Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

BRASIL URGENTE/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/06/2020 às 18h44

 

LAES HAES
Data Veiculação: 24/06/2020 às 00h00

Exame molecular criado pelo laboratório brasileiro Mendelics em parceria com o Hospital Sírio-Libanês tem resultado em uma hora e custará R$ 95; metodologia será compartilhada gratuitamente com outros laboratórios Um novo exame molecular que permite processar, por dia, centenas de milhares de testes que detectam o Covid-19 a preço acessível (cerca de R$ 95) foi desenvolvido pelo laboratório brasileiro Mendelics, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês. O desenvolvimento da testagem obteve investimento da Desenvolve SP – O Banco do Empreendedor, instituição financeira do Governo do Estado de São Paulo, via Fundo de Investimento em Participações (FIP). O Fundo BBI Financial, pelo qual a Desenvolve SP realizou a aplicação, investe em empresas emergentes e com alto potencial de crescimento que atuam no mercado de saúde e ciências da vida, de perfil inovador em termos de produtos, serviços ou modelo de negócios. Por meio do Fundo, o laboratório recebeu, no total, R$ 20 milhões. “Investir em empresas com altíssimo potencial por meio de fundos é uma das formas de apoiar o empreendedorismo e a inovação em nosso estado. Temos orgulho de apoiar iniciativas que diretamente auxiliam no combate ao coronavírus e tornam-se pioneira em nosso país. A nova metodologia de testagem é um marco no enfrentamento da doença, que vai ajudar o Brasil a aumentar o controle de casos e reduzir o número de mortes”, afirma o Presidente da Desenvolve SP, Nelson de Souza. Disponibilidade Batizado de #PARECOVID, o novo teste utiliza reagentes e equipamentos amplamente disponíveis no mercado, sem depender dos utilizados anteriormente, hoje escassos. Com isto, é o teste de maior capacidade de processamento lançado no Brasil até o momento. A estimativa é que sejam processados diariamente cerca de 110 mil amostras pela Mendelics. Neste momento, está em curso projeto piloto com 50 mil pessoas. Após esta etapa, Mendelics e HSL se comprometeram a publicar os protocolos, permitindo que outros laboratórios se unam aos esforços para que o número de testes possa chegar a centenas de milhares por dia. “Nosso objetivo é que todos os laboratórios possam reproduzi-lo com seus próprios equipamentos para que, juntos, possamos processar milhões de testes diariamente e, assim, retomar as nossas atividades econômicas e sociais em segurança o mais brevemente possível. Estamos enfrentando uma das maiores crises de saúde mundial da história e desenvolver uma solução para a testagem em larga escala, publicando-a gratuitamente para que todos possam se beneficiar do método, é nossa obrigação. O momento é de união e pede solução universal” explica David Schlesinger, médico, CEO e fundador da empresa. A Mendelics possui parceria com o Hospital Sírio-Libanês para a realização do exame, que já está disponível para alguns parceiros. Amostras podem ser coletadas de todo o Brasil, e o processamento, por enquanto, será feito exclusivamente em São Paulo. Os resultados serão postados em sistema fechado online para que os médicos tenham o laudo de forma rápida e precisa. “A parceria na área de pesquisa da Mendelics com o Sírio-Libanês é mais uma vertente do nosso trabalho de gerar e compartilhar conhecimento, e nos ajuda a fomentar inovação num momento tão desafiador, trazendo excelência e acesso à saúde para a população brasileira, para ajudarmos a construir uma sociedade cada vez mais solidária”, diz Paulo Chapchap, diretor geral do Hospital Sírio-Libanês. Metodologia O novo teste utiliza a metodologia RT-LAMP (Reverse Transcription Loop-Mediated Isothermal Amplification). A partir da coleta de saliva do paciente, o exame identifica a presença do SARS-CoV-2 por meio de um teste molecular que reconhece o material genético viral. O método leva apenas uma hora e possui especificidade de 100% (não foram identificados resultados falso-positivos) e sensibilidade comparável ao teste de RT-PCR disponível no mercado. A maior parte dos exames existentes que identificam o vírus SARS-CoV-2 coleta a amostra por meio de um swab nasal longo (um tipo de cotonete alongado) que obtém amostras das secreções coletadas da garganta. Tal ato causa um movimento involuntário que pode expelir o vírus, aumentando o risco de infecção para os profissionais da saúde. A partir do método aperfeiçoado pela Mendelics, o próprio paciente realiza a coleta de amostras de saliva em um tubo estéril, resolvendo também o problema de demanda de kits de coleta nasofaríngea, fator que tem limitado diretamente a capacidade de coleta e testagem no Brasil. Fonte: Assessoria de Imprensa – Desenvolve SP

GFOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/06/2020 às 23h31

Beco sem saída Os sindicatos e as associações de escolas particulares criticaram a decisão do governo de São Paulo de liberar o retorno só em setembro, mas a avaliação entre donos de instituições de ensino é a de que não havia outra alternativa diante do cenário atual da pandemia. “Não tinha muito jeito de ser diferente mesmo. O que se sente, tanto em relação aos professores quanto às famílias dos alunos, é que há muito medo de voltar”, diz Mauro Aguiar, diretor do colégio Bandeirantes. Aula Ele diz que o Bandeirantes vinha preparando o retorno com o Sírio Libanês, mas havia dificuldade em montar a grade horária. “Tinha de fazer um sistema híbrido. Mas, mesmo com a maior parte remota, há a dificuldade de preencher as aulas presenciais em função do medo dos educadores, que ficam realmente muito expostos”, afirma Aguiar. Veja outros temas da coluna Painel S.A. nesta quarta-feira (24) Após fundador do CrossFit vender empresa, donos de academia no Brasil avaliam impacto do racismo Pessimismo do comércio sobe mais um pouco em novo recorde Seguro 'liga e desliga' avança no mercado de carro de luxo e coleção Com turismo fraco e hotéis vazios, gigante hoteleira expande serviço de moradia com Mariana Grazini

