Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/06/2020 às 19h23

O Palmeiras revelou neste domingo que após a bateria de testes realizada no elenco para detectar possíveis infecções pelo novo coronavírus encontrou apenas um jogador com caso positivo da doença. O atleta, cujo nome não foi revelado, foi afastado de forma preventiva das atividades presenciais que serão retomadas na próxima terça-feira e ficará em observação pelas próximas semanas. A comissão técnica examinou 30 jogadores desde quinta-feira Hospital Sírio Libanês. Além do jogador que testou positivo nessa série de exames, o clube afirma que outros três atletas tiveram resultado positivo para o coronavírus durante o período de paralisação. Todos estão recuperados e passaram por avaliações cardiorrespiratórias extras para garantirem que estão aptos a voltarem ao trabalho. De todo o time somente o zagueiro Gustavo Gómez ainda não fez os testes pois continua no Paraguai. O clube revelou que fez exames também em 26 membros da diretoria e comissão técnica. Apenas um caso positivo foi encontrado, mas já foi recuperado. A próxima rodada de testes em elenco e no estafe do clube será nesta segunda-feira, na Academia de Futebol. Mais outras rodadas de exames também serão realizadas nas próximas semanas, para cumprir o protocolo de cuidados previsto pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Anteriormente o Palmeiras fez 73 testes em funcionários do centro treinamento. Foram seis casos positivos ao todo, com três já recuperados e mais outros três em afastamento temporário até quinta-feira. Já na próxima terça o clube vai recomeçar uma série de avaliações físicas, fisiológicas e bioquímicas do elenco com o objetivo principal de avaliar possíveis perdas e deficiências decorrentes dos mais de três meses de paralisação.

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/06/2020 às 19h00

O Palmeiras anunciou neste domingo que tem um jogador infectado por Covid-19. Outros três testaram positivo para a doença, mas já se recuperaram. Os nomes são mantidos em sigilo. Os dados saíram dos exames que o clube fez no elenco desde quinta-feira, no Hospital Sírio Libanês. O atleta em recuperação não apresenta sintomas, mas ficará preventivamente fora das análises físicas e fisiológicas que a comissão técnica fará a partir de terça-feira. Mais notícias sobre o Palmeiras: Entre dirigentes, membros da comissão técnica e do Núcleo de Saúde e Performance, apenas um de 26 testes deu positivo. O profissional também já está recuperado. Do quadro de funcionários da Academia de Futebol, entre 73 testados, foram seis casos positivos: três pessoas afastadas e três recuperadas. O único jogador a não realizar os exames até o momento foi o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez, que, segundo o clube, teve dificuldade para retornar ao Brasil e é aguardado nesta semana. Todos passarão por novos testes na segunda-feira, um dia antes de realizarem avaliações físicas e fisiológicas, com objetivo de corrigir eventuais perdas físicas na quarentena. No retorno ao centro de treinamento, deverão ser seguidas novas medidas, compiladas em um manual de boas práticas elaborado pelo Núcleo de Saúde e Performance junto a profissionais do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Sírio Libanês.

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 10H/GLOBONEWS
Data Veiculação: 21/06/2020 às 11h28

 

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/06/2020 às 11h00

De todos os 30 jogadores do Palmeiras, apenas o zagueiro Gustavo Gómez não fez teste para Covid-19. O elenco e os membros da comissão técnica realizaram os exames entre quinta e sexta-feira, no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Segundo o clube, o paraguaio teve dificuldade para retornar ao Brasil e é esperado no começo da semana. Na segunda-feira, os atletas e membros da comissão técnica passarão por novos testes - até o momento, não foi divulgado o resultado dos primeiros. A partir de terça-feira, o elenco passará por avaliações físicas, fisiológicas e bioquímicas na Academia de Futebol, com objetivo de corrigir eventuais perdas físicas causadas pela quarentena. O último jogo da equipe foi em 14 de março, no empate sem gol contra a Inter de Limeira, pelo Campeonato Paulista. No retorno ao centro de treinamento, deverão ser seguidas novas medidas, compiladas em um manual de boas práticas elaborado pelo Núcleo de Saúde e Performance junto a profissionais do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Sírio Libanês. Na Federação Paulista de Futebol, o contrato de Gustavo Gómez com o Palmeiras vence no fim deste mês. Este, porém, será o último de curto prazo do zagueiro, cujos direitos econômicos foram adquiridos por meio de uma sucessão de empréstimos. O modelo foi acertado com o Milan para que não fosse necessário pagar o valor total da transferência em julho de 2018. Segundo o diretor executivo de futebol, Anderson Barros, o contrato definitivo, válido até junho de 2024, será registrado nos próximos dias. – O Milan já deu entrada na Federação Italiana, e gente deve fazer (o registro) no início de julho. Com isso, a transferência fica definitiva para o clube – disse Barros, recentemente.

