Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 24/07/2020 às 20h59

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou que um remédio para combater sarna e piolho passe a ser vendido mediante apresentação de receita médica. Muitos brasileiros têm tomado alguns medicamentos inutilmente - e perigosamente - na esperança infundada de que ofereceriam proteção contra o coronavírus. Há quase oito meses a comunidade científica do mundo todo tenta encontrar respostas para combater o novo coronavírus, prevenir a Covid-19 e tratar quem tem a doença. E faz isso pesquisando novas drogas e testando até medicamentos antigos, que já se mostraram eficientes no combate de outras doenças. A China fez o primeiro teste, em laboratório, com a cloroquina e a hidroxicloroquina, que já são usadas no combate à malária, à artrite reumatoide e ao lupus, mas vários testes já mostraram que a cloroquina não tem nenhuma eficácia no tratamento da Covid-19 e, por outro lado, pacientes que tomaram a hidroxicloroquina tiveram alterações em exames que podem indicar lesão no fígado e também em eletrocardiogramas. A Austrália desenvolveu outra experiência com vermífugos. No laboratório, as drogas funcionaram, mas na hora do tratamento fracassaram. "Por isso que surgiu essa ideia de que talvez ele pudesse ter ação. E já se sabe também que se talvez pudesse ter alguma ação seria uma dose mais de cem vezes maior do que a dose que a gente usa normalmente. E daí sim passa ser uma dose em que o número de comprimidos fica impraticável e que vai ter efeitos adversos que nós não conhecemos que nunca ninguém usou dose tão alta. Então, o racional de usar o vermífugo foi porque no laboratório fez efeito. Mas em vivo, infelizmente, ele também não tem nenhuma ação contra o novo coronavírus", explicou Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia. Mesmo sem nenhuma comprovação, começou uma corrida às farmácias. Cada dia aparece uma nova receita milagrosa. "A gente começou com fake news sobre vitamina. Chá de erva doce. Agora as pessoas acabaram caindo para determinados tipos de medicação. Na verdade, não vai te fazer efeito", contou Mirian Dal Ben, infectologista do Hospital Sírio-Libanês. Essa busca acontece no mundo todo. Uma reportagem do jornal americano The New York Times mostra que, na Bolívia, tem gente tomando um tipo de desinfetante de piscina. Várias pessoas foram hospitalizadas por causa disso. No Brasil, a procura por vermífugos aumentou tanto que a Anvisa agora exige que esses remédios só sejam vendidos com receita médica retida, como se faz com antibióticos e medicamentos controlados. Vários estudos já mostraram que não existe nenhuma eficácia desses medicamentos no tratamento da Covid-19. E pior: muitos podem provocar efeitos colaterais graves. "Não adianta a gente ficar oferecendo para os pacientes medicações que não mostraram ter eficácia contra a infecção do novo coronavírus, pelo contrário, a gente tem observado que esse uso indiscriminado tem aumentado muito a incidência de efeitos colaterais: arritmia, efeitos tóxicos para o sistema nervoso, para o fígado. Então, a gente tem que ter calma nessa hora. Às vezes uma pessoa ter infecção pelo coronavírus, tomou esse saquinho aí de medicações que estão sendo preconizadas como milagrosa, evoluiu bem e achou que foi por causa das medicações. E não foi", explicou a infectologista Mirian Dal Ben. "Não existe nenhuma medicação, nenhum tratamento efetivo contra o novo coronavírus até o momento. Se não existe nenhum tratamento, o que eu posso fazer? Eu só posso a a usar as medidas, que essas não mudaram e são extremamente eficazes, para evitar o contato e transmissão: então é o distanciamento social, o uso correto das máscaras e a higienização das mãos", afirmou Raquel Stucchi, infectologista.

