Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 15/06/2020 às 06h03

Pesquisadores da Universidade de Brasília estudam o impacto do Sars-CoV-2 — causador do novo coronavírus — no cérebro dos infectados. O objetivo é analisar se o vírus tem a capacidade de causar doenças neurológicas nos pacientes. A pesquisa nasceu a partir de observações feitas na China e na Itália, países mais afetados pela Covid-19 no início da pandemia. Segundo os pesquisadores, estudos realizados nesses locais mostraram que entre 30% e 40% dos pacientes com o novo coronavírus desenvolveram doenças neurológicas. Segundo o médico neurologista e coordenador da pesquisa, Felipe Von Glehn, o objetivo é entender como o vírus age no sistema nervoso central. "Se é o vírus que prejudica o neurônio, causando as doenças no cérebro, ou se são as células do próprio organismo se defendendo do vírus que acabam destruindo o neurônio", afirma o médico. "Quero identificar se o vírus também é capaz de causar uma doença neurológica. Identificando o mecanismo de ação do vírus no cérebro, será possível investigar, em outros estudos, medicamentos para tratamento das doenças neurológicas associadas ao novo coronavírus", afirma. A análise é realizada pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB) em conjunto com o Hospital Sírio Libanês, o Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP), o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, o Hospital Israelita Albert Einstein o Hospital Geral de Fortaleza. O foco são pacientes diagnosticados com a Covid-19 associada a problemas neurológicos como: De acordo com o coordenador do projeto, o estudo está em fase de coleta de dados. Os pacientes que participarem da pesquisa terão o material biológico colhido do nariz, do sangue e do líquido cefalorraquidiano (medula espinhal). No caso de pacientes que forem a óbito, também será pedida autorização da família para retirada do material. O grupo será acompanhado ao longo de um ano para coleta do material biológico e análise clínica, o que deve permitir verificar a atuação do vírus nas células neurológicas. Os pacientes também serão submetidos a exames de ressonância do cérebro, eletroneuromiografia e eletroencefalograma, a depender da doença. Entre os profissionais que participam da pesquisa estão médicos neurologistas, neurocirurgiões, otorrinolaringologistas, pesquisadores de anatomia patológica, hematologia e pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas (IB/UnB). A previsão é de que os primeiros resultados do estudo saiam em três meses.

O GLOBO/RIO DE JANEIRO | Geral
Data Veiculação: 15/06/2020 às 03h00

Uso de plasma contra Covid-19 é restrito a poucos Estudos no Rio e em São Paulo verificam que apenas 40% dos doadores inicialmente aptos conseguem colaborar em procedimento; países pobres têm menos recursos para viabilizarem aplicação da técnica THIAGO HERDY thiago.herdy@sp.oglobo.com.br SÃO PAULO Estudos clínicos pelo mundo mostram resultados animadores para o uso da técnica do plasma convalescente, que transmite anticorpos de pacientes recuperados da Covid-19 a pacientes em tratamento. Entretanto, resultados preliminares de trabalhos no Brasil mostram que a medida se mostra cada vez mais restrita e para poucos, em especial em países menos ricos e com menos recursos para viabilizar a aplicação do procedimento. As dificuldades começam na seleção de doadores: de 271 inicialmente aptos a participar de pesquisa em curso nos hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein, em São Paulo, por exemplo, apenas 110, ou 40%, de fato puderam transfundir plasma — a parte líquida do sangue — para alguém internado. OBJETIVO É DAR IMUNIDADE Exames sorológicos insatisfatórios, baixo índice de anticorpos e até mesmo teste positivo para presença do vírus no corpo — apesar de 14 dias sem sintomas — são alguns dos fatores que restringem a doação e, por consequência, o alcance da terapia, que busca fornecer imunidade às pessoas com a doença. — Plasma convalescente não pode ser usado em larguíssima escala. Para chegarmos a isso no Brasil, levaríamos um bom tempo. Por isso, é preciso selecionar pacientes graves, não pode ser usado para qualquer paciente. Infelizmente, é uma AIZAR RALDES /AFP/10-6-2020 Técnica promissora. Paciente recuperado de Covid-19 doa plasma num banco de sangue em La Paz. na Bolívia: vários fatores restringem número de doadores terapia com recursos limitados — diz o hematologista Silvano Wendel Neto, do Sírio-Libanês, que participa da pesquisa em São Paulo. O efeito do plasma em pacientes dos dois hospitais ainda está em estudo —cerca de 50 pacientes receberam transfusão nas últimas semanas, nos dois hospitais. índices semelhantes de doadores aptos, em torno de 40%, têm sido observados também no