Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 17/07/2020 às 11h00

Utilizando sua fazenda de 30 impressoras 3D na sua cervejaria em Guarulhos (SP), a Ambev e o Hospital Sírio-Libanês desenvolveram um equipamento médico chamado videolaringoscópio, que ajuda profissionais de saúde a intubar pacientes com problemas respiratórios, como os causados pela Covid-19. O equipamento é essencial para ajudar a proteger os médicos que, normalmente, precisam se aproximar muito dos pacientes para intubá-los e correm o risco de se expor ao vírus. Com o videolaringoscópio é possível realizar o procedimento a uma distância segura. Outra inovação, além da produção na impressora 3D, foi em relação à captação de imagem do videolaringoscópio. Ao invés de ter uma tela acoplada, utilizou-se uma câmera que conecta com o celular ou computador e que serve como tela para reproduzir as imagens captadas pelo aparelho. Como a produção na impressora 3D é feita camada por camada, isso traz uma versatilidade e agilidade muito grande de adaptação. Atualmente, nenhuma empresa brasileira produz o equipamento. O modelo nacional foi desenvolvido pela startup Forge, que faz parte do ecossistema de inovação da Ambev, e idealizado por um grupo de médicos residentes do Hospital Sírio-Libanês, coordenado por Claudia Simões do Serviço Médico de Anestesia, além de outros médicos de grandes instituições como o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Tacchini, de Bento Gonçalves (RS). Graças à fabricação local, o custo do videolaringoscopio foi reduzido a R$ 40 por unidade. Como referência, os modelos importados custam cerca de US$ 2.000 (mais de R$ 10 mil). O time de inovação da Ambev conseguiu um produto 270 vezes mais barato e vai produzir 2.000 unidades e doar para os hospitais do Brasil. “Desde o início da pandemia no Brasil, dei um desafio claro para todo o time: usar nossa capacidade e recursos para ajudar o Brasil a enfrentar esse momento. O time buscou parceiros no nosso ecossistema e encontrou essa solução incrível que protege os médicos e médicas que estão na linha de frente do combate à pandemia”, diz Jean Jereissati, CEO da Ambev. A iniciativa foi testada em manequins e começará a ser avaliada em estudo clínico no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) e no Instituto Central (ICHC), ambos institutos do complexo hospitalar do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Neste momento estamos em fase final dos testes, com aprovações em provas do Inmetro, aguardando aprovação da Anvisa e no processo de aprovação do projeto clínico pelo Comitê de Ética em pesquisa. Além do Icesp e do ICHC, que coordenarão o estudo clínico, estamos mapeando outras instituições públicas de saúde que podem beneficiar-se do equipamento”, afirma Claudia Simões. O projeto foi possível também graças à Forge, startup que faz parte do ecossistema de inovação da Ambev e que ajudou a aprimorar o projeto do videolaringoscópio. A parceria entre as empresas não é nova: as impressoras 3D, inclusive, fazem parte de um hub que a Ambev tem dentro da sua cervejaria de Guarulhos para trabalhar com projetos de inovação em parceria com a Forge. “Quando as notícias da pandemia começaram a chegar de outros países, principalmente sobre a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), nós sabíamos que a impressora 3D seria uma ferramenta muito valiosa para o combate à Covid-19. Isso tudo devido à versatilidade e rapidez da tecnologia, que permitiu fazermos testes e adaptações com agilidade e sem custo. Uma vez validado o projeto, em poucos minutos começamos a produção”, afirma Gabriel Domene, fundador da Forge. Os videolaringoscopios da Ambev já foram testados em manequins no Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa e agora vão passar pela certificação da Anvisa.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 17/07/2020 às 09h15

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro do STF (Superior Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, deu maiores explicações sobre a exclusão da biometria como forma de identificação para as Eleições deste ano, que devem ser adiadas em um mês por conta da pandemia do coronavírus. Barroso afirmou que o processo de identificação pela biometria é mais demorado, o que aumentaria as chances de aglomeração nas filas, e explicou que o uso de álcool em gel, eficaz para desinfetar contra o vírus, estraga o aparelho da biometria. "A biometria foi suprimida porque identificar pela digital leva 70% mais tempo e pode gerar aglomeração", disse Barroso, no Twitter. "Além disso, o leitor biométrico estraga com álcool-gel", alegou ele. "Tudo o que for possível fazer pela segurança do eleitor e do mesário será feito", concluiu o presidente do TSE. A decisão seguiu a recomendação apresentada em reunião na noite de ontem pelos infectologistas David Uip (Hospital Sírio Libanês), Marília Santini (Fiocruz) e Luís Fernando Aranha Camargo (Hospital Albert Einstein), que prestam consultoria sanitária para o tribunal na organização do pleito. O pleito foi adiado para o mês de novembro, por conta da pandemia, com primeiro turno em 15/11.

