Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 09/06/2020 às 00h00

Ter acesso a dados confiáveis de forma ágil é o primeiro passo para tomar boas decisões. Essa foi a aposta do conselho de especialistas que gerencia os recursos do Todos pela Saúde quando decidiu investir em aplicativos que mostram os recursos disponíveis em cada local ou ajudam no diagnóstico rápido de pacientes com Covid-19. A tecnologia auxiliará o comitê e, principalmente, profissionais de saúde e gestores públicos para enfrentar o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade. “Assim que o Todos pela Saúde foi lançado, colocamos nossas equipes de tecnologia e UX (experiência do usuário) à disposição do grupo de especialistas em saúde, pois entendemos que um dos aspectos mais relevantes no combate ao novo coronavírus é a capacidade dos órgãos de saúde se organizarem em torno dos dados disponíveis. Em tempo recorde conseguimos criar soluções que devem contribuir no combate mais imediato ao vírus e ficarão ainda como legado para as secretarias de saúde e hospitais pelo Brasil”, explica Ricardo Guerra, CIO do Itaú Unibanco. App Todos pela Saúde: banco de dados e simulação O aplicativo Todos Pela Saúde, que já passou por uma fase piloto para testes, coletará dados para mostrar o número e o tipo de leitos disponíveis, além da quantidade de equipamentos hospitalares e de proteção individual em até 1300 hospitais brasileiros. Em breve, também aparecerão dados sobre os profissionais de saúde em cada unidade hospitalar, cidade e estado brasileiro. Essas informações também serão a base para o Covid Simulator, um algoritmo de projeção epidemiológica que já está sendo usado pelo comitê de especialistas para previsão de necessidades e até de colapsos no SUS. Para que o aplicativo seja confiável e de fácil utilização, profissionais de destaque das equipes de TI e de UX (experiência do usuário) do Itaú Unibanco aplicaram todo o conhecimento digital desenvolvido pelo banco nos últimos anos. As equipes criaram um banco de dados único, que será capaz de consolidar e organizar as informações que já estavam disponíveis em outros sistemas, criando interfaces amigáveis para facilitar a gestão da saúde pública e a tomada de decisão do Todos Pela Saúde. Em 13 localidades, além disso, serão entregues kits com antenas, roteadores e notebook, que levarão conexão a internet a hospitais que até então não possuíam acesso. “A aplicação foi desenvolvida em cloud, em uma plataforma totalmente independente do banco, respeitando a privacidade de todos os dados. A solução está sendo oferecida a todas as secretarias de saúde e comitês de crise estaduais como suporte à administração pública. A adoção é voluntária e permitirá a todos esses agentes tomarem melhores decisões nos níveis municipais, estaduais e federais, antecipando situações de colapso e deslocando recursos (humanos, equipamentos e suprimentos) com antecedência”, complementa Guerra. RadVid-19: inteligência artificial para diagnosticar com rapidez A aplicação RadVid-19 deve agilizar gratuitamente os diagnósticos e tratamento dos pacientes. Basta que os hospitais se cadastrem no site radvid19.hc.fm.usp.br. A plataforma RadVid-19 usa inteligência artificial para ler tomografias computadorizadas e indicar a probabilidade de a pessoa estar com a doença. A ferramenta mostra também o grau de comprometimento pulmonar, ajudando médicos a definir sua conduta mesmo antes do resultado do teste, insuficiente neste momento da pandemia. A base de dados é totalmente constituída por exames de raios X e Tomografia feitos no Brasil e será disponibilizada gratuitamente para colaboração e consulta. Em breve, a plataforma também terá o módulo AI para raios X e radiologistas de plantão para tirar as dúvidas dos profissionais de saúde. O RadVid-19 foi desenvolvido pela Universidade de São Paulo através do InovaHC e viabilizado pelo Todos pela Saúde com apoio do Itaú Unibanco e de outros parceiros, como Colégio Brasileiro de Radiologia, Amazon Web Services, GE Healthcare, Huawei, Deloitte, Hospital Sírio-Libanês, Grupo Fleury, Americas Serviços Médicos, Petrobrás, BID, entre outros. O Todos pela Saúde destinou R$ 1 milhão para esse projeto. Todos pela Saúde Lançado no dia 13 de abril, o Todos pela Saúde é uma iniciativa criada pelo Itaú Unibanco com o objetivo de enfrentar o novo Coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade brasileira. Composta por quatro eixos – informar, proteger, cuidar e retomar – a iniciativa abrange desde orientação e valorização de iniciativas já existentes até a compra de equipamentos de saúde, capacitação de profissionais, compra e distribuição de insumos. Em seu primeiro mês de atividades, várias ações já foram realizadas, entre elas a compra de 90 milhões de EPIs, 20 milhões de máscaras de pano e a instalação de gabinetes de crise em todo o Brasil. As informações detalhadas estão em www.todospelasaude.org. O Itaú direcionou R$ 1 bilhão para financiar as atividades do Todos pela Saúde. Os recursos aportados no Todos pela Saúde são administrados por um grupo de especialistas liderado pelo médico Paulo Chapchap, doutor em clínica cirúrgica pela Universidade de São Paulo e diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês. Esta equipe define as ações a serem financiadas, de forma que as decisões estratégicas sejam respaldadas por premissas técnicas e científicas. Além de Paulo Chapchap, integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (CONASS) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa. Canais online Todos pela Saúde Site: www.todospelasaude.org Facebook: www.facebook.com/todospelasaude YouTube: www.youtube.com/channel/UC0rR0Ihzc3l0uq_r52RnwYw Twitter: twitter.com/todospelasaude Instagram: @todospelasaude