Rio, onde o Hemorio conduz pesquisa semelhante com transfusão para pacientes que estão em três hospitais. — Muita gente não tem anticorpo em nível suficiente. A gente já sabia que este não seria um tratamento em massa, é mesmo com disponibilidade limitada. Mesmo que você tenha muitas pessoas com a doença (e potenciais doadores), há procedimentos, maquinário especial, não é algo simples — diz o diretor do Hemorio, Luiz Amorim. De acordo com profissionais que vêm participando do atendimento nas duas pesquisas, os resultados têm sido mais animadores entre aqueles que ainda estão na fase inicial da doença, e não no período agudo, pós-intubação. RESULTADO PARECIDO EM NY Cenário semelhante foi atestado por estudo recente realizado com 39 pacientes que receberam plasma no Hospital Mount Sinai, em Nova York. Eles foram comparados a pessoas que não haviam recebido o tratamento, no início da pandemia. A diferença de mortalidade entre os grupos não foi considerada relevante (12,8% no grupo plasmático e 24,4% no grupo de controle). Mas o resultado foi considerado animador quando se verificou que a necessidade de suplementação de oxigênio era consideravelmente menor entre os pacientes que receberam o tratamento. “Pacientes não intubados podem se beneficiar mais do que aqueles que necessitam de ventilação mecânica”, diz o relatório final do estudo. —Não adianta muito quando o paciente j á está há muitos dias no respirador e com diversas outras complicações de saúde. Quando mais precoce (a transfusão), me hor —diz Amorim, do Hemorio, que nos próximos dias deve divulgar um estudo com resultados preliminares do atendimento a 10 pacientes. — Os melhores resultados terapêuticos vêm sendo observados entre os que estão no início da infecção, mas estes resultados ainda estão sendo aferidos —repetiu Wendel Neto sobre o estudo realizado em São Paulo, durante apresentação a médicos e pesquisadores, há algumas semanas. O especialista citou outro achado relevante da análise de doadores recuperados: quase 35% ainda tinham vírus no corpo. Não é possível dizer se em quantidade suficiente para contágio, por isso eles têm sido orientados a manter medidas de prevenção, como uso de máscaras, higiene redobrada e evitar contato com grupos de risco. — Se isso é transmitido para outras pessoas, a gente não sabe. Por enquanto, isso é só especulação, não temos uma posição firme nem de um lado, nem de outro — disse o pesquisador, mencionando que material nucleico identificado com o coronavírus não é necessariamente um vírus viável a atacar as células do corpo. De acordo com artigo publicado nesta semana na revista Science, pelo menos 16 mil pacientes nos EUA receberam tratamento com base na técnica, mas ainda não há evidências sobre a efetividade do tratamento, já que todos os estudos divulgados até aqui são considerados pontuais. DESDE A GRIPE ESPANHOLA Ainda são aguardados os resultados de estudos clínicos randomizados — aqueles que em que pacientes são escolhidos aleatoriamente e parte deles recebe a droga que se quer testar, enquanto outra parte recebe um placebo. Essa é considerada a maneira mais confiável de confirmar se a técnica é eficaz. Estão em curso em países como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. O uso do sangue de pacientes recuperados de doenças vem sendo usado como terapia desde o início do século passado, durante a gripe espanhola — relatórios da época sugerem que a técnica ajudou. Pesquisas apontam o sucesso do procedimento no tratamento de doenças como sarampo e febre hemorrágica, mas insucesso para doenças como o ebola. Há preocupação também em relação ao risco de transmissão de outros patógenos pelo sangue.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 15/06/2020 às 03h00

Hospitais de São Paulo se adaptam para ‘novo normal’ Triagem telefônica, fluxos diferenciados de pacientes com e sem sintomas gripais, medição de temperatura na entrada, teste de Covid-19 antes de cirurgias, salas de espera mais vazias e até veto de colares e brincos nos consultórios. Adaptados ao “novo normal”, hospitais e clínicas de São Paulo retomam a rotina quase paralisada nos últimos três meses. Saúde BI Hospitais de SP se adaptam a ‘novo normal’ com atendimentos eletivos Ações de segurança incluem fluxos separados de pacientes e teste de assintomáticos para Covid-19 VIDA PÓS-VÍRUS Claudia Collucci são paulo Triagem telefônica antes da ida ao serviço médico, fluxo separado de pacientes com e sem sintomas gripais, temperatura medida na entrada, teste de Covid-19 antes de cirurgias, salas de espera mais vazias e até veto a colares e brincos nos consultórios. Adaptados ao “novo normal”, hospitais e clínicas privadas de São Paulo estão retomando rotina de cirurgias, exames, consultas e outros procedimentos