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 24/06/2020 às 22h18

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou nesta quarta-feira (24) através das redes sociais que está de alta da quarentena residencial que enfrenta desde quando foi diagnosticado com o coronavírus. Em publicação no Instagram, Covas disse que recebeu uma mensagem do médico que o acompanha e informou aos seguidores que a partir desta quinta-feira (25) já poderá sair do isolamento em casa e retornar aos trabalhos na Prefeitura de São Paulo. "Recebi uma mensagem do meu médico e vou poder sair de casa, já cumpri o prazo de isolamento e já vou poder sair de casa a partir de amanhã. Quero agradecer a todos vocês que mandaram mensagens, fizeram oração, que fizeram pensamento positivo e me ajudaram a sair de mais esse desafio. Bora trabalhar", disse o prefeito de SP. Bruno Covas foi diagnosticado com coronavírus no sábado (13) e, segundo a prefeitura, o teste positivo veio depois de exame de rotina do prefeito. Durante os dias de isolamento contra a Covid-19, o prefeito relatou em vídeos que estava bem de saúde e não apresenta sintomas da doença. Ele recebeu recomendação do médico dele, Dr. Davi Uip, para permanecer trabalhando em casa e em observação durante os últimos 12 dias. Em vídeo postado no Instagram, Covas afirmou que não iria se se licenciar do cargo no período. Câncer Em maio, o prefeito foi internado no Hospital Sírio-Libanês após sintomas de desconforto abdominal e teve alta dois dias depois. "Os exames evidenciaram quadro de colite autolimitada (inflamação do intestino com melhora espontânea)". Covas faz tratamento contra um câncer diagnosticado, inicialmente, na cárdia, transição entre estômago e esôfago. Ele continua fazendo imunoterapia contra câncer linfonodos. O prefeito Bruno Covas vem sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. David Uip, pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, Dr. Artur Katz e Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer. Descoberta do câncer O prefeito foi internado pela primeira vez no dia 23 de outubro de 2019, quando chegou ao hospital com erisipela (infecção na perna), que evoluiu para trombose venosa profunda (coágulos) na perna direita. Os coágulos subiram para o pulmão, causando o que é chamado de embolia. Durante os exames para localizar os coágulos, médicos detectaram um câncer na cárdia, região entre o esôfago e o estômago, com metástase no fígado. Covas passou por oito sessões de quimioterapia mas, segundo a equipe médica, não foram suficientes para vencer o câncer. No último boletim médico divulgado em 28 de abril, a equipe do Sírio Libanês afirmou que Bruno Covas continua com câncer nos linfonodos, sendo necessário que ele continue com o tratamento de imunoterapia. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi diagnosticado com coronavírus neste sábado (13). Segundo a Prefeitura, o teste positivo veio depois de exame de rotina. Ele passa bem, não apresenta sintomas e recebeu recomendação de seu médico, Dr. Davi Uip, para permanecer trabalhando em casa e em observação pelos próximos dias. "Depois de 4 testes negativos, hoje, infelizmente, testei positivo para a Covid-19. A orientação é ficar dentro de casa, já que não tenho sintomas, e não há necessidade de me licenciar do cargo de prefeito. Vou poder continuar a me reunir de forma online. A expectativa é a de que eu fique aqui por 10 dias", disse.

SOCEL NEWS
Data Veiculação: 24/06/2020 às 16h23

Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein e especialista membro do Todos pela Saúde (foto: Ricardo Matsukawa) O Todos pela Saúde (www.todospelasaude.org), iniciativa lançada pelo Itaú Unibanco para enfrentar o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira, acaba de doar mais de 230 mil equipamentos de proteção individual (EPIs) para o Pará. Entre os itens enviados com o objetivo de proteger os profissionais que atuam na saúde pública, estão: · 1 mil litros de álcool em gel · 50 mil máscaras N95 · 25.500 Máscaras tradicionais · 156 mil gorros 5 mil faceshields Grande parte do problema de atendimento à pandemia, como já demonstrado na Europa, é a falta da proteção individual para equipes de saúde. A necessidade de equipamentos de proteção individual (EPIs) foi apontada como uma das mais urgentes pelos 27 secretários de saúde que participaram da reunião promovida pelo Todos pela Saúde, em abril. De acordo com Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein e especialista membro do Todos pela Saúde, grande parte do problema de atendimento à pandemia, como já demonstrado na Europa, é a falta da proteção individual para equipes de saúde. "Se contaminados, esses profissionais são afastados, prejudicando o atendimento à população." Klajner lembra que, dentre esses profissionais, muitos que fazem parte do grupo de risco são recrutados para o atendimento na pandemia, especialmente onde a mão de obra em saúde muitas vezes é escassa. "É fundamental proteger quem cuida. Eu cuido de quem está cuidando e, assim, asseguramos a saúde de toda a população." Todos pela Saúde Lançado em 13 de abril deste ano, o Todos pela Saúde teve um aporte inicial de R$ 1 bilhão, realizado pelo Itaú Unibanco. Com recursos administrados por um grupo de especialistas da área da saúde e ações estratégicas baseadas em premissas técnicas e científicas, a iniciativa se guia por quatro pilares de atuação: informar, proteger, cuidar e retomar. O Todos pela Saúde é liderado por Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês, e conta também com a participação de Drauzio Varella, médico, cientista e escritor; Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa; Maurício Ceschin, ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde; Eugênio Vilaça Mendes, consultor do Conselh dos Secretários de Saúde; Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein; e Pedro Barbosa, presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná, instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

TERRA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/06/2020 às 14h29

O zagueiro Gustavo Gomez passou por exame para detecção de covid-19 nesta quarta-feira. O defensor paraguaio, último jogador do elenco do Palmeiras a ser testado, deve se reapresentar na Academia de Futebol na quinta e iniciar as avaliações ao lado do elenco. Com o futebol paralisado desde março, o Palmeiras deu férias ao grupo e, como retomou as atividades por meio de treinamentos virtuais, os atletas não precisaram retornar a São Paulo. Gomez, portanto, permaneceu no Paraguai ao lado da família e, segundo o clube, teve problemas para voltar. De acordo com o Palmeiras, além de Gustavo Gomez, sua família também realizou exames para detectar a doença causada pelo coronavírus. O zagueiro paraguaio deve finalmente desembarcar em São Paulo no final da tarde desta quarta-feira. Na quinta da semana passada, no Hospital Sírio-Libanês, o Palmeiras testou 30 atletas para covid-19 e apurou apenas um resultado positivo. O jogador não teve sua identidade divulgada pelo clube e ficou fora da reapresentação na Academia. Na última segunda, com sistema drive thru no centro de treinamento, o Palmeiras promoveu uma nova rodada de testes contra covid-19. O clube informou que os resultados dos novos exames ficariam prontos na terça - até o momento, não foram divulgados. O Palmeiras está inativo desde o dia 14 de março, data do empate sem gols contra a Inter de Limeira, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Os clubes paulistas foram liberados pelo governo estadual para retomar os treinamentos presenciais a partir do dia 1º de julho.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/06/2020 às 14h12

