Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

GLAMURAMA/UOL
Data Veiculação: 29/05/2020 às 19h13

Em um papo muito esclarecedor sobre coronavírus e saúde de modo geral, a ‘live’ desta sexta-feira juntou Joyce Pascowitch e Dr. Roberto Kalil Filho, presidente do conselho diretor do Incor e diretor de cardiologia do hospital Sírio-Libanês. Apesar de ser um dos médicos mais conceituados do país, o cardiologista revela que segue trabalhando pesado: “Entro no Incor 8 da manhã e saio do hospital meia noite, todos os dias. Com a pandemia, o número de pacientes mudou e aumentou muito. A rotina está mais estressante porque o número de pessoas em estado grave cresceu nesses últimos meses. É um aprendizado diário exercer a medicina em um cenário de guerra. Em um nível de estresse máximo. E uma das questões mais difíceis têm sido lidar com as famílias, que não podem ter nenhum tipo de contato com seus parentes doentes. Muito triste”, e emenda “Para 80% das pessoas esse vírus vai ser bonzinho, e elas não vão sentir praticamente nada. Outros 15% terão sintomas leves e poderão ser tratados em casa. E 5% serão casos mais graves e precisarão ser tratados no hospital.” Vírus “Eu achava que estava imune porque tinha atendido muitos pacientes com coronavírus, com todos os cuidados necessários e seguindo regras rigorosas. Acabei pegando de um amigo meu, com quem fui dar uma aula, e ele logo depois apareceu com sintomas. Comecei a ficar meio estranho, mas pensei que fosse efeito colateral da vacina da gripe que tinha acabado de tomar. Fui uma ‘besta’ porque segui achando que não era nada. Só quando piorei fui fazer o exame e vi que estava com 50% do pulmão comprometido. Fiquei 10 dias internado no hospital e foi terrível. Nada é pior que esse vírus em seu estado mais grave. Ele é muito agressivo. E sou um cara medroso, tenho medo até de assombração, mas não tive medo de morrer. O sofrimento é tão grande que não você consegue pensar em nada. Uma dor, uma falta de ar… No dia seguinte à alta, pedi para voltar para o hospital só de medo de ter uma recaída. E fiquei bem debilitado uns 15 dias depois da alta, com uma tosse forte… Quem tem Covid fica abalado psicologicamente. Todos os pacientes que atendi ficaram. Você não sai são da Covid de imediato… as coisas vão normalizando com o tempo. Comigo foi assim. Passei a dar menos importância para bobagens, como o trânsito que tá ruim, a reunião atrasada. Antes de ficar doente estava preocupado que meus cílios estavam caindo. Achava que ia ficar sem cílios. Imagine! E logo depois quase morri com a Covid. Eu mudei. Até a turma que trabalha comigo já percebeu que estou menos chato.” Curva “É uma virose, bastante agressiva, e pode causar, entre outras coisas, infarto e acidente vascular cerebral. Mas outras viroses também podem inflamar as artérias. No inverno costuma aumentar em 30% a incidência de infartos e AVCs. Resolver a pandemia, só mesmo com a vacina, que se Deus quiser deve sair no segundo semestre. Tem vários laboratórios trabalhando pra isso. Ela já está sendo testada em seres humanos. Em São Paulo estamos no platô e a curva está estável. A situação ainda é preocupante, mas está começando a melhorar, tanto que a flexibilização está sendo implantada. Estamos no meio de uma guerra, ela vai acabar e a vida vai continuar.”