INFOMONEY/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/06/2020 às 08h00

SÃO PAULO – Os países que têm conseguido lidar melhor com a pandemia do coronavírus são os que estão testando sua população em larga escala, monitorando a evolução da curva de contágio para decidir se endurecem ou afrouxam o isolamento. No Brasil, um dos agravantes para o ritmo de crescimento da doença nas últimas semanas é justamente a escassez de testes para atender a demanda crescente. Para minimizar o problema, o laboratório Mendelics, especializado em diagnósticos genéticos, acaba de desenvolver, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, um exame de saliva que detecta o coronavírus em uma hora, ao preço médio de R$ 95. De acordo com a empresa, o teste tem a mesma capacidade de diagnóstico, mas custa menos da metade do RT-PCR, o mais utilizado no mercado, cujo resultado leva até seis horas. E um investidor que poderá ganhar com o sucesso do laboratório em tempos de crise é a Funcef, entidade de previdência complementar fechada da Caixa. Com cerca de R$ 70 bilhões de patrimônio e quase 140 mil segurados, o fundo de pensão investiu R$ 30 milhões em 2012 por uma participação de 17% no então recém-constituído FIP BBI Financial, um Fundo de Investimento em Participações da gestora de private equity e venture capital Fin Health. O fundo tem como foco empresas emergentes inovadoras na área da saúde e comprou parte do capital da Mendelics ao fim de 2014. Retorno de quase 30% ao ano com um horizonte de investimento de dez anos, a expectativa é que o FIP possa começar a entregar o retorno para a Funcef e outros acionistas em 2022, com a venda de empresas do portfólio para remunerar o capital aportado pelos investidores. Segundo Andréa Videira, diretora de participações societárias e imobiliárias da Funcef, o ganho projetado com o fundo é de 27% ao ano. O resultado considera um desinvestimento hipotético pelo valor registrado na carteira na última atualização de fevereiro e poderá variar, para cima ou para baixo, conforme o momento de mercado e o humor dos investidores. Caso 2022 se mostre desfavorável para o desinvestimento, o gestor, em conjunto com os cotistas, poderá optar pela postergação das vendas, diz João Paulo Baptista, presidente da Fin Health. • Petros defende aguentar a volatilidade em nome do retorno esperado para a Bolsa em 2021 • Previ: as oportunidades que o maior fundo de pensão do país tem aproveitado na crise por apostar em negócios ainda em seu estágio inicial, às vezes em fase pré-operacional, os FIPs oferecem alta expectativa de retorno, com risco igualmente elevado. Em troca, o investidor precisa abrir mão da liquidez e esperar alguns bons anos até o negócio maturar. Devido a essas características, o veículo de investimento é uma das opções mais arrojadas na prateleira das corretoras, de acesso restrito – a aplicação começa em R$ 100 mil –, sendo destinada somente aos investidores qualificados (com pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras) ou profissionais (com R$ 10 milhões). Pela barreira de entrada, quem costuma apostar nesses veículos são justamente os investidores institucionais, como fundos de pensão. A carteira de FIPs representa aproximadamente 1,8% do patrimônio da Funcef, ou cerca de R$ 1,26 bilhão. A expectativa da dirigente é que o segmento galgue espaço dentro do portfólio nos próximos anos. Cadeia de suprimentos com o surgimento do coronavírus e o repentino e exponencial aumento de demanda por serviços e produtos relacionados ao setor de saúde, as cinco empresas na carteira do FIP – Mendelics, Timpel, Lifemed, Biozeus e Placi – se viram no epicentro da crise, trabalhando no enfrentamento da doença em diversas frentes. A Timpel, por exemplo, produz um tomógrafo portátil de baixo custo, fruto de pesquisa desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP). O equipamento está sendo utilizado no tratamento de pacientes com a Covid-19 no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. Segundo o presidente da Fin Health, entre as estratégias no radar para os desinvestimentos previstos para os próximos anos, está a abertura de capital na Bolsa. A Lifemed, que desenvolve produtos e equipamentos médicos e hospitalares, foi listada em janeiro no Bovespa Mais, o segmento de acesso da Bolsa. A volta dos que não foram embora o BBI Financial se desenhe um case de sucesso, o fundo de pensão da Caixa ainda tem de lidar com resquícios de investimentos problemáticos em FIPs, realizados por gestões anteriores. Entre os casos mais conhecidos está o fundo Sondas, da empresa em recuperação judicial Sete Brasil, criada após a descoberta do pré-sal, em 2006, para construir sondas de perfuração. O investimento é investigado pela Força Tarefa Greenfield, do Ministério Público Federal (MPF), instaurada em 2016 para investigar desvios em fundos de pensão. Em janeiro, o MPF denunciou 29 ex-dirigentes da Funcef e dos fundos de pensão do Banco do Brasil, da Petrobras e da Vale, acusados de gestão temerária pelo investimento no FIP Sondas. Cálculos da força tarefa indicam um prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos fundos de pensão pelo investimento na Sete Brasil. Em maio, nova denúncia contra três ex-dirigentes da Funcef, além de executivos da Odebrecht Ambiental e da Voga Empreendimentos. Nesse caso, a investigação do MPF indica um prejuízo de R$ 48 milhões à fundação, por aportes irregulares no FIP Operações Industriais entre 2012 a 2014. Diante desse histórico, os investimentos alternativos se tornaram palavra proibida no setor dos fundos de pensão nos últimos anos. No entanto, com a Selic a 2,25% ao ano, a busca por risco é inevitável para a fundação que quiser seguir solvente para honrar os benefícios previdenciários. Por isso, além dos investimentos líquidos em ações ou renda fixa, até o investimento ilíquido em FIP volta a ser avaliado pela Funcef. “Ocorreram problemas no passado, mas, na minha visão, é um ativo que não deveria ser descartado”, afirma a diretora de participações societárias e imobiliária, ressaltando o beneficio da diversificação que o investimento traz ao portfólio. Há discussões em curso no fundo de pensão para avaliar como retomar o investimento em FIPs, diz Andréa. “Estamos criando novos processos e metodologias, fortalecendo a governança”, afirma a dirigente, ressaltando que novos investimentos na classe ainda não foram feitos. Invista na carreira mais promissora dos próximos 10 anos: aprenda a trabalhar no mercado financeiro em um curso gratuito do InfoMoney!

AGORA CNN/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/06/2020 às 07h45