Especialistas americanos estimam que entre 20 e 40% dos pacientes internados em UTI em decorrência da covid-19 sofrem de falência renal e precisam de diálises de emergência. Para explicar os efeitos do novo coronavírus nos rins, o Estadão entrevista nesta quarta-feira, 24, Flávio Iizuka, urologista nos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês e pesquisador pela Universidade de São Paulo (USP). A transmissão acontece às 16h, no Facebook do Estadão. É possível participar da discussão com perguntas enviadas pelos comentários da transmissão e também previamente por meio do grupo #EstadãoInforma: Coronavírus, espaço no Facebook para troca de informações sobre a pandemia, aberto a todos os leitores do Estadão. Todos os dias, o Estadão realiza uma transmissão ao vivo sobre assuntos relevantes relacionados ao novo coronavírus. Durante a pandemia, o jornal disponibilizou seus principais conteúdos gratuitamente aos leitores que não são assinantes. Os leitores podem acompanhar também o Boletim Coronavírus, newsletter aberta a todos com as principais notícias do dia sobre o tema, a cobertura em tempo real e os podcasts.

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 24/06/2020 às 06h00

Para Pazuello, ministro interino da Saúde, ritmo das despesas não está ruim: ''É bom que haja algum saldo para que a gente possa manobrar'' (foto: Erasmo Salomão/MS) Enquanto o novo coronavírus se alastra pelo Brasil, com registro de quase 40 mil casos confirmados nas últimas 24 horas e mais de 1,3 mil vidas perdidas de segunda para terça-feira, o Ministério da Saúde, mesmo com verba disponível, não usou nem 30% dos recursos exclusivamente destinados ao enfrentamento da covid-19. Dos R$ 39,3 bilhões em créditos extraordinários liberados por meio de oito medidas provisórias, apenas R$ 10,9 bilhões foram efetivamente pagos até o momento, o equivalente a 27,2% do total. Se por um lado o saldo é avaliado pela pasta como uma vantagem para conseguir arcar com as necessidades que ainda estão por vir durante a pandemia, por outro, escancara a situação crítica da saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o recurso não foi totalmente empenhado, justamente para resguardar verba para o enfrentamento da pandemia nos próximos meses. No entanto, com os valores já usados, ou seja, liberados para pagamento, há quase R$ 28,4 bilhões em caixa. Entre as principais justificativas para a retenção estão a falta de equipamentos, reagentes, insumos e recursos humanos disponíveis no momento; a necessidade de aprovação de projeto de emenda para destravar as verbas; MPs que carecem, ainda, da elaboração de portaria para empenho; e reserva de dinheiro para remuneração de trabalhadores temporários. Ministro interino há 40 dias, Eduardo Pazuello afirmou, ontem, durante audiência pública da comissão mista criada para acompanhar as ações do governo federal no enfrentamento à covid-19, ser “interessante” manter uma reserva de recursos financeiros. “Então, o percentual de saldo que nós temos eu considero que está bom, é bom que haja algum saldo para que a gente possa manobrar. Então, tirando a (MP) 969, que ainda está praticamente toda em elaboração, os saldos das demais estão aqui”, afirmou. Sozinha, a MP citada pelo general deve liberar R$ 10 bilhões em transferência fundo a fundo e, pelas expectativas da pasta, o desentrave deve ocorrer ainda esta semana. Com trocas de gestão, desencontros de orientações dentro do próprio governo federal e a necessidade de interferências judiciais para cessar a guerra entre as instâncias do Executivo diante da falta de alinhamento, o problema em gerir a crise ultrapassou qualquer carência de recurso financeiro. Análise da Comissão de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de Saúde (Cofin/CNS), divulgada na última semana, denuncia a atuação do governo em meio à pandemia. “Não podemos deixar municípios e estados atuarem sozinhos, sem o recurso emergencial. Estamos com ministro interino e com o Sistema Único de Saúde (SUS) desfinanciado. É a maior crise sanitária da história. Conseguimos recurso emergencial, mas está parado. Isso é inadmissível, mostra o descompromisso do governo com a vida”, criticou o presidente do CNS, Fernando Pigatto. A reserva precisa ser usada para fortalecer determinadas carências. É o que acredita a infectologista Valeria Paes, do Hospital Sírio-libanês em Brasília. “O investimento para ampliar a realização de exames diagnósticos é essencial. Conhecer bem onde estão os casos é fundamental para direcionar os esforços de prevenção da transmissão cruzada, identificar rapidamente os vulneráveis, fortalecer a estrutura de saúde local. Em suma: a informação é fundamental para a ação”. Testes Pazuello também voltou a prometer transparência na pasta e assegurou que dados sobre os recursos econômicos e outros insumos distribuídos pelo Ministério da Saúde serão incluídos na plataforma lançada em 12 de junho. “Todos os brasileiros vão poder acompanhar cada centavo, cada item que foi distribuído para cada município, para cada estado. Quando foi, para o que foi, qual a origem, quando foi entregue aquilo e onde está. Não só números. Os números já estão disponíveis integralmente, mas, agora, nós vamos disponibilizar, na mesma plataforma, todos os dados do Ministério da Saúde. A transparência vai ser infinita”, garantiu. O ministro interino afirmou, ainda, que a orientação de um programa para testagem do novo coronavírus em massa está pronta, pactuada e deve ser apresentada hoje, durante coletiva do Ministério da Saúde “Nós fizemos uma orientação para testagem em massa e diagnóstico, e ela já está pactuada e aprovada”, revelou. De acordo com Pazuello, a revisão na estratégia de diagnóstico irá “mitigar o problema de se fazer um efetivo controle” de transmissão da doença.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/06/2020 às 04h00

