária pela Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), em Preceptoria de Residência Médica do SUS pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês (IEP-HSL) e aperfeiçoamento em Psiquiatria Geriátrica e Doutorando pelo IPq-FMUSP, com parte do doutorado feito na Universidade de Groningen (UMCG, Holanda). SALMA ROSE IMANARI RIBEIZ é médica com residência em Psiquiatria e em Psiquiatria Geriátrica pelo IPq-FMUSP, com título de especialista em Psiquiatria e Psiquiatria Geriátrica pela ABP. É doutora em Ciências pela USP, com parte do doutorado feito na Universidade de Duke, Estados Unidos. Também possui pós-doutorado pela FMUSP, é médica pesquisadora em Projetos de Pesquisas no Programa Terceira Idade (PROTER) do IPq-HC-FMUSP, professora organizadora do Curso de Aperfeiçoamento em Psicogeriatria do IPq-HC-FMUSP e professora adjunta do Departamento de Clínica Médica da FMJ.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/07/2020 às 17h52

Medidas adotadas e divulgadas pelo hospital protegem colaboradores, corpo clínico, pacientes e comunidade 30/07/2020 17h52 Proteger, proteger, proteger. Esse tem sido o mantra do Hospital Sírio-Libanês desde a eclosão dos primeiros casos de COVID-19. Prova disso é o intenso trabalho de educação continuada, com reforço das medidas de segurança, que o hospital tem promovido junto à equipe de colaboradores, corpo clínico, pacientes e comunidade em geral. "Tudo começa com a nossa equipe. As principais medidas são a testagem e a recomendação para os profissionais de saúde de que qualquer pessoa sintomática deve se identificar e não trabalhar. Na área da saúde, quem está trabalhando e está na ativa precisa ser testado", afirma Fernando Ganem, diretor de Governança Clínica do Hospital Sírio-Libanês. Para apoiar os profissionais de saúde no processo de retomada segura, o hospital criou o programa "Proteger", que conta com rondas nos diversos andares, áreas e unidades da instituição em São Paulo e Brasília, além de um canal de comunicação direto para sugestões e compartilhamento de experiências. "As rondas são feitas sempre com um olhar de acolhimento, de orientação e de reforço positivo para aqueles que tiverem um comportamento seguro. Assim, vamos criando uma rede, com um cuidando do outro", explica a enfermeira Carla Bernardes Ledo, gerente da área de Qualidade, Desfecho Clínico e Protocolos do Hospital Sírio-Libanês. Outra importante ação do programa foi a elaboração de uma cartilha com dicas de boas práticas para prevenir a transmissão do novo Coronavírus. O objetivo é que, além de adotá-las no dia a dia, o profissional do Sírio-Libanês também seja um propagador dessas orientações, compartilhando-as com familiares, amigos e sua comunidade. "A cartilha contém recomendações que estimulam o distanciamento social, uso correto da máscara e comportamento dentro do refeitório. São orientações para nosso colaborador sobre como se portar dentro e fora do hospital", diz Jean Carlo Rodriguez Pegas, gerente médico de Segurança e Gestão de Risco do Sírio-Libanês. Um material educativo com orientações para manter um ambiente seguro e de prevenção em consultórios e condomínios médicos também tem sido distribuído ao corpo clínico. "Damos instruções para os médicos e suas secretárias, e também para os condomínios no entorno do nosso Complexo Hospitalar da Bela Vista, em São Paulo, onde está a maioria dos consultórios do nosso corpo clínico. Os treinamentos reforçam as medidas de proteção e as melhores práticas que gerem segurança tanto para os funcionários quanto para os usuários dos consultórios e condomínios. São orientações que vão desde o agendamento com intervalos maiores, passando por recomendações como não disponibilizar revistas ou brinquedos na sala de espera, ofertar copos descartáveis e outras regras e boas práticas que diminuem as chances de contaminação pela Covid-19", diz Ganem. Link para download da cartilha Triagem no PA isola casos suspeitos de COVID-19 No Pronto Atendimento do Sírio-Libanês, as entradas foram separadas. Cada uma possui espera, triagem e funcionários próprios. Pacientes com sintomas respiratórios têm entrada específica. A outra entrada é usada por quem não apresenta esses sintomas. "A importância desse fluxo é deixar as pessoas tranquilas. O medo da COVID-19 não pode ser um fator impeditivo para alguém que precisa de atendimento", diz Christian Morinaga, gerente médico do Pronto Atendimento do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Pacientes com algum sintoma respiratório passam pela triagem e já entram em uma área isolada, que também é dividida para casos de baixa e alta complexidade. "O paciente é acomodado em um box ou um quarto, que possui pressão negativa ou janelas abertas. É isolado e