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 09/06/2020 às 00h00

Na próxima semana, a ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities vai promover o FM Debate 360º. São quatro dias de debate sobre a perspectiva do Facility Management durante a pandemia de Covid-19. O evento será realizado de 15 a 18 de junho, sempre das 17h às 18h30. As discussões serão feitas online e transmitidas pelo canal do YouTube (bit.ly/2BQijEw) da associação, com acesso ao público em geral. Acesse aqui para mais informações: bit.ly/30C1p75. A temática geral do FM Debate 360º será “Da Pandemia à Estratégia – A perspectiva do Facility Management frente ao `novo normal´”. Com especialistas de diversos segmentos, a cada dia o tema será abordado sob uma ótica diferente. Os profissionais convidados vão falar sobre três perspectivas do Facilities Management: Workplace Solutions, Service Solutions e Tech & Systems. Os debates serão norteados pela realidade vivenciada por epidemiologistas, infectologistas e especialistas que conhecem os bastidores que estão ditando esta nova realidade. Dentre os convidados estão o médico infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Ivan Leonardo Avelino França e Silva; a médica assistente do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Sírio Libanês, Mirian de Freitas Dal Ben Corradi; e a médica infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein, Emy Akiyama Gouveia. Frente ao chamado “novo normal”, os profissionais também vão debater novos procedimentos instituídos frente à pandemia do novo Coronavírus. Além disso, serão discutidos protocolos que devem ser adotados em caso de novas ameaças de vírus no futuro. Especialistas em Workplace Solutions, Services Solutions e Tech & Systems estarão nos presentes nos painéis para apresentar soluções e responder perguntas. O objetivo é discutir tecnologias, práticas e procedimentos em estudo ou já existentes para que o mercado possa se adaptar a essa nova realidade trazida pela pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo.

MEDICINA S/A/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2020 às 00h00

Ter acesso a dados confiáveis de forma ágil é o primeiro passo para tomar boas decisões. Essa foi a aposta do conselho de especialistas que gerencia os recursos do Todos pela Saúde quando decidiu investir em aplicativos que mostram os recursos disponíveis em cada local ou ajudam no diagnóstico rápido de pacientes com Covid-19. A tecnologia auxiliará o comitê e, principalmente, profissionais de saúde e gestores públicos para enfrentar o novo coronavírus e seus efeitos sobre a sociedade. “Assim que o Todos pela Saúde foi lançado, colocamos nossas equipes de tecnologia e UX (experiência do usuário) à disposição do grupo de especialistas em saúde, pois entendemos que um dos aspectos mais relevantes no combate ao novo coronavírus é a capacidade dos órgãos de saúde se organizarem em torno dos dados disponíveis. Em tempo recorde conseguimos criar soluções que devem contribuir no combate mais imediato ao vírus e ficarão ainda como legado para as secretarias de saúde e hospitais pelo Brasil”, explica Ricardo Guerra, CIO do Itaú Unibanco. App Todos pela Saúde: banco de dados e simulação O aplicativo Todos Pela Saúde, que já passou por uma fase piloto para testes, coletará dados para mostrar o número e o tipo de leitos disponíveis, além da quantidade de equipamentos hospitalares e de proteção individual em até 1300 hospitais brasileiros. Em breve, também aparecerão dados sobre os profissionais de saúde em cada unidade hospitalar, cidade e estado brasileiro. Essas informações também serão a base para o Covid 19 Simulator, um algoritmo de projeção epidemiológica que já está sendo usado pelo comitê de especialistas para previsão de necessidades e até de colapsos no SUS. Para que o aplicativo seja confiável e de fácil utilização, profissionais de destaque das equipes de TI e de UX (experiência do usuário) do Itaú Unibanco aplicaram todo o conhecimento digital desenvolvido pelo banco nos últimos anos. As equipes criaram um banco de dados único, que será capaz de consolidar e organizar as informações que já estavam disponíveis em outros sistemas, criando interfaces amigáveis para facilitar a gestão da saúde pública e a tomada de decisão do Todos Pela Saúde. Em 13 localidades, além disso, serão entregues kits com antenas, roteadores e notebook, que levarão conexão a internet a hospitais que até então não possuíam acesso. “A aplicação foi desenvolvida em cloud, em uma plataforma totalmente independente do banco, respeitando a privacidade de todos os dados. A solução está sendo oferecida a todas as secretarias de saúde e comitês de crise estaduais como suporte à administração pública. A adoção é voluntária e permitirá a todos esses agentes tomarem melhores decisões nos níveis municipais, estaduais e federais, antecipando situações de colapso e deslocando recursos (humanos, equipamentos e suprimentos) com antecedência”, complementa Guerra. RadVid-19: inteligência artificial para diagnosticar com rapidez A aplicação RadVid-19 deve agilizar gratuitamente os diagnósticos e tratamento dos pacientes. Basta que os hospitais se cadastrem no site radvid19.hc.fm.usp.br. A plataforma RadVid-19 usa inteligência artificial para ler tomografias computadorizadas e indicar a probabilidade de a pessoa estar com a doença. A ferramenta mostra também o grau de comprometimento pulmonar, ajudando médicos a definir sua conduta mesmo antes do resultado do teste, insuficiente neste momento da pandemia. A base de dados é totalmente constituída por exames de Raio-X e Tomografia feitos no Brasil e será disponibilizada gratuitamente para colaboração e consulta. Em breve, a plataforma também terá o módulo AI para Raio-X e radiologistas de plantão para tirar as dúvidas dos profissionais de saúde. O RadVid-19 foi desenvolvido pela Universidade de São Paulo através do InovaHC e viabilizado pelo Todos pela Saúde com apoio do Itaú Unibanco e de outros parceiros, como Colégio Brasileiro de Radiologia, Amazon Web Services, GE Healthcare, Huawei, Deloitte, Hospital Sírio-Libanês, Grupo Fleury, Americas Serviços Médicos, Petrobrás, BID, entre outros. O Todos pela Saúde destinou R$1 milhão para esse projeto. Tags: Aplicativos Coronavírus Inteligência Artificial Itaú

