Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 06/04/2020 às 00h00

O Centro Internacional de Pesquisa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo (SP), passa a fazer parte do grupo de Hospitais, composto por Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês e Moinhos de Vento, que irá conduzir estudos para o tratamento do Covid-19 em conjunto com a BRICNet (Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva). O time de especialistas destas instituições de ponta fará avaliação de opções de tratamento para pacientes infectados pelo Coronavírus e, a partir desses estudos, será possível avaliar a segurança e eficácia das terapêuticas adotadas em diferentes perfis de pacientes. A Coalizão COVID Brasil incluirá cinco projetos de pesquisa: três avaliando pacientes hospitalizados em alas hospitalares e unidades de terapia intensiva, um avaliando seguimento um ano após alta hospitalar e um avaliando pacientes não hospitalizados com diagnóstico de Covid-19. O projeto tem apoio do Ministério da Saúde e de uma indústria farmacêutica. De acordo com Kenneth Almeida, Diretor-executivo de Inovação, Pesquisa e Inovação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, neste momento em que o mundo enfrenta uma pandemia da doença é necessário colocar todos os experts da Instituição debruçados para encontrar respostas que possam conter o avanço deste novo vírus e garantir o acompanhamento clínico dos infectados pelo Coronavírus. “Contamos com um time de médicos e pesquisadores capaz de contribuir de forma significativa para gerar conhecimentos que impulsionem o avanço da medicina, ajudando a salvar um número ainda maior de vidas”, afirma. Para o Diretor-presidente do Hospital, Paulo Vasconcellos Bastian, a parceria consolida o propósito do Hospital em cuidar de vidas com humanidade e respeito, disseminando sua capacidade técnica com o objetivo de contribuir para a melhoria da saúde da população brasileira. “Atuar de forma pioneira, estimulando o desenvolvimento da medicina e da saúde está no DNA do Hospital. Com essa parceria reafirmamos a sua vocação para cuidar e a capacidade de contribuir para o desenvolvimento da saúde no País. Todo o nosso time está empenhado nesta luta de enfrentamento ao Coronavírus, cuidando de cada detalhe para que possamos reduzir a disseminação do vírus e para alcançarmos tratamentos mais rápidos e efetivos contra a contra a doença”, diz. O projeto interinstitucional chamado de Coalizão COVID Brasil estima beneficiar pacientes atendidos em cerca de 80 hospitais brasileiros. Os primeiros resultados deste trabalho conjunto devem estar disponíveis em até 90 dias. Hospital Moinhos de Vento inicia pesquisa clínica O Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre (RS), também se uniu ao Sírio-Libanês, Albert Einstein, HCor e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet) para coordenar estudos sobre o tratamento de pacientes hospitalizados devido à COVID-19. O objetivo é avaliar a eficácia, a segurança e o impacto na qualidade de vida de três possíveis tratamentos a pessoas infectadas pelo novo Coronavírus. Chamada de Coalização COVID Brasil, a aliança interinstitucional conta com o apoio do Ministério da Saúde e da farmacêutica EMS. Ao todo, mais de 1.300 internados serão acompanhados pelo projeto por um ano após a alta hospital. Até 60 hospitais do país serão beneficiados com a medida. De acordo com o superintendente de Educação, Pesquisa e Responsabilidade Social do Hospital Moinhos de Vento, Luciano Hammes, a iniciativa é essencial para proporcionar o melhor tratamento aos pacientes no Brasil. “É um vírus novo, e estamos conhecendo seus efeitos em tempo real. Vamos testar esses medicamentos e as consequências da doença e dessas terapias nas pessoas. Precisamos saber se funcionam, se são seguras e se há riscos de sequelas e de impacto na vida delas no futuro”, destaca Hammes. Segundo ele, os primeiros resultados devem estar disponíveis entre 60 e 90 dias. Análise de três tipos de tratamento Serão três pesquisas. O Coalizão I avaliará se o tratamento com hidroxicloroquina é eficaz para melhorar o quadro respiratório de pacientes com menor gravidade internados por infecção com o novo Coronavírus. Também, será observado se a adição de azitromicina pode potencializar o efeito do remédio e se traz benefício adicional. Serão acompanhadas 630 pessoas. O Coalizão II envolverá casos mais graves, que necessitam de mais suporte respiratório. As pessoas receberão hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina. O objetivo será verificar possível efeito benéfico adicional, com potencial de melhorar os problemas respiratórios causados pelo vírus. Em torno de 440 pacientes participarão dessa etapa. Por fim, o Coalizão III analisará a efetividade do anti-inflamatório dexametasona para pessoas com insuficiência respiratória grave, que necessitam de suporte de ventilação mecânica para respirar. Nessa pesquisa, serão incluídos 284 casos. União nacional Superintendente executivo do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini ressalta a importância da união de pesquisadores de todo o país para enfrentar a COVID-19. “É uma frente de trabalho formada pelos melhores hospitais do Brasil, que são referência em pesquisa científica e medicina de excelência”, destaca. “Esses estudos darão segurança e tranquilidade para os profissionais tomarem decisões na hora de tratar os pacientes”, conclui o Parrini.

