Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

PODER 360/BRASÍLIA
Data Veiculação: 27/07/2020 às 19h18

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, deixou o hospital nesta 2ª feira (27.jul.2020). Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, com quadro de pneumonia. Na 2ª feira passada (20.jul) ele revelou que foi diagnosticado com a covid-19. Receba a newsletter do Poder360 Milton Ribeiro anunciou em sua conta do Twitter que apresentou quadro de pneumonia no último sábado (25.jul), e estava internado desde então. Ribeiro é o 4º ministro a ser diagnosticado com a covid-19. Os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Bento Albuquerque (Minas e Energia) também já tiveram a doença. Além deles, Onyx Lorenzoni (Cidadania) informou na manhã da última 2ª feira que também foi infectado. Lorenzoni disse que está se tratando com a cloroquina –medicação sem eficácia comprovada– e já sente os “efeitos positivos”.

O ANTAGONISTA
Data Veiculação: 27/07/2020 às 15h44

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu alta nesta segunda-feira do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, onde estava internado desde sábado após ser diagnosticado com Covid-19. Há uma semana, Ribeiro anunciou, por meio das redes sociais, que havia testado positivo para a doença. No fim de semana, o ministro informou que apresentava um início de pneumonia. Alerj homenageia ministros evangélicos de Bolsonaro Com Covid-19, ministro da Educação apresenta início de pneumonia Presidente do Inep é diagnosticado com Covid-19 Ministério da Educação confirma auditor da CGU como número 2 da pasta Milton Ribeiro escolhe auditor da CGU como número 2 da Educação Em destaque: Milton Ribeiro • Ministério da Educação • MEC • covid-19 • novo coronavírus • alta hospitalar “Amanheci bem melhor, mas ontem meus médicos constataram um início de pneumonia. Fui à clínica e tomei, via venosa, antibiótico. Hoje acordei bem melhor, 10% de tosse, mas ainda sem apetite. Obrigado pelas orações e por tudo. Abraço fraterno a todos”, escreveu na ocasião. Após receber alta nesta manhã, Ribeiro foi para sua casa, onde seguirá em recuperação.

ÚLTIMO SEGUNDO/IG/SÃO PAULO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 15h35

Reprodução Milton Ribeiro deixou o hospital na manhã desta segunda-feira. Depois de ser internado no último sábado (25) por complicações causadas pela Covid-19, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu alta nesta segunda-feira (27). Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Na semana passada, Ribeiro, que tem 62 anos, disse que havia testado positivo para o novo coronavírus (Sars-Cov-2). No último sábado, o ministro utilizou as redes sociais para anunciar que estava com “início de pneumonia”. Ribeiro disse que acordou melhor, mas ainda não tem apetite e continua tossindo. Ele foi medicado e recebeu alta no final dessa manhã. Ele deverá continuar a recuperação em sua casa. Ele foi o quatro ministro do governo de Jair Bolsonaro a ser infectado pelo vírus. Antes dele, Bento Albuquerque (Minas e Energia), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e Onyx Lorenzoni (Cidadania) também testaram positivo para a doença, assim como o próprio presidente.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 15h04

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu, hoje, alta do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, onde estava internado desde a noite de sábado (25) por complicações após ser diagnosticado com o novo coronavírus. Na última segunda-feira (20), Ribeiro anunciou no Twitter que havia testado positivo para a covid-19. "Acabo de receber agora pela manhã resultado positivo para covid-19. Já estou medicado e despacharei remotamente", escreveu. Já no sábado, o ministro usou as redes sociais para dizer que estava com "início de pneumonia". Segundo ele, esse novo quadro foi constatado por seus médicos no dia anterior. Ribeiro disse ainda que acordou "bem melhor", apesar de continuar com tosse e não ter apetite. O ministro foi medicado desde então, recebeu alta médica no final da manhã de hoje e seguirá recuperação em casa.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 14h56