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 09/06/2020 às 20h42

Diagnosticada, recentemente, com a Covid-19, ex-BBB Maria Melilo voltou a ser internada no início da noite desta terça-feira (09/06). A campeã da 11ª edição do reality global, havia recebido alta no último dia 30 de maio, mas teve uma piora em seu quadro clínico. Segundo a assessoria de imprensa da famosa, Maria Melilo deu entrada no Hospital Sírio-Libanês, na zona sul de São Paulo, sentindo muitas dores abdominais, e, agora passa por uma bateria de exames. Assim que soube do resultado positivo para o coronavírus, Maria pediu a seus fãs que “mantenham o pensamento positivo e rezem por sua recuperação”. No Instagram, ela publicou uma foto onde se lê a frase “orem por mim”. View this post on Instagram A post shared by 𝑀𝒶𝓇𝒾𝒶 𝑀𝑒𝓁𝒾𝓁𝑜 (@mariamelilo) on Jun 9, 2020 at 3:58pm PDT

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2020 às 17h50

O número de óbitos em domicílio na capital paulista deu um salto neste ano na comparação com o ano passado. Do início de 2020 até o dia 4 de junho, foram registradas 2.960 mortes em casa, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde, organizados a pedido do UOL. Enquanto isso, 2.541 óbitos foram registrados durante todo o ano de 2019. Em outras palavras, considerando apenas os cinco primeiros meses deste ano, o total parcial já é 16,5% maior que em todo ano passado. Os números referem-se a causas variadas, incluindo covid-19. De acordo com especialistas ouvidos pelo UOL, houve um aumento no número de óbitos em casa por causa da covid-19, mas não apenas pelos doentes da virose. Isso ocorre pelo medo de contrair a doença em hospitais e pela falta de acesso à saúde uma vez que os serviços estão saturados. "Aumentou o número de atendimentos que fazemos de pessoas que morreram em suas residências. Com medo de contrair o coronavírus, retardaram a ida ao hospital com receio de contrair a doença e acabaram falecendo em casa", afirma Francis Fujii, diretor médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em São Paulo. "Registramos um aumento significativo nos chamados por parada cardiorrespiratória de pacientes com doenças cardíacas e com quadros crônicos, como câncer. Ou mesmo de AVC [acidente vascular cerebral]. Caso tivessem ido ao pronto-socorro, o desfecho poderia ser diferente", analisa. A avaliação é compartilhada por André Nathan, pneumologista do Hospital Sírio-Libanês. O médico diz ainda que hospitais particulares da capital paulista reduziram seu atendimento no pronto-socorro não apenas com a diminuição no número de acidentes de trânsito, decorrência da quarentena, mas também de enfermidades. "Pacientes estão buscando ajuda apenas em casos mais graves, o que faz com que apareçam quadros mais evoluídos das doenças", alerta. Infectados com covid-19, mas sem saber disso Segundo Fujii, parte das mortes em casa também é de pacientes com covid-19 que, por não saberem que tinham a doença, evitaram a ida ao pronto-socorro com medo de contraí-la. "Acabam ficando e se tratando como se fosse uma gripe forte, não percebendo sua baixa oxigenação [uma das características da doença]. Morreram de repente, devido à progressão rápida da doença", explica. Responsáveis pelo combate à pandemia nos estados reclamam que as orientações dadas pelo Ministério da Saúde no início da crise contribuíram para agravar esse quadro. Um exemplo é o Maranhão, estado com mais de mil mortos na pandemia. "Tínhamos a orientação de pedir para que portadores de sintomas leves ficassem em casa, o que foi equivocado. A doença evolui muito rapidamente e isso levou a uma grande quantidade de óbitos em casa nos primeiros meses." A avaliação é de Carlos Lula, secretário estadual de Saúde do Maranhão. De acordo com ele, o sistema hospitalar maranhense não chegou a colapsar, mas chegou muito perto. A partir dessa constatação, a orientação mudou, e abriram ambulatórios para casos mais leves — o que, segundo ele, ajudou a reduzir a mortalidade. Hospitais sobrecarregados geram receio outro fator que tem colaborado para o aumento no número de óbitos em casa é a sobrecarga do sistema público de saúde. Há três meses, quando a crise ainda começava no Brasil, epidemiologistas afirmaram que poderia ocorrer um aumento no número de óbitos por outras doenças e acidentes devido à sobrecarga ou colapso do sistema de saúde com os casos de covid-19. Ou seja, unidades de pronto-atendimento e hospitais públicos - que, normalmente, já têm dificuldade em processar toda a demanda - poderiam travar com a falta de leitos e de recursos humanos para atender a todos. A razão pela qual a Organização Mundial da Saúde recomenda as políticas de isolamento e distanciamento social, inclusive, não é evitar o contágio da população, mas que ele ocorra de forma fracionada. Não como tsunami, mas em prestações, a fim de que o sistema de saúde possa atender os pacientes com covid-19 e outras doenças. "Por conta de a pandemia ter saturado o serviço de saúde, as pessoas estão buscando menos a rede hospitalar. Acreditam que não vão ter atendimento e acabam 'esticando' os sintomas", afirma o pneumologista André Nathan. "84 dias em guerra" em Manaus Em abril, os hospitais de Manaus atingiram a superlotação. Ambulâncias rodavam a cidade com pacientes até que surgisse um leito. O Samu do município chegou a fazer 102 ocorrências por covid-19 em um só dia no pico da crise. Agora, estão atendendo de 10 a 15. "Nós estamos com 84 dias de guerra. A prefeitura contabilizou, hoje, 40 sepultamentos, sendo que a média histórica está entre 25 e 30. No pior momento, chegamos a 162", afirmou ao UOL Marcelo Magaldi Alves, secretário municipal de Saúde de Manaus. De acordo com dados fornecidos pela secretaria, o número de falecimentos em domicílio em Manaus foi de 548 em abril (dos quais 206 por covid confirmada ou suspeita) e 401 em maio — dos quais 396 relacionados à covid. "Nossa população não respeitou o isolamento social e o próprio governo federal não estimulou isso, que era a principal medida para conter o vírus", afirma. "Doente, a população demorou para procurar atendimento." Alves destaca que, apesar dos hospitais lotados, havia 18 unidades básicas de referência para atender paciente infectados pelo novo coronavírus. Queixas sobre recursos da União A falta de estrutura de saúde também foi agravada por um nó logístico, principalmente nos estados com menos recursos, que dependem da União em casos de calamidade pública. "A atuação de Brasília tem sido uma sucessão de desastres. Prometeram muito e entregaram pouco. O Maranhão recebeu 40 respiradores e 20 kits de UTI [que incluem leitos]. Mas o estado, até agora, já abriu 450 novos leitos. Se dependêssemos do ministério, entraríamos em colapso", diz o secretário Carlos Lula. O diretor médico do Samu de São Paulo recomenda que diante de sintomas, não só de covid-19, mas também de outras doenças, as pessoas procurem uma Unidade Básica de Saúde - nos casos mais leves - e Unidades de Pronto Atendimento (UPA) ou pronto-socorros de hospitais, nos casos mais graves. Nos locais em que o sistema de saúde colapsou, contudo, a única alternativa é procurar outra cidade, com o apoio do poder público, se disponível.

BLOGS-O GLOBO
Data Veiculação: 09/06/2020 às 16h59

Duas pesquisas sobre a eficácia da cloroquina para combater a covid-19 conduzidas por uma coalizão de hospitais de ponta, como Sírio-Libanês, Albert Eistein e Hospital do Coração, ficarão prontas no fim deste mês. Segundo médicos envolvidos nos estudos, ambos estão em fase de análise de dados. A expectativa é que no fim de junho os hospitais tenham os resultados. Os estudos foram realizados com cerca de 1200 pacientes com coronavírus internados em hospitais de todo Brasil. Um deles aplicou a cloroquina em 660 pacientes internados, mas com quadros menos grave, que exigiam pouca ou nenhuma utilização de recursos de oxigenação, como catéter em baixos fluxos. O segundo estudo com a substância se concentrou em aproximadamente 500 pessoas em situação mais crítica, que tiveram maior necessidade de utilização de oxigênio por meio de recursos de ventilação não invasiva e também aquelas que foram entubadas.

