Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 17h50

Neste momento, o diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, Eduardo Macário; o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros; e a coordenadora geral de Laboratórios de Saúde Pública, Grace Madeleine; participam de entrevista coletiva no Palácio do Planalto sobre a pandemia do novo coronavírus. A covid-19 já afetou mais de 1,9 milhão de brasileiros. Acompanhe ao vivo: » Para evitar contágio, TSE excluirá biometria nas eleições municipais O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, decidiu excluir a necessidade de identificação biométrica, por meio de impressão digital, nas eleições municipais deste ano, tendo em vista o risco de contágio por covid-19. A decisão foi tomada após uma primeira reunião de técnicos do tribunal com os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein. » ANS decide se teste para covid-19 é procedimento obrigatório para planos de saúde A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decide na próxima reunião de diretoria, marcada para amanhã (16), se o teste para detecção de covid-19 continua no rol de procedimentos obrigatórios dos planos de saúde. Os exames foram incluídos no dia 29 de junho, por causa de uma decisão judicial.

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 15/07/2020 às 10h18

As eleições municipais marcadas para 15 de novembro com segundo turno em 29 de novembro não contarão com a biometria dos candidatos. A decisão é do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ministro Luís Roberto Barroso. Ele está seguindo as recomendações dos médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein. O trio presta consultoria gratuita ao TSE sobre como tornar o pleito seguro para ocorrer durante a pandemia de coronavírus. Os especialistas acreditam que o uso da biometria por diversos eleitores em um mesmo equipamento pode aumentar o risco de infecção. Além disso, o equipamento gera pequenas aglomerações, por conta do tempo que leva para ser usado. A assinatura, o modo antigo, por sua vez, é bem mais rápida. A decisão ainda não é definitiva, já que ainda precisa de um referendo do plenário do TSE, que está de recesso até 3 de agosto. As eleições serão uma grande operação. A determinação do tribunal é que se leve em conta as condições de higiene levando em conta a situação dos mesários, eleitores, portadores de necessidades especiais e população indígena, que tem um sistema imunológico diferente do restante dos brasileiros. SAIBA MAIS 10:29 - 15/07/2020 Severino Cavalcanti, ex-presidente da Câmara, morre aos 89 anos 09:02 - 15/07/2020 Itamaraty usa conteúdo ideológico em cursos de português para estrangeiros 08:50 - 15/07/2020 Skaf é diagnosticado com covid e está internado no Hospital Sírio-Libanês O Congresso promulgou a Emenda Constitucional Número 107 em 1o de julho, após o texto ser cotado e aprovado na Câmara e no Senado. Foi o próprio Barroso quem trabalhou no convencimento dos presidentes Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), e de outros parlamentares, para fazer passar a proposta de emenda à constituição e postergar a data do pleito. (Com informações do TSE)

TERRA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 09h57

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta quarta-feira, 15, que vai retirar a necessidade da identificação por biometria na votação das eleições municipais deste ano. A decisão foi tomada em meio à pandemia do coronavírus, após recomendação feita por infectologistas. A possibilidade do aumento da chance de infecção, uma vez que o leitor do sistema não pode ser higienizado frequentemente, e a possibilidade de aglomerações nas seções eleitorais foram determinantes para a medida, segundo o TSE. O presidente da Corte eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, ouviu os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Luís Fernando Aranha Camargo, do Albert Einstein, e Marília Santini, da Fundação Fiocruz. A decisão deverá ser levada a referendo do plenário do TSE. Por causa da pandemia da covid-19, as eleições municipais de 2020 foram adiadas de outubro para novembro. A proposta de emenda à constituição (PEC) que altera as datas foi aprovada na Câmara, após passar no Senado, no dia 1º deste mês. Com as mudanças, o primeiro turno será no dia 15 de novembro e o segundo acontece no dia 29 do mesmo mês. Confira aqui as datas do calendário eleitoral.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 09h46

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta quarta-feira, 15, que vai retirar a necessidade da identificação por biometria na votação das eleições municipais deste ano. A decisão foi tomada em meio à pandemia do coronavírus, após recomendação feita por infectologistas. A possibilidade do aumento da chance de infecção, uma vez que o leitor do sistema não pode ser higienizado frequentemente, e a possibilidade de aglomerações nas seções eleitorais foram determinantes para a medida, segundo o TSE. O presidente da Corte eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, ouviu os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Luís Fernando Aranha Camargo, do Albert Einstein, e Marília Santini, da Fundação Fiocruz. A decisão deverá ser levada a referendo do plenário do TSE. Por causa da pandemia da covid-19, as eleições municipais de 2020 foram adiadas de outubro para novembro. A proposta de emenda à constituição (PEC) que altera as datas foi aprovada na Câmara, após passar no Senado, no dia 1º deste mês. Com as mudanças, o primeiro turno será no dia 15 de novembro e o segundo acontece no dia 29 do mesmo mês. Confira aqui as datas do calendário eleitoral.