Com diagnóstico de covid-19 confirmado há cerca de 15 dias, o jornalista Rodrigo Rodrigues, apresentador do Troca de Passes do canal SporTV, está em coma induzido após ser internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Unimed Rio, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, na noite do último sábado (25). De acordo com boletim enviado ao UOL Esporte pelo hospital, Rodrigo teve um quadro de trombose venosa cerebral (TVC) e precisou passar por um procedimento cirúrgico para diminuição da pressão intracraniana. O que é a trombose venosa cerebral? A trombose venosa cerebral ocorre quando um coágulo de sangue entope uma veia do cérebro. "O sangue fica mais espesso, o que pode ocorrer por diversas razões, como uma propensão natural do paciente ou até relação com a covid-19, criando um coágulo e impedindo a passagem do sangue e do líquido cefalorraquidiano", explica Guilherme Torezani, neurologista do Hospital Icaraí, no Rio de Janeiro. "Com a passagem obstruída, o acúmulo de fluidos vai gerando pressão — o que causa sintomas como forte dor de cabeça — e pode gerar um tipo AVC que chamamos de infarto venoso", acrescenta Torezani. De acordo com o médico, é possível tratar o quadro antes que aconteça o AVC. "É preciso que ocorra a suspeita, como por uma dor de cabeça muito forte, incomum para aquele paciente", indica. Quando não há atendimento rápido e o acidente vascular cerebral ocorre, o quadro pode deixar sequelas importantes como dificuldades na fala, cegueira, paralisia, ou até levar à morte. "Uma vez que o processo de infarto venoso já começou, o tratamento é usar anticoagulantes para dissolver o coágulo", afirma o neurologista. Principais sintomas intensa; Visão embaçada; Convulsões; Alterações da consciência; Formigamento ou paralisia num lado do corpo; Boca torta; Dificuldade para falar e de compreensão; Tontura e perda de equilíbrio Há relação entre a Covid-19 e a coagulação do sangue? Entre fevereiro e março de 2020, o periódico científico Journal of Thrombosis and Hemosthasis publicou quatro artigos abordando a relação intrincada, complexa e ainda pouco compreendida entre a covid-19 e trombogênese (formação de trombos, a coagulação de sangue). Por enquanto, o que os cientistas sabem é que o novo coronavírus induz em casos mais graves, uma tempestade de citocinas (emissão de sinais entre as células durante o desencadeamento das respostas imunes) que leva à ativação de coagulações, causando fenômenos trombóticos. "O que passamos a entender é que o vírus entra pelo epitélio respiratório (mucosa que se estende da cavidade nasal até os brônquios), agride-o e deixa os brônquios e os alvéolos com a membrana exposta, criando algo parecido com um machucado. Isso faz o corpo querer estancar a ferida, e a resposta do organismo é a coagulação, entrando em estado de hipercoagulabilidade, o que na verdade, não resolve o problema", explica a pneumologista Elnara Marcia Negri, do Hospital Sírio Libanês.

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 14h07

Diagnosticado com covid-19, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, passou o último final de semana internado no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e teve alta médica no final da manhã desta segunda-feira (27). O blog apurou que apesar de ter sido diagnosticado com pneumonia, Ribeiro não chegou a ser intubado. Para não causar alarde, Ribeiro foi hospitalizado como "paciente oculto", sem a identificação oficial. A categoria permite maior privacidade aos pacientes com muita visibilidade pública. A partir de agora, o tratamento contra a covid-19 seguirá em casa, uma vez que já não requer mais internação. Ribeiro foi diagnosticado com covid-19 apenas quatro dias após tomar posse. No último sábado, o ministro usou a própria conta no Twitter para dizer que estava com pneumonia. Amanheci bem melhor, mas ontem meus médicos constataram um início de pneumonia. Fui à clínica e tomei via venosa antibiótico. Hj acordei bem melhor , 10% de tosse mas ainda sem apetite. Obrigado pelas orações e por tudo. Abraço fraterno a todos. — Milton Ribeiro (@mribeiroMEC) July 25, 2020

