Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

BELIEVE NEWS
Data Veiculação: 29/06/2020 às 00h00

O Grupo Fleury, parceiro do Instituto Lico Kaesemodel, um dos ganhadores do prêmio DOM em 2019, lançou em parceria ao Hospital Sírio Libanês o Telecorona Solidário, que funciona no formato virtual, acessível por celular e computador, onde o paciente poderá agendar uma vídeo-chamada com cerca de 15 minutos, para tirar dúvidas relacionadas ao novo COVID-19, com nossos médicos voluntários. A teleorientação pode evitar visitas desnecessárias às unidades de atenção básica à saúde do setor público e fornecer informações de melhor qualidade para lidar com situações ligadas à COVID-19 no âmbito individual e familiar. O serviço funcionará de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h, e pode ser acessado no seguinte link: https://coronavirus.grupofleury.com.br/. Basta o paciente preencher as informações básicas e realizar o agendamento. “Para nós do Instituto Lico Kaesemodel a criação do Telecorona nos dá a possibilidade de promover mais saúde para nossos familiares cadastrados, e ainda poder auxiliar nesse momento delicado de incertezas que todo o país enfrenta”, explica Luz María Romero, gestora do Instituto Lico Kaesemodel.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/06/2020 às 23h15

A Coalizão Covid-19, que reúne alguns dos principais hospitais do país, começará a testar quatro antivirais para o tratamento dos doentes infectados pelo novo coronavírus. NO VIDRO Medicamentos como Daclatasvir e Sofosbuvir, usados para hepatite C, Atazanavir, que trata HIV, e Favipiravir já desenvolveram atividade contra o coronavírus em laboratório —e vão ser agora testados em ensaios clínicos, ou seja, em pacientes. NA VIDA A pesquisa será feita em parceria com a Fiocruz —um de seus cientistas, Thiago Moreno Souza, testou três das drogas in vitro. Elas foram usadas também em um ensaio clínico no Irã, feito por pesquisadores do Reino Unido e da Austrália. PASSOS No Brasil, os testes serão feitos em 900 pacientes. Na primeira fase, cada medicamento será dado separadamente. Depois, as drogas mais eficientes serão ministradas de forma combinada. PASSOS 2 A Coalizão Covid-19, integrada pelos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, HCor, Moinhos de Vento, BP, Oswaldo Cruz, BRICNet e pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Clínica, já levantou US$ 150 mil para o projeto, que custará, no total, US$ 500 mil

JORNAL DA GAZETA/TV GAZETA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/06/2020 às 19h50

 

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 29/06/2020 às 10h34

Durante o Congresso Virtual de Cardiologia da SOCESP, o cardiologista Luciano Moreira Baracioli irá discutir o caso Takotsubo em jovem por Covid, uma referência à síndrome que pode causar sofrimento miocárdico mimetizando o infarto agudo do miocárdio por situações de estresse, também conhecida por Síndrome do Coração Partido. “O estresse é considerado um fator de risco para a ocorrência e desenvolvimento da doença aterosclerótica cardíaca e um dos desencadeadores do infarto agudo do miocárdio.” A afirmação é do cardiologista e coordenador da Unidade Crítica Cardiológica do Hospital Sírio Libanês - SP Luciano Moreira Baracioli. Durante o Congresso Virtual de Cardiologia da SOCESP, que acontece entre os dias 29 de junho e 2 de julho pelas plataformas digitais, o especialista trará a discussão Takotsubo em jovem por Covid. A síndrome de Takotsubo, também conhecida por Síndrome do Coração Partido, é uma cardiomiopatia induzida por estresse, cuja principal característica é a alteração súbita do funcionamento cardíaco, podendo causar lesão miocárdica, e sendo muitas vezes confundida com o infarto agudo do miocárdio. Em geral, as fortes emoções são as responsáveis pela ocorrência e, em tempos de COVID-19, os médicos consideram que o cenário da pandemia pode corroborar para isso. “A primeira descrição de Takotsubo foi em 1991, no Japão, e hoje já temos uma grande casuística dessa doença”, diz Baracioli. “Porém, no contexto da COVID-19, ainda não tivemos nenhuma publicação com importante série de casos, mas já há alguns relatos publicados.” O desencadeamento de novos eventos cardíacos em pessoas que, até então, não tinham nenhum comprometimento também impacta a própria doença causada pelo novo coronavírus. “Sabemos que pacientes com doenças cardiovasculares prévias têm maior internação em unidades de terapia intensiva, durante o curso da infecção por COVID-19. Mas aqueles que apresentam novas lesões miocárdicas durante o período de contágio são os que apresentam o pior prognóstico, inclusive com maior índice de mortalidade”, alerta o cardiologista. “Por isso, a preocupação redobrada com síndromes cardíacas derivadas do estresse.” Medo que paralisa O receio da contaminação também promove outro problema: os pacientes em tratamento por outras doenças agudas – cardiovasculares ou não –, que necessitam de acompanhamento médico, estão negligenciando a rotina de saúde. Segundo Baracioli, esse procedimento inadequado poderá trazer consequências, como um boom de doentes no pós-pandemia. “Creio que, do ponto de vista cardiológico, estaremos sim diante de um aumento significativo de novos quadros de doenças cardiovasculares e de complicações ou descompensações das pré-existentes.” Serviço: Congresso Virtual de Cardiologia SOCESP Tema: Takotsubo em jovem por COVID Palestrante: Luciano Moreira Baracioli Data: 29 de junho de 2020 Horário: 18h30 às 20h30 Informações e Inscrições: www.socesp.org.br/congressovirtual