VEJA SAÚDE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 09h38

Não há evidências de que a ivermectina ajuda no tratamento ou na prevenção da Covid-19. E ela pode trazer problemas se usada indiscriminadamente Por Chloé Pinheiro - 15 jul 2020, 19h34 A ivermectina, um remédio clássico usado para piolho e sarna, foi alçada ao posto de nova bala de prata contra o coronavírus (Sars-CoV-2) — tanto no tratamento quanto na prevenção. Infelizmente, parece que estamos diante de uma nova edição da saga da cloroquina, hoje contraindicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e por órgãos regulatórios nos Estados Unidos para o tratamento da Covid-19 por causa de seu risco cardiovascular e da ineficiência demonstrada nos estudos sérios publicados até o momento. “A questão é que também não temos trabalhos sérios em humanos mostrando benefícios da ivermectina para combater o coronavírus”, alerta Alexandre Cunha, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília (DF). powered by Rubicon Project O que há de mais confiável no momento é uma pesquisa publicada por cientistas australianos no periódico Antiviral Research. Ela indica que o composto consegue inibir a replicação do novo coronavírus in vitro — isto é, em células isoladas no laboratório, não no corpo. “Só que a dose eficaz nessa investigação ultrapassa entre 50 e 100 vezes o limite considerado seguro para o ser humano”, comenta Leonardo Pereira, farmacêutico e professor da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, no interior paulista. Além disso, infelizmente a maioria das drogas que traz resultados interessantes dentro dos laboratórios fracassa ao ser aplicada em gente como a gente. A OMS emitiu em junho uma nota alertando contra o uso da ivermectina enquanto não surgirem resultados de testes em humanos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula os medicamentos no Brasil, posicionou-se da mesma maneira em um comunicado do dia 10 de julho. A própria MSD, uma das fabricantes do medicamento, contraindica a sua prescrição para a Covid-19. No site do programa de doações globais dos comprimidos para combater verminoses, a empresa e seus parceiros esclarecem que as doses eficazes in vitro são “muito superiores aos níveis aprovados e jamais testadas em humanos”. Essa farmacêutica também afirma que dosagens altas, como as que seriam necessárias para impedir a replicação do novo coronavírus, já demonstraram ser altamente tóxicas em ensaios com animais. O que sabemos da ivermectina contra o coronavírus Além do achado australiano, uma suposta prova em humanos foi publicada em abril no site SSRN. A plataforma reúne estudos que ainda não passaram pela revisão de pesquisadores independentes, responsáveis por checar a metodologia do trabalho. É um processo primordial para dar credibilidade aos achados. Esse artigo associava a ivermectina a uma maior taxa de sobrevivência após o diagnóstico da Covid-19. Ele foi utilizado como argumento por países latino-americanos, a exemplo de Peru e Brasil, para prescrever a droga nesse contexto. Mas… a “pesquisa” saiu do ar em maio, conforme denunciam cientistas internacionais, por falhas e falta de transparência com as informações utilizadas para chegar a essa conclusão. “O estudo usava o mesmo banco de dados daquelas investigações sobre cloroquina que, hoje se sabe, tiveram seus números manipulados e descreditados”, aponta Danyelle Marini, farmacêutica e diretora-tesoureira do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo. Outro trabalho, também sem revisão, liga a ivermectina a uma redução de mortalidade na Flórida, nos Estados Unidos. Mas ele não esclarece, por exemplo, a dose utilizada do composto. Acima disso, a forma que foi desenvolvido não permite estabelecer que o medicamento foi de fato o responsável pela queda no risco de morte. O próprio artigo diz que suas descobertas precisam ser testadas por experimentos mais rigorosos. A boa notícia: há estudos clínicos randomizados e controlados sendo conduzidos. É esse tipo de trabalho, que dá a ivermectina para uma turma e um comprimido placebo para a outra — sem que os pacientes e os médicos saibam quem está tomando o quê — que traz evidências mais sólidas sobre os benefícios e os