DIÁRIO DO AMAZONAS/MANAUS | GERAL
Data Veiculação: 17/07/2020 às 03h00

Prefeito Arthur Neto se encontra em ‘franca recuperação’, diz boletim médico paulista 0 prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, "está em franca recuperação”, traz o boletim médico do hospital Sírio Libanês (SP), divulgado ontem. Ele não faz mais uso de Ventilação não Invasi va (VNI) e deve iniciar nos próximos dias os exames de acompanhamento da cirurgia realizada há alguns anos para retirada de câncer na próstata. Ansioso por retomar as atividades, o prefeito disse que segue atualizado de todas as ações da Prefeitura de Manaus e destacou que falta pouco para recuperar plenamente sua saúde e voltar à capital. “Eu já me sinto muito bem e não vejo a hora de regressar às minhas atividades. Temos muitas obras e ações em andamento e quero acompanhar tudo de perto. Mas estou seguindo as recomendações médicas, para que eu saia daqui com minha saúde totalmente restabelecida e pronto para voltar ao trabalho por Manaus e pelo meu povo”, disse o prefeito. Mais cedo, a primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, publicou em suas redes sociais uma foto de Virgílio e aproveitou para agradecer todas as mensagens que recebem diariamente Ela, que também foi diagnosticada com a Covid-19, juntamente com o prefeito. Spmcnm/ Divulgacão

