Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

JORNAL DA GLOBO/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/07/2020 às 23h48

assunto desta quinta-feira é um aspecto da COVID-19 percebido no atendimento dos doentes e também por meio de pesquisas do vírus sobre a circulação sanguínea com risco de complicações graves como a embolia pulmonar e tromboses quem explica é a pneumologista Elnara Marcia Negri do Sírio, Libanês e do Hospital das Clínicas aqui de São Paulo, uma das primeiras médicas a identificar o problema ainda em meados de março, esse episódio fica disponível logo mais no G um e também nos aplicativos de pode Quest.

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/07/2020 às 17h53

Modelo de gestão de estoques transformou a maior distribuidora de insumos hospitalares em uma prestadora de serviços de entrega de máscaras, luvas e outros materiais para seus clientes, que ganharam em espaço e agilidade para atendimento médico O Grupo Mafra precisou buscar novos formatos de atuação para atender seus clientes na pandemia do novo coronavírus. A companhia atende 6 mil hospitais, clínicas e laboratórios pelo país. “O principal pilar do nosso crescimento é fornecer de tudo para hospitais e clínicas. Mas não basta ter o melhor portfólio. É preciso praticar a disponibilidade, estar no lugar que o cliente precisa no tempo que ele precisa”, afirma Lúcio Bueno, diretor de operações do Grupo. O serviço parte da constatação de que os protocolos de segurança exigidos nos hospitais devido à covid-19 demandam uso muito maior de equipamentos de proteção pessoal como máscaras, luvas e aventais. E esses materiais ocupam espaço. “Percebemos que faltou espaço nos almoxarifados dos hospitais e passamos a oferecer um serviço de armazenagem geral que, associado ao fornecimento dos produtos, passou a ter muito valor para o cliente”, diz. Para isso, a empresa recorreu à tecnologia. Criou um sistema de monitoramento remoto de estoques, com acompanhamento das informações dos clientes em tempo real. Segundo o executivo, dentre os clientes desse modelo estão a operadora de saúde Amil, a rede de hospitais Ímpar e o hospital Sírio Libanês. “A ideia é ser o pulmão dos hospitais. Antes, o contato com os hospitais era muito focado em preço, agora vemos que o trabalho colaborativo gera muito mais valor para nossos clientes do que o desconto no último centavo”, afirma. A meta é conseguir fazer essa integração também com os fornecedores. A primeira a fechar acordo do tipo com a Mafra foi a farmacêutica Sanofi. “A Sanofi consegue enxergar o que eu tenho de estoque e eu consigo enxergar o que o hospital vai precisar. Com isso reduzimos custos na cadeia inteira. Os processos logísticos geram ineficiências e nosso foco é trabalhar para reduzir essas ineficiências”, diz Bueno. Para ampliar o serviço, porém, ainda é preciso vencer a barreira da desconfiança na troca de dados, afirma o executivo. Outra facilidade que a empresa estuda implementar é a unitarização dos medicamentos. “Se eu consigo fazer esse trabalho de o medicamento chegar pronto para o consumo, resolvo um grande problema do hospital”, afirma. A solução ainda está em estudo e precisa de aprovação da Anvisa. Mas a companhia já está se preparando. Esse ano, a Mafra comprou a startup Far-me que entrega medicamentos na casa do cliente a partir de um modelo de assinatura. O modelo de negócio é parecido com o da norte-americana PillPack, comprada em 2018 pela Amazon. Adaptações na pandemia para atender seus 6 mil clientes pelo país, a distribuidora possui uma rede com 12 centros de distribuição, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, e mais de 200 veículos. “Cobrimos mais de 85% do mercado hospitalar com nossa logística própria em até 48 horas, e mais de 52% em até 24 horas”, afirma Bueno. Com a pandemia, a parte das entregas que era feita de avião, em especial para locais mais distantes, precisou ocorrer por terra. Outra medida foi descentralizar o estoque. Se antes um item ficava concentrado em apenas alguns centros de distribuição, agora esses centros recebem uma variedade maior de produtos, que assim chegam mais rápido aos clientes. A empresa adquiriu ainda 15 veículos para reforçar a frota. Precisou também fazer um esforço extra para trazer produtos de outros países. “A indústria brasileira não estava preparada para a demanda que surgiu”, diz Bueno. Em abril, a Mafra fretou três aviões da Latam para buscar máscaras importadas da China. Também importou 50 contêineres da Malásia, com 100 milhões de pares de luvas. Mais recentemente, fez a importação de 350 mil testes para covid. A Mafra é dona da fabricante de produtos para primeiros socorros Cremer, baseada em Blumenau (SC). A companhia não tinha capacidade para produzir máscaras de proteção, mas adaptou uma máquina e passou a ter capacidade para produzir 2 milhões de máscaras por mês.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/07/2020 às 17h53