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 13h23

Pesquisa feita por grupo de hospitais, rede e instituto de pesquisas brasileiros verificou que o uso de hidroxicloquina, sozinha ou associada com azitromicina, não mostrou efeito favorável na evolução clínica de pacientes adultos hospitalizados com formas leves ou moderadas de Covid-19 Uma aliança para condução de pesquisas formada por Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), avalia a eficácia e a segurança de potenciais terapias para pacientes com Covid-19. Denominada Coalizão COVID-19 Brasil, a iniciativa conduz nove estudos voltados a diferentes populações de pacientes infectados pelo novo coronavírus. A primeira pesquisa, nomeada Coalizão I, avaliou se a hidroxicloroquina associada ou não à azitromicina, poderia trazer benefícios a pacientes adultos hospitalizados com formas leves a moderadas de COVID-19. Os resultados do estudo foram publicados no periódico científico New England Journal of Medicine, nesta quinta-feira (23). O estudo contou com apoio da farmacêutica EMS, que forneceu os medicamentos, e foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Coalizão I teve início no dia 29 de março, com inclusão do último paciente em 17 de maio, e seguimento clínico finalizado em 2 de junho. Foram incluídos 667 pacientes com quadros leves ou moderados (que não precisavam de oxigênio ou precisavam de, no máximo, 4 litros por minuto de oxigênio suplementar), em 55 hospitais brasileiros. Por meio de randomização (sorteio) os pacientes receberam combinação de hidroxicloroquina, azitromicina mais suporte clínico padrão (217 pacientes); hidroxicloroquina mais suporte clínico padrão (221 pacientes); ou apenas suporte clínico padrão (grupo controle, 227 pacientes). A hidroxicloroquina foi usada durante 7 dias na dose de 400 mg a cada 12 horas e a azitromicina 500mg a cada 24h por 7 dias. O suporte clínico padrão foi de acordo com a equipe médica que assistia os pacientes, mas não poderia incluir hidroxicloroquina ou azitromicina. A avaliação do efeito do tratamento com hidroxicloroquina, com ou sem azitromicina, considerou como resultado principal o status clínicos dos pacientes 15 dias após a inclusão. O status clínico foi caracterizado em 7 níveis, do melhor para o pior (1. paciente em casa sem limitações às atividades habituais; 2. paciente em casa com limitações às atividades habituais; 3. paciente hospitalizado sem necessidade de oxigênio; 4. Pacientes hospitalizado com necessidade de oxigênio; 5. Pacientes hospitalizado necessitando de ventilação mecânica não invasiva ou cânula de alto fluxo; 6. Paciente hospitalizado necessitando de ventilação mecânica invasiva; 7. Óbito). O QUE ACONTECEU COM OS PACIENTES INCLUÍDOS NO ESTUDO? O status clínico aos 15 dias foi similar nos grupos tratados com hidroxicloroquina e azitromicina, hidroxicloroquina isolada ou grupo controle. Por exemplo, após 15 dias, estavam em casa sem limitações respiratórias: – 69% dos pacientes do grupo hidroxicloroquina + azitromicina + suporte clínico padrão; – 64% dos pacientes do grupo hidroxicloroquina + suporte clínico padrão; – 68% dos pacientes do grupo suporte clínico padrão. Interpretação: a utilização de HCQ ou Azitromicina não promoveu melhoria na evolução clínica dos pacientes. EFEITOS ADVERSOS No que diz respeito aos efeitos adversos, a pesquisa evidenciou dois pontos que merecem destaque: 1. Alterações em exames de eletrocardiograma (aumento do intervalo QT, que representa maior risco para arritmias) foi mais frequente nos grupos que utilizaram hidroxicloroquina, com ou sem azitromicina, comparada ao grupo que recebeu apenas suporte padrão. 