Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/06/2020 às 16h04

Maria Melilo deixou hoje o hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A campeã do "BBB 11" estava internada desde o dia 9 após ser infectada pelo coronavírus e seu quadro de saúde se agravar. "Recebendo alta! Quero agradecer a todos os enfermeiros e técnicos de enfermagem que cuidaram muito bem de mim. Aos médicos Dr. Davi Uip e ao Dr. Roberto kalil e equipe! Não sinto mais dores abdominais e agradecer os médicos dos médicos Deus! Mais uma batalha vencida!", escreveu Maria. Ver essa foto no Instagram Recebendo alta! Quero agradecer a todos os enfermeiros e técnicos de enfermagem q cuidaram muito bem de mim; aos médicos Dr Davi Uip e ao Dr Roberto kalil e equipe! Não sinto mais dores abdominais e agradecer os médicos dos médicos Deus! Mais uma batalha vencida! Uma publicação compartilhada por (@mariamelilo) em 13 de Jun, 2020 às 11:39 PDT A ex-BBB deixou o hospital de máscara e com uma Bíblia nas mãos. Maria recebeu resultado positivo para o novo coronavírus no dia 29 de maio, quando passou um dia em observação no Hospital Vila Nova Star, também na zona sul paulistana. Ela foi liberada para se tratar em casa após uma tomografia não revelar alterações no pulmão. No dia 9 de junho, porém, ela teve de voltar a ser internada após uma piora no quadro clínico.

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 15H/GLOBONEWS/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 13/06/2020 às 15h09

Autora Myrian que médica infectologista do Hospital sírio-libanês que com a gente ou transferências para ter o retorno de vídeo aí e das nossas imagens, mas basicamente Canadá mostrou, foram pessoa este ali na praia e tomando sol sentadas na areia alguns pequenos grupos o que a gente sabe que nesse momento ainda não é possível. É que ela falasse sobre e como é que é pensado esse tipo de regra, né, como é que essa descompressão vai acontecendo aos poucos, né, porque ainda não pode sentar na areia formar pequenos grupos e quais são e as questões analisadas pelos especialistas no momento de traçar esse tipo de cronograma. Então, quando a gente e avalia o quanto de flexibilização que a gente pode ter a gente avalia primeiro a porcentagem da população que já tem um novo vírus como eu falei, mas não há, por exemplo, por exemplo, a cidade do Rio de Janeiro, a gente sabe pelos últimos dados publicados agora no dia 11 que 7,5 por cento só da população já pegou o novo coronavírus, então tem muita gente ainda suscetível ao vírus ou outro dado que a gente avalia é conquistar a ocupação de leitos hospitalares, principalmente leitos de UTI. Quando a gente pensa na verdade e isolamento social e restringe a movimentação das pessoas o que a gente quer com essa medida é diminuir a velocidade de propagação do vírus para que o serviço de saúde consiga e atender àquelas pessoas são mais ou menos 15 a 20 por cento e dos doentes que vão precisar de um leito hospitalar, então os dados essenciais que a gente tem e saber como é que a taxa de ocupação dos leitos hospitalares, naquelas geral, né. E outro dado importante que a gente avalia é como que tá e a velocidade de transmissão do vírus na comunidade, a gente faz por um número que a gente chama de R tem um efetivo que o número de casos secundários que a gente tem da doença a partir de uma pessoa infectada e por fim, um dado que é acompanhado também a mobilidade das pessoas, né, isso é feito através de celulares da muito eles ação da movimentação dos celulares, mas sem saber exatamente com aquela pessoa, né. Na verdade, a privacidade da pessoa não é perdida com isso, o litoral com esse monitoramento da dar mobilidade através dos celulares. Então, quando a gente coloca todos esses dados em modelagens matemáticas a gente consegue ver qual que é a previsibilidade que a gente tem de aumento no número de casos de ocupação dos leitos hospitalares. Daí a 10 dias, a gente sempre olha, a repercussão da e 10 dias, né. Então é importante as pessoas ter em mente, gostaria de reforçar que que a gente não está voltando à situação de normalidade que a gente via antes de da pandemia a gente tá tentando flexibilizar um pouco para minimizar os impactos econômicos da pandemia mas se as pessoas não colaborarem não obedecerem às regras que estão sendo colocadas pelo Governo pelos governantes baseados em estudos o que vai acontecer com a gente falou aos hospitais e a gente vai ter que voltar às homens sociais mais restritivos. A gente que viu aí muita gente praticando atividade física no caso da cidade do Rio de Janeiro é essa prática ao ar livre da permitida pó, as pessoas podem entrar no mar, então pode surfar e nadar, mas evitando o contato mesmo atividades ao ar livre tem algum componente de risco, né. Doutora. E isso a gente sabe que há mecanismos transmissão mais importantes, recentemente foi atualizado através de trabalhos conduzidos autorizado pelo governo americano e pelo CDC americanos a principal forma de contágio é através do ar. Então, através de de partículas virais que a pessoa infectada, ela lança no ar e que se uma pessoa tá passando perto principalmente sem usar máscara, ela pode inalar essas partículas e se contaminar, né. E essas partículas em ambientes mais fechados sem aval são do a elas podem ficar suspensas no ar por um período de tempo maior. E em uma concentração maior por isso que o Governo do Rio, ele liberou as atividades feitas ao ar livre, que daí o risco por esse tipo de contaminação é maior menor na verdade, né. E estimular as pessoas todas as pessoas que é que usem máscaras, porque a máquina funciona com manter a área impede que a pessoa infectada, a menina ações da pessoa infectada a liderar partículas virais no ar e diminui a chance da pessoa que não está infectada em Mauá, essas partículas, outra coisa importante é não criar numeração, então, infelizmente, não tá na hora em que a gente fazer, né, grandes grupinho de amigos igual a gente viu ele na praia, né, a gente e ainda não vai poder ter esse tipo de remuneração. Todo mundo quer, né, eu sempre gosto de reforçar que quando a gente faz esses apelos na doutora, não é porque a gente não não entendo e não compreenda a sessão de todo o mundo não estar levando uma vida normal. Está perto de quem se ama mais e e a necessidade do momento, a gente faz isso com a gente vai vivem impactos muito graves que pedir para a senhora seguir com a gente.