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 29/06/2020 às 10h27

Retomada do comércio é lenta nos shoppings após primeira quinzena de reabertura, mostra levantamento feito pela ALSHOP Depois de quase três meses de comércio fechado, a retomada nos últimos 15 dias ficou abaixo das expectativas dos profissionais do setor. Uma pesquisa realizada pela ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), entre os dias 24 e 26 de junho com associados que representam 4.000 pontos de venda em todo o Brasil mostra informações gerais sobre as vendas. No caso específico dos shoppings que seguem a um protocolo sanitário mais rígido determinado com associações do setor e validado pelo poder público, o fato das praças de alimentação seguirem fechadas em boa parte dos empreendimentos é o motivo para o faturamento reduzido. Os resultados representam sobretudo a primeira quinzena de comércio aberto parcialmente na capital paulista e uma retomada tímida da atividade comercial em outros centros de compra no país. Em São Paulo Segundo a pesquisa, em São Paulo, 32% dos lojistas relataram que o faturamento caiu 90% em relação ao período pré-pandemia. Para 41% dos lojistas o faturamento ficou reduzido em até 80% e 24% dos empresários registraram queda até 70%. No caso da capital, os dados já refletem o prejuízo do Dia dos Namorados onde o comércio teve apenas um dia de vendas nos centros de compra que estão abertos durante quatro horas por dia. "A queda foi vertiginosa nas vendas, o que mostra o quanto o setor do comércio foi comprometido com a pandemia. Os prejuízos estimados estão em 35 bilhões de reais e só na grande São Paulo 10% das lojas não vão mais reabrir por falta de condições o que irá aumentar o desemprego, além da queda da arrecadação. Os lojistas de shopping seguem protocolos rígidos e mesmo assim estão sujeitos a restrições que não valem para todos os setores", diz Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP. Em todo o estado há cerca de 180 shoppings que empregam milhares de pessoas, além dos empregos indiretos gerados pela atividade econômica dos empreendimentos. "Agora em São Paulo avançamos para a fase amarela mas os restaurantes, o que incluem as praças de alimentação que tanto movimentam os shoppings ainda não podem reabrir. Foram três meses de fechamento total e mesmo com a baixa ocupação das UTIs na capital paulista os lojistas e colaboradores terão que esperar mais uma semana", disse Sahyoun. Fora do estado de São Paulo Para as lojas situadas fora da cidade de São Paulo, as mesmas informações foram analisadas e 35% dos associados informaram uma queda de até 80% no faturamento, seguido de 29% que registraram queda de até 70% nas vendas. Em relação a taxa de conversão de clientes, ou seja, o número de pessoas que realmente concluem a compra os dados foram ainda mais negativos. Dos lojistas entrevistados, 59% informaram que a taxa de conversão é muito inferior ao mesmo período antes da pandemia fruto dos consumidores cautelosos ou sem renda. “A população ainda quer evitar aglomerações e como as lojas funcionam em horários muito restritos, os consumidores que têm condições de fazer compras, pensam duas vezes antes de saírem de casa. Mas é importante ressaltar que os shoppings estão com mais de 20 protocolos aplicados internacionalmente e validados aqui por instituições renomadas como o hospital Sírio Libanês e validadas pela Vigilância Sanitária em diversos estados.”, afirma o presidente da ALSHOP. A modalidade de venda online passa a contribuir com o faturamento mensal dos lojistas, mesmo que 41% dos associados afirmam que esse tipo de venda ainda não seja relevante. Por outro lado, 26,5% contam que as vendas online movimentam até 10% do faturamento, 23,5% mostram que a modalidade representa mais do que 20%, e 9% afirmam que representa até 20% do faturamento. Para aquecer as vendas nestas primeiras semanas da retomada, 71% dos lojistas afirmam aplicar descontos em produtos para estimular a compra, mas 29% diz não ter condições de promover ações específicas nesse momento de retomada. “Os lojistas estão cada vez mais criando oportunidades para seus clientes aproveitarem os artigos com excelentes descontos e promoções. Pensando em um lojista do setor de vestuário, com o estoque cheio de peças não teria condições de renovar o estoque para o inverno que acabou de chegar. Então, vemos os descontos como uma forma de ajudar a todos, clientes e lojistas.”, comenta, Nabil. Demora na reabertura A ALSHOP considera que a reabertura gradual após 15 dias onde foram observados a queda na ocupação de leitos disponíveis e até o anúncio de fechamento de um hospital de campanha eram compromissos para que as autoridades ampliassem a retomada da economia, o que não ocorreu. "Lembramos que o transporte, origem das maiores fontes de aglomeração, não passaram por protocolos tão rígidos de limpeza e desinfecção e dele dependem milhões de paulistanos olhando o exemplo de São Paulo, enquanto os pequenos lojistas que são a maioria dos nossos associados aplicaram com os donos de shopping um extremo cuidado e não conseguem alavancar sua atividade comercial. Isso vai aumentar ainda mais o desemprego em pouco tempo.", finaliza, Sahyoun.