eletivos praticamente paralisados nos últimos três meses. Segundo as instituições, medidas adotadas para proteger pacientes e profissionais dão segurança para a retomada. A volta ganhou força na semana passada com a decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) de restabelecer os prazos máximos que devem ser cumpridos pelas operadoras de saúde para atendimentos eletivos de usuários de planos. Esses tinham sido suspensos em março. A recomendação foi que hospitais priorizassem atendimentos de Covid-19 e reduzissem os eletivos, que representam cerca de 45% de suas receitas. A medida, associada ao medo das pessoas de contágio, provocou queda até de 90% do movimento. A previsão da Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) é que as instituições terminem o ano com 30% a menos em caixa, ou R$ 13,1 bilhões —isso se o movimento realmente crescer partir deste mês. A ANS diz que a decisão de retomar cirurgias eletivas ocorreu após análise criteriosa de documentos das instituições de saúde dando conta que têm condições de atender a essa demanda com segurança e sem prejudicar o atendimento de casos de Covid-19. Segundo Marco Aurélio Ferreira, diretor-executivo da Anahp, mais de 85% dos pacientes eletivos atendidos nos hospitais associados não utilizam unidades de terapia intensiva, mas leitos comuns. Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein, afirma que a retomada é importante porque muitas emergências foram adiadas nos últimos meses sem que o paciente percebesse que se tratava de uma urgência. “Operei apendicites perfuradas com sete dias de dor. Crises hipertensivas que também não foram cuidadas de forma adequada. O atendimento às emergências caiu demais no mundo inteiro, com muita gente morrendo em casa.” No Einstein, que viu a receita cair 45%, a taxa de ocupação dos leitos, que não chegava a 50%, atingiu 80% na semana passada. “Foi um incremento além daquele que a gente imaginava”, diz Klajner. Cirurgião do aparelho digestivo, ele nota a diferença no próprio consultório, que ficou um mês e meio fechado. Na última semana, atendeu sete pacientes por dia. No Sírio-Libanês, a taxa de ocupação dos últimos dias girou entre 85% e 90%, um terço de pacientes confirmados ou com suspeita de Covid. Fernando Ganem, diretor de governança clínica do Sírio, diz que houve alta expressiva na taxa de conversão, ou seja, pacientes que passam pelo pronto-socorro e são internados: de 12% para 35%. “No pronto-socorro, ainda estamos operando com 50% do que era antes. Mas as pessoas que procuram têm realmente coisa mais séria”, reflexo da demanda reprimida. “São pessoas, por exemplo, com insuficiência cardíaca que seguraram até o último momento em casa, tomando remédio, diurético”, diz. Exames diagnósticos também cresceram. O movimento que girava em torno de 15% um mes atrás chega agora a 80% do que era pré-pandemia. No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, 50% das consultas e das cirurgias eletivas foram retomadas. “É uma volta feita com muito cuidado. As necessidades dos pacientes não podem esperar mais. E a gente já sabe o que fazer para protegê-los”, diz Antonio da Silva Bastos Neto, diretor-executivo médico da instituição. Segundo ele, o hospital aprendeu muito sobre segurança com a realidade dos doentes que não puderam se afastar do serviço, como os renais crônicos que fazem diálise. “Não tivemos nenhum caso de contaminação entre esses pacientes.” Uma medida do hospital foi alargara agenda de exames invasivos, como a endoscopia, pois a nova rotina de segurança demanda mais tempo. “Antes da pandemia, era feita uma endoscopia a cada 30 minutos. Agora, é uma a cada uma hora. Já existia rigor de higienização, mas agora é muito maior. Tem também o tempo de troca de EPls (equipamentos de proteção individuais) entre os procedimentos.” Os hospitais criaram fluxos diferentes para pacientes com sintomas respiratórios daqueles com outras queixas, com unidades de recepção e internação separadas. Os números da Covid 19 em SP 4.97S novos casos foram registrados no sábado 5.327 novos casos foram registrados no domingo 213 mortes foram registradas no sábado 113 mortes foram registradas no domingo 48% foi 0 índice de isolamento registrado no sábado Profissionais que atendem os pacientes suspeitos de Covid não se misturam comosdemais. A temperatura é aferida na porta. Salas de espera ganharam poltronas com a distância recomendada. Após cada atendimento, o pessoal da limpeza higieniza o ambiente. Contra aglomerações, a parte burocrática da internação é feita no local onde a pessoa ficará hospitalizada. Pacientes para cirurgia são testados para Covid na véspera. “Aregra básica emrelaçáo à Covid e tratar todo mundo como suspeito”, diz Ganem, do Sírio. Entre os pacientes assintomáticos, 