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2020 às 14h42

Grupo de médicos de hospitais privados contam a nova rotina no SUS, na linha de frente contra o novo coronavírus Ana Paula Santos atua há 20 anos como anestesista em centros cirúrgicos de grandes hospitais de São Paulo, entre eles Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e Samaritano. Em sua rotina, cirurgias eletivas, horas marcadas e contatos com pacientes e familiares durante sua assistência na anestesia. Mas, desde que a transmissão do novo coronavírus se acelerou na cidade, ela viu sua vida mudar completamente: entrou na linha de frente do combate à COVID-19 nas UTI´s do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HC). “Quando tudo isso começou, senti muito medo. O que eu faria? Na verdade, o que faríamos? Exatamente o que estamos fazendo: cuidar das pessoas. Fomos com medo misturado à coragem”, relata Santos. A médica é um dos 60 anestesistas do SMA (Serviços Médicos de Anestesia) que reforça o time HC contra a COVID-19, uma iniciativa com a parceria do BTG Pactual e financiamento de empresários. O grupo foi o primeiro da rede privada a integrar o corpo clínico do HC. Ao todo, os anestesistas do SMA entregam 3.600 horas de atendimento mensais, desde abril, a 2 alas de UTI do Hospital das Clínicas. Nesse tempo, eles se dividem entre manter os cuidados vitais dos pacientes, fazer procedimentos como intubação e passagem de acessos vasculares, verificar a evolução de cada paciente e conversar diariamente por telefone com os familiares dos doentes, já que visitas não são permitidas. O dia a dia com pacientes, famílias e colegas os relatos de todos mostram o quanto a pandemia tem mudado as suas vidas. Acostumados ao trabalho em setores específicos dos hospitais onde atuam, como o centro cirúrgico e de diagnóstico por imagem, fazendo parte de equipe multiprofissional, os anestesistas passaram a lidar com novas situações. O contato contínuo com as famílias é uma delas. “Nos tornamos o único elo entre os pacientes e seus familiares. E tivemos que aprender a suportar o peso desse elo ao comunicar más notícias, equilibrando a transparência com a empatia”, relata o anestesista Felipe Porto Rangel. Para a surpresa de alguns profissionais, os boletins médicos por telefone se tornaram algo maior. “Esses momentos são mais sobre medos, esperanças, angústias, arrependimentos, aniversários e saudades do que sobre exames. E uma súplica: promete que cuida bem dele e me liga amanhã?”, destaca Romulo Augusto Batista. Ana Paula Santos adotou a prática de, sempre que possível, fazer videoconferências para aproximar internados e seus entes queridos. “Quanta luz, lágrimas e sorrisos ao fazer um Facetime e conectar as pessoas!”, diz. Ela também repassa mensagens aos pacientes, mesmo aos que estão sedados. “Passei a ficar um tempo maior no telefone com as famílias, e sempre voltar ao quarto para repetir os recados dados, mesmo aos intubados”, explica. Entre aqueles que passaram a dividir a rotina na pandemia, o espírito de equipe também se fortaleceu. “Tenho me policiado a deixar tempo para entrar no quarto e ficar uma ou duas horas – aumenta medicação, diminui medicação, troca sedação, muda a ventilação. Outro dia, a técnica de enfermagem ficou feliz quando eu preparei a solução para uma bomba para infusão de um medicamento, algo que geralmente ela faz. Esse tipo de coisa une a equipe. Passei a entender o quanto os técnicos e enfermeiros estão sobrecarregados e com medo”, pontuou Thiago Valois. Um novo papel Além dos profissionais que estão no HC, o SMA conta com outros 100 anestesistas que passaram a atuar em unidades de terapia intensiva em hospitais de campanha e privados. Outros 108 permanecem em atividades nos centros cirúrgicos, para os procedimentos que não podem ser adiados. A busca por anestesistas para integrar UTIs se tornou maior por causa da experiência que os profissionais dessa especialidade têm em procedimentos de intubação, para a ventilação mecânica. “Devido ao treinamento que possuem, os anestesistas estão direcionando suas habilidades para procedimentos essenciais exigidos no tratamento da COVID-19”, afirma o Dr. André Ottoboni, diretor geral do SMA. O novo ambiente de trabalho, desbravado em meio a uma pandemia, traz grandes desafios “Resumo dizendo que nossa especialidade está sofrendo muito com essa pandemia, estamos nos virando nos trinta para sobreviver, mas nunca nos entregamos ao pânico que tenta nos constranger”, afirma o anestesista Albino Vieira Júnior. Para Talitha Gonçalez Lelis, resiliência é uma das palavras que melhor resume o período atual. “Desafios não faltam nesses tempos na UTI: aceitar o inevitável, sentir que não desistir pode significar a vitória da vida e aprender sempre! Cada dia é um dia diferente, oscilando entre tristezas e alegrias. Penso que somos privilegiados por termos nos reinventado numa situação inédita em nossa profissão e no mundo.”