JORNAL DA TARDE/TV CULTURA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/05/2020 às 14h13

Os shoppings centers se criaram protocolos de Biossegurança para a reabertura gradual dos estabelecimentos na capital paulista, assim que houver a liberação pela prefeitura. Depois de mais de setenta dias com a loja fechada a empresária Maria Tereza prepara o retorno às atividades, os cuidados com a segurança dos clientes vão ser mais rígidos a nossa ideia é disponibilizar a gente tem muita prateleira. E para cada dois metros disponibilizando ao Pixel que as pessoas sentirem mais confortáveis e seguras na hora de manusear um produto na hora de poder tocar na ele hockey e a quantidade de pessoas, então. Hoje o shopping, onde fica a loja também vai passar por algumas adaptações para voltar a receber clientes serão duzentos pontos de distribuição de álcool em gel espalhados pelos corredores. Além disso, todos que entrarem aqui terão a temperatura medida e esse acesso será controlado é evidente que com isso é uma coisa inédita no mundo feitas adaptações. Você vai começar a uma forma e pode ser que você tenha que mudar essa forma ao longo do aluno do tempo e as medidas são parte do Protocolo de reabertura dos jovens na capital paulista para voltar a funcionar, eles precisam entregar propostas para receber o aval da prefeitura a partir de segunda-feira associações que representam o setor criaram uma série de procedimentos. A reabertura não poderá ter eventos para evitar o fluxo intenso, o funcionamento será em horário reduzido cinemas teatros e praças de alimentação continuam fechados, além disso, deverá ser obrigatório o uso de máscaras aferição de temperatura e disponibilização de álcool em gel o acesso deverá ser controlado nas áreas comuns e nas lojas respeitando a distância mínima e os bebedouros só devem ser usados com copos para evitar a contaminação por saliva protocolo que foi baseado em experiências internacionais. E uma consultoria da rede sírio-libanês estão juntos há anos, o protocolo prevê vinte e três ações para que possamos esperar o segurança nesse momento de retomada. Mesmo com os cuidados, o momento exige cautela. O momento não é de e tomar sessenta setenta que em dias de vendas em uma semana, nós entendemos o retorno, ele deve ser gradual. O segurança e de recuperação da confiança da população.

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/05/2020 às 11h56

O Nubank acaba de criar um botão de doações para contribuir com a luta contra o coronavírus. Os clientes do banco digital poderão usar o aplicativo para destinar recursos a diversas instituições, como Action Aid, Ação da Cidadania, Cruz Vermelha Brasileira e Hospital das Clínicas de São Paulo. As doações serão feitas pelos clientes e a fintech criou um movimento solidário entre seus colaboradores para incentivar essa ação. A empresa multiplicará essas doações. Quando o volume total doado pelos clientes chegar a 100.000 reais, o Nubank também destinará a mesma quantia a cada uma das organizações, totalizando 500.000 reais doados. As doações podem ser feitas por uma nova função do aplicativo, em seus valores fixos, R$ 5 a R$ 100. A quantia selecionada será descontada do limite do cartão de crédito e aparecerá na fatura aberta. “Desde o início da pandemia, estamos agindo para apoiar nossos clientes. Anunciamos a criação do nosso fundo de apoio ‘Pessoas Primeiro’, reduzimos juros e ampliamos os prazos de pagamento. Agora, convidamos nossos clientes a somar forças conosco nessa corrente do bem, ampliando a rede de apoio para gerar um impacto positivo a um número cada vez maior de pessoas”, afirma David Vélez, CEO e fundador do Nubank, em nota. Essa não é a única ação da empresa durante a pandemia. Logo no início da quarentena em São Paulo, o Nubank afirmou que ajudaria a pagar compras e consultas médicas para seus clientes. O banco digital criou um fundo de 20 milhões de reais para apoiar seus clientes durante a crise do coronavírus. Os recursos vêm da verba de marketing da fintech e de outros ganhos de eficiência e custearão atendimento médico e psicológico remoto via vídeo, pedidos de supermercados e farmácias, entre outros serviços. Para isso, fechou parcerias com empresas como o Hospital Sírio-Libanês, o aplicativo de atendimento psicológico Zenklub, as empresas de delivery iFood e Rappi, e o aplicativo de produtos de pet shop Zee.Dog. Em abril, o Nubank anunciou que reduziu em 80% os juros da fatura parcelada do cartão de crédito. Dessa maneira, os clientes poderão parcelar o pagamento da fatura em até 12 vezes, com juros de 1,9% ao mês. A fintech também ampliou o prazo para pagamento do empréstimo pessoal. O Nubank anunciou para seus funcionários que o modelo de home office integral será mantido até o final de 2020. A decisão vale para todos os escritórios da empresa em São Paulo, Berlim, Cidade do México e Buenos Aires. A empresa, que já nasceu digital, precisou fazer algumas adaptações para entrar no modelo de home office. Entre elas, tornou digital seu processo de seleção e admissão de novos colaboradores, com mais de 155 contratações feitas remotamente.