SBT BRASIL/SBT/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2020 às 20h10

 

JORNAL DA GAZETA/TV GAZETA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2020 às 19h12

 

RÁDIO JOVEM PAN 620 AM/SÃO PAULO | OUTROS
Data Veiculação: 06/04/2020 às 16h33

Também do agora está de volta e estamos ao vivo, são 4 horas e 32 minutos e hospitais estão tratamento à base de plasma no combate ao coronavírus quem traz as informações e o repórter Vinícios Moura e nós vamos conversar com ele, ao vivo por Rossi, boa tarde. Ministros. Ele é boa tarde a você. Boa tarde a todos os ouvintes, telespectadores e e do jovem Pan, agora isso mesmo é mais uma nova investida e da saúde contra o coronavírus. E este projeto e já hoje e aprovado pela UE são de ética e pesquisa veio após também um dia numa autorização que a FDA agência de medicamentos americano aprovou também um estudo similar para pacientes que estão em estado grave. Lá nos Estados Unidos e agora o Brasil tenta fazer o mesmo por aqui ainda estamos na fase de de aí de coleta e de pacientes que estão aí, por exemplo, liga numa situação um pouco menos complicada menos graves do coronavírus então são pacientes foram diagnosticados. O coronavírus mas após 2 semanas já não apresentam é, mas aí os sintomas ou também são e pacientes assintomático os então em uma fase aí um pouco mais Granda dessa doença que poderão ajudar aqueles pacientes que estão é uma situação um pouco mais grave que estão precisando aí do da inflação mecânica para sobreviver nesse estudo está sendo desenvolvido inicialmente pelo hospitais e está aí para Aubert aí sim, também pelo hospital sírio-libanês e pela USP e essas 3 e entidade estão realizando A e B na 1ª fase e portanto, aí de coleta desses e pacientes nas próximas 2 semanas, o tratamento já deve começar mais claro com muita cautela ainda na base e de uma pesquisa mais aprofundada também e com relação à comparação e de outros 10 para e aí e 5 por cento da eficácia deste ano indo ao base de plasma, portanto, hã um se este em retirar o sangue deste paciente e ele aí o diagnóstico mais brando do convite ante 10 e transferir para aqueles pacientes estão em estado mais grave. Eu conversei com o Luís Vicente, isso liga que aumente imunologista e também diretor de pesquisa, no hospital Aubert aí tem que explicar para a gente agora quais são, portanto, aqueles pacientes estão a os a fazer este tipo de doação. É importante que o doador também que se recuperando e tenho títulos que quantidades de anticorpos que neutralizam antes que um tipo específico de morto, que posso ser transferido com vantagem para o a receptor. Portanto, ele tem que sentir o corpo e neutralizamos, além de outras questões, claro relacionadas a e a estes para crime em que estava tudo certo, direitinho tem T e também relacionado a isso, né, então o paciente também não pode deixar o Hobbit incluir essas como Chagas, sífilis HIV. Em entre outras doenças para estar apto a fazer a doação para fazer aí este tipo de tratamento e da Silva, número de aumento e ao diretor do banco de sangue do hospital Sírio Libanês traz o outro lado aqui para a gente entrar e pode receber este tipo de tratamento. Como já falei, aqueles pacientes que estão em estado mais grave, vamos ver como está o estudo controlado bastante é organizado. Nessa 1ª fase, a gente vai utilizar apenas pacientes graves que estejam em ventilação mecânica ou aqueles que estejam próximos a serem submetidos a ventilação mecânica erro. 1ª fase do estudo Linense, eles estão com a escolher ano essas amostras de pacientes homens de 18 a 60 anos e estejam assim como Marcos e do coronavírus estejam com mais de 55 o e nos e que nunca tiveram seus nomes como já falei, disse iniciadas com hepatite e Aids. Tudo isso, né. Para fase neste 1º experimento e como há uma vista também já alertou precisa ainda muito cuidado, muita cautela é preciso fazer esses testes ano passo a passo para aí sim, lá na frente a gente e a certeza da eficácia de ele.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2020 às 15h59