Um mês após ser diagnosticado com Covid-19 depois de participar da inauguração de uma obra viária com a presença de público, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), 74, recebeu alta médica e retornou à capital amazonense na manhã desta quarta-feira (29). Virgílio Neto estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 6 de julho. Ele foi transferido para a unidade de saúde paulista após seis dias em um hospital particular de Manaus. A mulher dele, Elizabeth Valeiko, que também participou da inauguração da obra em 29 de junho e testou positivo para o novo coronavírus, também foi transferida para São Paulo e retornou nesta quarta com o prefeito. Em São Paulo, o prefeito também realizou check-up da cirurgia de retirada de câncer prostático, à qual ele foi submetido há alguns anos. Virgílio Neto usou as redes sociais para informar que estava de volta a Manaus. Em nota, a Prefeitura de Manaus informou que o casal chegou à capital amazonense por volta de 10h30 e que à tarde o prefeito teria reunião com os secretários municipais. A prefeitura não informou se a reunião seria presencial ou virtual. A Covid-19 atingiu pelo menos 47 políticos brasileiros de alto escalão, como deputados federais, senadores, governadores, ministros e o próprio presidente, Jair Bolsonaro (sem partido). Virgílio Neto se destacou durante a pandemia ao se tornar um dos principais opositores à política de Bolsonaro para o combate à Covid-19, recebendo, como resposta do presidente, xingamentos que compararam o prefeito de Manaus a “bosta” e “estrume”. Em Manaus, o pico da pandemia ocorreu entre os meses de abril e maio, quando os mortos passaram a ser enterrados em covas coletivas, tamanho o aumento no número de enterros. Desde o fim de maio, no entanto, houve quedas no número de novos casos, de óbitos e de internações por Covid-19 na capital, enquanto a doença avança no interior, onde não há leitos de UTI. O arrefecimento da pandemia levou à decisão do governo estadual de flexibilizar a reabertura de comércios e serviços não essenciais, que vem sendo implementada desde o início de junho. Já foram liberados o comércio, serviços, academias, salões de beleza, atividades culturais, esportivas e de lazer, como parques de diversão, Unidades de Conservação e eventos sociais com até 200 convidados, além das aulas nas escolas particulares. Na rede pública estadual as aulas serão retomadas a partir de 10 de agosto. A prefeitura ainda não se pronunciou sobre a volta às aulas na rede municipal. Seguem proibidas atividades de convenções e feiras de exposição com até 500 pessoas, cinemas, teatros, circos, e espaços esportivos, que estarão autorizados a partir do dia 1º de agosto, e atividades voltadas aos idosos, que só devem ser liberadas em setembro. De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam), até o dia 28 de julho foram registrados 98.118 casos confirmados e 3.236 óbitos por Covid-19 em todo o estado. Manaus concentra cerca de 35% dos casos e de 60% dos óbitos.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 29/07/2020 às 17h28

O prefeito Arthur Virgílio Neto e a primeira-dama Elizabeth Valeiko chegaram em Manaus, nesta quarta-feira (29), após exato um mês de tratamento contra a Covid-19, segundo informou a prefeitura. Os dois diagnosticados com a doença no dia 29 de junho e já receberam alta do hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Arthur e Elizabeth foram internados no Hospital Adventista de Manaus logo após o diagnóstico. No dia 6 de julho, os dois foram transferidos para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para dar continuidade ao tratamento. Conforme a prefeitura, o prefeito e a primeira-dama chegaram no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, Zona Oeste, por volta das 10h30 desta quarta. Arthur concluiu o acompanhamento médico no Sírio Libanês, onde também fez check-up da cirurgia de retirada de câncer prostático, realizada há alguns anos. À tarde, segundo a nota, o prefeito de Manaus irá reunir seu secretariado para tratar sobre as obras em andamento na capital. Covid-19 no AM Até esta terça-feira (29), o Amazonas registrava mais de 98 mil casos de Covid-19, com mais de 34 mil casos apenas em Manaus. A capital concentra mais de 1,9 mil mortes pela doença, de mais de 3,2 mil em todo o estado. Manaus foi a primeira capital do País a reabrir escolas, autorizando o retorno das aulas apenas na rede privada de educação. O retorno das aulas na rede pública do Estado está previsto para o dia 10 de agosto. As atividades não essenciais na capital voltaram a abrir no dia 1º de junho, conforme plano do governo realizado por meio de quatro ciclos - este último iniciado em 16 de julho.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 29/07/2020 às 16h55

