Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

MSN BRASIL
Data Veiculação: 16/06/2020 às 00h00

Bruno Covas (PSDB) usou seu perfil no Instagram para falar sobre o tratamento contra o novo coronavírus — o prefeito de São Paulo foi diagnosticado com Covid-19 no sábado (13). “Em nome da transparência que entendo necessária quando um político adoece, esclareço que estou tomando o medicamento prescrito pelo meu médico: Azitromicina”. Trata-se de um antibiótico usado para o tratamento de diversas infecções. + Assine a Vejinha a partir de 6,90 “Remédio não é de esquerda ou de direita. Lamento que alguns queiram politizar a escolha do medicamento. Faça como eu: Só tome o remédio que seu médico prescreveu para você! De resto, contínuo bem e sem dor. Obrigado”, finalizou o prefeito na legenda da publicação. Confira: View this post on Instagram Em nome da transparência que entendo necessária quando um político adoece, esclareço que estou tomando o medicamento prescrito pelo meu médico: Azitromicina. Remédio não é de esquerda ou de direita. Lamento que alguns queiram politizar a escolha do medicamento. Faça como eu: Só tome o remédio que o seu médico prescreveu para você! De resto, contínuo bem e sem dor. Obrigado A post shared by Bruno Covas (@brunocovas) on Jun 15, 2020 at 5:11pm PDT Segundo informações da Prefeitura, o teste positivo de Covas veio após exames de rotina. O prefeito diz que passa bem, não apresenta sintomas e que recebeu recomendações de seu médico, Dr. David Uip, para permanecer trabalhando em casa, em observação pelos próximos dias. No clipe, o tucano também afirma que não vai se licenciar do cargo e que continua exercendo suas funções mesmo em quarentena. Em maio de 2020, o prefeito foi internado no Hospital Sírio-Libanês após sintomas de desconforto abdominal, recebendo alta dois dias depois: “Os exames evidenciaram quadro de colite autolimitada (inflamação do intestino com melhora espontânea)”. Covas faz tratamento contra um câncer diagnosticado, inicialmente, na cárdia, transição entre estômago e esôfago. Ele segue fazendo sessões de imunoterapia contra câncer linfonodos. O tucano foi internado pela primeira vez no dia 23 de outubro de 2019. Vídeo: EUA retira autorização para hidroxicloroquina (AFP)

JORNAL NACIONAL/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 20h31

 

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 19h52

O medicamento dexametasona, apontado por pesquisadores da Univerdade de Oxford, no Reino Unido, como a primeira droga que, comprovadamente, reduz a incidência de mortes pela covid-19, também é estudado em pacientes graves no Brasil. Coordenada pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a pesquisa é uma iniciativa da Coalizão Covid Brasil —grupo formado por grandes hospitais e laboratórios. O projeto brasileiro, que começou em abril, já recrutou pouco mais de dois terços dos 350 pacientes previstos no estudo. "São contemplados pacientes que têm síndrome do desconforto respiratório agudo e estão em ventilação mecânica nas UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) de 40 hospitais em todas as regiões do país. Os primeiros resultados devem sair em agosto", diz nota divulgada pelo Sírio. Estudo de Oxford O medicamento de ação anti-inflamatória foi testado no que é considerada a maior pesquisa do mundo sobre coronavírus para encontrar um medicamento para o combate do vírus. Os pesquisadores afirmaram que se a droga tivesse sido amplamente utilizada desde o início da pandemia no país mais de 5 mil vidas poderiam ter sido salvas. Durante o teste, a equipe de pesquisa de Oxford ofereceu o medicamento a 2 mil pacientes internados e os comparou com outros 4 mil que não receberam a droga. Para pacientes em respiradores, o risco de morte caiu 40%, já para aqueles que estavam utilizando oxigênio a taxa foi de 25% a 20%. "Dexametasona é a primeira droga que comprovadamente melhora as chances de sobrevivência da covid-19. A recomendação é que, a partir de agora a dexametasona se torne padrão no tratamento desses pacientes. O medicamento é barato e pode salvar vidas ao redor do mundo imediatamente”, explicou Peter Horby, pesquisador e chefe do estudo em Oxford, por meio de nota. Dexametasona pode agravar quadro inicial O pneumologista Fred Fernandes, doutor em ciências médicas pela USP (Universidade de São Paulo) e atual presidente da SPPT (Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia), publicou um alerta sobre os riscos do uso de corticoide no tratamento da fase inicial da covid-19. Segundo o médico, a infecção respiratória provocada pelo novo coronavírus é caracterizada por "fases bem distintas" e, por isso, é necessário prudência "antes de correr para a farmácia para comprar o remédio" de um estudo científico que ainda não foi publicado oficialmente. "Na fase inicial (azul) o que predomina é replicação viral. Sabe o que corticoide faz com replicação viral? Aumenta. Então é possível que nessa fase dar o remédio seja jogar mais gasolina na fogueira", escreveu no Twitter. Fred Fernandes explica que a pesquisa com a droga apresentou resultados "satisfatórios" porque foi administrada durante a fase vermelha, quando o que predomina é a resposta inflamatória. "Isso corticoide trata bem. Reduz a inflamação. Não busque solução mágica e não se medique sem orientação. Nessa doença tudo tem que ser feito com cuidado e na hora certa".