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 15H/GLOBONEWS/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 13/06/2020 às 15h01

E falando exatamente sobre convide dezenove, a gente recebe agora a da autora Myrian Vidal, bem que me médica infectologista do Hospital sírio-libanês em São Paulo, doutora, muito obrigada pela sua participação. A presença com a gente aqui na Globo News. Temos aí números crescentes nesta foi um dos mais de 40 mil vítimas dá Covid 19 para falar em flexibilização dá para falar em reabertura a pelo país, como a gente está assistindo acontecer, doutor. Então, ele é importante a gente deixar claro que quando a gente fala de reabertura de flexibilização e a gente não fala nisso para o Brasil inteiro. Então a gente está vivendo no Brasil é um país enorme diferentes epidemias ao mesmo tempo, então a gente tem diferentes situações epidemiológicas acontecendo. Nas diferentes regiões do país. Então a gente tem cidades com taxas de ocupação hospitalar de leitos de UTI e diferentes, a gente tem cidades e regiões que têm e disponibilidade de leitos de UTI por 10 mil habitantes que são diferentes e disponibilidade ventiladores mecânicos que são diferentes e a gente tem e em regiões do país que tem uma Mad diferenças em um pessoas que já pegaram e diferenças, o número de casos de com uma curva de Di mistas comportando, né, então quando a gente fala de flexibilização a gente tem que analisar os dados daquela região que a gente está analisando para ver se é possível fazer a reabertura, ele outro ponto importante que a população precisa entender e que essa fase que a gente vai entrar agora de tentativa de reabertura, ela não significa que nós estamos voltando para a situação de normalidade que a gente anos nesta 2ª tem uma grande parcela da população em algumas regiões do país mais de 90 por cento da população que ainda é suscetível ao vírus isso a coloca a gente uma situação que a gente ainda tem um risco de ter um grande ao número é de casos que possa colocar sal sistema de saúde ainda, então a gente tem que fazer a abertura e com consciência tomando as medidas de prevenção para que a gente não precise voltar ao fechamento mais restritivo que a gente viveu aí nos últimos 3 meses e às vezes a e a uma incompreensão, né. Doutora de algumas pessoas e muita gente achando que. A todo mundo que tinha que pegar a ter o convite não é por aí e o que tem a as análises de que já têm sido feitas nesse sentido mostram, ainda tem muita gente que pode se ficar doente. Exatamente a gente precisa esclarecer a população na então, na verdade, a gente só vai chegar numa situação mais confortável do com de vista epidemiológico que permita a gente voltar a uma situação de normalidade. Mais próxima daquilo que a gente vivia antes da pandemia quando estiver e 50 por cento a 60 por cento da população já SUS já é imune ao vírus, né, porque daí a chance de uma pessoa é inferir que está transmitindo vírus encontrar uma pessoa suscetível na comunidade, né. Na rua vai ser muito menor EM um momento que a gente vê nos dados do Brasil é que a gente tem, no máximo e isso só na região Norte do país, algumas cidades com até 25 por cento da população já em julho ao vírus, na maior parte do país, essa taxa de pessoas que já pegaram o vírus e que estão imunes ao vírus, ela é menor do que 10 por cento, então a gente ainda tem um longo caminho pela frente de pandemia e um longo caminho pela frente de manter as medidas né, Não dá para a gente ver o que a gente viu, por exemplo, aconteceu nesta semana na cidade de São Paulo de pessoas frequentam shoppings pessoas na rua 25 de Março, sem respeitar o isolamento sem quebra de distanciamento social, sem usar, elas, por exemplo, né, a gente tem que seguir, o exemplo, por exemplo, de paz de alguns países europeus, né. Número controlado de pessoas que entram em shoppings e lojas respeitamos estacionamento social, usando máscara tomar cuidado com o contato com superfícies. A gente não há uma situação confortável ainda doutora, quer que a senhora contínuo e que com a gente para analisar algumas informações que a nossa reportagem está trazendo a gente vai mostrar agora a situação do Rio de Janeiro com peças para continue por aí.