O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) e a deputada federal Margarete Coelho (Progressistas) foram diagnosticados com Covid-19. Os dois parlamentares informaram por meio de suas redes sociais. Os deputados Georgiano Neto (PSD), Júlio Arcoverde (Progressistas) e Júlio César (PSD) também foram infectados pelo coronavírus. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, Marden Menezes informou que está bem e que não apresenta os sintomas da doença. O primeiro exame a testar positivo para a Covid-19 foi um teste rápido realizado pelo parlamentar na segunda-feira (27). “Em um teste rápido hoje a tarde [segunda-feira] de rotina, foi detectada a presença do coronavírus no meu organismo. Logo em seguida, ainda na tarde de hoje [segunda-feira], eu repeti o exame de sangue em laboratório, o Igg e o Igm, que confirmou o diagnóstico da doença. Portanto, eu estou com a Covid-19. Não tenho maiores sintomas. Estou, como se diz, assintomático, me sinto relativamente bem, sem maiores alterações perceptíveis do meu estado normal de saúde”, afirmou. O deputado está cumprindo o isolamento social em casa e seguindo o protocolo instituído pela equipe médica que o atende. Marden ainda pontuou que está tomando todas as medicações orientadas pelos médicos que o acompanham. Já a deputada federal Margarete Coelho relatou que realizou exames para a Covid-19 nesta quarta-feira (29) e os resultados foram positivos. A parlamentar contou que está sentindo apenas um desconforto na garganta e que está seguindo as orientações médicas. Casos de Covid-19 na Alepi A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) informou que, até o momento, dos 1.142 servidores da Casa, 67 testaram positivo. Os funcionários serão novamente examinados quando ocorrer o retorno das atividades presenciais na sede do poder legislativo estadual. Dos parlamentares que foram diagnosticados com a Covid-19, Júlio Arcoverde relatou que não apresentou os sintomas. Já o deputado Georgiano Neto teve que ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.O pai de Georgiano, o deputado federal Júlio César (PSD) também testou positivo para doença causada pelo coronavírus. Retorno das atividades presenciais durante a sessão virtual na manhã desta quarta-feira (29), o presidente da Alepi, o deputado Themístocles Filho (MDB), anunciou que na próxima segunda-feira, 3 de agosto, será discutido o retorno das atividades presenciais da casa. Decretos no Piauí de isolamento social para evitar a contaminação pelo vírus, o isolamento social e medidas emergenciais foram determinadas por meio de decretos do governo do estado e das prefeituras, como na capital piauiense, para que a população fique em casa e evite ao máximo ir às ruas. Aulas em escolas e universidades, a maioria das atividades comerciais, esportivas e de serviços em geral estão suspensas por tempo indeterminado. Serviços essenciais como farmácias, postos de combustíveis e supermercados continuam mantidos, mas estão regulamentados. O atendimento em clínicas, hospitais e laboratórios, assim como o funcionamento de escritórios de advocacia e contábeis também foram liberados mediante cumprimento de regras. O uso de máscaras em locais públicos tornou-se obrigatório em todo o estado. Policiais fazem abordagens nas fronteiras do estado a ônibus e veículos particulares. Os decretos preveem que quem descumprir as regras pode ser penalizado com multa ou até prisão. Prevenção, contágio e sintomas Lavar as mãos de forma correta (veja vídeo), uso de álcool em gel, sempre usar máscaras, evitar contato pessoal e aglomerações de pessoas são algumas das orientações para evitar o contágio da doença. É importante também ficar atento quanto aos principais sintomas (tosse seca, congestão nasal, dores no corpo, diarreia, inflamação na garganta e, nos casos mais graves, febre acima de 37° C e dificuldade para respirar). Um guia ilustrado preparado pelo G1 ajuda a tirar dúvidas.