O RIO BRANCO/RIO BRANCO | GERAL
Data Veiculação: 29/05/2020 às 03h00

Transcrição

Projeto Todos Pela Saúde envia nove respiradores portáteis para o Acre O governo do Acre recebeu mais nove respiradores portáteis como doação do projeto Todos Pela Saúde, uma parceria público-privada do Banco Itaú Unibanco e Hospital Sírio-Libanês para ajudar o estado no combate à pandemia de Covid-19. Além dos respiradores, a parceria enviou para o estado no último sábado, 23 galões de álcool em gel, 53.800 máscaras cirúrgicas, 62.200 pares de luvas, 1.800 máscaras N95,40.400 aventais e 720 óculos. Todo o equipamento foi destinado às unidades de referência para Covid19 tanto em Rio branco quanto em Cruzeiro do Sul e Brasileia. Nesta quarta-feira, 27, o secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade, e o secretário de Saúde, Alysson Bestene, se reuniram por videoconferência com representantes do projeto para tratar de novas ações parceiras e um panorama da pandemia pelo Acre. O chefe da Casa Civil lembrou os esforços do Estado para a ampliação de leitos de UTI, compra de medicamentose insumos, além do esforço para a contratação de mais profissionais para atuarem na linha de frente contra a Covid-19. “Nesse momento de tantos desafios, o governo do Acre agradece imensamente a Fundação Itaú Unibanco eo Hospital Sírio-Libanês por todo esse apoio numa das horas que mais precisamos. O objetivo número um do governador Gladson Cameli é salvar vidas. E ter uma parceria nesse momento é gratificante”, declarou Trindade. Alysson Bestene apresentou aos membros do projeto toda a estrutura do Acre para o combate à Covid19 e lembrou que com a dificuldade de aquisição de equipamentos e insumos hospitalares, a ajuda chega em um momento extremamente necessário. O Todos pela Saúde está ajudando os estados brasileiros com a doação de equipamentos, contratação de profissionais e auxílio no fortalecimento do atendimento na rede pública hospitalar no enfrentamento ao novo coronavírus. Administrado pela Fundação Itaú Unibanco, a iniciativa conta com recursos na ordem de R$ 1 bilhão para ajudar no combate à doença. Vânia Bezerra, superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Sírio-Libanês, esteve no encontro e parabenizou o governo do Estado por ter se prontificado a recebera ajuda ofertada de forma rápida e eficiente, superando as dificuldades de logística e distância. [Agência de Notícias] | SECOM O chefe da Casa Civil lembrou os esforços do Estado para a ampliação de leitos de UTI