O vírus Sars-Cov-2, causador da Covid-19, fez médicos ao redor do globo se depararem com uma pneumonia com características diferentes. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a pneumonia, doença inflamatória grave causada por bactérias, vírus, fungos ou pela inalação de produtos tóxicos, é a principal causa de morte de crianças até cinco anos no mundo. No Brasil, a maioria das vítimas são pessoas acima dos 60 anos. No caso da Covid-19, apenas 20% dos pacientes chegam a desenvolver o quadro de síndrome respiratória aguda, diz a organização. A falta de ar é o alerta para procurar ajuda médica. Margareth Dalcolmo, pneumologista da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, referência na área, afirma que a pneumonia provocada pelo novo coronavírus tem caráter misto, afetando tanto os alvéolos pulmonares, nos quais ocorrem as trocas gasosas, quanto os interstícios, regiões situadas entre vasos e alvéolos. Diante da falta de testes específicos, o diagnóstico da Covid-19 tem sido feito por meio de tomografias computadorizadas e do histórico clínico do paciente. Embora nem todos os casos de pneumonia necessitem de internação, diz a médica, quando isso ocorre, o quadro dos pacientes tem surpreendido de forma negativa. “O Sars-Cov-2 causas uma pneumonia com grau de inflamação nos pulmões enorme. Nesse processo, existe uma porção de substâncias que são protetoras do pulmão e perdem sua função no processo inflamatório, que é muito agressivo e, às vezes, muito rápido e generalizado também”, diz Dalcolmo, habituada a tratar casos graves de pneumonia bacteriana e por outros vírus, como H1N1. Pneumologista do Núcleo de Doenças Pulmonares e Torácicas do Hospital Sírio-Libanês, André Nathan Costa acrescenta que o novo coronavírus destrói as células que revestem os alvéolos e causa lesões pulmonares, que, nas síndromes de desconforto respiratório agudo, são chamadas de "dano alveolar difuso". “A resposta do corpo contra o vírus é totalmente diferente em relação à bactéria e a lesão alveolar é muito mais grave”, diz. O tratamento também é diferente. No caso da pneumonia bacteriana, é possível tratar o paciente por meio antibióticos, enquanto nas virais, exceto no caso da H1N1 —para qual há um antiviral eficiente, o oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu—, não há remédios específicos. TUDO SOBRE A COVID-19 Veja o que se sabe até agora sobre o novo coronavírus Sars-CoV-2 Quais são os sintomas do novo coronavírus? Saiba como se proteger contra o coronavírus e o que fazer em caso de suspeita acompanhe o caminho do coronavírus pelo mundo não leva o coronavírus a sério? Conheça cinco fatos que você precisa saber como falar sobre o coronavírus com crianças e adolescentes Novo coronavírus pode não ser tão letal mas se espalha mais facilmente Isolamento domiciliar com vírus tem regra até para usar o banheiro 'Pegou a Covid-19? Só procure um hospital se sentir falta de ar', esclarece infectologista Vídeo ensina a lavar as mãos Dalcolmo afirma que, no caso do novo coronavírus, países estão testando vários tipos de antivirais de forma isolada e ou associada a outros medicamentos, mas que o suporte por aparelhos de respiração, os ventiladores, tem se mostrado a forma mais adequada de tratamento. Entretanto o tempo de permanência que os pacientes de Covid-19 ficam na ventilação mecânica preocupa. “O que chama atenção —tanto pela literatura dos países que nos antecederam quanto pelos casos que temos aqui— é o tempo que o paciente exige permanecer em ventilação mecânica, porque é muito superior ao que estamos acostumados a ver. A média são três semanas, que é um tempo muito grande”, diz a pneumologista da Fiocruz. Por causa disso, afirmam os médicos, o paciente pode ter o quadro agravado também por uma pneumonia bacteriana que se some à viral. Costa afirma que esse é um problema observado em pacientes com pneumonia causada por influenza e H1N1. “O sistema imune fica mais deprimido para resposta de bactérias quando você tem um vírus. Sobre o coronavírus, estão começando a sair trabalhos mostrando que é possível uma pneumonia secundária, principalmente hospitalar”, diz. Dalcolmo acrescenta que a maioria dos trabalhos publicados mostraram a necessidade do uso de antibióticos, porque o paciente fica muito tempo na ventilação. Ter tido uma pneumonia bacteriana no passado, segundo Dalcolmo, não é por si só um fator de risco. “As pneumonias bacterianas no geral respondem muito bem ao tratamento e não deixam sequela alguma”, diz. O cenário é diferente para pessoas com históricos de doenças pulmonares obstrutivas, como bronquite crônica e enfisema pulmonar, que, além de risco maior, têm mais dificuldade de sair da ventilação. Os pneumologistas ainda não sabem que sequelas pode deixar o período prolongado com respiração auxiliar. Dalcolmo conta que atendeu pacientes em que a lesão pulmonar ainda aparecia nos exames após semanas da alta, o que afirma não ser comum em pneumonias bacterianas ou virais. “Ninguém sabe dizer ainda que tipo de sequela poderá deixar, se uma fibrose pulmonar cicatricial ou uma sequela de natureza funcional, ou seja, aeróbica. E se essa pessoa poderá ter dano temporário ou definitivo causado por uma lesão inflamatória tão grande”, afirma. “Quando você tem esse dano alveolar difuso, você pode ter uma cicatriz depois no pulmão, dependendo da resposta [ao tratamento] que você teve, mas ainda é muito cedo para falar nisso quanto à Covid-19”, completa Costa.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2020 às 12h09