5% deles tem testes positivos. No Einstein, ao menos 20 assintomáticos e com testes positivos tiveram procedimentos eletivos adiados. A telemedicina também tem evitado que pacientes como os doentes crônicos vão até os hospitais. O Einstein viu aumentar a procura por coleta domiciliar de exames. “Está mais seguro hoje ir a clínicas e hospital bem preparados do que em supermercados”, diz o ginecologista Maurício Abrão, professor da USP e gestor da ginecologia da BP (Beneficência Portuguesa). Segundo ele, as cirurgias eletivas também são feitas sob novos protocolos de segurança, especialmente as laparoscópicas, que são 90% dos procedimentos na ginecologia. Ele diz que é recomendado uso de EPls para evitar os possíveis aerossóis gerados pela técnica, além de filtros especiais para evitar que eventuais partículas do vírus se espalhem pelo ambiente. Abrão também já sente uma retomada de pacientes no consultório, embora haja a limitação das que moram em outros estados e dependem de viagens aéreas. “De 60% a 70% das minhas consultas são de fora de São Paulo. Oriento a paciente por tele-consulta, vejo os exames e, quando ela, puder já vem para fazer o tratamento.” Consultórios espaçam atendimentos para não concentrar pacientes na espera e retiram revistas, que já não devem passar de mão em mão. No entrada da clínica, o oftalmologista André Borba colocou um tapete umedecido com solução de hipoelorito de sódio para desinfetar calçados. Também não permitirá o uso de pulseiras, colares, brincos ou acessório metálico no espaço das consultas. “Aconselho todos a carregar bolsas menores, apenas com objetos pessoais necessários. E de responsabilidade de cada médico adotar medidas de prevenção”, diz Borba. PORTA02 Entrada Pacientes sem sintomas gripais PORTA 01 Entrada pacientes com sintomas gripais.Entrada do pronto-atendimento do Sírio-Libanês, que tem fluxos separados para pacientes com sintomas gripais Divulgação

CANAL LIVRE/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/06/2020 às 00h32

O canal livre está de volta quando falei há pouco o assunto agora, protocolo de tratamento no combate à coronavírus e nossos convidados do doutor Daniel Forte médico intensivista e coordenador da equipe de cuidados paliativos do Hospital sírio-libanês na noite de toda a minha briga para se estamos com vinte e um prazer que ele não quer conversar com a pergunta do Mitre por que essa era e ainda é. Tudo isso é muito desconhecida os e por isso mesmo o o tratamento nos protocolos eles vão mudando já foram alterados vão se operando no meio de todo esse processo Mitre e pergunta exatamente sobre isso para o senhor doutor. O vírus quando apareceu quando iniciou sua ofensiva na China e quando saiu da fila e a rua Europa antes de chegar aqui, ele é inteiramente desconhecida. E quando ter ou não e os tratamentos foram aparecendo as dúvidas foram diminuindo embora ainda haja muitas o enigma está e Dilma deram mais ali na conta do tratamento houve uma evolução significativa em outras palavras, um paciente internado hoje em estado grave na UTI ele tem mais possibilidades de cura do que tinha há noventa dias. O cantor Daniel. A pergunta, né. Eu acho que sim, embora isso não tenho e dados sólidos para entrar para mais ou menos constante, mas na percepção, dando dizer a prática, mas sim para os motivos para ser o primeiro motivo é que quando começou. Ele sabe exatamente como volume das, então, é simplesmente a falta de conhecimento de como evoluir tornar o tratamento mais difícil e também se muita atenção, porque é um juiz, ele tem uma coisa, a gente sabe mais ou menos um paciente grave, eles têm muita noção de previsível, mas eles estão começando a conhecer como ele se comporta. Então, esse conhecimento novo mundo, a melhora a um tratamento importante você ter um sábado pacientes uma coisa e outra que ajuda bastante, eu acho que sim, quando começou também uma sobrecarga para todo mundo. A sobrecarga em qualquer situação tão associada a atriz de sessenta e e essa medida que esse é o sistema sim, em Paris ou NIS pessoas atenderão às novas notícias que os turcos como dar o sucos tropicais e um cavalo de pau. Os pesquisados, três públicos estiveram dos isolados para esconder, disse, né, de modo que considerar, tem que ter todo um suporte com visão volta dela, então essa questão emocional, não dá, não tem também mudou e s ela também ajuda a seus pacientes a um muitas das coisas que a gente consegue dizer hoje que se no começo do ano, mas assustado era mais até decisão, algumas condutas não existe consegue às vezes observar alguns pacientes e com um pouco mais de segurança com um resultado bom que se chegar com cinquenta, mas o senhor ainda não é ter a certeza de que tem convite ou. Não tem toda certeza absoluta que aquele