ABRASCE - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SHOPPING CENTERS
Data Veiculação: 09/06/2020 às 13h51

Protocolos de reabertura dos shoppings no Brasil São Paulo, 9 de junho de 2020 – A Abrasce, em parceria com a área de consultoria do Sírio-Libanês, elaborou Protocolos de Operações para a reabertura gradual de shoppings centers do Brasil, considerando regiões e assuntos específicos relacionados aos empreendimentos. O objetivo é garantir a saúde e o bem-estar de consumidores, colaboradores e lojistas. Os documentos foram construídos a partir das orientações de representantes dos principais grupos de shoppings do Brasil, além de visões de especialistas e experiências internacionais. “Em razão da complexidade e abrangência dos temas, bom como incertezas e dinâmica das ações necessárias ao enfrentamento à pandemia, os documentos serão atualizados à medida que novas informações e conhecimentos forem adquiridos e reportados”, afirma Glauco Humai, presidente da Associação. Confira os documentos na íntegra abaixo: Protocolo de Reabertura – Nacional Protocolo de Reabertura – Rio de Janeiro Protocolo de Reabertura – São Paulo Protocolo de uso e manutenção dos sistemas de ar condicionado e exaustão Protocolo com especificidades para aferição de temperatura Protocolo com recomendações de higienização A Abrasce também produziu um vídeo com as orientações para todos os empreendimentos.

SP1/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2020 às 13h00

 

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | Manhã Bandeirantes
Data Veiculação: 09/06/2020 às 10h55

