Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

OLHAR DIGITAL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/07/2020 às 17h00

A pandemia do coronavírus tem sido encarada como um "prato cheio" para hackers, que exploram a carência de segurança cibernética dos trabalhos remotos. No entanto, um setor específico tem chamado a atenção de cibercriminosos: a área de saúde. Apesar da trégua anunciada por algumas organizações criminosas, os invasores mantêm hospitais e indústrias de saúde no radar - já que estes vêm recebendo doações e recursos de fundos governamentais. Veja também: Governo dos EUA processa hackers chineses por roubo de informações Hackers russos evitam ataques a hospitais na pandemia Hackers vendem dados de clientes de 14 empresas em fóruns, diz site Hackers atacam universidade que lidera estudos sobre Covid-19 nos EUA Os ataques ransomware, um tipo de malware, é o meio mais utilizado. Ao sequestrar o banco de dados e informações pessoais de pacientes, os invasores entram em contato solicitando uma quantia em dinheiro ou bitcoins em troca do acesso ou descriptografia dos arquivos. Um levantamento recente feito pela Apura Cybersecurity Intelligence apontou a existência de 920.866 mil sites suspeitos com a palavra “coronavírus” em domínios brasileiros. O crescimento de golpes no setor de saúde, segundo dados da Accenture, já vinha sendo detectado cerca de três anos atrás. Mesmo em 2017, antes da pandemia, ataques a hospitais já estavam em ascensão. Foto: Divulgação/Accenture "Socorro" global Em maio, dezenas de líderes globais assinaram uma carta reivindicando auxílio na prevenção de ciberataques contra empresas de saúde. "Convocamos governos globais a tomarem medidas imediatas e ação decisiva para impedir todos os ataques cibernéticos contra hospitais, empresas de assistência e de pesquisa médica, bem como contra equipes médicas e organizações internacionais de saúde pública", diz a carta organizada pelo CyberPeace Institute. A Kaspersky se engajou na causa e anunciou acesso gratuito, por seis meses, de seus produtos de segurança às organizações médicas. Quatro ferramentas de proteção para endpoint e cloud foram disponibilizadas. Outra empresa que agiu em prol do setor médico foi a Microsoft, enviando alertas a hospitais e outras organizações de saúde vulneráveis a invasões virtuais. A gigante também publicou uma série de recomendações protetivas, indicadas para as mais diversas instituições. Além dos problemas causados pela Covid-19, setor médico precisa enfrentar vulnerabilidade de dados virtuais. Foto: Rawpixel Casos pelo mundo no dia 5 de julho, o Hospital Sírio Libanês informou que foi alvo de uma invasão virtual. Em maio, o FBI acusou dois dois hackers chineses suspeitos de roubar informações sobre projetos de vacinas contra a Covid-19. O Centro de Cyber Segurança do Reino Unido também acusou hackers e o governo russo de tentarem furtar pesquisa de vacina. Em março deste ano, o Hospital Universitáro de Brno, da República Tcheca, foi obrigado a suspender temporariamente suas ações contra o coronavírus após sofrer um ciberataque. Via: E Hacking News Veja também: Governo dos EUA processa hackers chineses por roubo de informações Hackers russos evitam ataques a hospitais na pandemia Hackers vendem dados de clientes de 14 empresas em fóruns, diz site Hackers atacam universidade que lidera estudos sobre Covid-19 nos EUA Confira em tempo real a COVID-19 no Brasil

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | CBN SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/07/2020 às 11h07

Brasileiros 11 horas e 7 minutos os assunto em que essa semana foi divulgado também pelos jornais debate de sobre a diferença nos tratamentos entre os hospitais públicos e privados. Eu acho que não da diferença do tratamento, mas eu acho que a taxa de cura e o jornal Folha de São Paulo, por exemplo, trouxe um levantamento fez um levantamento que é bem interessante a respeito da diferença a taxa de cura por coronavírus em hospitais privados e 50 por cento maior que 50 por cento maior e o os pacientes com convite de internados em hospitais privados tem essa taxa de cura maior do que nas instituições públicas, no médio de 51 por cento dos hospitalizados em unidades privadas sobrevivem e