teste, muitas vezes o teste, né. Não é cem por cento. O teste não é cem por cento de certeza, o qual tratamento para o paciente que chega e nessa situação a situação muito dinheiro. E porque acaba acontecendo é que os pacientes, inclusive confirmados nesses itens escolhidos, suspeitos. Francisco ouve suspeitos e que até que em um primeiro teste negativo nas emissoras explica que existe uma tomografia disse que o resultado a gente trata como se fosse e agora, entre COI, o novo texto e como é o tratamento, o paciente grave e ele tem um poder com uma mão na nossa UTI e tem que fazer o cargo na hora. A muito simples de fazer sua treze detentos. Mas em pouco mais difícil de fazer porque na minha opinião o tratamento, o paciente grave com convites a tanto simples número seria difícil. E o paciente tem de se esperar tal área. A gente que tem feito sofrer um pouco mais, mais básicos que tem de ter então fazer uma negociação prefeitura no começo. Se você para cinquenta como de MC trajetória esperando com aparelho de cento e onze tendo que lutar, ele o próprio a prestação mecânica é mais, prejudica o pulmão. Então, em cima de sua ação protetora para isso, a gente sabe que o fundamento pacientes, muitas vezes paralisa os músculos. A empresa colocou na parede do nosso teve uma frase da profissão militar Dilma a grande médica. Na na sequência o que já teve nunca nove por cento e no canal livre de preconceitos. E teve quase cinquenta dias internadas por ano com vinte depois que ela saiu ela numa entrevista que ela colocou a entrevista dela se essa doença presidente não se parecem ser de cuidado. O que já estava em dois assim se cuidar, não seriam comuns e o cargo na hora de fazer o simples e bem feito uma grande parte dos pacientes que se não ser que eles não têm. dois seis três, seis graves só e vou torcer para que simples, porém, muito difícil isso citou alguns exemplos da prática do protocolo que cento durante o a um momento mais crítico, né, quando precisa importar álcool você precisa que o procedimento mais agressivo que saber nesse momento que acontece ali que faz com que isso seja tão difícil, apesar de ser um procedimento que tem passos muito crédito, muito determinados, né. Um exemplo bem prático é um dos principais problemas e seis p. Então, o paciente se define como homicídio de estudar e só que para fazer a incubação dos pacientes se não conseguir muito para contar e a trezentos e três. E uma horas e a seus últimos meses. As estações não e cinco e Cedae para essa situação, a situação desabar. Então, você tem que ser feito quase primeira. Então assim, é pensando, tecnicamente, se sim, é a séria situação se tornou tão em casa e vê se tem como fazer o que você vê na traqueia, então havia e é mesmo. Ásia e do Pacífico com que você se encontra é a mesma. A informação não fica difícil pela tensão na TAM única a questão que ele está se distanciando agora s eu como por exemplo, sobre essa questão da dificuldade em tombar a preocupação com o vice de já em estado grave de respiratória no começo do coronavírus era só vai para hospital se tiverem quadro grave respiratório depois mudou um pouco isso, né. Hoje, por exemplo, estamos assistindo um espaço que tem que prestar. B um anos e são, portanto, as pessoas têm na cabeça de cem pessoas que pegam convide oitenta um tema crítico. Não passa a cobrir. dezesseis anos a não ter uma gripe mais fortes, estamos apreensivos em porque a situação vai cair enquanto alguns cuidados como melhor disco, porque três meses sexo secundária soro em que se cuidar dos últimos cinco anos. Se estão de compensar muito bem, por exemplo, conhecer María consegue fazer mais e mais em celeiros e tem a missão Marinha também se Maria é de novo o seu uso daqueles sem, né. Depois às dezesseis não sabe o que varia entre quatro e vão permanecer Maria, de repente, escutamos muito rápido, não deu muito mais tarde. Era um celular pelo sétimo dia de doença, às vezes, até o décimo segundo o então, ministro de assuntos internos, A E aí temos que respeitar muito grandes. E durante todo esse processo, né do coronavírus isso últimos meses, a gente teve alguns momentos aí é você se talvez por falha de comunicação, mas tivemos alguns obstáculos até com relação à Organização Mundial da Saúde, né e algumas alguns debates entrevistas coletivas criou-se ali determinado momento algumas dúvidas, o Fernando Mitre e a pergunta que passam pouco por isso que o senhor doutor usamos bem aqui no Brasil, os bons exemplos de outros países e os maus exemplos também. Enfim, a experiência fora do Brasil tem nos ajudado a tomar medidas mais precisas com maior segurança, a própria OMS bateu a cabeça por isso, houve muitas dúvidas e ainda há muitas dúvidas, mas o que nós tiramos da experiência dos outros foi positiva