BBC BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 17/07/2020 às 00h00

No início da semana, Botelho deixou Mato Grosso por medo de precisar de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No Estado, que tem enfrentado explosão de casos e mortes pelo novo coronavírus, quase não há leitos de UTI disponíveis na rede pública ou privada. Assim como Botelho, o presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Guilherme Maluf, que é ex-deputado estadual, também alugou um avião para se tratar em um hospital particular de São Paulo, após ser diagnosticado com a covid-19. Milionários, Botelho e Maluf não pensaram duas vezes antes de viajar para São Paulo. Os dois constataram que teriam melhor atendimento longe do próprio Estado no qual são figuras conhecidas da política — Maluf é ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e se tornou conselheiro do TCE-MT em razão de seu cargo como deputado estadual. Além da carreira política, Botelho e Maluf têm outra característica em comum: são alvos de diferentes investigações sobre fraudes contra os cofres públicos de Mato Grosso. Os dois negam qualquer irregularidade. Maluf e Botelho ilustram uma realidade social da covid-19: os ricos são os menos afetados duramente pelo novo coronavírus. Em Mato Grosso havia, na semana passada, 37 pedidos de leitos de UTI para pacientes com a covid-19. Apesar das solicitações, porém, pouco podia ser feito sobre o assunto. Isso porque há poucos leitos disponíveis — muitas vezes, quando um é desocupado, logo há um paciente grave à espera. Nos Estados vizinhos, a situação não é muito diferente, o que dificulta a intenção do governo de transferir doentes para outras regiões. Em Mato Grosso já foram registradas mais de 1,2 mil mortes pelo novo coronavírus e 31,1 mil pessoas foram infectadas, segundo dados atuais do Ministério da Saúde. O Estado, que figurava entre aqueles com menos casos no país, agora está entre as regiões com os maiores índices de crescimento de registros de covid-19. Guilherme Maluf, de 56 anos, foi diagnosticado com a covid-19 no último fim de semana, após apresentar sintomas como tosse e febre. Diante da falta de UTI no Estado, alugou um avião e seguiu, junto com a esposa, para o hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa de Maluf, mesmo sem sintomas graves, ele viajou para São Paulo como forma de precaução, caso os sintomas piorassem e precisasse de uma UTI. O quadro de saúde de Maluf é considerado estável. Ainda segundo a assessoria de imprensa, o avião foi fretado por Maluf com recursos próprios. Os custos da internação dele no hospital, também conforme a assessoria, são cobertos pelo plano de saúde que possui. Assim como Maluf, o deputado estadual Eduardo Botelho, de 61 anos, também decidiu viajar para São Paulo por medo de precisar de uma UTI. "O avanço (da doença) foi muito rápido", disse o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso em um vídeo publicado em suas redes sociais. "Fui informado que se eu continuasse evoluindo assim, poderia precisar de UTI. Com o sistema totalmente colapsado de UTI (em Mato Grosso), eu tinha 50% de chance de precisar de uma já na noite de segunda-feira. 50% é um número bom para jogar na loteria, mas para jogar com a vida não é", declarou Botelho, ao justificar a ida para São Paulo. A assessoria de imprensa de Botelho afirma que o deputado utilizou recursos próprios para viajar a São Paulo. A reportagem não obteve respostas se o deputado está pagando o hospital de modo particular ou se o plano de saúde dele cobre a internação. No vídeo publicado nas redes, Botelho disse que foi encaminhado a uma unidade semi-intensiva logo que chegou ao Sírio Libanês, onde permanece. "Realmente precisei de oxigênio", comentou. O parlamentar afirmou que teve 50% dos pulmões comprometidos pela doença. O quadro de saúde dele é considerado estável. As UTIs em Mato Grosso Enquanto Maluf e Botelho recebem tratamentos em unidades de São Paulo, a população mato-grossense enfrenta a pior situação na saúde desde o início da pandemia do novo coronavírus. A Secretaria de Saúde do Estado afirma que 93,1% dos 275 leitos de UTI destinados a pacientes com a covid-19 estão ocupados. O Governo de Mato Grosso declara que tem trabalhado com urgência para ativar mais 204 leitos de UTI para pacientes com o novo coronavírus. A falta de UTIs no Estado preocupa o promotor de Justiça Alexandre Guedes, da Área de Cidadania e Saúde Pública de Cuiabá. Ele afirma que, apesar de o governo de Mato Grosso apontar que quase 7% dos leitos de UTI estão disponíveis, na prática não há vagas. "Essa pequena porcentagem que sobra é referente ao período em que um paciente sai e logo entra outro no leito. Não há mais vaga em nenhum lugar, por isso há dezenas de liminares solicitando UTIs", diz. "Antes da pandemia, já faltava vaga na rede pública. Mas o Estado podia mandar o paciente para a rede privada. Agora, nem isso pode ser feito mais, porque não há vaga em nenhum lugar", acrescenta Guedes. O promotor comenta que as dificuldades na saúde pública de Mato Grosso existem há décadas. "Não há uma solução rápida que vai resolver isso", diz. Para Guedes, a principal medida para contornar a situação do novo coronavírus no Estado é o isolamento social. Na noite de quinta-feira (16), a pedido do Ministério Público do Estado, a Justiça prorrogou a quarentena na capital mato-grossense e em Várzea Grande, cidade vizinha, por mais sete dias. "Vamos solicitar a prorrogação dessa medida enquanto Cuiabá e Várzea Grande (município vizinho) forem consideradas áreas de risco sanitário muito alto." Mesmo com uma determinação da Justiça para a adoção da quarentena, Guedes ressalta que as medidas de isolamento não são seguidas adequadamente. "A quarentena está em vigor, mas há uma baixa adesão social, por isso os casos continuam aumentando. Há uma certa resistência do setor econômico em aplicar o isolamento. Existe, até certo ponto, falta de vontade política em adotar essas medidas", diz o promotor. Nas últimas semanas, as regiões Sul e Centro-Oeste passaram a registrar crescimento de casos no país, enquanto outras regiões passam por período de estabilização da curva da covid-19. Mato Grosso se destaca entre os novos Estados altamente