acompanhado com todas as medidas de segurança. Assim, essa se torna uma das áreas mais seguras do hospital. Sendo possível, a gente faz todos os exames dentro do quarto ou do box", diz Morinaga. A entrada para pacientes sem sintomas respiratórios também tem recepção própria, sala de espera e triagem. Todos os funcionários usam máscara e há o espaçamento adequado na espera. Essa foi a entrada usada por Camila Werneck, 44, e sua filha Ana, 15. A jovem machucou a mão no dia 3 de julho e precisou ser examinada por um médico. A mãe se informou antes sobre o fluxo diferenciado e quando chegou ao hospital se sentiu tão segura que aproveitou para tomar a vacina contra a gripe e fazer exames. "Assim que chegamos, fomos direcionadas para a área de pacientes que não tinham suspeita de COVID-19. Fomos atendidas em uma ala totalmente isolada. Fiquei muito segura de estar dentro do hospital mesmo neste momento de pandemia", diz Camila. Centro Cirúrgico separa totalmente o atendimento "Eu me senti muito segura nas duas ocasiões em que precisei ser internada neste período de pandemia. Tudo é separado e há mil protocolos de segurança para evitar contágio. Não podemos deixar o pânico nos paralisar, nem a doença se alastrar por medo do coronavírus", diz Maíra Lot Vieira Micales, 40. Ela é paciente e teve de remover a tireóide. Ficou internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, durante três dias em abril. Em julho, voltou a ser internada por um dia para dar sequência ao tratamento. Para garantir que paciente, equipe de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas e médicos se sintam seguros, o Hospital Sírio-Libanês foi totalmente segmentado. "Isso só foi possível criando três hospitais dentro do mesmo hospital. É tudo separado. Em cada um desses hospitais há subunidades. Temos unidade de internação, de terapia intensiva e de terapia semi-intensiva para pacientes com COVID-19, e outras para pacientes sem COVID-19", diz Sérgio Arap, superintendente do Centro Cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. No Centro Cirúrgico foram criadas duas áreas. Uma para pacientes comprovadamente sem COVID-19 e uma para paciente com SARS-CoV-2 ou suspeita de infecção. "O protocolo dentro do centro cirúrgico é o mesmo, com todos os cuidados de EPIS (Equipamentos de Proteção Individual) para todo mundo que está na sala e o menor número de pessoas possível. Quanto aos materiais, só entra na sala o que será utilizado. Assim, garantimos a segurança", afirma Arap. A segurança psicológica é outra preocupação. "A ênfase é dar segurança física e estrutural, para evitar a contaminação, e a psicológica, porque as pessoas precisam dessa segurança também", diz Felipe Duarte, coordenador de práticas médicas do Hospital Sírio-Libanês. "Usamos medidas de precaução há muitos anos. Mas, em situações como a atual, é sempre muito importante reforçar a importância daquilo que a gente já conhece e pratica", diz Duarte. Reabertura de consultórios traz a volta dos exames eletivos No começo da pandemia, tudo o que era eletivo foi suspenso, inclusive exames que exigiam contato físico. "Métodos como teste ergométrico ou ecocardiograma transesofágico foram interrompidos nesse período. Tudo o que não era prioritário foi suspenso temporariamente", diz Roberta Saretta, gerente médica do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês. Grande parte dos pacientes, principalmente os que moram fora de São Paulo, tinha receio de sair de casa, então, a teleconsulta e a telemedicina tiveram um papel importante, segundo Roberta. "Agora, a gente percebe que eles estão se sentindo mais seguros para procurar assistência presencial, o que para o médico é melhor, porque tem o contato com o paciente, consegue examiná-lo, ter uma idéia objetiva do que está acontecendo. Isso não acontece virtualmente", diz. Com os consultórios médicos sendo reabertos e uma estrutura de exames eletivos totalmente reorganizada no hospital para este momento, os pacientes começam a voltar. Os fluxos para o manejo dos exames eletivos e de urgência são distintos. "Pacientes que não têm nenhum sintoma vão para um fluxo não COVID-19. Assim, não existe a possibilidade de ele fazer uma tomografia, por exemplo, na sequência de um paciente sintomático", explica Saretta. O empresário Miguel Giannini, paciente cardiológico, passou por exames no Sírio-Libanês de São Paulo, em julho. Como um deles apresentou alteração, ficou internado uma semana. "A impressão é que estamos mais seguros lá dentro do que aqui fora", diz Álvaro Ferriolli, sócio e amigo de Giannini, e que o visitou durante esse período. "Não é uma sensação de segurança, é uma certeza. Dentro do hospital é fantástico, uma verdadeira 'ilha da fantasia'. Tudo é meticulosamente pensado."