até agora nos ajudou muito o perdemos tempo que perdemos também possibilidades. E usar melhor o exemplo dos outros antes da resposta, doutor Daniel, essa semana quinze também nesse sentido ele primeira declaração de que os assintomático, os os que não têm sintomas não transmitirem depois, o diretor geral do ONS disse ora, não foi isso que eles podem simplesmente ser para esse trecho para depois do Daniel fala sobre o assunto como a símios Carli servidores. Cunhado Cezar assintomático e para esquentar os mitos convite na entidade. Massacre menores estabelecida e estamos numa sinuca Martin Carlos Messias. Patrícia antes ao Google, em inglês em Moreno, humor policiais sem dar. Que eles Marcos unido não. Renato faz bem às o leite em MT sim de todo o e sessenta anos faz cem anos quarenta e nem de quando ataques, eles demonstram, criticando oito estou anos mil e cem nele a x Arce de eles apresentaram os nomes serem como contam ainda com áreas do Eni e diz aqui líderes. De seis a mil vagas Renoir ou ler nem coletar família que a gente encontra que saímos em ver o time volta mil várias vezes noto Paulo, esses e barco e brasileira de Desportos abril de Cano da ONU. Ano e que nós do PT rua Carmo, começar que de vez. Candidatos ao saímos anos, doutor Daniel, forte. Vamos concordar com o que ele fala. Sobre uma coisa assim, mas disse não conhecer o silêncio em todos os tempos já não se. O público com cento e cinco em qualquer país e qualquer aprendizado acontece em qualquer tempo em qualquer área do conhecimento. Eu acho que é uma coisa que é importantíssimo, né. União é só conseguiremos. Entre os parentes com os anos a mais do que anos depois de ter. Juntos, eles preciso ter o país, como por exemplo, talvez a Itália é de que na medida em que medida pretendemos com isso, trouxemos a para cada olho no acesso a pergunta do Mitre não tem várias né. Eles responderão vários níveis. Uma resposta mais simples e o nível de atendimento médico. segundo ele, muitos médicos se aprendeu rápido, porque a nossa comunidade médica científica se fala e se desenvolver sem o conhecimento científico, os médicos estão tendo mais extensa com seus vários grandes dos grandes jornais e os médicos do mundo diz Adam gratuitamente em todo o seu conteúdo sobre o convite. Então será um pouco mais de uma edição por ser mais conceituadas, qualquer pessoa tem acesso a arquivos com e sem pagar. Muitos dos meus artigos que são os únicos revezes foram observações coisas que não se comunicava numa revista de todo o mundo dos sonhos numa conhecimentos novo como esse, por quê, porque o conhecimento novo disco, rapidamente acessível pessoas começaram a divulgar e aí a comunidade médica e científica se falando esses anos a mais rápido. Vocês são um dos líderes da Costa. Eu não usei do Brasil e mundo muito mais difícil que o do ano que vem se Corinthians ainda assim, a população. O nível de saúde pública e seis em sim, é como o país seja os erros graves. E alguns meu erro grave e eu honestamente dissesse, não é o maior problema, não é problema, não reconheceu o erro não voltar atrás, como aparece fatos novos e as influências alguns acertos. E o eu acho que teve alguns erros que não solucionados e os acertos que foram muito importantes, não se estaria um dos maiores acertos no campo nacional e setenta por cento do Estado de São Paulo, como sede campanha de ficarão prontas no tempo certo. Eu acho que se um grande erro é ignorar o problema. Esse sim melhorando o problema maior ainda. Anos especialista em cuidados paliativos, né. E é uma condição de tratamento muito específica, apesar de muito por conhecido fora do Brasil que no Brasil aqui dentro a gente daqui a minha né, um pouco nesse assunto. O especialista em cuidados paliativos em hotéis e sempre penso que das práticas, como proximidade, contato acolhimento, um fazer isso dentro de uma UTI convide quanto justamente o que se tem que ter é distância, né. E zona. Mas a pergunta que nós vamos ter muitas sim, é a situação, mas não esperava a possível é esse aí sim, será ideia do que da coletivo e cuidar de si mesmo como reconhecimento de pessoa da família. E isso a competência que as pessoas dizem por quê, inclusive baseada em evidências. Um como fazer isso dentro, não tem convite. Os estudos, tanto de o paciente está internado não tem conseguido os escalões a família. Não somos criminosos podem estar porque ele é um dos poucos rios o risco de exposição centro a contenções todo santo dia. A gente faz um vídeo. E não não não não tem intensificado no vídeo com a família toda durante toda a crítica explicar às pessoas o que é um cuidado paliativo que talvez nem todos que nos acompanha agora serão analisados e com isso, porque sim. Bom, então, cuidado, paliativo é uma competência para cuidar do