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/07/2020 às 08h28

Maior distribuidora de material hospitalar do país, a Mafra precisou buscar novos formatos de atuação para atender seus clientes na pandemia do novo coronavírus. A companhia atende 6 mil hospitais, clínicas e laboratórios pelo país. “O principal pilar do nosso crescimento é fornecer de tudo para hospitais e clínicas. Mas não basta ter o melhor portfólio. É preciso praticar a disponibilidade, estar no lugar que o cliente precisa no tempo que ele precisa”, afirma Lúcio Bueno, diretor de operações da Mafra. O serviço parte da constatação de que os protocolos de segurança exigidos nos hospitais devido à covid-19 demandam uso muito maior de equipamentos de proteção pessoal como máscaras, luvas e aventais. E esses materiais ocupam espaço. “Percebemos que faltou espaço nos almoxarifados dos hospitais e passamos a oferecer um serviço de armazenagem geral que, associado ao fornecimento dos produtos, passou a ter muito valor para o cliente”, diz. Para isso, a empresa recorreu à tecnologia. Criou um sistema de monitoramento remoto de estoques, com acompanhamento das informações dos clientes em tempo real. Segundo o executivo, dentre os clientes desse modelo estão a operadora de saúde Amil, a rede de hospitais Ímpar e o hospital Sírio Libanês. “A ideia é ser o pulmão dos hospitais. Antes, o contato com os hospitais era muito focado em preço, agora vemos que o trabalho colaborativo gera muito mais valor para nossos clientes do que o desconto no último centavo”, afirma. A meta é conseguir fazer essa integração também com os fornecedores. A primeira a fechar acordo do tipo com a Mafra foi a farmacêutica Sanofi. “A Sanofi consegue enxergar o que eu tenho de estoque e eu consigo enxergar o que o hospital vai precisar. Com isso reduzimos custos na cadeia inteira. Os processos logísticos geram ineficiências e nosso foco é trabalhar para reduzir essas ineficiências”, diz Bueno. Para ampliar o serviço, porém, ainda é preciso vencer a barreira da desconfiança na troca de dados, afirma o executivo. Outra facilidade que a Mafra estuda implementar é a unitarização dos medicamentos. “Se eu consigo fazer esse trabalho de o medicamento chegar pronto para o consumo, resolvo um grande problema do hospital”, afirma. A solução ainda está em estudo e precisa de aprovação da Anvisa. Mas a companhia já está se preparando. Esse ano, a Mafra comprou a startup Far-me que entrega medicamentos na casa do cliente a partir de um modelo de assinatura. O modelo de negócio é parecido com o da norte-americana PillPack, comprada em 2018 pela Amazon. Adaptações na pandemia Para atender seus 6 mil clientes pelo país, a distribuidora possui uma rede com 12 centros de distribuição, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, e mais de 200 veículos. “Cobrimos mais de 85% do mercado hospitalar com nossa logística própria em até 48 horas, e mais de 52% em até 24 horas”, afirma Bueno. Com a pandemia, a parte das entregas que era feita de avião, em especial para locais mais distantes, precisou ocorrer por terra. Outra medida foi descentralizar o estoque. Se antes um item ficava concentrado em apenas alguns centros de distribuição, agora esses centros recebem uma variedade maior de produtos, que assim chegam mais rápido aos clientes. A empresa adquiriu ainda 15 veículos para reforçar a frota. Precisou também fazer um esforço extra para trazer produtos de outros países. “A indústria brasileira não estava preparada para a demanda que surgiu”, diz Bueno. Em abril, a Mafra fretou três aviões da Latam para buscar máscaras importadas da China. Também importou 50 contêineres da Malásia, com 100 milhões de pares de luvas. Mais recentemente, fez a importação de 350 mil testes para covid19. A Mafra é dona da fabricante de produtos para primeiros socorros Cremer, baseada em Blumenau (SC). A companhia não tinha capacidade para produzir máscaras de proteção, mas adaptou uma máquina e passou a ter capacidade para produzir 2 milhões de máscaras por mês. Aquisições Em meio à pandemia, a Mafra manteve uma estratégia forte de aquisições que vai além da startup Far-me. Em janeiro a Mafra comprou a concorrente Expessa, que teve receita de 1,5 bilhão de reais em 2018. Em março, comprou as distribuidoras Vitalab, Biogene e Biogenetix. “São aquisições que já estavam no nosso radar, e a pandemia não interrompeu o processo”, diz Bueno. Em 2016, o fundo DNA Capital, da família Godoy Bueno, dona da Dasa, comprou a companhia. A Mafra terminou 2019 com faturamento de 3,5 bilhões de reais. Para 2020, após as aquisições, a expectativa é terminar o ano com faturamento de 6 bilhões.