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 30/07/2020 às 20h23

A rede privada de saúde do Distrito Federal enfrenta uma situação tão crítica quanto a rede pública. Nesta quinta-feira (30/7), dados da Sala de Situação mostram que a taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para pacientes com o novo coronavírus nos hospitais particulares está em 95,8%. Das 287 unidades reservadas para pacientes com covid-19, apenas 12 estão vagas e uma, bloqueada. (foto: Sala de Situação/Governo do Distrito Federal) SAIBA MAIS 19:45 - 30/07/2020 Em 24 horas, DF registra mais 2,1 mil casos de covid-19 e 23 mortes 19:33 - 30/07/2020 Hospitais de campanha no DF serão monitorados por comissão técnica 18:35 - 30/07/2020 Profissionais que atendem a UTI Covid estão há 2 meses sem pagamento Diante do quadro, os únicos hospitais com leitos disponíveis para internação de pacientes com coronavírus atualmente são: Hospital Águas Claras (2), Hospital Anchieta (1), Hospital Anna Nery (3); Hospital DF Star (1); Hospital São Francisco (2, sendo um adulto e um pediátrico); Hospital São Mateus (2); e Hospital Sírio Libanês (1). O cenário é bastante similar na rede pública, sobretudo, quando analisado a quantidade de leitos para pacientes adultos. A taxa de ocupação de UTI covid-19 adulto é de 90,61%. Dos 465 leitos destinados a pacientes com a doença, 44 estão disponíveis e outros 28, bloqueados ou aguardando liberação. Entre as unidades vagas, 30 não têm suporte para hemodiálise. As informações da Sala de Situação permitem ver também o quadro geral de leitos de UTI, ou seja, não são unidades voltadas apenas para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus. Dos 405 leitos, 67 estão vagas e 25 estão bloqueados, o que representa uma taxa de ocupação de 82,37%.

YAHOO! FINANÇAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/07/2020 às 19h22

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que neste mês contraiu coronavírus e foi parar no hospital, voltou ao trabalho nesta quinta-feira (30) e, com um vídeo publicado em redes sociais, relata como foram seus momentos com a doença que já matou mais de 90 mil brasileiros. Ele afirma que sua internação no Sírio-Libanês foi apenas preventiva. "Mas passei bem no hospital, respiração normal, sem febre. Eu tinha tido apenas uma pequena febre, que foi o meu sintoma, além da perda de olfato e paladar. Saí do hospital bem, fui para casa", afirma Skaf. Ele chegou a ter febre novamente e voltou ao hospital com pneumonia bacteriana. "Dessa vez voltei no silêncio, discretamente, não queria preocupar mais ninguém. Não queria notícias em torno desse retorno ao hospital, mas saí em seguida", diz o presidente da Fiesp, que é apoiador de Jair Bolsonaro e se reuniu pessoalmente com o presidente, que também se contaminou. Bolsonaro foi diagnosticado com Covid-19 sete dias antes de Skaf. "Tive alta, estou curado e, graças a Deus, essa questão do Covid para mim já passou a ser uma página virada", disse ao encerrar o vídeo, agradecendo seus seguidores.