castigados pelo novo coronavírus. Segundo o MonitoraCovid-19, plataforma criada por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Estado apresentou grande crescimento de mortes no país nas últimas semanas: em 12 dias, os números de óbitos dobraram. Pesquisador da Fiocruz, o epidemiologista Diego Xavier aponta que Mato Grosso atualmente enfrenta uma das situações mais difíceis no país em relação à covid-19. "Não se prepararam. No começo, muita gente acreditava que a doença não chegaria, porque é uma região muito quente. Não fizeram o isolamento adequado. No princípio, a capital até fez isolamento, mas as cidades vizinhas não fizeram. Essas medidas de isolamento precisam ser compartilhadas entre os municípios próximos", declara. "Mato Grosso está em uma situação muito ruim. Além de ter, atualmente, uma das piores taxas de crescimento da covid-19 no país, não tem leitos", declara o pesquisador. Xavier considera que falhas em gestões locais impulsionaram ainda mais as dificuldades enfrentadas atualmente no Estado. Ele cita uma situação de meados de junho, que classifica como "absurda". Na época, o Ministério da Saúde desabilitou 89 leitos de UTIs de hospitais destinados à covid-19 em cinco municípios de Mato Grosso e determinou a devolução de R$ 12,8 milhões à União, valor que era destinado a essas unidades. Foram desabilitados 60 leitos (50 adultos e 10 pediátricos) em Cuiabá, cinco em Várzea Grande, oito em Tangará da Serra, 10 em Rondonópolis e seis em Sorriso. O Ministério da Saúde apontou que as unidades desabilitadas não estavam em funcionamento. Os municípios justificaram que os leitos para a covid-19 foram transferidos para outras unidades de saúde da região. Desta forma, alegaram que devolveriam os recursos federais, pois estes somente poderiam ser destinados aos locais definidos inicialmente. Representantes das cidades afirmaram que o fato não prejudicaria o enfrentamento à pandemia. Na capital, por exemplo, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) disse que os 60 leitos desabilitados no Hospital Municipal, até então dedicados a pacientes com o novo coronavírus, seriam destinados a outras enfermidades. Na época, Pinheiro argumentou que isso não impactaria os casos de covid-19, pois outros hospitais municipais de Cuiabá estariam destinados a receber pacientes com a doença. Xavier considera que faltou uma melhor avaliação dos gestores locais, que, segundo o pesquisador, subestimaram os impactos do novo coronavírus. "Devolver os recursos foi um absurdo. Agora eles precisam desses leitos e não têm", declara. De acordo com Xavier, falhas em gestões locais e pouca adesão ao isolamento social estão entre os principais fatores que fizeram Mato Grosso chegar às dificuldades atuais. O pesquisador ressalta que o caos na saúde do Estado afeta, principalmente, os mais pobres. "Essas pessoas, que compõem a maioria da população, estão contando com a sorte de aparecer um leito de UTI", pontua. O pesquisador pontua que nem sempre as pessoas mais pobres conseguem fazer isolamento social. "Muitos precisam pegar transporte público para trabalhar. Além disso, a densidade social em áreas pobres, como favelas, é muito grande. Como fazer isolamento em lugares assim?", diz. "Já as pessoas mais endinheiradas pegam um avião e buscam uma UTI, se precisar. A 'nata' da população hoje pode se salvar e buscar tratamento em grandes hospitais. A pandemia veio para mostrar como a desigualdade mata", diz. A BBC News Brasil procurou o deputado Eduardo Botelho e o presidente do TCE-MT, Guilherme Maluf, para comentar a atual situação no Estado. Porém, as assessorias de imprensa deles disseram que eles não estão concedendo entrevistas neste momento, pois estão focados em seus tratamentos. Casos de pessoas que foram a outros Estados em busca de atendimento para a covid-19 em hospitais particulares não se restringem a Mato Grosso. Pelo país, há diversas histórias de ricos infectados pelo novo coronavírus que utilizaram aviões particulares para buscar atendimento em hospitais tidos como referência. No Hospital Sírio Libanês, por exemplo, a reportagem apurou que um terço dos pacientes internados com a covid-19 não vive em São Paulo — a unidade de saúde não divulga a informação oficialmente. Um estudo do Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde, grupo da PUC-Rio, apontou que o coronavírus mata mais pessoas negras e pobres no Brasil — fenômeno que se repete em outros países, como o Reino Unido e os Estados Unidos. O estudo analisou a variação da taxa de letalidade da doença no Brasil de acordo com variáveis demográficas e socioeconômicas da população. Cerca de 30 mil casos de notificações de covid-19 até 18 de maio disponibilizados pelo Ministério da Saúde foram levados em conta. Segundo o estudo, divulgado pela BBC News Brasil em 12 de julho, pessoas sem escolaridade tiveram taxas três vezes superiores (71,3%) às pessoas com nível superior (22,5%) em relação à morte por covid-19. Se cruzarmos escolaridade e raça, o levantamento aponta que pretos e pardos sem escolaridade tiveram 80,35% de taxas de morte, contra 19,65% dos brancos com nível superior. "A desigualdade social tem impacto direto nos óbitos entre os mais pobres e com menor escolaridade", disse, na reportagem publicada no último dia 12, uma das responsáveis pelo estudo, a pesquisadora Paula Maçaira, do Departamento de Engenharia Industrial do CTC/PUC-Rio. "Quanto mais desfavorável a situação do paciente, mais chances ele tem de falecer." Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

O DOCUMENTO/CUIABÁ
Data Veiculação: 17/07/2020 às 00h03

Presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM): “O momento mais difícil nós já passamos, agora é só ter paciência, fé, persistência e recuperação” O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), em tratamento contra infecção pulmonar causada pelo coronavírus, em São Paulo, gravou áudio nesta quinta-feira (16), anunciando que o seu quadro de saúde está bem melhor, sem comparado há três dias quando ele se internou no Hospital Sírio Libanes. “O momento mais difícil nós já passamos, agora é só ter paciência, fé, persistência e recuperação. É isso pessoal, obrigado e que Deus abençoe a todos”, agradeceu Botelho.