2. Alteração de exames que podem representar lesão hepática (aumento de enzimas TGO/TGP detectado no sangue) foi mais frequente nos grupos que utilizaram hidroxicloroquina, com ou sem azitromicina, comparada ao grupo que recebeu apenas suporte padrão. Não houve diferenças para outros eventos adversos, como arritmias, problemas hepáticos graves ou outros. ÓBITOS O número de óbitos em 15 dias foi semelhante entre os grupos, em torno de 3%. OBSERVAÇÕES • Os pacientes incluídos no estudo tinham idade em torno de 50 anos. • Pouco mais da metade deles era do sexo masculino. • Foram incluídos apenas pacientes recém-admitidos ao hospital (até 48h) e que tivessem sintomas iniciados, no máximo, até sete dias antes • 40% dos pacientes eram hipertensos, 21% eram diabéticos; 17% eram obesos. • Vale destacar que estes resultados não são aplicáveis a outras populações, a exemplo de pacientes ambulatoriais com formas mais leves e iniciais de COVID-19. Para estes pacientes, é necessário aguardar estudos randomizados robustos em andamento. Os outros estudos da Coalizão COVID-19 Brasil em andamento • Coalizão II – Avaliou casos de Covid-19 mais graves que necessitaram de maior suporte respiratório. Todos os pacientes receberam hidroxicloroquina, e de forma aleatória (sorteio), os pacientes foram alocados em dois grupos: um que recebia adicionalmente azitromicina, e outro que não recebia azitromicina (grupo controle). Todos os pacientes receberam tratamento padrão que incluía hidroxicloroquina. Em breve os resultados serão divulgados. • Coalizão III – Avalia a efetividade da dexametasona para casos de Covid19 com síndrome respiratória aguda grave. A dexametasona é uma medicação com ação anti-inflamatória. Inclusão de pacientes encerrada com 299 casos em 40 centros. Resultados devem ser publicados brevemente. • Coalizão IV – Está avaliando se a anticoagulação plena com rivaroxabana traz benefícios para pacientes com COVID-19 com risco aumentado para eventos tromboembólicos. Foram incluídos 10 de um total previsto de 600 pacientes em 40 centros. • Coalizão V – Está avaliando se a hidroxicloroquina previne o agravamento da Covid19 em pacientes que não precisam de internação hospitalar. Foram incluídos 454 de um total previsto de 1300 pacientes em 68 centros. • Coalizão VI – Avaliou se o tocilizumab, um inibidor da interleucina 6, é capaz de melhorar a evolução clínica de pacientes hospitalizados com COVID-19 e fatores de risco para formas graves inflamatórias da doença. Inclusão de pacientes encerrada com 129 casos em 12 centros. Atualmente os pacientes estão sob acompanhamento clínico e os resultados deverão ser publicados em breve. • Coalizão VII – Está avaliando o impacto a longo prazo, após alta hospitalar, incluindo qualidade de vida, de pacientes que tiveram Covid19 e foram participantes dos demais estudos da Coalizao. Em andamento. Foram incluídos 529 pacientes. • Coalizão VIII – Avaliará se anticoagulação com rivaroxabana previne agravamento da doença com necessidade de hospitalização em pacientes não-hospitalizados com formas leves da COVID-19. Previsão de início de inclusão em Agosto/2020 (1.000 pacientes). • Coalizão IX – Avaliará se drogas antivirais isoladas e/ou em combinação entre si são efetivas para tratar casos de COVID-19 hospitalizados com doença moderada. Os antivirais a serem testados são atazanavir, daclatasvir e daclatasvir associados a sofosbuvir. Previsão de início na primeira quinzena de agosto.