Uma mancha diferente na pele, cabelos crescendo ou caindo demasiadamente, ou até mesmo uma espinha que demora para curar. Esses pequenos alertas no organismo podem dizer muito sobre a saúde das pessoas. Para ajudar a identificar o momento certo de buscar auxílio médico, VivaBem separou 10 sinais no corpo que podem demonstrar —ou não— a presença de alguma doença. Manchas marrons no pescoço e axila de aspecto aveludado, castanho-escuro, inicialmente parecida com uma sujeira, essas lesões, chamadas de acantose nigricans, costumam aparecer principalmente no pescoço e axila, mas também em dobras, como virilha, entre o braço e o antebraço, entre a perna e a coxa. Elas podem não representar alguma doença, como também estarem relacionadas à obesidade, e até mesmo indicar que a pessoa desenvolveu resistência à insulina, pré-diabetes e diabetes tipo 2. "Quando o indivíduo está obeso, o seu organismo necessita de uma secreção maior de insulina para poder manter os níveis de açúcar no sangue (glicemia). Isto ocorre, porque o tecido adiposo (gorduroso) funciona como uma espécie de barreira e não deixa a insulina produzida pelo corpo agir adequadamente", explica Roberta Frota, endocrinologista do centro de rim e diabetes do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. Então, em todas essas causas, a produção de insulina é o grande precursor das manchas no pescoço e axila. "O que acontece é que níveis elevados desse hormônio podem estimular a proliferação de fibroblastos e de queratinócitos (células que compõem a camada mais superficial da pele), resultando na formação dessas placas", esclarece Fabiana Seidl, dermatologista, especialista em clínica médica e membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia). Existem outras condições clínicas que também podem estar associadas a acantose nigricans, como algumas alterações ovarianas e doenças da tireoide. Por isso, é importante buscar a ajuda médica para identificar se existe, de fato, algum problema. Linhas escuras nas unhas Anexo da pele, a unha é uma estrutura formada por células queratinizadas e que podem indicar muito da saúde das pessoas. Isso porque qualquer alteração no organismo pode afetar sua aparência, função e crescimento. Uma das mudanças que chama mais atenção é a da cor das unhas. Chamada de cromoníquia, ela pode ser causada por infecção por fungos, bactérias, medicações, doenças sistêmicas e traumas, como uma simples batida. Dependendo da alteração, a unha pode assumir uma cor diferente, como verde ou arroxeada. Já a cor marrom ou enegrecida, conhecida como melanoníquia, quando surge no formato de várias faixas longitudinais (verticais) e em mais de um dedo, pode indicar um efeito colateral de medicações, como a tetraciclina, por exemplo. Por outro lado, se a coloração escura surgir em uma faixa longitudinal simples e que não melhora, é preciso ficar alerta, pois pode ser uma das manifestações do melanoma, tipo de tumor maligno desencadeado pela transformação dos melanócitos, células produtoras de melanina, que é o pigmento que dá cor à pele. "Quando esse tumor tem localização subungueal (melanoma maligno da unha), o pigmento produzido por essas células tumorais se deposita na unha, formando uma faixa escurecida que acompanha o crescimento da unha, a chamada melanoníquia longitudinal", explica Gabriela Miquelin, especializada em tricologia e unhas, preceptora responsável por discromias e vitiligo na Universidade de Mogi das Cruzes e dermatologista na Clínica Stockli, em São Paulo. É fundamental procurar o dermatologista quando é notada qualquer alteração das unhas, mas é importante saber que nem sempre isso significa que há algo de errado. Existem alterações que são fisiológicas ou influenciadas por fatores ambientais, por isso, um médico especialista saberá orientar corretamente. Espinhas na mandíbula e queixo Chamada de acne da mulher adulta, o problema pode ter início a partir dos 25 anos ou ser persistente da adolescência. Geralmente, esse tipo de espinha se localiza na parte inferior da face, ou seja, na mandíbula, ao redor da boca e no queixo e permanecer por meses. Porém, ela também atinge outras partes do rosto. A sua causa pode ser genética, assim como estar ligada ao desequilíbrio hormonal. Nesse segundo caso, o aumento da ação dos androgênios (substâncias precursoras dos hormônios femininos) desencadeia uma maior produção de sebo pelas glândulas sebáceas. "O tratamento pode ser iniciado com medicação tópica, a fim de controlar a inflamação e a produção exacerbada de sebo. Mas, muitas vezes, será necessária a utilização de remédios por via oral, como antibióticos, por exemplo. E como cada caso é um caso, a melhor opção sempre será procurar um dermatologista, que prescreverá a conduta mais adequada", alerta Patricia Ormiga, assessora do departamento de cosmiatria da SBD. No caso dos homens, não necessariamente a acne na mandíbula ou queixo vai ter alguma relação com doença ou distúrbios do corpo, mas sempre pode representar alguma alteração no organismo. Por esse motivo, também é importante buscar um dermatologista para uma avaliação. Olheiras escurecidas A cor arroxeada na região da pálpebra inferior aparece com mais frequência em pessoas que apresentam predisposição genética, que a pele tende a ter maior pigmentação, presença de vasos sanguíneos mais calibrosos e superficiais, perda de gordura pelo processo de envelhecimento, ou que tenham o globo ocular mais retraído, como os descendentes de árabes, por exemplo. Isso acontece, porque, pelo fato de o olho ser fundo, a pele dessa área fica em contato com os vasos sanguíneos, e o pigmento do sangue, chamado hemossiderina, pode passar para a derme, "manchando-a" com o tempo. Quando a pessoa dorme mal por um dia, a região ocular sofre maior vasodilatação, o que leva mais sangue para o local, deixando-o escurecido. Nesse caso, basta uma boa noite de sono para que tudo volte à normalidade. Mas, se essa rotina acontecer sempre, a hemossiderina entra em ação e torna a olheira crônica. E mesmo que a pessoa durma bem, a região não irá clarear. O tratamento das olheiras vai depender do diagnóstico. "Se for por hiperpigmentação da região, será necessário fazer o clareamento da área, com lasers, luz pulsada, e as medicações tópicas indicadas para essa parte dos olhos. Agora, quando existe uma questão de a arquitetura da região ocular ser profunda, o melhor será recorrer ao preenchimento. Na maioria das vezes, há indicação de mais de um tratamento para o clareamento dessa área", afirma André Braz, dermatologista e professor de cosmiatria do serviço de dermatologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro. Já para aquela noite mal dormida, um bom remédio caseiro é a compressa local de chá gelado de camomila. Isso ajudará na vasoconstrição da área, ou seja, fará a contração dos vasos sanguíneos, diminuindo-os. Língua fissurada algumas pessoas apresentam fissuras no dorso e nas extremidades da língua. "Geralmente, essa condição é genética, mas também pode estar associada a um inchaço local ou alguma doença infecciosa", conta Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O único alerta para quem tem língua fissurada é em relação à higiene. Uma boa escovação da língua após as refeições contribui para que restos de alimentos não se acumulem nesses espaços, o que pode causar dor, irritação e até inflamação da língua. Queda de fios das sobrancelhas com o envelhecimento, os cabelos e os pelos do corpo tendem a ficar com uma aparência diferente, mais frágeis