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 29/06/2020 às 03h00

CORREIO BraziliENSE « Brasília, segunda-feira, 29 de junho de 2020» NegociOS » 7 AMAURI SEGALLA MERCADO S/A amaurisegalla@diariosassociados.com.br ! 0 FACEBOOK DEVE TUDO À INTERNET, MAS AGORA PODE SE TORNAR VÍTIMA DELA Anunciantes boicotam redes sociais 0 Facebook deve tudo à internet, mas agora pode se tomar vítima dela. Um movimento criado por entidades de direitos civis, e que ganhou força nas redes sociais, defende que marcas parem de anunciar na empresa de Mark Zuckerberg enquanto não houver um mecanismo eficiente de controle de postagens ofensivas. Chamada de Stop thehateforprofitialgo como “pare de dar lucro ao ódio”), a iniciativa ganhou a adesão de empresas como Ben & Jerry’s, Dove, Hellmann’s, Patagônia, Verizon e The North Face, entre muitas outras. A gigante Unilever, uma das maiores anunciantes do mundo, informou que só voltará a fazer campanhas publicitárias nas redes sociais — isso inclui, além do Facebook, o Twitter— após a eleição nos Estados Unidos, em novembro. O movimento Stop the hate for profit pode representar um marco no combate ao discurso de ódio que, especialmente em ambientes polarizados, envenena a internet. Ele, afinal, atinge em cheio o ponto mais sensível das empresas: as finanças. Andrew Caballero-Reynotds/AFP -17/10/19 Os gestores estão passando por um aprendizado extremamente rico. Não há MBA no mundo que pague isso" Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, sobre as lições da crise do coronavírus Pague Menos quer ir para a Bolsa Afilados IPOs (ofertas iniciais de ações) não andou desde o início da crise do coronavírus. Das 18 aberturas de capital programadas para 2020 número que representaria a melhor marca em 13 anos 16 foram adiadas. Algumas empresas, porém, decidiram ignorar a pandemia. A rede cearense de farmácias Pague Menos protocolou um pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para entrar na Bolsa de Valores. Resta saber se é um movimento isolado ou um sinal de retomada. 188% foi quanto cresceu a captação de clientes da Wine em maio na comparação com um ano atrás. A empresa, que é um dos maiores clubes de vinho do mundo, é o retrato do notável avanço do consumo de tintos e brancos durante a pandemia Gigante americana detelemedicina aposta no Brasil A crise do coronavírus vai provocar mudanças em diversas áreas de negócios. No novo normal, a telemedicinaserá uma realidade. Maior empresado mundo no setor, a americana Teladoc tem planos ambiciosos para o Brasil. Até o ano que vem, a meta da companhia é atender a 10 milhões de brasileiros. Atualmente, a empresa oferece aconselhamento médico, por telefone, para 5,2 milhões de usuários de planos de saúde corporativos de empresas como Porto Seguro e Hospital Sírio-Libanês. Maurício de Souza/AE 6/12/12 Porto de Santos quebra recordes A crise não chegou ao Porto de Santos, o mais importante da América Latina. Pelo quarto mês consecutivo, o movimento de cargas quebrou recordes. Em maio, as 12,9 milhões de toneladas que passaram pelo local representaram avanço de 18% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 14% na comparação com o recorde anterior, registrado há três anos. Como sempre, os ótimos resultados se devem ao agronegócio. Os embarques de açúcar disparam 94% e os de soja, 40%. RAPIDINHAS » 0 astro da NBA LeBron James investiu, ao lado do empresário Maverick Carter, US$ 100 milhões na empresa de mídia SpringHill, que se descreve como "uma companhia que vai dar voz aos criadores que foram silenciados". A SpringHill assinou contrato com a Netflix para fazer um documentário sobre basquete. » Lebron James é um empresário bem-sucedido. Ele também tem umaagência de marketing e duas empresas de entretenimento. Segundo a revista americana Forbes, seu patrimônio pessoal está estimado em US$ 600 milhões. Em entrevista recente, Lebron disse que a meta é chegar a US$1 bilhão. » A pandemia do coronavírus lotou os tribunais brasileiros. Desde março, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) criou o assunto "COVÍD-19", foram identificados 8 mil processos que tratam do assunto, totalizando R$ 12 bilhões em causas. Os dados são da Neoway, maior empresa de Big Data AnaLytics e inteligência artificial da América Latina. » As vistorias on-line feitas pela Bradesco Auto/RE, empresa do grupo Bradesco Seguros, cresceram 578% em abril na comparação com março. 0 serviço permite aos segurados realizar a inspeção dos veículos por conta própria. Para isso, é preciso enviar fotos e preencher remotamente os dados. 0 procedimento está disponível para carros de passeio, caminhões.