Presidente da Associação Brasileira de Lojistas de shopping é o da brutal vida da gente, até agora que perda de tempo hábil, o estado tem tanta coisa para fazer Nabil e primeiro lugar é um bom dia para você se viu ontem a reabertura do shopping, mas são Vicente tinha gente e ver começar a fila aqui em Diadema e terminava na porta do shopping, os policiais conversores pela reabertura dos shoppings aqui São Paulo, pela perspectiva que nós tivemos aqui como disse, não é possível que sim, então que os shoppings reabram aí é na quinta-feira, o que o senhor espera de dessa reabertura de porque eu recebi uma reclamação aqui que quem trabalha com comida a forma que ele palco e já deu com o Fogaça no canal do Datena na última transmissão aqui o Fogaça jogou ele durante Lador a não pode falar de e ele pode falar a ela não pode de vista Bob Marley favor para a bobagem ou Fogaça teve ficou mais acalorado, né. Ficou mais acalorado e meteu o pau diz que o shopping toma, mas os caras do que dar a e tirando este fato de o cara que desce em comida. Ele tem que repor o estoque será que ele teve tempo de repor o estoque muito com o Milan venceu e o para coibir de roupa, acho que não vai poder provar a roupa é difícil beber e oito vender roupas equipe. As pessoas provem a mulheres e homens gostam de provar para verificar bem, entendeu. E outra coisa que pode atrapalhar o lojista, não é. E ele não estava pagando aluguel nenhum e água e de e não estava vendendo bem porque o ano passado, nós tivemos uma crise todos os tempos, agora, eu vou pagar aluguel integral. O shopping vai dar umas um refresco moleza para essas pessoas no começo, não vai ter que pagar aluguel e deve integrar o mesmo e comércio espera reabertura dos Lopes e o povo não tem dinheiro para comprar, não tem dinheiro para comer de dinheiro para comprar. É hora de falar, você é meu é. Na verdade da pena a grande preocupação é que ele fique com o corpo e o governador e prefeito e que prevê empreendimento política de ocupação extraordinários, porque são áreas de seis mil metros C Felipe Neto são os corredores tem oito metros, seis anos, agora, a partir de cadeira. Ganso e colocamos um de nós estamos são pessoas que estão no corredor que não é tão ela não pode voltar nesse mesmo corredor do outro o outro corredor para evitar mais do que isso a possibilidade de recuperação da equipe também poderá estar em campo jogando uma vez que os serviços essenciais. Eu quero bater na e nenhum protocolo absolutamente nada e em qualquer lugar que você dá o hoje se transporte rodoviário e outra que a pública que ele. E a razão é que ela não queira se poderia ter continuado aberto, chope porque tratamos serviços essenciais, o da nada de estar sendo observado. Ciro de funcionários com o distanciamento social do pré-sal a ter fechado a estrada dizendo não, exatamente de corridas a ele uma. E na real hoje uma semana será nascidos com a polícia Militar na rua do Resende shopping, que nasceu o Protocolo de Kyoto e Oi foram agora, autoridades de Finados pelo sírio-libanês, com mais de vinte por que elas são locais que a população foi a mais segura mais segura com qualquer cliente público, então a gente é que o explorador falou com a equipe do prefeito e um outro agora um pouco mais de quatro horas de funcionamento do shopping. Pelo menos é o que está sendo dito que foi dito pelo governador e deve ser ratificado pelo que se imagina, você abre na quinta-feira, dez para dividir a moradia. E quatro horas professor poderia entrar forte, então com a gente percebe que infelizmente, nesse aspecto, o equipamento Shop para ajudar a população teme perder poder público de campanha que e então o próprio benefício da população, então você vai ter a entrada do Fortim, DP. Na hora de vista do ponto de medição da temperatura na entrada onde se 28 e qualquer lugar, mas vamos lá, você vai ter é obrigatório, mas que pouco eles foi dado não só pelos vereadores também é que a cada hora ou se realmente os de meia hora, ele, tanto pessoal você vai ter que malhar, não queria que são agora o que a lei estabelece que 20 por cento da capacidade de shoppings que poderia esperar. O evento que a gente está vendo o que fará com porque esse poder de 50 que é de que as pessoas podem perder e não me lembro de ter me dado nossos de vista tem de 30 a 40 por cento ou comparado com a diretoria. Eu estou com você mesmo para não depender de nós estamos conversando com ele e ele me sentir o que realmente foi muito bom, com haverá. Até porque esse aí do pop, hoje é oposição poderia de ser praticamente impossível dizer, muita coisa de investimento e de previsão é a de viabilizar o negócio de TV para alegria. Nós temos de melhor que a gente vai sentir frio e funcionários que foram colocados na Rua da Amargura, infelizmente, porque a oportunidade de o pelo de olha que coisa que eu não sabia. 