Diante do isolamento imposto a pacientes internados com Covid-19, hospitais de ponta têm adotado videochamadas com familiares por meio de smartphones, tablets e até robôs para diminuir a angústia do afastamento. Em muitas instituições, porém, ainda prevalece a falta de comunicação. Há relatos dramáticos de famílias que perdem totalmente o contato com o doente na internação. Nem sequer conseguem se despedir na hora da morte. O Hospital das Clínicas de São Paulo é uma das exceções entre os públicos. Um time envolvendo setores de humanização, de cuidados paliativos e de inovação já testa o uso de robôs de telepresença e de tablets para o contato. Por meio de parcerias, o hospital conseguiu três robôs emprestados e há uma campanha em curso para a obtenção de tablets. A ideia é que o paciente na UTI receba a visita do robô e por meio dele possa se comunicar com a família. "Essa é uma doença cruel, ela afasta as pessoas. No momento de mais necessidade, você não pode receber conforto físico, não pode estar junto de quem você ama”, diz a médica Lilian Arai, diretora da Hackmed, organização que busca inovações em saúde e que tem feito a ponte entre o HC e empresas que ajudem em soluções tecnológicas. No Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), o uso de telemedicina começou nesta semana. Na segunda (30), a editora de livros Janine, 37, conversou com o marido Guilherme, 37, que estava internado na UTI com Covid-19. A filha Elisa, de quatro anos, também participou do bate-papo. “No início, tive medo que a imagem do pai na UTI, cheio de eletrodos e usando máscara, pudesse assustá-las. Mas foi reconfortante para ela ver que o pai está vivo, se recuperando bem”, conta. Na quinta (20), Guilherme teve alta da UTI e seguia internado no quarto. Mãe e filha estão isoladas em casa. A comunicação entre a família ocorreu por meio de um carrinho de telemedicina, que tem câmera e tela acopladas e chega até a beira do leito na UTI. O hospital envia um link de videoconferência à família para a conexão. “O que as pessoas mais têm medo é que familiares ou elas próprias peguem a doença, sejam levados para a UTI e morram. Ver o familiar, mesmo que à distância, conhecer a equipe que está cuidando dele, faz muita diferença, dá mais segurança”, diz Daiana Barbosa, coordenadora da enfermagem do Hospital Moinhos de Vento. Segundo ela, muitas vezes as famílias não querem informações apenas sobre o quadro clínico do doente na UTI. “Elas querem saber se ele tem dor, se sente frio, como se alimenta, como é o banho.” O médico Felipe Cabral, coordenador médico de saúde digital do Moinhos de Vento, explica que a ferramenta também tem possibilitado que o médico assistente veja o seu paciente, já que ele, assim como os familiares, está impedido de entrar na UTI por risco de contágio. O hospital já tinha expertise no uso da telemedicina em UTIs de adultos. Desde 2018, faz avaliações de pacientes críticos internados em hospitais de Palmas (TO), Sobral (CE) e Rio de Janeiro. “Pensamos: por que não transportar essa experiência para dentro das unidades de Covid? Com esse modelo, a gente consegue a segurança com a limpeza do aparelho conforme as regras da comissão de infecção hospitalar.”. Os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, de São Paulo, estudam implantar visitas virtuais na UTI para pacientes de Covid-19, mas a prioridade atual é a emissão de um boletim diário sobre o quadro clínico de doentes críticos e o que é esperado para as próximas horas. “O que os familiares querem é informação. A queixa que a gente mais teve até agora foi: ‘o meu familiar está aí e a gente não tem notícia. Se alguém disser ‘eu quero ver como ele está’, a gente está preparado para fazer visita virtual", diz Ana Merzel Kernkraut, coordenadora do serviço de psicologia do Einstein. Segundo ela, o hospital