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 29/07/2020 às 07h00

IRIO — Mesmo quando ainda não podiam abrir as portas, os shoppings da Zona Sul não ficaram de braços cruzados. O Botafogo Praia Shopping, por exemplo, adotou serviços de entregas por drive-thru, delivery e “Retire aqui”, além de CompraZap para atrair os clientes. No “Retire aqui’’, o cliente pode entrar em contato diretamente com a loja, efetuar a compra via WhatsApp ou loja virtual e optar por retirar o produto nos armários inteligentes ou em e-lockers. Basta usar o QR Code disponibilizado pela marca para destrancar a gaveta e ter acesso à própria compra em até 72 horas. No Rio Design Leblon, de acordo com o superintendente, Henrique Baez, o tempo de portas fechadas foi aproveitado para mudar toda a identidade visual do empreendimento. — Todos os detalhes foram pensados para que a experiência do consumidor passasse a ser ainda mais acolhedora. Usamos frases como “Juntos de novo, de um novo jeito”, por exemplo, nos tapumes, que passaram a ter cores vivas e mais alegres. Reforçamos também a nossa vocação de polo gastronômico com a chegada do restaurante japonês Mitsubá, tornando o Rio Design Leblon um endereço obrigatório para quem quer comer bem na Zona Sul — afirma Baez. Um dos passos mais importantes em direção à retomada das vendas é resgatar a confiança dos consumidores para que voltem a frequentar os centros comerciais. Por isso, o maior investimento dos shoppings neste momento é em medidas para garantir a segurança de lojistas e visitantes. Tapetes higienizadores, reforço na limpeza dos filtros de ar-condicionado, desinfecção frequente das áreas comuns, medição de temperatura e álcool em gel são só alguns dos recursos preventivos adotados pelos estabelecimentos. No Botafogo Praia Shopping, a gerência diz que a prioridade é zelar pela segurança das pessoas. — Por isso, estamos atentos a todas as orientações dos órgãos de saúde e tomando as medidas necessárias para garantir um ambiente saudável para todos que passam diariamente no shopping. Desde práticas de sanitização até serviços de apoio aos lojistas, como delivery, drive-thru, e-lockers, CompraZap e FoodStop — garante Paulo Cesar Correa, superintendente regional da Ancar Ivanhoe. Dentre as principais medidas está a contratação de um serviço especializado em desinfecção. Equipamentos e produtos de higiene regularizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estão sendo utilizados a cada três horas em todo o empreendimento, principalmente nas áreas muito tocadas, como corrimãos, botões de elevadores, balcões e mesas, além de banheiros, praças de alimentação e máquinas de autoatendimento. As medidas de reabertura do Shopping Leblon, além de seguirem um rigoroso protocolo com as determinações dos órgãos competentes, incluíram iniciativas como reforço do efetivo de equipe de limpeza, aquisição de tapetes sanitizantes e higienização periódica com desinfecção. O Hospital Sírio-Libanês chancelou o protocolo desenvolvido pela Aliansce Sonae, administradora do empreendimento. A equipe foi integralmente testada para Covid-19, assegurando o retorno às atividades. —Estamos preparados para receber os clientes que desejarem frequentar o shopping. Mas, como alternativa, vamos manter a operação de drive-thru, que se provou muito prática e conveniente para as pessoas que não desejam sair do carro para realizar suas compras nas suas lojas favoritas do centro comercial — diz Rodrigo Lovatti, superintendente do Shopping Leblon. SIGA O GLOBO-BAIRROS NO TWITTER (OGlobo_Bairros)