15 mil lojas já não vão conseguir voltar ao shoppings é isso aqui em São Paulo, quando os empregados perderam emprego nessas que o Love é. E na verdade, não estamos falando de casa, o uso de TV Brasil, você tem hoje não se conhece no Brasil, 15 Reais mil no 10 por cento, 10 por cento das lojas não vou ter que funcionarão perder o emprego repetiu. Meu Deus, eles tinham que é, é eu recebi uma reclamação aqui essas reclamações que passei são reclamações de jejum casa sim, eu sabia vender no mínimo 1200 paus e para ter um pequeno lucro e manter a loja eu estava vendendo 407 e reais e é por dia na minha loja. Eu vou passar a vender, no máximo 100 e quando voltar como é que vou fazer para pagar aluguel do shopping. Como é que o número de roupas, 6 pessoas não podem provar a roupa se o shopping também não viabilizar esses caras, os caras vão sair também e muita gente a quebrou quer dizer que esse fechamento foram fechamento que e causou problemas não só para pequenos lojistas de rua para a gente, as lojas de rua fechadas aí e tal. Mas para os grandes empreendimentos, como shoppings também o Mauro estava feito, né, navio hora para ser feito é uma judiação você tem hoje 1 milhão de São Paulo e de lojas de rua. Mas havia grande maioria, são todos que é o pessoal tá no ano de ser tão grande e a gente tem falado por que nenhum lugar do mundo. O comércio e ficou mais de 45 dias para abrir agora como é que pode no Brasil, nós temos que fechamento do seu tempo e 56 de Hope que no Brasil, somente por volta de Presidente, se é que são abertos no Estado de São Paulo, que tem o potencial extraordinário só tenha 10 praticamente e 45 ou um por cento 82 municípios do estado, então, esses que o lento e que o que o governador, eu gosto muito de Formiga do João mas foi de muita felicidade tão grande que a colocação por que políticos da população e o que não se coloca muito de que a pena pelo plano de trabalho que a gente fechou um reais por pessoa mais humilde. Eles estão sendo massacrados dentro dos ônibus não tem ninguém faz absolutamente nada que vai é a minha procuradora em casa pela série 5 5 40 da manhã de todos os dias, o ônibus lotado, 5 40 da manhã e não tem um critério e 0 e altura das pessoas de que elas colocam uma máscara e ponto final. Então hoje estão pedindo a proteção que o motorista como para aqueles que prestarem o poder proteger isso acontece no metrô do corpo e que segundo a PM, no chope, porque te e o capitalismo pode que o hospital e 0 e F R 2 estão pagando a verdadeira cultura para poder abrir a loja depois de quase 90, diz ele que somente estão apenas esperando, estou falando até em qualquer moção, porque eu eu o recebi ligações o eu e o lojista ficou de mais de R 10 anos para que o PSD economias abrir uma pequena franquia. Ele é a de que teria que procurar e 80 91 reais por mês, ele leva para casa dele esse valor por volta de 57 por cento e de papéis para que a economia. E agora na pele de via já estava ruim ainda, eu já falei que o exemplo do teste, porque há mais de um cara que me falou que era isso a proporção era essa foi proíbe porte o que eu falei da greve à porque também tem um detalhe e tem grandes shoppings que tem lojas populares à zara, por exemplo, a hora de ver é de é bem barato dentro de shopping, Iguatemi que o shopping bacana. Sempre é bom e não é só um público diferenciado e tem lojas que vendem para pessoas em vender e deveres dos shoppings é de bacana que vende roubo. Roupas a preços populares aí e eu não sei como é que os carros se manter mesmo, não, não sei de que já que voltam citando a gente perdeu o emprego, não sei, talvez a volta talvez a volta seja pior do que o fechamento que o cara vai conseguir se manter que ele vai ter que pagar aluguel integral e aí como é que fica é o que muitos lojistas se por um lado, eu não olho a pena. A gente outra circunstância que eles presos e um horas. E como a Madri depois na sequência, nós vamos fazer uma pressão no jornal O prefeito o que eu vou fazer com que sejamos depender do que a mobilização muito uma que é o que o presidente da Câmara dos Vereadores. E teve 1 1 decorrente ontem à noite ele entendeu. A nossa não se esperam ele tem de se perder, perdeu, diz que é possível que algumas unidades de chope e não reabrirão. Eu acho eu acho eu acho difícil, porque eu o o