YAHOO! FINANÇAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/07/2020 às 20h30

Desde que a pandemia de COVID-19 passou a preocupar toda a população, os casos assintomáticos têm sido uma pulga atrás da orelha. No entanto, tendo isso em mente, um estudo de Wuhan, na China, descreveu mudanças patológicas nos pulmões em tomografias computadorizadas feitas em pacientes completamente assintomáticos. A falta de sintomas não é incomum em outras infecções, mas a diferença com o Sars-CoV-2 é que esse quadro pode ser acompanhado de um dano aos órgãos subjacentes. O que acontece é que esses pesquisadores descobriram lesões com inflamação do tecido pulmonar (opacidade em vidro fosco e consolidação, no jargão médico), que não são específicas da infecção por Sars-CoV-2 e podem ser vistas em muitas outras formas de doença pulmonar, então isso só faz intensificar o mistério. Quase um quarto dos pacientes no estudo desenvolveu febre, tosse e falta de ar, mas a grande maioria, não. O estudo reforça que a ausência de sintomas não implica a ausência de danos, e a falta de sintomas em uma patologia ativa acarreta riscos tanto para os indivíduos infectados quanto para o restante da população. As recomendações atuais incentivam os pacientes a ficar em casa se forem assintomáticos, ampliando o risco de chegada tardia ao hospital e de morte súbita. O problema é que a estimativa é que cerca de 40% a 45% dos pacientes infectados com Sars-CoV-2 são assintomáticos, com carga viral tão alta quanto aqueles que desenvolvem a doença. Enquanto isso, estima-se falsos negativos de até 20% em exames de imagem. Isso leva a um questionamentos sobre a eficácia da estratégia de testes ou o uso de exames como medição de temperatura. Tudo ficará mais claro à medida que a qualidade e a quantidade de evidências se expandirem e refinarem nossa compreensão do Sars-CoV-2. Assintomáticos: a pulga atrás da orelha os pacientes assintomáticos de COVID-19 ainda são responsáveis por questionamentos em especialistas da área da saúde e organizações. Em junho, por exemplo, durante uma entrevista na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), a chefe da unidade de doenças emergentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, declarou que pacientes assintomáticos não estão impulsionando a disseminação da COVID-19. No entanto, pouco tempo depois, Van Kerkhove negou que haja uma mudança de recomendação e explicou que a OMS não sabe dizer qual é a proporção de pessoas transmitindo o vírus. Ela reconheceu que alguns estudos indicaram disseminação assintomática ou pré-sintomática em casas de repouso e em ambientes domésticos, mas que é necessário fazer mais pesquisas e obter mais dados para responder verdadeiramente à questão. Na ocasião, Michael Ryan, diretor de operações da OMS, também negou que se saiba se pessoas assintomáticas podem não transmitir. Segundo dra. Maura Salaroli de Oliveira, gerente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Sírio-Libanês, define-se como pessoa assintomática com COVID-19, o indivíduo que não apresenta sintomas ou sinais clínicos sugestivos de COVID -19, mas que apresenta o teste positivo para detecção do material genético do novo coronarívus (SARS-CoV-2). "É importante citar a diferença entre assintomáticos e pré-sintomaticos. Os primeiros (assintomáticos) nunca desenvolvem sintomas. Já os pré-sintomáticos são indivíduos que no momento da coleta do exame de PCR não apresentavam sintomas, mas depois de alguns dias os desenvolvem, podendo evoluir para casos leves, moderados ou graves. Em outras palavras, nos pré-sintomáticos a detecção do vírus ocorre no período de incubação, quando o paciente estava prestes a desenvolver os sintomas", explica a especialista. "Assim, no momento em que o teste é positivo em pessoa assintomática ainda não é possível dizer se haverá ou não alguma consequência, sendo necessário observar por alguns dias. A média do período de incubação é de cinco dias e no máximo quatorze dias", completa. Questionada sobre quais são os tipos de consequências da COVID-19 mais conhecidos até hoje, Maura diz o seguinte: "Nos casos com mais graves, os pulmões são o órgão mais frequentemente acometido. Há casos em que mais de 50% dos pulmões são a afetados o que pode ocasionar insuficiência respiratória com necessidade de oxigenação por método não invasivo e nos casos mais graves é necessário o uso de ventilação mecânica (respirador)". A especialista completa que também há casos de acometimento do sistema nervoso central ou periférico, sendo as manifestações mais frequentes a dor de cabeça, tontura, alteração de nível de consciência, anosmia, hipogeusia e ageusia, e que já foram descritos casos com acometimento do coração – provocando arritmias e miocardite, lesões de pele, rins e alterações na coagulação. "Por ser uma doença nova, ainda não há muitos estudos sobre as consequências a médio e longo prazo. Já foi descrito que os casos mais graves, especialmente os pacientes que ficam internados por muitos dias em unidade de terapia intensiva, podem deixar sequelas nos pulmões (fibrose pulmonar), fadiga, e perda muscular, mas ainda não se sabe se estas sequelas serão irreversíveis ou não", conclui. Fonte: Canaltech