BLOGS-O GLOBO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 13h17

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, recebeu nesta segunda-feira (27) alta do hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Ele estava internado desde sábado à noite, por complicações da covid-19. No próprio sábado, o ministro escreveu em uma rede social que teve um início de pneumonia e foi medicado com antibiótico na veia na sexta, mas que já se sentia melhor. Mesmo assim, ele foi internado naquela noite. Ribeiro ficou no terceiro andar do hospital, na ala onde estão pacientes com covid-19 que não precisam ser entubados. No início da semana passada, ele anunciou que estava com coronavírus. Um dia depois, divulgou que tomava hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina. Procurado, o MEC disse que não se manifestaria por ser um assunto pessoal do ministro. TAGS: Milton Ribeiro

JORNAL DA CIDADE/ARACAJU | GERAL
Data Veiculação: 27/07/2020 às 03h00

Shoppings preparam-se para reabertura Em todo o país, 460 shoppings (cerca de 80%) foram reabertos em 171 cidades 0 B1 Shoppings preparam-se para a reabertura 80% dos shoppings (460) foram reabertos em 171 municípios (79%) brasileiros ARACAJU To grupo trabalha com a certeza de que a reabertura dos shopping ccntcrs de Sergipe é de fundamental importância para a economia do Estado, pois fará com que os lojistas permaneçam com suas atividades em funcionamento, gerando emprego e renda para parte da população. Na tarde da sexta-feira, 24, a Associação Brasileira de Shoppings Ccntcrs (Abrasce) informou T odos os shoppings ccntcrs fixados cm Aracaju vêm agilizando medidas para possibilitar um bom funcionamento na retomada das atividades que, esperam, ocorra logo em breve. Na capital funcionam três - Aracaju, Jardins c Riomar- e eles estão fechados desde março último, quando o Governo do Estado decretou calamidade pública em Sergipe para o enfrentamento da pandemia de Covid-19, doença gerada a partir do coronavírus. O Aracaju Parque Shopping, junto com sua administradora, AD Shopping, já adotou as medidas necessárias para que na reabertura do shopping às pessoas circulem de forma organizada, espaçada e sem aglomeração. Haverá higienização e sanitização constantes nos corredores, elevadores e escadas rolantes, e também um rigoroso controle da qualidade do ar. “Atuaremos com cautela, serenidade c responsabilidade com base em experiências internacionais, boas práticas de outros setores e recomendações de profissionais de saúde”, revelou o superintendente Fábio Teixeira. Ele anunciou que o shopping terá aferição de temperatura na entrada, tapetes higienizadores na entrada e saída, totens e dispensers de álcool cm gel espalhados pelo shopping, demarcações de distanciamento mínimo, controle da quantidade de pessoas em circulação, placas informativas sobre as medidas de prevenção e cuidados pessoais, entre outras medidas de preventivas. “Entendemos que o shopping ccnter é um ambiente seguro, pois pode ser controlado e monitorado antes, durante e depois do horário de funcionamento. Todos os clientes, colaboradores e lojistas serão orientados a adotar todas as práticas do protocolo de segurança, como, por exemplo, o uso permanente de máscara ea necessidade de sempre higienizar as mãos”, declarou Teixeira. Reabertura uitos shoppings que já reabriram no Brasil estão demonstrando que é possívaeol JORNAL DA CIDADE que, operar com segurança, respeitando, acima de tudo, a saúde dos clientes, lojistas e funcionários. Segundo o superintendente do Aracaju Parque Shopping, com a reabertura cm Salvador/BA, “chegamos a 80% dos shoppings reabertos, cm 171 municípios (79%). Hoje estamos com 460 shoppings reabertos no Brasil. Só em São Paulo temos 52 municípios com 149 shoppings abertos”. Shoppings Jardins e Riomar esde o início da pandemia, o Grupo JCPM e NB Empreendimentos, administradores dos shoppings Jardins e Riomar Aracaju, implementaram um comitê que acompanha os acontecimentos e discute estudos e medidas acerca da Covid-19. Seguindo as orientações da Associação Brasileira de Shopping Ccntcrs (Abrascc)-com chancela do Hospital Sírio Libanês -c das autoridades locais, foi desenvolvido um Manual de Retomada com mais de 40 medidas sanitárias c de distanciamento social, e implementado nos dois centros comerciais da holding cm Sergipe. Estão estabelecidos protocolos e normatização a serem respeitados por clientes, lojistas, funcionários e colaboradores. As medidas buscam reforçar os cuidados com a higienização, o distanciamento entre as pessoas ea etiqueta respiratória. Dentre as principais ações implementadas nos shoppings Jardins e Riomar Aracaju estão: controle de acesso c aferição à distância de temperatura de todos que chegarem aos shoppings; uso obrigatório de máscara de proteção; instalação de tapetes com ação bactericida nos acessos; disponibilização de pontos de álcool em gel para clientes e colaboradores; sistema de climatização com abertura de 100% da entrada do ar exterior para renovação constante do ar e utilização de bactericida hospitalar na casa de máquina; reforço da limpeza com diminuição dos intervalos, entre elas uso de produtos hospitalares e pulverização diária para complementar a higienização. Para atender à sociedade em seus serviços essenciais e necessidades de compras neste momento desafiador, os supermercados permanecem funcionando cm horário especial e cerca de 150 operações trabalham exclusivamente com o sistema de delivery. Os shoppings Jardins e Riomar também lançaram a primeira plataforma de compras online de shopping ccnter de Sergipe. Os canais estão cm fase experimental. ARACAJU PARQUE SHOPPING já adotou as medidas necessárias para que na reabertura as pessoas circulem de forma organizada, espaçada e sem aglomeração Felipe Araújo/Divulgação Felipe Araújo/Divulgação TAPETES higienizadores estarão disponíveis na entrada e saída HAVERÁ HIGIENIZAÇÃO e sanitização constantes nos shoppings Jadilson Simões