sofrimento que tem dois anos e meio com cento e portanto, não tem relação com o nosso você vai servir para que a gente morrendo não. A gente se vê que tem uma doença grave que a Suframa. Segundo a questão é cuidar do sofrimento em todas suas dimensões, A E aí a gente aprendeu cedo, a sofrimento como se fosse mandar comida e suprimentos você precise com o CO dois. A mulher. Você pode ser emocional no do SUS morre de medo, conteúdo em seu socorro e tem câncer como têm um ministé renal mundo com cura do medo com grande Depressão. O sofrimento e social, o paciente fica doenças, família sofre muito presença constante de família sofremos mais ainda, então, como cuidar do cimento social, o sofrimento espiritual espiritual não tem a ver com não vamos nunca vamos alados espiritual da OMS inclusive é considerado para cada um algumas pessoas do sagrado é através da religião. Outras pessoas do sagrado e o Corinthians. Você precisa de mim, mas temos pessoas no Ceará, o Corinthians. Você para aquele no paciente sobre a do Corinthians, como é que eu cuido do sagrado de tudo isso como é que eu vou com os preços cobrados por trinta, cinquenta e dois, você sabe que a então é preciso uma competência para cuidar disso tudo durante a doença, então a pessoa país e no tratamento da doença, em um contra-ataque sírio. Estou fazendo isso porque conseguimos um duto do euro, como Tasso sobre o momento em que o coronavírus chegou e que foi um time do mundo o seu cavalo de pau na vida de todo mundo dentro dos hospitais, imitou a perguntas como um pouco sobre essa preocupação não colapso, muitos e tem favor do a possibilidade do encontro ou da ameaça do encontro. Do número crescente de dos estados o número é insuficiente dos leitos de hospital e seu grande terror da população grande medo das autoridades é contra isso que que se faz e se não todas essas medidas a isolamento e e outras neste momento é impossível dizer que o perigo do colapso do sistema de saúde já passo, nós vimos algumas regiões como lá no norte e Sul aconteceu de maneira dramática em São Paulo, por exemplo, o Rio de Janeiro. É impossível afirmar que isso Collaço está sendo contornada está sendo evitado. Muito de tentar ver o seu nome da pessoa que essa resposta, mas eu posso falar dentro da minha perspectiva de pontos de vista é que o ano de toda essa segurança para falar que está controlada. E sim, um lugar do mundo, essa resposta dada e no conselho de Estado temem que dentro da Alemanha é estender a civilização que o cinema, essa situação controlada, baseada em dados de acordo com o resultado dos dados vai para a frente e outra atrás, eles ação, porque ninguém sabe como é que vai ser a segunda a cerca lá vai ter um tamanho que ela vai ter então a falar que o Collaço estar controlado e até porque tudo que a gente tem, infelizmente de dados sobre de larga escala no Brasil, os dados são os carros, então você não consegue nem saber qual a parcela real da população que mais aterrorizada, então se você não tem essa informação tem como premissa. A gente vai saber se se não não vai acontecer o que aconteceu agora a situação se, por exemplo, os cuidados sintomas diz cuidados com o nome, segundo o hospital, o brasileiro se Auto medica muito o que você falou aí, por exemplo, aqui estamos assistindo e na hora que chegar no hospital e só falo sobre um tratamento que é simples, mas por outro lado é complexo o que se dar antibiótico e quais os medicamentos que são ministradas em seguida, com com com o vídeo, ó. Looking, por exemplo, comenta a questão do coro, que na na nos no assunto tem por aí. E a gente se você começar a olhar tudo o que tem de possibilidades de tratamento tem uma lista de oitenta, encontraram doze, você doze remédios, possíveis num deles com a tendência forte. Todos eles com e sem carteira. Em seis de doze e treze, considerada da relação de um conto vocês às suas casas mal é muito mais a fazer você rir. O que eu acho que dá para fazer o que quer que a gente tem feito as coisas estão fazendo os evidentes. Porque eles são basicamente para quem tem alta de zero. Caíu seis e meio por cento. Para contas de estado de Educação para quem tem evidências de uma infecção bacteriana em cima de seus concorrentes utilizar o que mais a gente tem feito mais nada. De acordo com a resposta dos pacientes de E a gente evoluiu para algumas algumas você também os nomes das das coisas que têm interesse econômico na doutor, os pacientes segundo e continuo pedindo como é ter sido isso na ponta a falar da experiência de uma UTI os relatos na UTI do que você não estuda se tem várias outras crises, o que é verdade que, às vezes, a ser suas próprias idiossincrasias e não. E não criticou alguns de estar e não a pessoas perguntam sobre Courtney a minha resposta do paciente