quando a gente olha para hospitais públicos, 34 por cento e os índices de cura nas unidades públicas são menores nos estados do Norte e do Nordeste, há mais de 345 por cento. Em Pernambuco, 53 por cento no Pará 60 a por cento em São Paulo e 79 por cento no Rio Grande do Sul, eu vou para a gente conversar sobre se até mesmo saber como é que estão as coisas dos hospitais privados, a gente resolveu é convidar aqui é 1 1 profissional infectologista, que trabalha num dos hospitais de ponta do país no Hospital Sírio Libanês e doutor agora esse legado conosco infectologista integrante da Comissão de controle de infecção hospitalar do hospital Sírio Libanês, uma adutora agora é bom dia de poucos a entender um pouquinho e se que é é complexo isso, né, porque o qual é a grande diferença hoje do tratamento do hospital particular e do privado, mas qual é a análise que a senhora tem por que que a taxa de sobrevivência em hospitais privados é maior do que os hospitais públicos. E então é que minha cliente não é uma coisa assim que ficar lá, não é uma coisa única linha não dá, né. A gente precisamente assim que a gente tem a gente já sai nem tão. A gente sabe que tem de ter mentido com que isso é particularmente, é muito, mas é complicado do que uma quando sai de lá, então a gente tem um número de nem a fase seguinte, a gente faz quando o maior número de leitos faz com que a gente que nem um e não levar em conta aí sim, a gente é uma situação que a gente estar e a gente tem mais de mim, só de mim que são um min um olhar de uma em um dia para as quais não, a gente tem uma certa, um clique de dar expressão de alívio, mas não é muito refletir, é surpreendentemente uma taxa de cura maior, porque como mais do que isso assim, fiquei em 4º de Maicon, em na rede pública como ele estima que mais de cada um 21 carro se sim que tínhamos que fazer sim, mas há um limite no tempo não parte de uma se a gente quisesse fazer a avaliação do estado de bem assim, a me sinto mais graves foram internados um. Mais tarde, a mente por alguma a nossos a um o Schalke a gente que nem por isso assim que se eu for além disso, a desigualdade no país, né. Doutora. E a Glória e muitos especialistas falam isso é o estado de saúde e a qualidade de vida das pessoas muito diferente e daquelas que dependem, às vezes o serviço público de saúde, às vezes a questão da alimentação não é da questão até e do saneamento básico e tudo, mas tem que ter assinado o estado de saúde das pessoas já com doenças pré-existentes. É a maior obra em relação à rua hospital sírio-libanês Dutra, agora, mas se os números hoje, né, com a taxa de sobrevivência e tem esses números com taxa de sobrevivência hoje do Hospital sírio-libanês. E a gente tem que eu não sei quando o meio mais familiar mais alta taxa de mortalidade infantil no assunto sentia com uma das melhores do Brasil e no mundo, taxas menores do que o 1 1 T um a gente tem uma a que tem que tinha de coisa que se faz aqui. Tanto que comi mais bebi mais animais Inco, em média quando começar a falar que é uma das melhores do país enquanto mais homens. E a taxa de mortalidade e 0 e são mais duráveis que a gente tenha uma valia muita habilidade é muito ruim e este homem diz que contratos com a mulher ainda assim, a gente está em uma caixa um pouco melhor do que. Menor que 15. E e no e no mundo mais ou menos 30 e isso é que a gente está falando de UTI, não é muito, né, que não estamos falando de convido especificamente de convite de couve de pedir um convite. 7 agora quais foram os aprendizados do próprio né. Aí a senhora que estava num no Hospital Sírio Libanês, eles te entendem os Proto anos, mas foram as mudanças no atendimento no protocolo dos pacientes de couve de 4 meses para cá, o que que mudou no atendimento e também esse sucesso no tratamento foi aumentando, quer dizer que vem o aprendizado em relação à doença. Além disso, ultimamente, alunos disse que a gente aprendeu muito sobre um homem que se sentia, a gente fica com que alguns sinais que a gente passa a reconhecer, confunde só de mim para a gente, então foi muito de como ele é que vai ficar assim também com os das edições de domingo e foi o mais grave. Um que a gente não sabe de metade do imposto sem dificuldades e se cansam muito íntima com forte pode