e quebradiços. E isso também pode acontecer com os fios das sobrancelhas, que passam a cair. Além disso, em mulheres, a causa mais comum dessa falha é o hábito frequente de depilar a região. Porém, a queda de cabelos nessa área também pode estar atrelada aos distúrbios hormonais, como o hipotireoidismo. "Geralmente, os fios das sobrancelhas caem quando o problema na tireoide está avançado, ou seja, já se manifestou por meio de outros sintomas, mas mesmo assim, não foi tratado. Então, ao seguir corretamente com a terapia, não acontece mais a queda dos cabelos e os fios voltar a crescer normalmente", alerta Rosita Fontes, médica endocrinologista, membro da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e professora associada de endocrinologia e metabologia da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). Espinha que não cura seja no rosto ou em qualquer parte do corpo, se aparecer uma pequena lesão de aspecto perolado e parecida com uma espinha, mas que não desaparece, é preciso alerta. Isso porque, a evolução natural da acne nada mais é do que aumentar de tamanho, criar pus, romper e desaparecer em um tempo relativamente curto. Caso isso não aconteça, e a lesão passar a sangrar e a coçar facilmente, pode ser sinal de carcinoma basocelular, que é um tipo de câncer de pele não-melanoma e o mais comum entre a população mundial. "É uma doença de baixa agressividade, na grande maioria das vezes, com crescimento lento e restrito ao local em que se iniciou", diz Angélica Nogueira Rodrigues, oncologista e diretora da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica). Mesmo assim, é importante saber que o diagnóstico precoce contribui para que o tratamento tenha menor agressividade. Normalmente, uma pequena cirurgia é a terapia mais indicada. Nela, a lesão é retirada e o paciente fica com pouca ou nenhuma cicatriz. A possibilidade de cura é de até 100%. Porém, se deixar o nódulo aumentar, a cirurgia será mais complexa, ou pode ser até incurável. Por isso, caso surja alguma lesão na pele com as características citadas, procure um dermatologista. Ele fará os exames necessários e poderá realizar o tratamento, ou encaminhar para o oncologista. Crescimento incomum de cabelos nas mulheres quando isso acontece em partes do corpo que normalmente os homens possuem pelos, como acima dos lábios (buço), ao redor do queixo ou abaixo do umbigo, pode ser um dos sintomas da SOP (Síndrome do Ovário Policístico). "Isso porque, quando a mulher tem esse problema, ocorre o aumento da produção de androgênios, que pode levar ao aparecimento de acnes e os ciclos menstruais ficam mais espaçados. E numa forma mais intensa, esses hormônios podem fazer com que a paciente tenha aumento de pelo nas regiões já mencionadas", explica Maurício Abrão, ginecologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo. O tratamento dependerá da causa que desencadeou a SOP. "Pacientes obesas, por exemplo, precisam primeiramente perder peso para verificar se o problema diminui. Além disso, também pode ser indicado tratamento hormonal, e nos casos mais extremos, uso de medicamentos específicos para diminuir o pelo", aponta José Maria Soares Junior, membro da comissão nacional especializada em ginecologia endócrina da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Dores e espessamento nos dedos ao sentir incômodos nessa parte do corpo, com a pele dos dedos mais grossa e perceber que as unhas estão maiores, mais arredondadas e largas, é preciso atenção, pois esse pode ser um dos sintomas de doença pulmonar. Isso porque a diminuição contínua dos níveis de oxigênio no organismo pode levar ao aumento das extremidades dos dedos e amolecimento da lâmina ungueal, conhecido como baqueteamento (espessamento) digital (pelo formato similar a uma baqueta de tambor). "Esses sinais podem ser por conta de insuficiência respiratória, mas também indicar a presença de câncer de pulmão, mas somente se o sintoma estiver relacionado à falta de ar e tosse", esclarece Maria Del Pilar Estevez Diz, diretora de corpo clínico do Icesp (Instituto do Câncer de São Paulo). As dores nos dedos e espessamento, no caso do câncer de pulmão, são consideradas sintomas secundários. Ou seja, são alterações que correm em paralelo ao câncer, e precisam ser examinadas e diagnosticadas por um especialista. Pele e área branca dos olhos amarelados Conhecida como icterícia, esse problema não atinge somente os recém-nascidos. No caso dos adultos, a esclerótica e a pele amareladas podem significar, por exemplo, o consumo excessivo de betacaroteno, substância responsável pela coloração de alimentos como cenoura, caqui e manga. "Além disso, pessoas com a chamada síndrome de Gilbert (quando o fígado não consegue processar de forma adequada a bilirrubina), ao menor sinal de estresse, desenvolvem a icterícia, que não indica qualquer gravidade", afirma Carla Matos, hepatologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Mas, na maioria das vezes, esse sintoma está ligado ao cálculo biliar ou entupimento da via biliar —caminho que a bile, substância produzida pelo fígado, faz até chegar ao intestino para ajudar a digerir os alimentos, principalmente gordura. Entretanto, também pode indicar problema no fígado, como hepatites, cirrose e outras doenças no órgão. "Qualquer alteração no fígado que impeça o seu bom funcionamento faz com que a bilirrubina caia na corrente sanguínea e, por isso, algumas partes do corpo ficam amareladas", conta Debora Poli, hepatologista do Hospital São Luiz, em São Paulo. O tratamento, claro, dependerá da causa da icterícia. Fontes: André Braz, dermatologista e professor de cosmiatria do serviço de dermatologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro; Angélica Nogueira Rodrigues, oncologista e diretora da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica); Carla Matos, hepatologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo; Carlos Eduardo Brandão, atual presidente da SBH (Sociedade Brasileira de Hematologia); Debora Poli, hepatologista do Hospital São Luiz, em São Paulo; Fabiana Seidl, dermatologista, especialista em clínica médica e membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia); Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo; Gabriela Miquelin, especialista em tricologia e unhas, preceptora responsável pelo ambulatório de discromias e vitiligo do departamento de dermatologia da Universidade de Mogi das Cruzes e dermatologista na Clínica Stockli, em São Paulo; José Maria Soares Junior, membro da comissão nacional especializada em ginecologia endócrina da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e chefe do departamento de obstetrícia e ginecologia da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Maria Del Pilar Estevez Diz, diretora de corpo clínico do Icesp (Instituto do Câncer de São Paulo); Maurício Abrão, ginecologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo; Patricia Ormiga, assessora do departamento de cosmiatria da SBD; Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo; Roberta Frota, endocrinologista do centro de rim e diabetes do Hospital 9 de Julho, em São Paulo; Rosita Fontes, médica endocrinologista do IEDE/RJ (Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, no Rio de Janeiro), professora associada de endocrinologia e metabologia da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e membro da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e Wilson Ayres, otorrinolaringologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