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 29/05/2020 às 03h00

Transcrição

Somente um em cada três pacientes de covid-19 entubados em unidades de terapia intensivas no país sobrevive. Os dados são do projeto UTIs Brasileiras, da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) e do Epimed. Mais de 30% dos pacientes internados com covid-19 pesquisados não resistiram. A estatística fica ainda mais preocupante se analisados os casos que precisaram do auxílio de ventilação mecânica para continuar respirando. Nessa situação, 66,2% dos pacientes morreram. Especialistas ouvidos pelo Correio explicam que, entre os principais desafios no tratamento dos casos graves da doença, estão as complicações respiratórias e a rapidez da evolução do vírus. Coordenador da emergência do Hospital Águas Claras, em Brasília, Rodrigo Biondi destaca que o primeiro grande desafio para tentar frear as estatísticas é a rapidez do agravamento da doença. “Diferentemente de outras patologias, os pacientes graves de covid a cada três entubados sobrevive covid-19 evoluem muito rapidamente para insuficiência respiratória, alguns, em horas. Além disso, não sabemos exatamente qual paciente vai evoluir para insuficiência respiratória e qual não vai”, explica o médico. São justamente as complicações respiratórias que levam os pacientes às UTIs e à morte. “Lembrando que esses casos são exceção; é uma doença que é grave em uma pequena parcela dos pacientes”, ressalta Biondi. Das pessoas internadas, 7% precisam ser levadas para a emergência. Ainda assim, o crescimento exponencial da transmissão do vírus no país tem reflexos no alto número de mortes pela covid-19. Tempo de internação O levantamento da UTIs Brasileiras analisou 13.695 leitos — sendo 10.011, privados, e 3.684, públicos de março a 15 de maio. Segundo o estudo, a internação hospitalar dos pacientes com coronavírus durou 12,7 dias, em média. Especificamente na UTI, o tempo médio de permanência nos hospitais públicos foi de 11 dias, nos particulares ficou entre 9 e 10 dias. Pneumologista e intensivista do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, Thiago Fuscaldi diz que a maior parte dos pacientes internados da unidade precisa ficar no ventilador por duas ou até três semanas, enquanto o habitual, antes da pandemia, era de três a cinco dias. “Com esse tempo prolongado na UTI, o paciente tem mais risco de complicações relacionadas ao próprio tratamento. Por isso mesmo, faz toda a diferença na sobrevida a qualidade dos cuidados prestados na UTI", destaca Fuscaldi. Os doentes que precisam ser entubados são aqueles em que a pneumonia causada pela covid torna-se tão grave que, mesmo usando oxigênio por um cateter ou uma máscara, o paciente mantém-se com muita falta de ar e baixa oxigenação no sangue. “Nesses casos graves, sem o ventilador, o paciente iria morrer rapidamente sufocado”, completa o médico. Segundo a pesquisa, a ventilação mecânica não-invasiva atendeu a 12,2% dos pacientes internados nos hospitais brasileiros avaliados pelo estudo. A ventilação por cateter, por outro lado, foi necessária em 39,6% dos casos. Pasta da Saúde "acompanha" 0 Ministério da Saúde disse acompanhar de perto a situação das unidades de terapia intensiva no país para dar aporte aos estados e municípios. "Já estão em andamento diversas medidas para ampliação do atendimento, como abertura de Leitos de UTI de instalação rápida e transferência de pacientes com tratamento prolongado para hospitais de pequeno porte, para desafogar os hospitais de referência nos grandes centros”, afirmou a pasta, em nota. Até o momento, o governo federal habilitou 6.344 leitos de emergência em todo o país. Para isso, a pasta da Saúde divulgou ter investido mais de R$ 911,4 milhões, pagos em parcela única aos estados e municípios, para custeio dos novos leitos nos próximos 90 dias. Foram entregues, ainda, segundo o ministério, 1.437 respiradores pulmonares para 17estados brasileiros.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 29/05/2020 às 03h00