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 27/07/2020 às 00h00

Carolina Delboni 27 de julho de 2020 | 08h52 Conflitos condominiais crescem durante a pandemia com vizinhos incomodados com crianças que correm e brincam e bebês que choram brincar faz barulho. Pois é. Quem já foi criança um dia sabe que “fazer de conta” exige mais que imaginação, exige ação. Às vezes, é necessário pular, correr, falar um pouco mais alto, gritar, lutar, rolar no chão e por aí vai. Brincar não tem limites e, às vezes, ela extrapola os limites impostos pelas paredes que dividem um apartamento do outro. E o que é apenas som de brincadeira, para outros é barulho. Alguns vizinhos andam reclamando deste tal barulho à síndicos de seus prédios. “O que não é empático”, contrapõe Giulianny Russo, mãe do Antônio, 5 anos e um bebê, e moradora do bairro Butantã, SP. A professora conta que, enquanto o marido dançava pra acalmar o bebê de 4 meses e tentava distrair o maior, ela estava na cozinha fazendo o jantar e o vizinho se incomodou com os pés da criança que batiam no chão enquanto dançava. “A cena estava tão engraçada que fui até a sala filmar e, no mesmo minuto, o interfone tocou. Era o vizinho do andar debaixo perguntando se estávamos arrastando móveis. Na hora, nem entendi, mas ele disse q estava fazendo um barulhão e eu só falei que meu filho estava dançando”. O incômodo gerou uma nova reclamação. “Outro dia ele interfonou as 15h porque estava ouvindo correria no meu apartamento”, conta. E semanas depois, tanto a Giulianny, quanto outros moradores do prédio, receberam um comunicado do condomínio pedindo que evitassem barulhos e músicas altas uma vez que a grande maioria estava trabalhando dentro de casa e precisam de mais silêncio. Antonio, 6 anos, brincando no apartamento uma vez que a área comum do prédio permanece fechada O advogado e Coordenador de Direito Condominial na Comissão Especial de Direito Imobiliário da OAB-SP, Dr Rodrigo Karpat, alerta para o momento que exige mais calma e empatia. “Precisamos equalizar diversas questões dentro dos condomínios neste momento de isolamento social, como o home office, as crianças em casa e as obras necessárias que surgem no dia a dia. É preciso que a gestão condominial, como um todo, tente, com muito bom senso, atender a todos”, alerta. E talvez aqui esteja a grande dificuldade do momento: atender a todos. Certamente, os síndicos enfrentam dificuldades neste lugar. Luísa Rolim D’Aquino, moradora de Itacorubi, Florianópolis, conta que também passou pelo problema. Diz que teve uma noite em que sua bebê, de então 9 meses (agora 1 completo), chorou muito durante a noite e dia seguinte, a vizinha foi questioná-la. Constrangida, acabou explicando que era comum quando sentia uma dor na barriga. “Mas na verdade me segurei pra responder que o bebê às vezes chora porque simplesmente é um bebê. Acho que as pessoas tão ficando meio surtadas e intolerantes com o tempo trancada em casa”, desabafa. “Uma criança e um bebê fazem barulho dentro de casa porque é da natureza delas, estão com emoções, comunicação e razão não amadurecidas. Errado é quem cobra uma postura diferente disso”, fala a funcionária pública do Tribunal da Justiça. Filha da Luísa brincando no apartamento, durante quarentena Incomodada não só com a falta de empatia da vizinha, como com a falta de compreensão de outra mãe, Luísa e o marido acabaram ficando apreensivos na casa. “Passamos tentar, ao máximo, fazer com que ela não chore. Tentativas essas que, às vezes, deixam a gente acordado de prontidão por longos períodos à noite ou dormindo na sala. Acabamos também saindo de casa e fomos pra casa do meu sogro para evitar reclamações. E assim, a minha filha não um bebê chorão. É um bebê bem normal e saudável”. “O condomínio é uma pequena célula da sociedade, mas que retrata com exatidão a nossa realidade, evidência em alguns locais a falta de respeito, a intolerância e a incapacidade de alguns moradores colocarem-se no lugar do outro e visualizar os problemas que algumas famílias estão enfrentando com o confinamento, principalmente quando os pais estão trabalhando home office e as crianças também estão em casa, presos, tendo que assistir as aulas transmitidas online”, pontua Rosely Schwartz – Profª do Curso de Administração de Condomínios e Síndico Profissional da FECAP e Conciliadora e Mediadora pelo IASP. “As crianças que frequentavam o jardim de infância foram muito afetadas com a pandemia, não possuem uma atividade curricular, tendo os pais que as ocupar de alguma forma, pois somente a TV não preenche a sua necessidade de movimentação diária. Realizar