JORNAL DA BAND/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 19h41

 

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 16/06/2020 às 18h25

O uso da dexametasona – medicamento que foi apontado por pesquisadores ingleses como capaz de reduzir o número de óbitos em pacientes com Covid-19 – também está sob avaliação no Brasil. Há um estudo coordenado pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Aché Laboratórios, em andamento em 40 unidades hospitalares do país. O objetivo é aferir a segurança e eficácia do tratamento. A pesquisa brasileira começou em abril e já recrutou pouco mais de dois terços dos 350 pacientes previstos. O medicamento está sendo administrado para pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo que necessitam de ventilação mecânica em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Os primeiros resultados devem sair em agosto. Oxford Nesta terça-feira (16/06), o Reino Unido anunciou que o medicamento entraria no protocolo de atendimento a casos graves de Covid-19 depois de resultados positivos obtidos em uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford. Apesar da pesquisa inglesa ainda não ter sido publicado em periódicos científicos, a informação divulgada à imprensa foi a de que o tratamento conseguiu redução de mortes de 35% em pacientes que utilizaram respiradores e de 20% para os que precisaram de outros tipos de suporte respiratório. O estudo contou com 2.104 pacientes que receberam o medicamento comparados a um grupo controle de outros 4.321 doentes. De acordo com os cientistas, o corticoide seria o primeiro remédio do mundo a conseguir demonstrar eficácia para reduzir as mortes provocadas pelo coronavírus.

PLANTÃO DA SAÚDE/TV GAZETA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 18h04