sim, um comum como e não na gente diz não ter parentes de canções que antes só um caos na linha e um de julho de forma muito fácil e que realmente é 1 1 1, , a gente aprendeu muito não de feridos. Agora, quando a senhora fala, né, disse aprendizados, tem como se dá para a gente alguns o que que vocês faziam lá no começo dessa pandemia e que deixaram de fazer isso da Policlínica envolvendo, por exemplo, a hidratação por O Quina claro que nem vocês ainda utilizam isso no tratamento aí no sírio-libanês. Foi contra a família assim que cumprir 25 10 anos, sendo que nenhum anúncio até um homem que tinha uma equipe e um a um com que ele venha assim seja muito além da coluna não indica, então sempre foi então que a gente foi aprender línguas que para mim poder Judiciário, então para mim foi a gente faz para o que vale que não é bem assim, então a gente aprende o que realmente aqui há muito não tem muitas coisas, uma dica assim, a gente vai mudar posteriormente a gente tem a gente ainda não foi um homem de algum modo mesmo que o mundo inteiro que não são de que a gente não há um potencial que não foram 25 anos que é quando a gente realmente o Damião vem assim que realmente aí sim. E o que foi um aprendizado muito um a conquista de muitos estudos e o que eles fazem realmente não tenho nem enfim, é 1 1 seguinte, mas um poeta que vai de 15 de 21, então não é usado hoje em dia não é usado aí no no Hospital Sírio Libanês. Há pouco o momento não é investir o que a gente não tem nada que assuste o último a minha mente a Neide castanha e somente elas tinham uma linha de frente do paciente, a gente acolheu como uma opção que não seja a minha mente, ela não é recomendada levar em conta que. E os velhos agora, doutor a gente conversou com a autora Glória, esse legado e desde então se libanês infectologista e Dutra, agora, qual é a um na sua avaliação se afastar o Aedes aprendizados nesses 4 meses de tratamento médico vide e imagino que tenha sido muito intenso hoje, o que senhor acha que salvam paciente que é detectado com um coronavírus, né. E quais são os caminhos, né, para a gente obter sucesso esse tratamento. É que daqui a um ano e vai definir entre muitos acinte então a gente sabe que a gente forma diferente nem que sim, nem que não controlar a gente continua encalhado neste mais de um tipo e com o nosso sim, a gente sabe que ele tem acesso a serviços de saúde são de que mais que tem aí um homem perseverante o que sentia. A incubação é mais precoce, ela pode salvar e que a gente tem visto isso a necessidade de U T is, né. E a questão também dos respiradores acho que foi um grande assunto falado, o que ficou de aprendizado e nisso. Mas que não muito menos nação tem que ser um homem que faria então a gente sabe que ainda estão fora no momento adequado para a gente ser o mais quente, se a gente não tinham um saldo muito bem e é de 1 milhão de inscrições de 21 conquista condição para mim é uma situação indicou que não existe um ônibus e um em maio frente tem que a gente faz um discurso em que a gente e não como um agente para adequadamente, fundo, então, que a Marfrig assim é que assim, alguma marca de 21 horas de Brasília que a gente chama o que não sai daqui com o Oscar Marín que não sabem. Indicar a gente que é mais importante agora é emocionalmente de ter agora que que será falácia que também como é que tem sido esse trabalho, né. E como é que tem tratado isso é como é que tem sido alvo, é como um profissional até uma jovem de semana será formada quando tem poucos o campo, né, que há 6 anos de nós de novo aprendizado, né. Nesses últimos 4 meses. Como é que tem sido lidar com isso, inclusive com colegas que foram contaminados, não sei se você chegou a perder algum colega ou não nessa pandemia ouviu isso muito de perto e que tem sido e o emocional e para lidar com essa pandemia da trajetória. Só que não quer ficar e trabalhar muito grande, né. Então a gente for trabalhar mais identificar quais a UE e a carne foi sábio inteligente, né, a gente que é a qualidade para complicar a melhor atitude foi assim que eu faço o que a gente tem muito técnico e sem sentido em um minutinho uma pênalti com ele é 1 1 1 e que a gente é muito difícil, né. A gente vê um homem que a gente faz o evento que agem com a gente fica com 