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/07/2020 às 20h15

O Hospital será responsável por toda a área de saúde do Colégio, incluindo o ambulatório, consultoria e protocolos de segurança na volta às aulas A partir de agosto, a área de saúde do Colégio Bandeirantes será assegurada pelo Sírio-Libanês. A parceria já estava sendo estudada antes da pandemia e a ideia é oferecer aos alunos uma nova proposta de cuidados com a saúde. Por isso, o Hospital assumirá o ambulatório do Colégio, o atendimento dos alunos, além de consultorias, orientações e protocolos de segurança para combater o novo Coronavírus. “Este é um passo importante para o Colégio, pois esta é uma parceria de longo prazo e não só pensada neste momento de crise. Queremos oferecer aos nossos alunos o que há de mais moderno na área da saúde, com workshops, assistência e palestras que possam sanar qualquer dúvida em relação ao segmento, além de oferecer um cuidado para os nossos jovens de altíssima qualidade”, explica Eduardo Tambor, diretor de operações do Colégio Bandeirantes. O Sírio-Libanês estará à frente do ambulatório, assessorando o time de saúde do Colégio, além de oferecer consultorias em saúde e enfermagem e palestras para os alunos, pais e colaboradores sobre os mais variados temas relacionados à área. A equipe ainda será responsável pela remoção dos alunos e direcionamento ao Pronto Atendimento do Hospital, caso haja necessidade. Para a retomada das aulas, o Sírio-Libanês está também ajudando no desenvolvimento dos protocolos de segurança, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde e do Governo de São Paulo. Juntas, as instituições estão trabalhando no planejamento das salas de aulas, com divisão de turmas, maior ventilação e espaçamento entre as carteiras, aumento da disponibilidade de álcool em gel em todas as dependências do Colégio, além do uso de máscaras e equipamentos de segurança para todos os alunos, professores e colaboradores. Estará disponível também um profissional apto a responder qualquer questionamento sobre o Coronavírus e/ou outras dúvidas relacionadas a saúde. “Estamos passando por um momento de grandes desafios, e o conhecimento em saúde é fundamental para permitir que as medidas mais adequadas sejam adotadas nesse processo de retomada. Nesse sentido, o Hospital Sírio-Libanês está trabalhando em parceria com o Colégio Bandeirantes para ajudar a criar um ambiente seguro para os alunos e suas famílias”, explica Dr. Fernando Ganem, diretor de Governança Clínica do Hospital Sírio-Libanês.

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 24/07/2020 às 03h00

• Hidroxicloroquina sem efeito Estudo aponta que a hidroxicloroquina, associada ou não à azitromicina, é ineficaz em pacientes com quadros leves e moderados de covid19. pág. A18 Hidroxicloroquina não é eficaz em casos leves, diz estudo Pesquisa coordenada por 4 hospitais privados do País verificou ainda risco de ♦ arritmia cardíaca e Lesões no fígado de pacientes ♦ Fabicma Cambricoli Um estudo brasileiro coordenado pelos principais hospitais privados do País aponta que a hidroxicloroquina, associada ou não ao antibiótico azitromicina, não tem eficácia no tratamento de pacientes internados com quadros leves e moderados de covid-19. A pesquisa, publicada nesta quinta-feira, na renomada revista científica internacional The New England Journal ofMedicine, verificou ainda que, no grupo de pacientes que fez uso dos medicamentos,foram mais frequentes alterações nos exames de eletrocardiograma e de sangue que representam maior risco de arritmia cardíaca e lesões no fígado. Participaram do ensaio clínico 667 pacientes de 55 hospitais, sob a coordenação de oito instituições: Hospitais Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês, Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa de São Paulo, além do Brazilian Clinicai Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). É o maior estudo com a hidroxicloroquina feito até agora no País. Os participantes foram divididos, de forma randomizada (por sorteio), em três grupos: um (221 pacientes) foi tratado com hidroxicloroquina, outro (217 pacientes) também recebeu o medicamento, mas associado à azitromicina, e o terceiro (227pacientes) foi tratado somente com suporte clínico padrão, que inclui medicamentos parasintomas,catetercom oxigênio, entre outros. Os pacientes que tomaram hidroxicloroquina (isolada ou associada à azitromicina) também receberam esse mesmo suporte clínico padrão, de acordo com a pesquisa. Os voluntários receberam as medicações por sete dias e foram acompanhados por duas semanas. Ao final do seguimento, os pesquisadores concluíram que não houve diferença significativa na evolução dos pacientes dos diferentes grupos. No grupo tratado com hidroxicloroquina e azitromicina, 69% dos pacientes estavam em casa sem sequelas ao fim do período. No grupo que não usou nenhuma das duas medicações, esse índice foi de 68%. Entre os que tomaram só a hidroxicloroquina, 64% receberam alta. O índice de óbitos ficou em torno de 3% nos três grupos. “Não observamos diferenças na evolução dos pacientes dos três grupos”, explica a cardiologista Viviane Cordeiro Veiga, coordenadora de UTI da BP A Beneficência Portuguesa Riscos. Quanto aos eventos adversos, a pesquisa mostrou que os pacientes que tomaram hidroxicloroquina, com ou sem azitromicina, apresentaram com mais frequência uma alteração no eletrocardiograma chamada de aumento do intervalo QT, associado a maior risco de arritmia cardíaca. Também se observou mais frequentemente entre os pacientes que tomaram a hidroxicloroquina níveis elevados das enzimas TGO e TGP, que podem representar lesões no fígado.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 24/07/2020 às 03h00