JORNAL DE BRASÍLIA/BRASÍLIA | Outros
Data Veiculação: 24/06/2020 às 03h00

MARCELO CHAVES Gratidão Mais duas mulheres solidárias que colaboraram com a campanha de arrecadação de cobertores novos promovida pelo J Br do Bem. Nosso muito obrigado hoje segue para a joalheira Benigna Venâncio e a advogada Fernanda Amaral, que enviaram dezenas de cobertores para a nossa ação social em favor de moradores de rua. Posse Empresária Janete Vaz tomou posse de maneira virtual, ontem, como conselheira do Hospital da Criança de Brasília José Alencar. A empresária vai compor o Conselho de Administração e contribuirá para o desenvolvimento do trabalho na instituição, que desenvolve um premiado serviço na área da saúde na capital. Cuidados O hospital Sírio-Libanês criou um setor exclusivo para dar consultoria para empresas estabelecerem protocolos de funcionamento durante a pandemia. Marcas como a Casa Cor, empresas como a Multiplan, e locais como o Pontão do Lago Sul recorreram ao serviço de infectologistas em busca de segurança para o público. Sim As empresárias Moema Leão, Sheila Podestá e Eliane Martins, franqueadas da Casa Cor Brasília e Casa Cor Goiânia, batem o martelo até o dia 15 de julho, se realizam ou não a mostra este ano. Caso seja feita, a edição 2020 da Casa Cor Brasília será em menor escala e bem diferente das promovidas anos anteriores. ...ou não De acordo com Eliane Martins, que conversou com a coluna, a mostra, caso seja realizada, acontecerá com visitas agendadas, como as feitas em museus. "Temos até o dia 15 de julho para tomar a decisão. Vamos acompanhar com atenção como ficará a pandemia no Brasil. Se formos fazer, será em uma casa", disse Eliane. Caçarolas Chef Leninha Camargo está criando pratos inspirados no gosto de personalidades da capital. O homenageado dirá para a chef o seu prato preferido. Ela criará a receita com um toque pessoal, e na sequência degustará com o convidado. Ao final, o prato receberá nome e ganhará uma foto da pessoa no cardápio. Repouso O relações públicas brasiliense Tiago Correia está de repouso no apartamento dos pais no Noroeste. Ele operou ontem de uma hérnia no hospital DF Star. Falando em saúde, a empresária Mércia Crema foi diagnosticada com covid-19. Sem sintomas graves, ela se recupera cumprindo isolamento em casa no Lago Sul. Inovando Em tempos de crise e com as novas formas de comunicação inovando o segmento no mundo, o lesb está promovendo uma especialização a distância parayoutuber. São dezenas de matérias relacionadas ao assunto com aulas ministradas por professores. O coordenador do curso será o professor Alexandre Loureiro. Luto Precursora de terapias alternativas da natureza no DF, a psicóloga Maria Marquesa Gonçalves perdeu a batalha para a covid-19, após dias internada. Maria trabalhou por muitos anos na Universidade da Paz - Unipaz, e no Palácio da Alvorada, como enfermeira, atendendo todos os presidentes do regime militar. Decisão Está repercutindo a decisão do TSE de rever o cálculo da distribuição do Fundo Eleitoral. Valerá como referência o número de representantes eleitos para a Câmara dos Deputados e para o Senado em 2018.0 critério, antes, era o tamanho das bancadas agora em junho. Partidos como PSD e MDB perderam dinheiro. Confiante A pandemia até adiou, mas não acabou com o sonho da empresária Carolina Laguardia. Ela inaugurou no último sábado, no Conjunto Nacional, a Sonho dos Pés. Para ela, empreender neste momento é mais do que a realização de um sonho. Significa também contribuir com a retomada econômica e a geração de emprego na cidade. @marcelochavess marcelochaves@grupojbr.com TATÁ CANHEDO, sempre inovando, assinou uma coleção de moletons em parceria com a marca Setedezessete BRUNO AGUIAR MARCELO CHAVES

DIÁRIO INDÚSTRIA & COMÉRCIO/CURITIBA | Outros
Data Veiculação: 24/06/2020 às 03h00