atividade física é fundamental para as crianças”, reforça. Moradora de São Paulo e mãe de duas meninas, Juliana Zabucas de Andrade, mastologista do hospital Sirio Libanês, relata que também recebeu reclamações do vizinho debaixo. “Ele ligou duas vezes por conta do barulho das crianças andando e pulando na sala. Pediu que diminuíssemos o barulho pra ele trabalhar, das 10 as 19, e eu disse que me esforçaria, mas até aula de Educação Física elas têm online. Ele foi bem grosseiro e zero compreensivo”. E como fazer? Entre advertências e multas, o recomendável ainda é começar pelo diálogo. A Profa. Rosely acredita que estabelecer um acordo entre os vizinhos seja fundamental, pois assim como as crianças precisam de movimentação há moradores que precisam se concentrar e o barulho realmente pode ser um fator de desconcentração, redução de produtividade e aumento da irritação. “É importante que as partes conversem diretamente, não havendo a necessidade de intervenção do síndico, e que haja respeito pelas necessidades de cada um e que por meio do diálogo seja possível estabelecer um horário para as brincadeiras ruidosas e em local ocorrerão, por exemplo: sempre na sala e não nos quartos”, sugere. Os pais, compreendendo a necessidade de reduzir o barulho e os impactos no chão, podem colocar tapetes ou emborrachados, dando maior liberdade aos pequenos nas brincadeiras. A Profa. Rosely acredita também que seja necessário conversar com as crianças e explicar a situação, “pois estes precisam compreender logo cedo o que é morar em condomínio e a necessidade de respeitar o direito de sossego do vizinho, não o rotulando simplesmente como ‘chato’”. Fernanda Apparecido, mãe de duas meninas, uma com 6 anos e a outra com 1e 8 meses, moradora de Perdizes, concorda com a Profa. Rosely. “Ainda que as relações com vizinhos têm ficado cada vez mais complicada, acredito no bom senso e na tolerância entre as pessoas”. “Acho que pra se morar em sociedade hoje em dia e, principalmente em condomínio de prédios, respeito e tolerância devem andar de mais dadas. Não posso achar que porque tenho criança, ou cachorro etc os meus vizinhos têm que suportar tudo, a todo tempo o tempo todo. Tolerância não é saco sem fundo…e assim entra o respeito…em contrapartida, se vou morar num prédio preciso ter consciência de que alguns barulhos durante o dia e até a noite com raras e honrosas exceções (bebês chorando…não tem como, é da natureza dele chorar, não dá pra pedir pra parar, ele não entende…quem tem que entender nesse caso são os adultos) vão acontecer e aí é acionada a tolerância”. E quando o diálogo não está disponível logo de início, alguns moradores têm recorrido a cartas ou bilhetes debaixo de portas. Foi o caso da Camila Ferreira, moradora do bairro de Vila Rio, Guarulhos e mãe da Mariana, 5 anos, que ficou traumatizada com a reclamação do vizinho. “Ela passou a ter medo de brincar dentro de casa e fica assustada quando encontra o síndico porque acha que vai levar uma bronca”. Depois de receber constantes reclamações e ter recebido a presença do síndico em seu apartamento, resolveu escrever ao vizinho. “Num dos trechos, deixei bem claro que se as reclamações não parassem eu iria procurar meus direitos. Penso que para morar em apartamento, o cidadão precisa saber que barulhos existirão. Se o barulho incomoda tanto porque nunca interfonou aqui?! Porque não estabeleceu uma comunicação. Identificaríamos juntos o barulho”, questiona indignada. Mariana, filha da Camila, brincando com as bonecas na sacada do prédio Camila tem razão quanto sugere que uma conversa mais direta entre vizinhos é um bom recurso de conciliação. Pelo menos deveria ser num primeiro momento. Quando não, é preciso que o síndico faça interferência. “Uma boa solução, é o síndico enviar uma carta-convite para os envolvidos a fim de se reunirem buscando uma conciliação. Claro que, quando for fazer esse encontro de conciliação, é importante que o síndico conte com a presença de um advogado ou de alguém que possa auxiliá-lo na solução do conflito”, alerta o Dr Rodrigo Karpat. “Conversar sempre é a melhor solução e hoje, mais do que nunca o respeito pelo outro, a compreensão e a tolerância são fundamentais para que seja mantido um ambiente de paz e harmonia, dando força para que possamos suportar as dificuldades imposta pela pandemia, que não sabemos quando irá terminar”, inteira a Profa. Rosely. Tudo o que sabemos sobre: conflito condominial conflitos quarentena criança quarentena crianças em casa férias quarentena filhos em quarentena isolamento social quarentena Encontrou algum erro? Entre em contato