Hidroxicloroquina não tem eficácia, diz estudo nacional O uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves ou moderados de Covid-19 não promoveu melhoria na evolução clínica, mostra a maior pesquisa sobre a substância já feita no país e publicada no New England Journal of Medicine. Coalizão dos hospitais Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês, Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, o Brazilian Clinicai Research Institute e a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva realizaram O estudo. Saúde B2 Maior estudo do país vê hidroxicloroquina ineficaz contra Covid19 Coalizão com principais hospitais do Brasil diz que droga não beneficia pacientes com quadros leves e moderados Mônica Bcrgamo são paulo O uso da hidroxicloroquina em pacientes com sintomas leves ou moderados de Covid-19 não promoveu melhoria na evolução clínica deles. A conclusão é de uma pesquisa feita pela coalizão formada pelos nospitais Albert Einstein, HCor, SírioLibanês, Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, pelo Brazilian Clinicai Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). O estudo foi realizado com 665 pessoas (de 55 hospitais brasileiros) divididas, por sorteio, em três grupos. O primeiro, com 217 pacientes, foi tratado com hidroxicloroquina e azitromicina; o segundo, com 221, recebeu só a hidroxicloroquina; e o terceiro, com 227, teve o suporte clínico usual —sem receber nenhuma das duas drogas. O resultado dos três estratos foi semelhante. Após 15 dias, 69% dos pacientes do primeiro grupo, 64%dosegundo e 68% do terceiro já estavam em casa sem limitações respiratórias. O número de óbitos também foi parecido em todos eles: cerca de 3%, de acordo com a coalizão. Os pacientes avaliados variaram de casos em que o uso de oxigênio não era necessário a quadros em que precisavam de oxigena çã o suplementar de, no máximo, quatro litros por minuto. A pesquisa destaca dois pontos entre efeitos adversos. Nos dois grupos tratados com hidroxicloroquina, foram mais frequentes alterações em exames de eletrocardiograma (aumento do intervalo QT, que representa maior risco para arritmias). Nesses dois casos também foram mais recorrentes alterações de exames que podem mostrar lesão hepática (aumento de enzimas TGO/TGP detectado no sangue). Não houve diferenças para outros efeitos colaterais, como arritmias, problemas hepáticos graves ou outros. Essa etapa da pesquisa teve início no dia 29 de março, sendo que o último paciente foi incluído em 17 de maio —e o acompanhamento foi finalizado em 2 de junho. Os pacientes avaliados tinham idade em torno de 50 anos, foram admitidos até 48 horas antes do início da pesquisa e seus sintomas tiveram início até um a semana ante s. Meta de deles era do sexo masculino. De todos os avaliados, 40% eram hipertensos, 21% diabéticos e 17% obesos. Os resultados foram publicados no periódico New England Journal of Medicine nesta quinta (23). O estudo contou com apoio da farmacêutica EMS, que forneceu os medicamentos, e foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Anvisa passa a exigir retenção de receita para ivermectina A Anvisa determinou que farmácias passem a exigir receita em duas vias para venda do vermífugo ivermectina, com retenção de uma delas. A mudança ocorre em meio a um aumento na busca pela droga. Mensagens que indicam 0 uso do medicamento para tratar a Covid-19 circulam nas redes sociais, embora não exista comprovação científica de sua eficácia. “Nosso primeiro estudo demonstrou que o uso de hidroxicloroquina sozinha ou associada com azitromicina não melhorou a evolução clínica de pacientes hospitalizados com quadros leves a moderados de Covid-19”, afirma OtávioBerwanger, diretor da Academic Research Organization do Hospital Israelita Albert Einstein e integrante da Coalizão Covid-19 Brasil. A Coalizão Covid-19 realiza ainda outras oito pesquisas. Governo foi alertado para risco de encalhe do medicamento Natália Cancian brasília Técnicos que fazem parte de um comitê de emergência sobre o novo eoronavírus alertaram, em reuniões no Ministério da Saúde, sobre o risco de o governo ficar com estoques parados de comprimidos de doroquina, medicamento defendido pelo presidente JairBolsonaro, mas que não tem comprovação de eficácia. O alerta foi feito em uma reunião ocorrida no dia 25 de maio, quando o ministério negociava a vinda de ao menos 3 toneladas de insumos para o Brasil para produção do medicamento. “Devido a atual situação, não