GJP Hotels & Resorts se une ao Sírio-Libanês para adotar certificação de biossegurança nos hotéis da rede INOVAÇÃO Investir no bemestar de seus hóspedes e oferecer sempre a melhor experiência em lazer, negócios e entretenimento é uma das principais missões da GJP Hotels & Resorts. Por isso, vem constantemente investindo em melhorias enquanto se prepara para a reabertura do turismo. Agora, a rede inova ao contar com 0 respaldo do Sírio-Libanês, referência em saúde no Brasil, para definir, revisar e validar a implementação de novos protocolos de biossegurança para hóspedes e funcionários em todos os seus dez hotéis espalhados pelo Brasil. Por meio da sua área de consultoria, 0 Sírio-Libanês certificará e auditará os novos padrões de higiene, desinfecção e segurança em todos os hotéis da GJP. As novas medidas adotadas incluem um novo formato de prestação dos serviços e um design atualizado de todo 0 ambiente dos hotéis para garantir maior separação de espaços e tranquilidade para hóspedes. A parceria com 0 Sírio-Libanês tem por objetivo garantir que 0 padrão de qualidade de atendimento na rede seja supervisionado e certificado por uma instituição médico hospitalar reconhecida. Assim, a GJP Hotels & Resorts estará apta a funcionar de acordo com 0 “novo agora” de convívio social que fará parte da vida de todos quando os hotéis reabrirem. A consultoria do hospital passa por suporte e planejamento, diagnóstico e revisão dos fluxos e processos dos serviços oferecidos nos hotéis, além de capacitação das equipes de funcionários e auditoria dos novos protocolos para garantir a certificação. O ponto central do trabalho nos dez hotéis - localizados em nove cidades do Nordeste, Sudeste e Sul do país - está na alta proteção contra possíveis riscos de contato e exposição para evitar a transmissão de infecções respiratórias. O investimento total previsto para implementação do projeto é de R$ 3 milhões.