O ANTAGONISTA
Data Veiculação: 30/07/2020 às 18h54

Paulo Skaf, o presidente da Fiesp, anunciou nesta quinta-feira estar curado da Covid-19, depois de ter tido também uma pneumonia bacteriana durante o tratamento. Em um vídeo nas redes sociais, Skaf, que recebera a primeira alta hospitalar em 18 de julho, afirmou que precisou voltar ao Sírio-Libanês por causa da pneumonia, mas agora já está completamente de alta e pôde retornar ao trabalho. O empresário também agradeceu pelas “correntes de orações” e disse que considera a doença “página virada” na vida dele. Com Covid-19, Skaf recebe alta Presidente da Fiesp pegou Covid-19 após encontro com Bolsonaro Covid-19: exame de Paulo Skaf, que esteve com Bolsonaro, dá negativo Banqueiro que almoçou com Bolsonaro tem resultado negativo para Covid-19 Araújo minimiza impacto de divergência política com a China em relação comercial Em destaque: Paulo Skaf • covid-19 • novo coronavírus • coronavírus • Jair Bolsonaro • Hospital Sírio-Libanês • pneumonia Skaf esteve com Jair Bolsonaro em Brasília no dia 3 de julho, e seu teste para a Covid-19 deu positivo no dia 14, pouco depois do teste feito pelo presidente.

BAHIA.BA/SALVADOR
Data Veiculação: 30/07/2020 às 17h36

O médico Elsimar Coutinho, 90 anos, foi transferido para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, a pedido da família. Coutinho esteve internado no Hospital Aliança, em Salvador, desde o dia 20 de julho, após apresentar caso de Síndrome Respiratória Aguda Grave, decorrente da Covid-19. De acordo com nota enviada pela assessoria do Hospital Aliança, “o paciente estava apresentando melhora expressiva dos parâmetros clínicos, mas teve a sua transferência realizada a pedido da família para unidade hospitalar fora do estado da Bahia”. A assessoria de imprensa do médico disse, em nota, que a situação clínica atual permitiu a decisão da família. “Dr Elsimar Metzker Coutinho, internado na UTI do Hospital Aliança, vítima da Síndrome Respiratória Aguda Grave, vem apresentando evidências de melhora, com maior estabilidade do quadro. A situação clínica atual permitiu a decisão da família, em comum acordo com o médico assistente, Roberto Badaró, pela transferência do paciente para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na noite desta quarta-feira (29). A família aproveita a oportunidade para expressar o profundo agradecimento a assistência de excelência dada por toda a equipe de profissionais do Hospital Aliança, que foi fundamental nesse período”. No boletim divulgado no dia 21 de julho, o hospital disse que o médico estava em ventilação artificial e sedado. No do dia 22, divulgou que o médico estava com problemas renais e pulmonares, e foi submetido a sessões de hemodiálise.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/07/2020 às 15h31

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que neste mês contraiu coronavírus e foi parar no hospital, voltou ao trabalho nesta quinta-feira (30) e, com um vídeo publicado em redes sociais, relata como foram seus momentos com a doença que já matou mais de 90 mil brasileiros. Ele afirma que sua internação no Sírio Libanês foi apenas preventiva. "Mas passei bem no hospital, respiração normal, sem febre. Eu tinha tido apenas uma pequena febre, que foi o meu sintoma, além da perda de olfato e paladar. Saí do hospital bem, fui para casa", afirma Skaf. Ele chegou a ter febre novamente e voltou ao hospital com pneumonia bacteriana. "Dessa vez voltei no silêncio, discretamente, não queria preocupar mais ninguém. Não queria notícias em torno desse retorno ao hospital, mas saí em seguida", diz o presidente da Fiesp, que é apoiador de Jair Bolsonaro e se reuniu pessoalmente com o presidente, que também se contaminou. Bolsonaro foi diagnosticado com Covid-19 sete dias antes de Skaf. "Tive alta, estou curado e, graças a Deus, essa questão do Covid para mim já passou a ser uma página virada", disse ao encerrar o vídeo, agradecendo seus seguidores.