é aconselhável trazeruma quantidade muito grande, pois caso o protocolo venha a mudar, podemos ficar com um número em estoque parado para prestar contas”, informou documento que registra o encontro, obtido pela Folha. Na semanas seguintes, técnicos também voltaram a apresentar dados sobre o alto volume de comprimidos de doroquina em estoque. Em 3 de julho, o grupo aponta que todos os municípios que enviaram dados para um sistema de acompanhamento tinham reservas do medicamento. Jáno ministério, o estoque era de 4.019.500 comprimidos —pouco abaixo do total que já havia sido distribuído, de 4.374.000 até aquele momento. O total parado em estoque, no entanto, podería ser ainda maior, já que alguns estados não quiseram receber o medicamento. “Com isso ficou em estoque para devolução 1.456.616, estamos aguardando maiores definições para proceder ou não com o recolhimento”, aponta o registro. O mesmo documento diz que novas distribuições de doroquina estariam previstas entre julho e agosto, mas não indica locais ou quantidades. O histórico das reuniões também mostra que algumas mudanças nas orientaçõespara ampliação da oferta da doroquina foram apenas comunicadas ao comitê por membros do ministério, sem que técnicos tivessem poder de decisão sobre as medidas. No dia 9 de junho, por exemplo, representantes da secretaria de Gestão do Trabalho apresentaram a proposta de oferta de doroquina também para crianças e gestantes, na contramã o do recomenda do por parte das entidades do setor. “Foi pontuado que os técnicos do COE fazem sugestões, mas não têm chancela administrativa sobre o documento”, informa a ata. Dias antes, atas de reunião já orientavam que demandas sobre a doroquina dos municípios fossem enviadas à secretaria—a qual, na prática, não compete fazer análise de medicamentos, mas sim de organizar ações de capacitação e apoio a profissionais de saúde. Medidas, porém, foram anunciadas apenas em junho. Em reunião, também houve uma orientação para que os dados sobre a escassez não fossem divulgados. Procurado pela Folha, o Ministério da Saúde não comentou o teor das atas. Em nota, questionado sobre doroquina, afirmou que “0 uso de qualquer medicamento compete à autonomia e orientação médica, em consonância com o esclarecimento e consentimento do paciente”.

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | CBN MADRUGADA
Data Veiculação: 24/07/2020 às 00h19

A vitória de trás informações aí sobre o estudo feito por diversos hospitais de São Paulo e também um indigente lá no Rio Grande do Sul, que confirma e não a eficácia na utilização da e troco, ciclo que. Um estudo brasileiro sobre o uso da Hydro ciclo Quina verificou que medicamentos sozinho ou associado às iTunes China não tem efeito favorável em pacientes adultos internados com formas leves ou moderados de covid19 de dezenove. A pesquisa foi feita pela coalizão formada pelos hospitais Albert Einsten Beneficência Portuguesa, hospital do coração sírio-libanês e Oswaldo crus todos de São Paulo e o hospital Moinhos de vento do Rio Grande do Sul, além da rede Brasileira de Pesquisa em terapia intensiva o resultado foi publicado nesta quinta-feira no jornal científico New England de olho no nosso medo e sim, o estudo testou os medicamentos de três formas, um grupo de pacientes tomou apenas aí drogas seguro. Quina outro tomou a Hydro ciclo Quina associada às Ituano em cena e o outro grupo não usou substâncias, o diretor de pesquisa do H quando um integrante da pesquisa, Alexandre Biase Cavalcante afirmou que nos três grupos a evolução dos pacientes em quinze dias. Foi igual eles estão muito parecidos, até. Diferença não consegue que a gente diz que a obra chega então. A ação porque realmente essas práticas tão similar o índice de mortes foi de três por cento para todos os grupos. O estudo teve início em vinte e nove de março, com inclusão do último paciente em dezenove de maio e a sinalização ocorreu no dia dois de junho foram incluídos seiscentos e sessenta e sete pacientes infectados em cinquenta e cinco hospitais brasileiros. A pesquisa também apontou para um risco maior de efeitos colaterais em pacientes que usaram hidrante, seguro Quina ou as três Sina a presidente do Comitê científico da rede Brasileira de Pesquisa em terapia intensiva Flávio Machado, disse que diante dos resultados o uso das substâncias não deve ser indicado. Eu diria que está mais intensa e mais do que suficiente principalmente agregada outros estudos já haviam sido publicados na mesma direção ou seja, mostrando a ausência de benefício e o risco que você já neste momento, eu diria que nós não devemos mais escrever e trouxe toda a China ou a índia e China em pacientes hospitalizados Congonhas Alerj e a outra. Pelo menos, outros oito estudos feitos pela coalizão de hospitais com medicações para o combate ao roubo de dezenove ainda estão em andamento entre substâncias pesquisadas estão corticoides inibidores de informações anticoagulantes e antivirais de São Paulo, vitória, Abel. Cada vez mais e estudos vão mostrando a falta de eficácia, daí trocas de clorofila e também não menos importante os efeitos colaterais desse medicamento correto