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 24/06/2020 às 03h00

Em meio a 1,1 milhão de casos e mais de 52 mil mortes, Ministério da Saúde deixa de usar cerca de 70% do montante autorizado para combater o novo coronavírus. Pasta defende importância de "resguardar verba"; especialistas criticam Saúde gastou só 30% de verba contra covid » BRUNA LIMA » MARIA EDUARDA CARDIM Enquanto o novo coronavírus se alastra pelo Brasil, com registro de quase 40 mil casos confirmados nas últimas 24 horas e mais de 1,3 mil vidas perdidas de segunda para terça-feira, o Ministério da Saúde, mesmo com verba disponível, não usou nem 30% dos recursos exclusivamente destinados ao enfrentamento da covid-19. Dos R$ 39,3 bilhões em créditos extraordinários liberados por meio de oito medidas provisórias, apenas R$ 10,9 bilhões foram efetivamente pagos até o momento, o equivalente a 27,2% do total. Se por um lado o saldo é avaliado pela pasta como uma vantagem para conseguir arcar com as necessidades que ainda estão por vir durante a pandemia, por outro, escancara a situação crítica da saúde. Segundo o Ministério da Saúde, o recurso não foi totalmente empenhado, justamente para resguardar verba para o enfrentamento da pandemia nos próximos meses. No entanto, com os valores já usados, ou seja, liberados para pagamento, há quase R$ 28,4 bilhões em caixa. Entre as principais justificativas para a retenção estão a falta de equipamentos, reagentes, insumos e recursos humanos disponíveis no momento; a necessidade de aprovação de projeto de emenda para destravar as verbas; MPs que carecem, ainda, da elaboração de portaria para empenho; e reserva de dinheiro para remuneração de trabalhadores temporários. Ministro interino há 40 dias, Eduardo Pazuello afirmou, ontem, durante audiência pública da comissão mista criada para acompanhar as ações do governo federal no enfrentamos à covid-19, ser “interessante” manter uma reserva de recursos financeiros. “Então, o percentual de saldo que nós temos eu considero que está bom, é bom que haja algum saldo para que a gente possa manobrar. En- ErasmoSalomão/MS ml •*» cnl*u”M Para Pazuello, ministro interino da Saúde, ritmo das despesas não está ruim: "É bom que haja algum saldo para que a gente possa manobrar" tão, tirando a (MP) 969, que ainda está praticamente toda em elaboração, os saldos das demais estão aqui”, afirmou. Sozinha, AMP citada pelo general deve liberar R$ 10 bilhões em transferência fundo afundo e, pelas expectativas da pasta, o desentrave deve ocorrer ainda esta semana. Com trocas de gestão, desencontros de orientações dentro do próprio governo federal e a necessidade de interferências judiciais para cessar a guerra entre as instâncias do Executivo diante da falta de alinhamento, o problema em gerir a crise ultrapassou qualquer carência de recurso financeiro. Análise da Comissão de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de Saúde (Cofin/CNS), divulgada na última semana, denuncia a atuação do governo em meio à pandemia. "Não podemos deixar municípios e estados atuarem sozinhos, sem o recurso emergencial. Estamos com ministro interino e com o Sistema Único de Saúde (SUS) desfinanciado. É a maior crise sanitária da história. Conseguimos recurso emergencial, mas está parado. Isso é inadmissível, mostra o descompromisso do governo com a vida”, criticou o presidente do CNS, Fernando Pigatto. A reserva precisa ser usada para fortalecer determinadas carências. É o que acredita a infectologista Valéria Paes, do Hospital Sirio-Libanês em Brasília. “O investimento para ampliar a realização de exames diagnósticos é essencial. Conhecer bem onde estão os casos é fundamental para direcionar os esforços de prevenção da transmissão cruzada, identificar rapidamente os vulneráveis, fortalecer a estrutura de saúde local. Em suma: a informação é fundamental para a ação". Testes Pazuello também voltou a prometer transparência na pasta e assegurou que dados sobre os recursos econômicos e outros insumos distribuídos pelo Ministério da Saúde serão incluídos na plataforma lançada em 12 de junho. “Todos os brasileiros vão poder acompanhar cada centavo, cada item que foi distribuído para cada município, para cada estado. Quando foi, para o que foi, qual a origem, quando foi entregue aquilo e onde está. Não só números. Os números já estão disponíveis integralmente, mas, agora, nós vamos disponibilizar, na mesma plataforma, todos os dados do Ministério da Saúde. A transparência vai ser infinita”, garantiu. O ministro interino afirmou, ainda, que a orientação de um programa para testagem do novo coronavírus em massa está pronta, pactuada e deve ser apresentada hoje, durante coletiva do Ministério da Saúde “Nós fizemos uma orientação para testagem em massa e diagnóstico, e ela já está pactuada e aprovada”, revelou. De acordo com Pazuello, a revisão na estratégia de diagnóstico irá “mitigar o problema de se fazer um efetivo controle” de transmissão da doença. Em 24 horas, 39 mil casos e 1,3 mil mortes CarldeSouza/AFP Paciente com covid é tratado no Hospital Oceânico, em Niterói. Rio de Janeiro tem 100 mil infectados em meio a uma possível estabilização da curva de mortes e infectados do novo coronavírus no Brasil, a atualização diária divulgada, ontem, pelo Ministério da Saúde mostrou que a covid-19 continua com alto potencial de transmissão. O país voltou a registrar mais de mil mortes pela doença e uma explosão de diagnósticos positivos. Foram contabilizados mais 1.374 óbitos e 39.436 casos. Com isso, o país chega a 52.645 vidas perdidas e 1.145.906 de infectados. O registro diário de mortes só perde para o de 4 de junho, quando morreram 1.473 pessoas. Já o número de casos acrescentados em 24 horas só ficou atrás do informado na última sexta (19), dia em que 54.771 novas infecções foram confirmadas. A pasta explicou, à época, que o salto foi causado por uma instabilidade na rotina de exportação dos dados relatados por parte dos estados. Com a intensificação do processo de interiorização da covid-19 e a necessidade de rastreamento do vírus para conseguir controlá-lo, o Ministério da Saúde pretende ampliar a testagem, o que deverá refletir em uma nova alta de confirmações nas próximas semanas. Mesmo com a demanda de diagnóstico, o que se pode observar, atualmente, é um aumento do número de casos no Centro Oeste. Na última semana epidemiológica, todos os quatro estados da região bateram recorde de novos infectados pela covid. Recorde São Paulo ainda lidera os números brasileiros da doença, com 229.475 casos e 13.068 mortes. Ontem, o estado bateu recorde ao registrar 434 fatalidades pela covid-19. Apenas 40 dos 645 municípios da unidade federativa não registraram óbitos. Coordenador-executivo do Centro de Contingência, João Gabbardo ressaltou que apesar do alto número de mortes, o estado está conseguindo manter a taxa de ocupação dos leitos de UTI. De acordo com o governo paulista, as taxas de ocupação são de 68,7%, na Grande São Paulo, e 65,7%, no estado. “É importante destacar que isso não tem pressionado os leitos de UTI, nós continuamos com utilização entre 65% e 66% dos leitos, o que significa que nós temos entre 33% e 34% dos leitos disponíveis para a população. E isso é o que mais importa para quando as pessoas estiverem necessitando de atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória”, reforça Gabbardo. Além de São Paulo, outras oito unidades federativas ultrapassaram a marca de mil óbitos cada. São elas: Rio de Janeiro (9.153), Ceará (5.717), Pará (4.672), Pernambuco (4.339), Amazonas (2.686), Maranhão (1.797), Bahia (1.491) e Espírito Santo (1.425). Juntos, os nove estados somam 44.348 mortes, ou seja, 84,2% de todos os óbitos. No Brasil, apenas Tocantins e Mato Grosso do Sul têm menos de 200 óbitos, com 179 e 55, respectivamente. Do total no país, 479.916 pacientes estão em observação, 613.345 foram recuperados e 3.911 mortes estão em investigação. A atualização diária traz um aumento de 2,7% no número de óbitos nacionais em relação a segunda-feira, quando o total estava em 51.217. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,5%. A mortalidade (falecimentos por 100 mil habitantes) foi de 25,1. Já a incidência (casos confirmados por 100 mil habitantes) ficou em 543,3. (BL e MEC) ** Estamos com ministro interino e com o Sistema Único de Saúde (SUS) desfinanciado. É a maior crise sanitária da história. Conseguimos recurso emergencial, mas está parado. Isso é inadmissível, mostra o descompromisso do governo com a vida" Fernando Pigatto, presidente da Comissão de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de Saúde (Cofin/CNS) Parceria para vacina de Oxford O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou à comissão mista do Congresso que acompanha as medidas de enfrentamento à pandemia, que o Brasil deve assinar esta semana acordo com a Universidade de Oxford para produzir uma possível vacina contra a covid-19. O produto é o imunizante mais promissor em teste. “Já estamos com a ligações paralelas com a Universidade e com aAstraZeneca (farmacêutica) já bem adiantadas, envolvendo a Fiocruz, a Bio-Manguinhos. E a Casa Civil está analisando essa assinatura para os próximos momentos, de hoje (ontem) para amanhã (hoje).” Pazuello disse, ainda, que o governo também estuda parcerias similares para outras vacinas promissoras. “As outras iniciativas são referentes à Moderna, que é americana, e a uma chinesa, na mesma linha de São Paulo. Isso nós estamos trabalhando em paralelo. E, sim, é o objetivo número um do SUS e do ministério que a gente tenha acesso e entrada direta junto à estrutura de fabricação, para que a gente não perca o bonde, para podermos participar e ter a liberdade de fabricar a vacina, de não só a comprar.” O diretor do Instituto Butantã, Dimas Covas, destacou, ontem, estar muito otimista com a possibilidade de que o governo do estado de São Paulo tenha, até o fim deste ano, uma vacina. No dia logo governador João Doria anunciou uma parceria entre o Instituto Butantã e a farmacêutica chinesa Sinovac para a produção de um antígeno. Covas reforçou o cronograma que havia sido divulgado da realização de um estudo clínico até o fim de outubro e, caso seja aprovado, da produção da vacina no início do próximo ano. Os testes em voluntários brasileiros da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford tiveram início no último fim de semana na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), informou em nota a Fundação Lemann, que financia o projeto. Os testes da vacina ChAdOxl nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Unifesp, com dois mil voluntários em São Paulo e com mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D'Or.