Estamos de volta e vamos juntos ao nosso telão da saúde e ver como a atualização dos casos do novo coronavírus no país e no Estado de São Paulo estava presente, chega ali até a última atualização feita pelo Ministério da Saúde ontem à noite. O Brasil registrava quarenta e três mil novecentos e cinquenta e nove óbitos e oitocentos e oitenta e oito mil duzentos e setenta e um casos, porém, o consórcio de veículos de imprensa que realizou levantamento a partir de dados das secretarias estaduais de saúde aponta que o país já tem quarenta e quatro mil seiscentas e cinquenta e sete mortes para o clube de dezenove e novecentos e quatro mil setecentos e trinta e quatro casos não hoje no Estado de São Paulo, pelos números atualizados, já são onze mil cento e trinta e duas mortes e cento e noventa mil duzentos e oitenta e oito melhor duzentos e oitenta e cinco, o registros da doença, em vinte e quatro horas novo recorte, trezentos e sessenta e cinco óbitos e oito mil oitocentos e vinte cinco o novos casos no estado. ZÉ Celso durou pouco, né. Um dia após comemorar queda o Estado de São Paulo voltou a registrar um novo recorde em número de mortes como mostramos no telão foram trezentas e sessenta e cinco, o nas últimas vinte e quatro horas e o Governo do estado anunciou hoje que dispensa o contrato para a compra de novos respiradores da China, durante a coletiva no Palácio dos Bandeirantes também para falar sobre. A nova droga contra a couve dezenove que, segundo os cientistas de Oxford é o primeiro medicamento que comprovadamente reduz de forma significativa a mortalidade de pacientes hospitalizados. A cobertura é do repórter Marcelo Batatais. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo anunciou o rompimento do contrato com a RedeTv 0 são empresa que intermediou a compra de 2 mil respiradores chineses. Segundo o secretário da saúde, José Henrique quer não, apenas 30 por cento dos respiradores foram entregues e como o prazo para o recebimento de todos os equipamentos terminou o assunto será resolvido na justiça o Governo de São Paulo já havia pago 242 milhões de reais pelos equipamentos. O investimento total é de 550 milhões de reais e 2º reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo não foi formulado um contrato com cláusulas estipulando multa e ressarcimento em caso de descumprimento do acordo está cancelado encontrar de uma fase operacional. Numa fase em julho e 26 2 mil espectadores comprados na China, o governo conta atualmente com 2700 equipamentos considerados essenciais para o tratamento de pacientes com a cor e de 10 em estado grave. Desses 1800 e foram distribuídos hospitais de todo o estado, mas o governo admite que será preciso de mais aparelhos para atender a alta demanda hospitalar. Com relação àquilo que nós temos de fornecimento de respiradores nós continuamos trabalhando, continuamos na busca de novos respiradores nesta semana, o governo distribuiu 164 respiradores a hospitais de todo o estado. Eles fazem parte da leva de 650 equipamentos produzidos na Turquia, que chegaram ao Brasil no último fim de semana com seu manuseio diferente daquele que os profissionais de saúde do estado estão acostumados. A Secretaria de Saúde disponibilizou um tutorial de funcionamento, nós estamos para a dor é um pequeno clipe, um pequeno vídeo. Rio quem mostra é como ligar um ventilador e como adaptar utilizando o nosso protocolo de ventilação mecânica que temos aplicado e em vários locais aqui em São Paulo, como aplicar esse protocolo de ventilação mecânica para um paciente convide utilizando especificamente esse modelo de ventilador. Nesta terça-feira São Paulo bateu recorde no número de casos e óbitos pelo novo coronavírus ao todo, foram registradas 365 o novas mortes e 8825 o novos casos no estado, fruto da e sube notificações no fim de semana e da interiorização da doença já que, de acordo com os especialistas, a pandemia estaria se estabilizando na região metropolitana, os indicativos são. De que estamos chegando na estabilização. E então na região da Grande São Paulo, se já o interior algumas cidades estão em fase, ascendente é dever do estado, provavelmente. Somente com uma grande parte da população está aqui na região metropolitana. Mitt nós estamos chegando a atingir US estabilização. Além da vacina aos poucos pesquisadores começam a descobrir outras formas de combater o coronavírus conhecidas jogos for divulgou uma pesquisa que mostra a eficiência da Dex evitar a zona no tratamento da convide dezenove. O estudo revela que o corte pode diminuir em trinta e cinco por cento as mortes de pacientes que faziam uso de respiradores em vinte por cento, as mortes de pacientes que precisavam de auxílio de oxigênio. Segundo o coordenador do centro de contingência do coronavírus do Governo de São Paulo, a droga já vem sendo usada nos hospitais do estado, Hospital das Clínicas estão fazendo parte, juntamente com. Hospital do coração com sírio-libanês e dez reais que estava sendo feito um estudo grande aqui no nosso estado testando também esse medicamento nos códigos feroz diz de uma maneira geral já vinha fazendo parte e eles estão no nosso protocolo, aprovado na secretaria da Saúde e ele já estava fazendo parte desse protocolo, então, para algumas situações, a informação adicional que este estudo traz e que eles usaram uma população mais ampla não numa população específica como estava no nosso protocolo.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 17h42

"Não saia tomando corticóide para combater ou prevenir o coronavírus. Primeiro, porque não há indícios de que ele contribui com quadros leves da doença. E, segundo, porque a droga também produz efeitos colaterais. Caso esteja com sintomas, procure um médico que vai te avaliar." A recomendação é de André Nathan, médico da equipe de pneumologia do Hospital Sírio-Libanês, que vem pesquisando o emprego de corticóides em pacientes em estado grave por covid-19. Como o remédio é barato e pode ser encontrado facilmente, o temor de especialistas é que haja uma corrida às farmácias, levando a uma nova onda de automedicação. "Corticóide, além de impactar na pressão e na diabetes, é um imunossupressor, reduz a defesa do corpo. Quem incorrer no erro de tomar o produto de forma preventiva, pode estar, portanto, ajudando a fragilizar as barreiras que impediriam a entrada do coronavírus no organismo ou ajudando à doença a ficar mais forte", afirma. Em outras palavras, se você consegue respirar sem a ajuda de aparelhos, o remédio não é para você. A dexametasona, um tipo de corticóide (medicamento com efeito anti-inflamatório) se tornou um dos trending topics, nesta terça (16), após um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, ter apontado que ele reduziu mortes em pacientes de covid que dependiam de ventilação mecânica ou oxigênio e, portanto, quadros mais graves. O estudo inglês vai ao encontro de outros que vêm sendo realizados pelo mundo. Nathan explica que, no começo deste ano, havia sido publicado um trabalho relacionando o emprego da dexametasona no aumento da sobrevida de pacientes com síndrome de desconforto respiratório agudo. Quando o coronavírus se tornou uma pandemia, grupos de pesquisa resolveram analisar a relação da dexa com a covid. De acordo com o médico e pesquisador, os dados divulgados por Oxford são importantes e os pesquisadores são sérios. Mas o resultado ainda não foi publicado em revista científica e, portanto, não passou pela análise crítica de seus pares cientistas. Entre os grupos de pesquisa que vêm estudando a dexametasona, há uma rede de hospitais brasileiros, que conta com Sírio-Libanês, Albert Einstein, Moinhos de Vento, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, entre outros. Os resultados no Brasil também apontam na mesma direção, ou seja, que a medicação representa uma melhora para pacientes com covid-19 que necessitem de ajuda para respirar. Vale lembrar que a doença causa uma resposta exacerbada do corpo e o medicamento reduz a consequente "tempestade imunológica" no paciente. "A adoção do medicamento para pesquisa e o uso compassionado [quando o paciente está em estado grave e buscam-se alternativas para sua sobrevivência] já acontecia no Brasil. Temos boas respostas clínicas, mas o estudo não terminou", diz André Nathan. "A impressão dos médicos que usam em seus pacientes é, contudo, positiva e os estudos estão validando isso do ponto de vista científico." Ele ressalta que não é possível afirmar que a dexametasona poderá ser adotada em casos mais leves.