shopping são tão que os prejuízos à população e à casa do mundo de 7 bilhões de reais nesse decidiu quase 90 dias. E é o chope tem compromisso com seus os seus públicos bancos que eles se propagando investimentos feitos e o lojista que se abre para depois de conhecer. Prefeito governador e 4 horas para acabar de matar lojista, então eu até a pena e o câncer por justa que se tem um canal direto com a prefeitura comprou Governo p 4 horas que ajuda a tirar o dele, não, eu sou prefeito eu mando a de 3 horas, porque, no ano passado, com muito tempo. Você estabelece a coisa mais importante para o lado de fora de um lado a lado na hora de forma escalona dados nos casos ou naquelas 4 horas e a Governo. E esse é o grande ponto que edita discutindo e ao mesmo tempo será de 8 horas de juros que ele treinar o sobre de que ele trabalhava 12 horas já foi cortado 4, agora é o único partido cortar mais 4, 8 horas, então a gente percebe que este país, a gente tá bom dia do crime na ação é absurda, como é que todo o setor que além dos pontos de fidelidade pública. Não faz absolutamente nada nada nada nada no shopping ou fazer uma ditadura em cima de mim para que eu não sei se você não me indicou 3 a 0 ainda no mercado, isso de uma coisa que 1º. E eu não estou defendendo o chope coisa nenhuma, porque o chope é é um lugar bacana ou coisa parecida, pelo contrário dos fala uma coisa, eu já disse, tem o chope bacana que vende e de roupa popular havia de arte popular tem, tem shopping que o shopping de shopping popular outro shoppings, que são extremamente populares La Rosa, populares e 0 e outra coisa, o chope bacana que veio de coisa bacana que vende coisa, cara. Ele, por exemplo, não sabe, eu vou perguntar por que eu não sei apenas de olhada e o shopping, Cidade Jardim ficar perto da maior comunidade que tem aqui são 100 mil pessoas em uma cidade. Esse shopping e ele e tem muito time e de empregados das lojas da comunidade ali do lado, o navio. Ele quis saber, por exemplo, se ele é um curso rápido, tem uma que ele tem uma linha direta com a comunidade e ajuda a comunidade. Ele faz o papel social de solidariedade desde a época em que ele de que ele que ele abriu por outro lado, você tem funcionários e que trabalham anos e que declara que ele passou por uma como é que a gente e você tem alguma movimentação, inclusive na praça de alimentação para que o pessoal um que trabalha que eles então a gente tem muita gente humilde, office-boy que trabalha em escritórios e que então, na hora do almoço na casa de um parente onde comprar e um. Uma das mães e alunos aí passa para o triatleta e passar todo mundo que eu estou querendo dizer a pergunta se você triagem de passar todo o mundo, os atos de discriminação, tanto cara que mora no bairro bacana. Como para isolar o tucano dizer se tem muita gente empregada do shopping, Cidade Jardim que mora ali para as obras que estão querendo dizer é que quem trabalha no shopping. Bacana. Não é rico, disse não saber avaliar e não queremos ir e isso não quer dizer que nego terça ele e agora que você tem certeza que qualquer shopping da ONU que permite de e. Ou seja, o Rio de Janeiro da comunidade e evitou falar uma boa parte de trabalho como vendedores trabalham como lá até que é isso que e 0 e da pena uma coisa importante. O senhor o prefeito nos ajudar neste momento, o estado de 70 por cento de pequeno decretar a mortalidade, infelizmente ela estar crescendo nesse setor e 0 e a gente acabou ficando de todo o lado, eu acho que esse momento é de união e o momento de crise na Líbia e como eles chamam outros ajudar para que a gente consiga melhorar um pouco o nosso país vai precisar de todo o mundo e também para a tomada do comércio, vamos fazer o possível. E olha que ele falou em todos os empreendimentos de ou da tendo esse número que você falou é assustador. Quantas lojas fecharam já deixou a Apple não volte a condição de abrir. Ou que não abre e pelos 120 mil de empregos, no continente e saíram itens que a gente se que não vão voltando, portanto, a equipe de Londres e vou voltar. quinze mil lojas fecharam em shoppings Center e no Brasil vendas, né. Ele não devia um EP e mais de cem mil trabalhadores que perderam emprego que perdeu o emprego e não estou preocupado com o dono do shopping, o Eu não estou preocupado com isso, estou preocupado, é com o uso do espaço os coitados dos do dos empregados e também dos lojistas que estão emprego e um do Pardo do no shopping. Para mim, o dono do shopping pode se expor e agora eu estou preparado hoje vista que dá emprego deixou Rio Bruno raramente o navio.