PIAUÍ HOJE.COM/TERESINA
Data Veiculação: 30/07/2020 às 15h16

Teresa Britto e Marden Menezes Foto: Montagem Piauihoje.com Teresa Britto, deputada estadual pelo PV no Piauí, informou que testou positivo para a Covid-19 nesta quinta-feira (30). Ela divulgou a informação em suas redes sociais. "Estou bem, só com uma leve dor de cabeça, um pouco de fraqueza, já fui medicada, estou em repouso, isolada como manda os protocolos de segurança", disse em vídeo publicado nesta tarde. Já o deputado Marden Menezes (MDB) anunciou na última terça-feira (28) que estava doente e que por isso participou da sessão virtual da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa Legislativa. Ele segue em isolamento domiciliar e com sintomas leves da Covid-19. Deputados com COVID Júlio Arcoverde (PP), Georgiano Neto (PSD) e Janaínna Marques (PTB) também já tiveram a doença, destes apenas georgiano segue internado em fase final de tratamento. Ele está em um apartamento do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde o pai também passou por tratamento e já recebeu alta hospitalar, tendo tido sintomas brandos da Covid-19. Ontem a deputada federal Margarete Coelho (PP) confirmou que havia contraído a doença e por isso cancelou sua presença na visita do presidente Bolsonaro (sem partido) ao Piauí realizada hoje.

A TARDE ONLINE/SALVADOR
Data Veiculação: 30/07/2020 às 12h22

Após melhora do quadro clínico, ginecolostia é transferido para Hospital Sírio Libanês | Foto: Adilton Venegeroles | Ag. A TARDE Após dez dias internado por conta da Covid-19, o médico ginecologista Elsimar Metzker Coutinho começa a apresentar evidências de melhora, com maior estabilidade do quadro. De acordo com boletim médico, Elsimar Coutinho foi transferido para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, na noite da última quarta-feira, 29. A decisão da transferência partiu de uma decisão da família, em comum acordo com o médico assistente, Roberto Badaró, após melhora do quadro clínico do ginecologista, que estava internado na UTI do Hospital Aliança desde o dia 20 de julho.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 30/07/2020 às 03h00

Prefeito de Manaus recebe alta um mês após diagnóstico da doença manaus Um mês após ser diagnosticado com Covid-19, depois de participar da inauguração de uma obra viária com a presença do público, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), 74, recebeu alta médica e retornou à capital amazonense na manhã desta quarta-feira (29). Virgílio Neto estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 6 de julho. Ele foi transferido para São Paulo após seis dias em um hospital particular de Manaus. A mulher dele, Elizabeth Valeiko, que também participou da inauguração da obra em 29 de junho e testou positivo para o novo coro na vírus, também foi transferida para São Paulo e retornou nesta quarta com o prefeito. Em São Paulo, o prefeito realizou check-up da cirurgia de retirada de câncer prostático, à qual ele foi submetido há alguns anos. Virgílio Neto usou as redes sociais para informar que estava de volta a Manaus. Em nota, a Prefeitura de Manaus informou que o casal chegou à capital amazonense por volta de ioh30 e que à tarde o prefeito teria reunião com os secretários municipais. A prefeitura não informou se a reunião seria presencial ou virtual. A Covid-19 atingiu pelo menos 47 políticos brasileiros de alto escalão, como deputados federais, senadores, governadores, ministros e o próprio presidente, JairBolsonaro. Virgílio Neto se destacou na pandemia ao se tomar um dos principais opositores à política de Bolsonaro. Em Manaus, o pico da pandemia ocorreu entre abril e maio, quando os mortos passaram a ser enterrados emcovas coletivas. Monica Prestes