efeitos colaterais de um medicamento. Uma dessas pesquisa é da Universidade Federal de São Carlos, com previsão de conclusão para dezembro de 2020. O que é a ivermectina para que serve O composto foi descoberto nos anos 1960 e integra o tratamento contra alguns parasitas, em pessoas e animais. De baixo custo e com poucos efeitos colaterais relatados, a droga rendeu um prêmio Nobel aos seus descobridores. Além do uso veterinário, no Brasil ela é prescrita para eliminar piolho e sarna. Como atua diretamente nos agentes infeccioso, veio o interesse em testá-la contra outras doenças. No caso do Sars-CoV-2, ela impediria a entrada do vírus no núcleo das células humanas, onde ele precisa chegar para se multiplicar. Contudo, isso só aconteceu quando o fármaco foi injetado em alta quantidade em células isoladas. “Essa mesma dosagem já mostrou, em outros estudos, ser tóxica para as células humanas”, reforça Danyelle. A ivermectina tem efeitos colaterais? Alguns dos defensores da droga dizem que, como ela é relativamente segura, não haveria problemas em prescrevê-la mesmo sem provas de eficácia — principalmente considerando que estamos diante de uma pandemia. Mas não é bem assim. “Ela é contraindicada para algumas pessoas, como gestantes, portadores de problemas hepáticos e renais e pessoas com HIV”, exemplifica Pereira. Fora isso, o fato de uma medicação ser aprovada para uma finalidade não significa que é segura em outra. “Prova disso é a própria cloroquina, bem tolerada no tratamento de doenças autoimunes, mas tóxica ao coração de pessoas com versões graves de Covid-19, que já apresentam inflamações no músculo cardíaco”, relata Cunha. Outro exemplo é o ácido acetilsalicílico, a popular aspirina. “Ela é amplamente receitada contra dor de cabeça, mas não pode ser tomada por pessoas com dengue, porque aumenta o risco de hemorragias”, completa o médico. Tem gente comprando ivermectina no veterinário Como ela só pode ser vendida nas farmácias com receita médica, algumas pessoas têm recorrido às lojas agrícolas e de produtos animais para comprá-la. Eis um problema sério, que motivou um alerta da Food and Drug Agency (FDA), entidade reguladora dos medicamentos nos Estados Unidos. Mesmo que o princípio ativo seja o mesmo, o remédio para animais não serve para humanos. “Além de o produto não passar pelo mesmo processo de aprovação, a dosagem e a própria pureza podem ser diferentes. O risco é grande”, aponta Danyelle. O problema dos kits de prevenção à Covid-19 Muitos deles incluem a ivermectina e estão sendo distribuídos por prefeituras com diversas combinações medicamentosas. A alegação é a de que impediriam a pessoa de se contaminar ou de desenvolver versões graves da Covid-19. Além de não haver sequer indício de que isso seja verdade, engolir um combo de comprimidos sem saber como eles interagem no organismo é um risco considerável para a saúde. “A pessoa toma o remédio achando que é uma prevenção eficaz e negligencia as medidas já comprovadas, como uso de máscaras, higiene das mãos e distanciamento social”, elenca Cunha. Outro problema é que, por acreditar que a Covid-19 não vai se agravar, o indivíduo deixa de procurar ajuda mesmo quando percebe os sintomas se agravando. “Esses kits não funcionam e podem atrasar o tratamento real”, conclui Cunha. Os remédios contra a Covid-19 No momento, só o antiviral remdesivir e o anti-inflamatório dexametasona estão bem posicionados na corrida da ciência em busca de uma droga que contra-ataque o coronavírus. “Mesmo assim, ambas se mostraram eficazes em pacientes com versões graves da doença. Ainda não há nada que impeça a infecção ou sua evolução para as formas mais severas”, diz Cunha. Até agora, o melhor tratamento, assim como no caso da dengue e de tantas outras infecções virais para as quais não há fármacos específicos, é o bom acompanhamento médico. Ele envolve internação quando necessário e monitoramento de sintomas que indiquem gravidade. E vale destacar que, na maioria das vezes, o próprio corpo se livra da enfermidade. “De dez infectados pelo coronavírus, oito se recuperarão sozinhos, independentemente do medicamento que tomaram ou não. Isso pode passar uma falsa percepção de que esses compostos funcionam”, destaca Cunha.