é que o que eu já falei várias vezes, seria ótimo. Se algum estudo comprovar se ele ficasse não só da em troca o ciclo do que na como o de qualquer outro medicamento elyan excelente, mas por enquanto ainda não há não há nenhuma comprovação de no mínimo, uma enorme irresponsabilidade daqueles que ainda defendem o uso das drogas e claro que como é uma irresponsabilidade do Presidente da República. Ela será patética que a gente viu aí, né. No final de semana levantando na uma caixa do remédio em frente a a um grupo de apoiadores presidente já disse que para ele a em troca de turno que não fizer efeito só que isso é uma falácia não há me dar a mínima chance de e ele tem certeza do que ele tá falando, né, ele não pode afirmar que as drogas e claro que não fez efeito para ele, porque a gente lembra que, por exemplo, que disse o doutor Norris Fernando Correia recentemente lembrando, né, que felizmente ou infelizmente a convide de nome e é uma doença e que a a maioria das pessoas a grande maioria não tem um grande efeito em relação à doença num total de mortos, até agora, não se sabe exatamente ainda a porcentagem mas talvez seja menor do que um por cento não se sabe ainda por que não há condições de ter um levantamento geral, né, de quantas pessoas estão infectadas, o fato é que a eu lembro até a porcentagem usada pelos doutores Fernando Collor e 3 por cento 97 por cento das pessoas que pegam acuse de 10 não morrem e pelo menos isso não é e não morrem e portanto, não há como dizer se aquela pessoa que tomou em drogas, incluindo China, ela d não teve os efeitos mais graves da doença por causa desse medicamento não há como se comprovar isso de forma alguma porque a pessoa fique muitas das pessoas que não tomo um ídolo tricolor que não felizmente também sobrevivem e não tem, né, um grandes problemas em relação a couve de 10 que o presidente herdou sonar não pode afirmar de forma categórica como ele afirmou que para ele a ida ao ciclo e não fez efeito que não dá para saber por enquanto ele está bem, aliás, daqui a pouco a gente vai destacar esse aspecto aí saiu para passear de moto e é nos arredores do palácio e né, irresponsavelmente mais uma vez tirou o capacete estava sem máscara e o conversando lá com os funcionários da limpeza, então e as informações que chegam mais uma vez a e sobre Drogas e por fim na mostram que não é um medicamento eficaz contra a doença e mais importante do que a gente ouviu aí na voz da doutora, não é um medicamento que já tem comprovadamente vários efeitos colaterais, a questão, principalmente para quem já tem algum problema cardíaco a possibilidade de arritmia e a possibilidade também de efeitos deletérios aí na visão, então é importante que é a gente tem aí essa anos são e mais importante que os médicos não é, porque tem médico que ainda está respeitando e troco, ciclo que a gente não entende porque quem imagina que a pessoa que é formado em medicina deve seguir a ciência deve seguir os parâmetros, as indicações dos órgãos de saúde, mas ainda tem gente que é formada em medicina respeitando e drástico no final, apesar de todos os levantamentos das pesquisas contrárias a esse medicamento.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 24/07/2020 às 07h36

Diferentes hospitais e instituições de pesquisa brasileiros decidiram ir para o confronto contra a covid-19 juntos e, nesta quinta-feira (23), o time marcou o primeiro gol — e ainda fora de casa, no exterior. Criada para unir dados e esforços de diversas partes do país, a Coalizão Covid-19 Brasil tem hoje nove frentes de estudo em andamento com diferentes tratamentos em potencial para a doença causada pelo Sars-CoV-2. Nesta quinta-feira, a coalizão publicou os primeiros resultados de uma destas linhas, a que testou a hidroxicloroquina e ainda a hidroxicloroquina somada à azitromicina — e revelou que estes medicamentos não trazem melhoras no tratamento da doença. A publicação veio no New England Journal of Medicine, considerado o periódico médico com maior fator de impacto do mundo no relatório Journal Citation Reports 2018, da consultoria Clarivate Analytics. O fator de impacto é uma métrica composta por vários indicadores da influência de uma publicação científica. O estudo brasileiro é do tipo RCT, sigla em inglês para estudo clínico randomizado controlado, considerado "padrão ouro" em pesquisas médicas por seu rigor. Em trabalhos assim, participam dos testes pacientes (clínico), divididos aleatoriamente (randomizado) em grupos — aquele que recebe o tratamento em teste e o chamado grupo controle, que recebe outro tratamento para comparação ou placebo (um medicamento inócuo). Neste caso, 667 pessoas com quadros leves ou moderados de covid-19 foram divididas em três grupos: um que recebeu hidroxicloroquina associada à azitromicina (217 pessoas; vamos chamar aqui de grupo H+A); outro que recebeu apenas hidroxicloroquina (221 pessoas; H); e outro que recebeu apenas o tratamento padrão para a doença (229; C, de grupo controle), o que fica a cargo dos médicos. A maioria dos pacientes teve confirmação de covid-19 pelo chamado teste molecular, ou PCR, mas alguns tiveram pelo critério clínico (sintomas avaliados por médicos). Usando uma escala com sete possíveis desfechos para estes casos (confira abaixo) no 15º dia após o início do tratamento (com duração de sete dias), os pesquisadores concluíram que a hidroxicloroquina sozinha ou associada à azitromicina praticamente não fez diferença no curso da doença. As classificações foram feitas pelas equipes médicas após avaliação dos pacientes. Coautor do estudo e médico do Hospital Sírio-Libanês (um dos fundadores da coalizão), Luciano Cesar Pontes de Azevedo afirma que esta escala é sugerida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma métrica para pesquisas com a covid-19, ainda mais para estudos multicêntricos como esse — que envolveu 55 hospitais pelo Brasil. No mundo, já foram publicados outros estudos RCT com a hidroxicloroquina e com a cloroquina — da qual a primeira é um derivado —, mas poucos em revistas renomadas com revisão dos pares (ou peer review, uma avaliação e aprovação independente do trabalho por especialistas da mesma área), envolvendo centenas de pacientes em vários hospitais ao mesmo tempo, como é o caso do estudo brasileiro. "Um estudo multicêntrico tem a vantagem de aumentar a reprodutibilidade do estudo — ou seja, a capacidade do resultado ser generalizável é grande. Quando se trata de apenas um hospital, os resultados podem estar sujeitos às características daquele local. Já um estudo multicêntrico inclui hospitais de excelência, outros com estruturas não tão boas... Isso torna os resultados mais representativos da realidade", explica Azevedo, que tem doutorado em medicina pela Universidade de São Paulo (USP). Dificuldade em encontrar pacientes que não tivessem já tomado cloroquina A publicação no New England Journal of Medicine mostra também que, além de não terem mostrado benefícios, os tratamentos testados foram associados a efeitos adversos mais frequentes, principalmente aumento do chamado intervalo QT, um sinal de maior risco para arritmia detectado por eletrocardiograma; e aumento de enzimas TGO/TGP no sangue, alteração que pode indicar lesão no fígado. Leticia Kawano-Dourado, também coautora e médica no hospital HCor (que faz parte da coalizão), explica que a equipe acompanhou os pacientes testados muito de perto, fazendo eletrocardiograma, exames e consultas frequentes. "O ambiente de ensaio clínico é muito controlado para não oferecer riscos para o paciente. Diferente da vida real. Quem vai tomar estes remédios e fazer eletrocardiograma todo dia em casa? Isso nos preocupa", diz a médica, referindo-se ao uso da cloroquina sem indicação médica, como tem sido observado na pandemia. Os autores citam no artigo, inclusive, a dificuldade que tiveram para encontrar pacientes que não tivessem já tomado a cloroquina — o uso na véspera atrapalharia os experimentos, por isso pessoas que tivessem tomado recentemente o medicamento não foram recrutadas. "O estudo começou a recrutar pacientes no final de março, então pegamos a empolgação da cloroquina. Foi muito difícil encontrar pessoas que não tivessem tomado o remédio, em várias partes do país", conta Kawano-Dourado, que tem doutorado em pneumologia e participou ativamente do recrutamento de pacientes em São Paulo. A médica destaca que artigos científicos não devem ser encarados isoladamente — mas justamente, no conjunto de trabalhos que têm sido publicados, ela avalia que o estudo brasileiro vai ao encontro de outros mostrando a ineficácia e falta de segurança da cloroquina no tratamento da covid-19. "Nosso estudo não é uma bala de prata, mas um tijolinho na construção do conhecimento sobre este tema", resume. "Estamos vendo resultados se reproduzirem em lugares diferentes, com pacientes diferentes, práticas clínicas diferentes. A reprodutibilidade dos achados vai dando força (a esta intepretação). Com isso, nossos resultados são um sinal, e não um ruído." Kawano-Dourado cita estudos recentes refutando os benefícios da cloroquina, como um publicado na Annals of Internal Medicine na semana passada, ou o próprio projeto Solidarity, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e que decidiu deixar de fazer testes com a cloroquina por seus riscos e evidências de ineficácia. Luciano Cesar Pontes de Azevedo explica ainda que, inicialmente, a intenção de associar a hidroxicloroquina à azitromicina era verificar se a junção potencializava os efeitos de ambos medicamentos. Mas, segundo ele, o fato de a dupla e nem de a hidroxicloroqiuna mostrarem benefícios afasta ainda mais o potencial da cloroquina para tratar a covid-19. "Havia uma discussão sobre se a azitromicina poderia ser benéfica associada à cloroquina — mas temos que lembrar que este estudo começou a ser desenhado em março, então naquele momento sabíamos muito menos coisas do que hoje", diz o médico. "A azitromicina é um antibiótico, mas tem também efeito anti-inflamatório. Ela continua sendo usada em hospitais para a covid-19, porque é considerada bastante segura. Mas, temos visto, como no nosso estudo, que ela também não traz benefícios." As outras oito linhas de pesquisa da coalizão incluem também a hidroxicloroquina, usada em circunstâncias diferentes, como em casos mais graves; e ainda outros medicamentos, como a dexametasona e tocilizumab. Depois desta estreia no New England Journal of Medicine, há outras publicações da coalizão no forno que podem sair nos próximos meses. A coalizão foi formada pelo Hospital Israelita Albert Einstein; HCor; Hospital Sírio-Libanês; Hospital Moinhos de Vento; Hospital Alemão Oswaldo Cruz; a Beneficência Portuguesa de São Paulo; o Brazilian Clinical Research Institute (BCRI); e a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). O estudo foi financiado pela coalizão e pela farmacêutica EMS Pharma e passou por aprovações da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | JORNAL DA CBN