zero, olha a incidência. É muito frustrante, inclusive, eu que tem dividido em seções, ele não me sinto realmente, mas sugere que essas coisas mal muito mais pessoas fazem bem esse paciente pedir eu falo para ele estaria relacionado a seus de fazer uma ritmo, você morrer, minha maior do que fazer um bem de saúde e convênios. Se a gente simplesmente se fizer um cuidado. Ações de pessoas aí é maior do que se ela, por exemplo, quiser uma arritmia a Folha apurou que na e tem uma parada cardíaca súbita e aí podemos comentar em que o então sempre que esses medicamentos e do que a gente continua ouvindo histórias de profissionais da área de saúde. Relatando situações em que momentos críticos utilizou medicação em seguinte, momentos, então mesmo, no meio dessa coisa toda a nebulosa ainda se pensa. E usar a medicação não. Eu acho que cada um cada médico se perguntar, vai ter uma resposta diferente. O que tem de consenso é que nenhuma delas têm das evidências o que a gente tem feito lá no nosso com a CI de todos os casos, as possibilidades que tem melhor consistência e não se encerra e que estaria para alguns pacientes específico, não é para todos, não é todo mundo até e quarenta todo o mundo, com certeza faz mais mal do que bem, mas para alguns pacientes específicos a vida fora isso que a gente tem feito é fazer circular os suportes e aquisição de vida. Segurar uma pessoa viva e numa numa hora boa parte das pessoas que não tem grandes comunidades prévias não tem como idade avançada os prédios. Depois de um tempo, ela se concluirmos os dois três meses depois, a situação melhorar isso, né. Tratar os problemas provocados pela doença não, a doença a gente volta aqui não se fala lá atrás na mesma entrevista de cuidado paciência diz que tem se dedicado exatamente como é que tem sido como médico na ponta o Super Bowl convide. E os companheiros quantos ficarão afastados. Isso você se muda de quem enfrentou três conhecido que cada vez mais existem conhecido, mas ainda tem muito de desconhecido também. Vocês são conhecidos e E aí sim, eles podem morrer se teve medo sim, e simplesmente não ter fim. Nós sim e sim, de seiscentos tem medo que muitos civis. Você conhecia como ele paralisa sobre diferentes. O fundo destinado à e s p têm a suas coisas que eu fiz foi o meu clube se der tudo errado, você foi parar numa UTI como câncer cuidados dos muitos anos sucessivas, então foi como um médico fazer sucesso em que se você me dessa maneira. E do terror, a gente fala sobre cuidados agora há pouco, né, com importância para quem está lá em uma UTI naquela situação tão fragilizada falar, por exemplo, com parente de uma imagem, né. No vídeo nosso e que isso significa que na linha de tratamento que não tenham de ser tão essencial contudo o resto só números motivos. Esse motivo ético, porque se é uma pessoa que terá um número alto como nós a Bolívia. Será que vai discutir a melhor das pessoas isto faz parte da não estão mais em coisas decorrentes que não são muito altos em situação pouco me importa, não tem, por exemplo. Muitos pacientes graves. Uma sobrecarga de trabalho muito grande. As pessoas viram coisas. Você não é porque você não é um mau sinal de que cinco horas da da questão. Executivo trabalhando tantas coisas, isso tem que fazer a seus não tem que aumentar a nora dois seis e subiram coisas. E quando estes eram coisas a nosso cuidado com as muda. As cenas devem ser e fazer o tratamento errado comenta quando a gente faz base de e conversar com a família e com o Vasco, pacientes a todo mundo começa a perder de novo a mesma pessoa. O acerto para a pessoa que, segundo diferentes se envolvem com e sem se identificar os homens têm como e quando nós ainda temos de e a carga não te convide a carga emocional que a brutal. O o cargo para tal fato é que todo mundo exposto é muito trabalhoso. Em muitos casos graves e não tem o hábito. Mas na hora que é. Agora realmente a gente conversa com as famílias das famílias viviam produção sendo por brigadas estão fazendo cada vez que faço isso o câncer da minha casa me obrigado, só lembrando que a o técnico e ser mais de ano da empresa. Essas pessoas que estão sobrecarregados todo mundo aqui disseram antes custando mundo tem quando elas escutam família falar sobre isso fazendo um favor a essas pessoas que estão dando gasolina e delas, ano atrás. Eles simplesmente tentando as canal livre chegou e eu agradeço muito a participação intensivista, Daniel forte coordenador da equipe de cuidados paliativos do Hospital sírio-libanês, brigado com o Daniel, até a próxima. Também agradeço aos meus colegas, Fernando Mitre e também a única das três aqui na bancada, obrigada a me ver assim, trazem CNT também uma ótima semana para você. Boa noite até a próxima edição do nosso canal livre. Tchau.