JORNAL BANDNEWS 1ª EDIÇÃO/BANDNEWS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 07h04

agora sim, a gente vai falar do presidente da Fiesp Paulo, a CET. Ele testou positivo para Corinthians e nove em São Paulo está internado no Hospital Sírio Libanês. Em nota escafe informou que havia realizado testes moleculares foram lógico na sexta-feira e tinham dado negativo, ser o que aconteceu, ele se sentiu indisposto médica escafe permanece internado por apresentar pneumonia leve está sendo acompanhado pelos médicos José Medina David Uip que inclusive já teve também coronavírus. E Roberto Kalil Filho,

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 15/07/2020 às 07h44

O Shopping Difusora e o Caruaru Shopping reabriram na segunda-feira (13) após mais de três meses de portas fechadas devido à pandemia do coronavírus. Os estabelecimentos estão funcionando em horário especial e adotaram um plano de biossegurança para voltar a receber os clientes. O Caruaru Shopping está funcionando das 12h às 20h. Lojas e quiosques estão abertos e a praça de alimentação está com delivery ou entrega no local. Cinema, boliche e espaços infantis continuam fechados. A direção do centro de compras e convivência contratou uma empresa paulista para desenvolver um plano de biossegurança específico. De acordo com o superintendente do Caruaru Shopping, Marcus Belarmino, o protocolo de abertura está seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e das autoridades sanitárias do estado e município, além da Associação Brasileira de Shopping Centers. Os treinamentos envolveram todos os colaboradores e parceiros. "O plano de biossegurança do Caruaru Shopping conta com diversas outras atividades, como instalação de um túnel de descontaminação, diversas demarcações pelos corredores, isolamentos em banheiros e controle de fluxo em seu estacionamento", disse Marcus Belarmino. O Shopping Difusora está seguindo um protocolo validado pela área de infectologia do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. São mais de 35 pontos de atenção que estão aplicados no estabelecimento, com controles de acompanhamento e fiscalização, seguindo as recomendações dos Decretos Municipais, Estaduais e da OMS. O serviço de ponto de coleta em drive-thru, que foi criado durante a pandemia, continua funcionando no estacionamento subsolo. No shopping ainda há controles de entradas e saídas para evitar aglomeração, orientação de respeito ao distanciamento, aferição de temperatura, uso de máscaras, totens com pias para lavagem das mãos e álcool gel, tapetes desinfetantes, controle no uso de elevadores e escadas rolantes e limpezas constantes de superfícies, como corrimões de escadas, botões de elevadores, entre outros. Sensores de aproximação para retirada dos cartões de estacionamento de maneira automática, sem contato com a superfície da máquina, também foram implantados. As vitrines das lojas estão sinalizadas com a capacidade de clientes permitidos no espaço. O Difusora funciona das 11h às 19h

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 15/07/2020 às 03h00

Paulo Skaf é diagnosticado com covid-19 Paula Reverbel O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (MDB), foi diagnosticado com covid-19 e está internado no Hospital Sírio-Libanês, com quadro de pneumonia leve. Skaf estava em isolamento social porque esteve, no último dia 3, com o presidente Jair Bolsonaro, que anunciou no dia 7 ter contraído a doença. Além de Skaf, um grupo de grandes empresários participou do encontro com Bolsonaro no Palácio do Alvorada. Como tem 64 anos, Skaf está no grupo de risco da doença. Ele apresenta sintomas que incluem indisposição e febre. O presidente da Fiesp já havia feito dois exames tanto o teste molecular quanto o rápido na sexta-feira da semana passada, com resultado negativo. Mas, diante do aparecimento de sintomas, ele foi orientado a refazer os exames. No hospital, Skaf está sendo acompanhado pelos médicos José Medina, David Uip e Roberto Kalil Filho. O presidente da Fiesp já disputou o governo de São Paulo em 2010, pelo PSB, e em 2014, por seu partido atual, o MDB. Desde as últimas eleições gerais, em 2018, torno u-seum aliado de Bolsonaro no Estado e emite críticas ao governador João Doria (PSDB). Apesar de ser filiado ao MDB, o presidente da Fiesp é um dos principais articuladores do Aliança Pelo Brasil partido que Bolsonaro pretende criar em São Paulo. VERA MAGALHÃES A colunista volta a escrever no próximo dia 22.