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/07/2020 às 02h00

Logo que o governo do Estado anunciou uma possível data para volta às aulas presenciais no dia 8 de setembro, escolas e famílias se movimentam para uma nova adaptação. Muitas dúvidas estão no ar, mas as instituições de ensino já apresentam um plano de ação para o retorno. Leia mais: Fundação Lemann encabeça campanha #AplaudaUmProfessor Até o momento, a Secretaria deu orientações gerais sobre segurança sanitária para que se evite a disseminação da covid-19 entre os estudantes. Questões mais práticas como a organização das aulas online e presenciais, quais os protocolos com as crianças pequenas entre outros pontos não foram respondidos ainda. O Conselho Municipal de Educação de São Paulo deve apresentar uma resolução deixando a critério dos pais a escolha de enviar ou não os filhos para a escola. Os alunos da rede municipal não devem receber falta, mas devem continuar com o ensino remoto. Leia mais: Escolas devem se preocupar com o emocional, diz especialista Famílias que optarem por enviar as crianças terão a responsabilidade de medir a temperatura, enviar máscara e atualizar os telefones de contato para que sejam facilmente acionadas em caso de suspeita da doença. Na última semana, na sexta-feira (24), a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) Manual sobre biossegurança para reabertura de escolas no contexto da covid-19 com informações e protocolos para evitar a disseminação da doença. Ao mesmo tempo, a Fiocruz destacou que o retorno às aulas presenciais poderia aumentar o número de casos e levar a um novo fechamento das escolas. Os professores, representados pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), se posicionam contra o retorno às aulas presenciais. Desigualdade A Unicef relançou um guia não apenas para auxiliar estados e municípios neste momento, como para evitar a evasão escolar. O Busca Ativa Escolar foi adaptado para a pandemia de covid-19. “Oferecemos um conjunto de orientações de meninos e meninas que não estão participando das atividades escolares e que no futuro não venham a retornar à escola”, explica Ítalo Dutra, chefe de Educação da Unicef. Segundo a agência da ONU, mesmo com o ensino remoto, pelo menos 4,8 milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil não têm acesso à internet em casa, “além de outros milhões com acesso precário ou falta de equipamento, não podendo manter o vínculo com a escola durante todo o período de isolamento social”, avalia Dutra. Esses fatores, somado a questões econômicas, contribuem para o abandono escolar. Uma pesquisa do Instituto Itaú Social e Fundação Lemann aponta que 30% dos estudantes brasileiros correm o risco de não voltar para a sala de aula após a pandemia. “O guia auxilia as prefeituras ao retorno escolar, nossa preocupação é que 40% das escolas no Brasil não têm acesso a água, o que representa um risco para uma reabertura segura,” destaca o representante da Unicef. Escolas Particulares No outro extremo, escolas de elite de São Paulo contam com a organização em ‘squads’ e consultoria de médicos de hospitais de referência como Albert Einstein e o Sírio Libanês. A Beacon School usou a metodologia dos squads, presente na organização de empresas, para desenvolver as estratégias para o retorno. “Criamos um grupo multidisciplinar ouvindo funcionários de diferentes setores”, explica a diretora Maria Eduarda Sawaya. “Diante de um mesmo assunto, tivemos diferentes opiniões.” Além dos protocolos de higiene, a escola investiu na adequação da infraestrutura como a substituição das torneiras com sensores para evitar o contato físico. “Contratamos uma consultoria do Einstein que elabora em parceria com a escola os protocolos de segurança.” No Colégio Visconde de Porto Seguro, os alunos desenvolvem um book de memórias da quarentena. “Este ano valeu sim, tivemos um aprendizado diferente”, conta Silmara Casadei, diretora Geral Pedagógica. A escola também investe em cabeamento e câmeras nas salas para que os professores possam dar aula para o presencial e online. O Colégio Bandeirantes conta com a consultoria de especialistas do hospital Sírio Libanês.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 30/07/2020 às 00h51

Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Josué Borges, 27 anos e nenhum fator de risco, sofreu uma embolia pulmonar provocada pela Covid-19. Está livre da infecção, mas ainda com dores e em tratamento. A relação entre o novo coronavírus e embolias e tromboses é aos poucos desvendada. Elnara Negri, pneumologista do Sírio Libanês e do Hospital das Clínicas de São Paulo, foi uma das primeiras médicas a relatar o potencial que o vírus tem para provocar problemas circulatórios. Neste episódio, Josué relata o que sentiu e sua saga de recuperação após a doença. E Elnara conversa com Renata Lo Prete para explicar o que acontece nos pulmões e no sistema circulatório a partir da infecção. Ela ainda detalha os potenciais riscos e ensina a identificar os sintomas. O que você precisa saber: O podcast O Assunto é produzido por: Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Giovanni Reginato e Mônica Mariotti. Apresentação: Renata Lo Prete. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.