Data Veiculação: 24/07/2020 às 06h48

Quando acionamos a no início do Jornal da CBN se tem sido destacado, aliás, desde ontem que foi ontem que o estudo foi publicado e a gente acaba dando relevância para o estudo como esse seja pela e pela excelência do trabalho que foi realizado seja pela desinformação que se buscou ao longo desta pandemia levar até as pessoas só estou me referindo sim, sobre o estudo das drogas incluindo Quina foi estudo feito por hospitais de São Paulo e um hospital do Rio Grande do Sul, além de outras 2 instituições e confirmou o uso dessa droga não tem eficácia para pacientes com a covid19 de 10 pesquisa demonstrou que o medicamento não faz nenhuma diferença na evolução da doença. Se você tomar ou se você não tomar vai acontecer a mesma coisa, aliás, você tomar pode ser que os problemas, inclusive, como Toronto estudo deixou claro. E você vai ver agora na reportagem, a vitória dela, o maior estudo brasileiro sobre o uso das drogas, ciclo Quina verificou que medicamentos sozinho ou associado às iTunes China não tem efeito favorável em pacientes adultos internados com formas leves ou moderados de couve de 10. A pesquisa foi feita pela coalizão formada pelos hospitais Albert Einsten Beneficência Portuguesa, hospital do coração, sírio-libanês e Oswaldo crus todos de São Paulo e o hospital Moinhos de vento do Rio Grande do Sul, além da rede Brasileira de Pesquisa em terapia intensiva o resultado foi publicado nesta quinta-feira no jornal científico New England de olho no consumo e de sim, o estudo testou os medicamentos de 3 formas, um grupo de pacientes tomou apenas aí drogas seguro. Quina outro tomou a Hydro ciclo Quina associada às Ituano em cena e o outro grupo não usou substâncias, o diretor de pesquisa do H quando um integrante da pesquisa, Alexandre Biase Cavalcante afirmou que nos 3 grupos a evolução dos pacientes em 15 dias. Foi igual eles estão muito parecidos, até diferença não consegue que a gente diz que a obra chega então. A ação porque realmente essas práticas tão similar o índice de mortes foi de 3 por cento para todos os grupos. O estudo teve início em 29 de março, com inclusão do último paciente em 10 de maio e a sinalização ocorreu no dia 2 de junho foram incluídos 667 pacientes infectados em 55 hospitais brasileiros. A pesquisa também apontou para um risco maior de efeitos colaterais em pacientes que usaram drogas seguro Tina ou as 3 Sina a presidente do Comitê científico da rede Brasileira de Pesquisa em terapia intensiva Flávio Machado, disse que diante dos resultados o uso das substâncias não deve ser indicado. Eu diria que está mais intensa e mais do que suficiente principalmente agregada outros estudos já haviam sido publicados na mesma direção ou seja, mostrando a ausência de benefício e o risco que você já neste momento, eu diria que nós não devemos mais escrever e trouxe toda a China ou a índia e China em pacientes hospitalizados Congonhas Alerj e a outra. Pelo menos, outros 8 estudos feitos pela coalizão de hospitais com medicações para o combate ao roubo de 10 ainda estão em andamento entre substâncias pesquisadas estão corticoides inibidores de informações anticoagulantes e antivirais de São Paulo, vitória, Abel. Mesma situação muito parecida situação com aquele outro remédio para matar verme que começou a ser vendido para lá e para cá, porque isso acharam que ali seria a solução para resolver todos os seus problemas. Nós temos conversado com os especialistas com gente que estuda risco gente séria e todo mundo quer mostrar que não há nenhuma evidência científica de que funciona 0 nada e a 0 nada. Exatamente a frase dita pelo doutor Alberto luscher da do vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia diretor médico do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ontem, a Anvisa também demorou, mas incluiu essa droga e para vemos na lista de medicamentos e que é obrigatória a retenção da Receita médica. Isso para evitar uma correria absurdo e pode causar problemas à saúde das pessoas, então é bom ficar muito atento sempre que quiserem vender ilusão para você em relação a remédios, a gente sabe que todos nós estamos em busca de um remédio de uma vacina que nos livre desta convide 10 o mais rápido possível, mas não dá para cair em ilusão. Então antes que o seu presidente. Indicar algum desses remédios ouça a medicina ouça a ciência para você saber exatamente o que está fazendo e não causa depois outros problemas na sua saúde.