31, mas um agora é um sonho que nem foi de 21 e a gente né. Tem uma vítima em 1 1 1 não é isso que a gente ainda assim a gente e que terá um ambiente que se tiver com frequentes família e também por um ouvinte me deixa minha parente internado a gente que é mais difícil, no entanto, ele e sim, com o caminho de um campo de Marlim que se sentiam minha gente nada ainda não sabe o que não falam que eu te disse o ano em um a um. Quem ainda não é em bom e a gente está falando aqui pensa do Brás, viu e a gente está acompanhando esses números, né, diários de mais de mil mortes por dia no nosso país, o que é triste demais, é o recado que a senhora como infectologista que estar na linha de frente do atendimento. Essa pandemia a recado que a senhora deixar os brasileiros como um todo. Acho que a gente fizer o dever de prevenção, sim, nem que não tem uma então última 6ª posição de carro, então que um homem que seria assim. Já o tenente e levar para frente, né, não paga INSS e de fundo 1 1, que a gente continua a prender. Um não identificado no te senhor acha que essas. Reabertura das e elas foram precipitadas a gente ainda tem risco do país ainda a situação é muito grave nessa análise. Por ali tinha um carro pode sofrer sim, sim, sim. E não cumpre a China onde a gente nunca que minha de que o fim do mundo e não um não tem condições como o time com um a um que se encontra aqui. E de repente, fui muito de mim, você foi também um edifício mantém uma suas foi, não somente com a influente publicação, que faz uma saúde.

O GLOBO/RIO DE JANEIRO | Zona Sul
Data Veiculação: 25/07/2020 às 03h00

ECONOMIA / SHOPPINGS Investimento em higiene rigorosa vira norma básica Esforços estão voltados para cumprir regras e tranquilizar frequentadores DIVULGAÇÃO Shopping Leblon. Já na entrada há seguranças para organizar a frequência Um dos passos mais importantes em direção à retomada das vendas é resgatar a confiança dos consumidores para que voltem a frequentar os centros comerciais. Por isso, o maior investimento dos shoppings neste momento é em medidas para garantir a segurança de lojistas e visitantes. Tapetes higienizadores, reforço na limpeza dos filtros de ar-condicionado, desinfecção frequente das áreas comuns, medição de temperatura e álcool em gel são só alguns dos recursos preventivos adotados pelos estabelecimentos. No Botafogo Praia Shopping, a gerência diz que a prioridade é zelar pela segurança das pessoas. —Por isso, estamos atentos a todas as orientações dos órgãos de saúde e tomando as medidas necessárias para garantir um ambiente saudável para todos que passam diariamente no shopping. Desde práticas de sanitização até serviços de apoio aos lojistas, como delivery, drive- thru, e-lockers, CompraZap e FoodStop —garante Paulo Cesar Corrêa, superintendente regional da Ancar Ivanhoe. Dentre as principais medidas está a contratação de um serviço especializado em desinfecção. Equipamentos e produtos de higiene regularizados pela Agên- DIVULGACÃO/MARCO ANTONIO TEIXEIRA ZONASULOGLOBO 5 Sábado 25.7.2020 Botafogo Praia Shopping. Funcionário de serviço especializado em desinfecção limpa corrimão da escada rolante cia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estão sendo utilizados a cada três horas em todo o empreendimento, principalmente nas áreas muito tocadas, como corrimãos, botões de elevadores, balcões e mesas, além de banheiros, praças de alimentação e máquinas de autoatendimento. As medidas de reabertura do Shopping Leblon, além de seguirem um rigoroso protocolo com as determinações dos órgãos competentes, incluíram iniciativas como reforço do efetivo de equipe de limpeza, aquisição de tapetes sanitizantes e higienização periódica com desinfecção. O Hospital Sírio-Libanês chancelou o protocolo desenvolvido pela Aliansce Sonae, administradora do empreendimento. A equipe foi integralmente testada para Covid-19, assegurando o retorno às atividades. —Estamos preparados para receber os clientes que desejarem frequentar o shopping. Mas, como alternativa, vamos manter a operação de drive-thru, que se provou muito prática e conveniente para as pessoas que não desejam sair do carro para realizar suas compras nas suas lojas favoritas do centro comercial — diz Rodrigo Lovatti, superintendente do Shopping Leblon.