JORNAL DA GLOBO/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/07/2020 às 00h01

Preocupa bastante esse cenário apontado no seminário do Instituto Butantan que é do próprio Governo de São Paulo repito e preocupa também os números de hoje da couve de dezenove no estado, São Paulo registrou recorde de internações. Michelle Barros acompanhou e atualiza as informações para nossa boa noite, Michelle. Boa noite é Renata, boa noite a todos. A marca triste para o estado São Paulo tem mais de quinze mil pessoas internadas com cover de dezenove desse total, mais de seis mil estão em U T is também hoje São Paulo registrou o segundo maior número de mortes e de casos num só dia desde que a pandemia chegou por aqui foram quatrocentas e dezessete mortes e doze mil casos confirmados, isso nas últimas vinte e quatro horas no total, Renata já são dezoito mil e trezentas e vinte e quatro mortes e mais de trezentos e oitenta e seis mil casos. Entre esses casos está o do presidente da Fiesp a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo escafe ele está internado no Hospital Sírio Libanês, com uma leve pneumonia, segundo informou a assessoria dele e merece atenção ainda, Renata. Se a gente voltar um pouco para análise e do avanço desse vírus, no interior de São Paulo, na região de Piracicaba, aos leitos dos hospitais estão lotados e os pacientes de lá agora vão ser trazidos para a capital para o hospital de campanha do Ibirapuera. A situação da região de Piracicaba, que acabou de entrar na fase de abertura controlada do comércio é uma das mais preocupantes do estado em uma semana, as mortes subiram trinta e dois por cento. Piracicaba tem a maior taxa de mortalidade entre as cidades vizinhas e toda a região pode atingir o máximo de ocupação das unidades de Terapia Intensiva nos próximos dias por causa disso, o Governo do estado incluiu a Regional de saúde de Piracicaba, na lista prioritária para o envio de pacientes com a Covid19 para o hospital de campanha do Ibirapuera na capital paulista, na região de Piracicaba nos últimos dias. Nós observamos um aumento, né, de internações, especialmente e internações em UTI que nos preocupa algumas medidas foram tomadas a partir dessa situação. E já estamos vendo até o fim da semana como a região mais conforto. Michele vindo para a capital paulista, por aqui a reabertura de idades de restaurantes não produziu, você sabe cenas de desrespeito como a gente viu em outros lugares agora produziu preocupação os donos, porque o movimento está bem baixo. Exatamente na França bem difícil para o setor, isso na avaliação, inclusive o da Associação Brasileira de bares e restaurantes de São Paulo, a Abrasel movimento ficou ali em torno de vinte por cento do que era registrado antes da pandemia mas a depender então do tipo de estabelecimento de um bar onde saía ou então restaurante, aqueles que têm foco, mas o jantar, esse desempenho, então foi ainda pior por causa das restrições de funcionamento foi o caso de um restaurante de comida italiana, que a gente visitou agora à noite, o salão fica fechado e a cozinha só funciona para fazer entregas. Foi uma semana de movimento muito tímido, mas tivemos um almoço aí é a segunda a sexta até as dezesseis horas acontecido dez por cento do nosso movimento normal, próximo entre dez e quinze por cento e de livre caiu bastante no CTI. E uma lotação socorrida por sei que você tem um nariz nos até dezessete horas no CT e você não pode usar mesas nas calçadas, então o ser humano. Os cursos operação maiores o o caso dos protocolos do outro lado, você só a altura dele, os pais dessas restrições, o das ilhas e meio dos clientes temerosos e fragilizado uso. O e então o agente ano o leite foi decepcionante. Olha e mais uma informação agora de caráter nacional, uma decisão da Justiça derrubou a liminar que obrigava os planos de saúde a oferecer em testes foram lógicos para a conta de dezenove, são aqueles exames de sangue que apontam, Alícia pessoa tem anticorpos que o organismo produz depois de entrar em contato com o coronavírus pois bem, a justiça acolheu o argumento da Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS que considera que esses exames tem alto percentual de falso negativo mesmo com a decisão. A ANS informou que vai avaliar o que deverá ser feito e por enquanto Renata. Os planos continuam então obrigados a fornecer os exames Renata, muito obrigada, Michele.