Transcrição

Tire suas dúvidas sobre o corona vírus A Folha recebe perguntas de leitores pelo e-mail duvidascoronavirus@grupofolha.com.br GRUPOS VULNERÁVEIS Minha mulher é fisioterapeuta e atende idosos em casa. Ela deve continuar atender? Infectologista do Instituto Emilio Ribas, Jamal Suleiman diz que, se há indicação médica de fisioterapia, não há alternativa além de manter a assistência, seguindo rigorosamente regras ditadas pela Anvisa e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e seguidas também internacionalmente. A fisioterapeuta deve utilizar máscara cirúrgica, não de pano; antes e após manipular o idoso, lavar as mãos com água e sabão ou álcool 70%; ao entrar no local de atendimento, após lavar as mãos e antes de tocar em qualquer coisa, vestir avental descartável, que deve ser descartado em local próprio para material infectante ou levado para descarte longe do paciente. Diante de qualquer sintoma respiratório, mesmo só coriza, a profissional não deve ter contato algum com o idoso. Esse protocolo, ressalta, deve ser observado por todos os profissionais de saúde que atendam ao idoso. TRATAMENTO Posso usar Vicks Vaporob nas narinas para aliviar a congestão da Covid-19? Ou não aguento não tem benefícios comprovados, diz Ângelo Fernandez, cirurgião e coordenador do Núcleo de Doenças Pulmonares e Torácicas do Hospital Sírio-Libanês. 0 médico diz que ele pode, por vezes, até aumentar a secreção, a congestão e a coriza, o que já foi constatado em estudos publicados em revistas científicas; em alguns casos, verificaram-se também lesões na pele. A P&G Brasil informou à Folha que o produto não é indicado para menores de dois anos e que grávidas e crianças de até seis anos só devem usá-lo sob orientação médica. A empresa disse ainda que um estudo no Reino Unido demonstrou eficácia do produto. A pesquisa, porém, saiu em uma revista não indexada, que cobra pela publicação dos artigos. Ana Bottallo

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/05/2020 às 02h00

Transcrição

Jovens obesos morrem mais por covid-19 do que idosos obesos, de acordo com dados do Ministério da Saúde. "Em todos os grupos de risco da doença, a maioria dos indivíduos tinha 60 anos ou mais, exceto para obesidade”, destaca o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde de 26 de abril. Os dados apontam uma taxa de letalidade de jovens obesos de 60% e, em idosos com mais de 60 anos, de 43%. A endocrinologista Claudia Kalil, coordenadora do Núcleo de Obesidade e Cirurgia Bariátrica do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, explica que não existe embasamento científico que justifique essa diferença na taxa de letalidade. Uma das hipóteses para que isso ocorra, segundo ela, é que o número de obesos acima de 60 anos é menor se comparado ao de idosos em geral. De acordo com o IBGE, apenas 11% dos homens acima de 60 anos e 25% das mulheres têm obesidade. No entanto, cerca de 20% da população brasileira é obesa, segundo o Ministério da Saúde. "Em todos os casos, ao cruzar mais de um grupo de risco, como idade e hipertensão, ou hipertensão, fumante e diabetes, pacientes acumulam mais chances de ter um agravamento de quadro caso se contamine com a covid-19", afirma. De acordo com estudo publicado pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) do governo dos Estados Unidos, aproximadamente 168 mil mortes por ano no Brasil são atribuídas ao excesso de peso e obesidade. O estudo também destaca que pessoas com o IMC (índice de massa corpórea), apresentam risco aumentado para diversas doenças crônicas, como cardiovasculares, diabetes, doenças respiratórias e câncer, e que 25% das mortes no país são por essas causas. Hipótese de letalidade nos mais jovens O IMC é calculado pela divisão do peso pela altura elevada ao quadrado. Para ser considerado abaixo do peso, o IMC deve ser menor ou igual a 18,5; ideal, entre 18,5 e 24,9; sobrepeso, de 25 a 29,9; e, obesidade, acima de 30. Pessoas obesas infectadas pelo novo coronavírus podem ter mais chances de desenvolver complicações graves da covid-19. A endocrinologista explica que isso ocorre porque o organismo está mais suscetível a inflamações e ao surgimento de outras doenças. Processo de inflamação explica taxa de mortes A obesidade lidera os principais grupos de risco junto com idade avançada, hipertensão e diabetes. Segundo dados do Ministério da Saúde, 48,2% das vítimas da covid-19 também tinham obesidade, além de outras doenças. “A pessoa que tem gordura, principalmente na região abdominal, produz citocinas. Isso causa um processo inflamatório crônico que acomete vasos, músculos e estados físicos, por isso esses pacientes são mais propensos a desenvolver doenças, como a covid-19”, explica. Esse processo inflamatório torna o sistema imunológico e as defesas do corpo contra o vírus mais precárias. *Estagiário do R7 sob supervisão de Deborah Giannini Entenda quais são as etapas da covid-19 e como ela age no corpo.