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 16/06/2020 às 15h55

A Universidade de Brasília (UnB) realizará um estudo, em parceria com o Hospital Universitário de Brasília (HUB) e o Hospital Sírio Libanês, sobre como o coronavírus afeta o cérebro de pacientes diagnosticados com a Covid-19. Comandada pelo neurologista Felipe Von Glehn, professor da Faculdade de Medicina de UnB, a pesquisa irá verificar possíveis problemas neurológicos decorrentes da doença, como encefalite, mielite (doença neurológica causada por um processo inflamatório das substâncias cinzenta e branca da medula espinhal), anosmia (perda do olfato), AVC (acidente vascular cerebral) e poliradiculopatia (Síndrome de Guillain Barré). Os pacientes serão acompanhados ao longo de um ano para coleta de material biológico e análise clínica. A previsão é de que, após três meses, saiam os primeiros resultados do trabalho. Segundo a Universidade, estudos chineses e italianos mostraram que de 30% a 40% dos pacientes com Covid-19 desenvolvem doenças neurológicas. Ao identificar o mecanismo de ação do vírus no cérebro, será possível investigar, posteriormente, medicamentos para tratamento das doenças neurológicas associadas ao novo coronavírus. (Com informações da Secretaria de Comunicação da UnB)

VEJA SÃO PAULO.COM.BR/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/06/2020 às 11h08

Cidades "Lamento que alguns queiram politizar a escolha do medicamento", escreveu o prefeito no Instagram Governo de São Paulo/Reprodução/Instagram/Veja SP Publicidade Bruno Covas (PSDB) usou seu perfil no Instagram para falar sobre o tratamento contra o novo coronavírus — o prefeito de São Paulo foi diagnosticado com Covid-19 no sábado (13). “Em nome da transparência que entendo necessária quando um político adoece, esclareço que estou tomando o medicamento prescrito pelo meu médico: Azitromicina”. Trata-se de um antibiótico usado para o tratamento de diversas infecções. + Assine a Vejinha a partir de 6,90 “Remédio não é de esquerda ou de direita. Lamento que alguns queiram politizar a escolha do medicamento. Faça como eu: Só tome o remédio que seu médico prescreveu para você! De resto, contínuo bem e sem dor. Obrigado”, finalizou o prefeito na legenda da publicação. Confira: View this post on Instagram Continua após a publicidade em nome da transparência que entendo necessária quando um político adoece, esclareço que estou tomando o medicamento prescrito pelo meu médico: Azitromicina. Remédio não é de esquerda ou de direita. Lamento que alguns queiram politizar a escolha do medicamento. Faça como eu: Só tome o remédio que o seu médico prescreveu para você! De resto, contínuo bem e sem dor. Obrigado 😊 A post shared by Bruno Covas (@brunocovas) on Jun 15, 2020 at 5:11pm PDT Segundo informações da Prefeitura, o teste positivo de Covas veio após exames de rotina. O prefeito diz que passa bem, não apresenta sintomas e que recebeu recomendações de seu médico, Dr. David Uip, para permanecer trabalhando em casa, em observação pelos próximos dias. No clipe, o tucano também afirma que não vai se licenciar do cargo e que continua exercendo suas funções mesmo em quarentena. Continua após a publicidade em maio de 2020, o prefeito foi internado no Hospital Sírio-Libanês após sintomas de desconforto abdominal, recebendo alta dois dias depois: “Os exames evidenciaram quadro de colite autolimitada (inflamação do intestino com melhora espontânea)”. Covas faz tratamento contra um câncer diagnosticado, inicialmente, na cárdia, transição entre estômago e esôfago. Ele segue fazendo sessões de imunoterapia contra câncer linfonodos. O tucano foi internado pela primeira vez no dia 23 de outubro de 2019. Bruno Covas coronavírus Covid 19