também está estudando novas formas de comunicar a família em caso de morte do paciente. “A impossibilidade de não ver o corpo pode gerar um luto mais complicado.” O Einstein colocou à disposição de familiares e pacientes o serviço de psicologia virtual. O Sírio-Libanês avalia alternativas de possibilitar visitas virtuais na UTI mediadas por uma psicóloga, inclusive com o uso de robôs, mas isso ainda está sendo estudado pelo setor jurídico do hospital. Para os pacientes menos críticos, é permitido o uso de celulares. O hospital também fornece tablets, caso o doente prefira. A cada uso, o aparelho passa por desinfecção. “A gente tem visto pacientes ficarem dentro da UTI por mais de dez dias. Essa permanência prolongada gera muita angústia não só para os familiares como também para os médicos e equipes assistenciais”, diz Felipe Duarte Silva, coordenador de práticas médicas do Sírio. Segundo o geriatra Douglas Crispim, médico do núcleo de cuidados paliativos do HC, a comunicação é um elemento essencial durante a internação do paciente com Covid-19. “Neste momento, vemos milhares de pessoas internada que perdem totalmente as relações com o externo.” Ele e um grupo de especialistas em comunicação em saúde criaram um protocolo para essa situação que pode ser aplicado em todos os níveis de instituições, inclusive em hospitais de campanha. “Com um celular e um tablet, respeitando as normas de paramentação, você consegue montar times de comunicação dentro dos hospitais, consegue fazer com que o paciente receba visitas de forma virtual, independentemente se ele está morrendo ou não.” A ideia é que os hospitais usem profissionais que não estejam na linha de frente dos atendimentos, como psicólogos e terapeutas ocupacionais. Eles agendariam previamente a visita virtual com a família e passariam nos leitos de pacientes que ainda conseguem falar. Já os pacientes em ventilação mecânica, sedados, poderiam receber outros estímulos. “As famílias mandariam mensagens de viva voz diariamente, músicas. Para ele, é urgente que também se olhe para esses pacientes que estão ficando dias sem falar com os familiares e, alguns, morrendo absolutamente sozinhos. “É isolamento compulsório e ponto final.” Na semana passada, várias pessoas se queixavam sobre falta de informação de parentes internados com suspeita de Covid-19 nos hospitais municipais Tide Setúbal e Cidade Tiradentes, ambos na zona leste. Depois de internar seu irmão Franz, 29, no dia 23, com febre e dificuldade de respirar, Marisol só teve notícias dele no final da noite de quinta (26), quando o hospital avisou sobre sua morte. “Não o vimos mais, nem pudemos dizer adeus”, contou. Procurada, a Secretaria Municipal da Saúde não se pronunciou sobre o caso. No dia em Franz morreu, foi o início do drama do aposentado Antonio Rodrigues de Lima, 70. Ele sentiu falta de ar e foi levado para o hospital Santa Marcelina, onde morreu no sábado com suspeita em Covid-19. “Ninguém mais conseguiu falar com ele. Pensamos que era infarto. É muito duro morrer sozinho, sem ter alguém da família por perto, ser enterrado sem velório”, disse o irmão Luiz Rodrigue de Lima. Em nota, o hospital disse que sem as informações completas do paciente, não poderia apurar a situação. Além do nome e da data de morte fornecidos pela reportagem, a instituição alegou que era necessário data de nascimento e nome da mãe. “O hospital tem se esforçado para adequar sua missão humanizada nesse momento singular da saúde", informou.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 06/04/2020 às 11h16

O secretário de Saúde do estado, Giberto Figueiredo, anunciou, em entrevista, nesta segunda-feira (6), que Mato Grosso já recebeu três mil comprimidos de cloroquina e que aguarda orientação do Ministério da Saúde para que o medicamento seja usado em pacientes infectados com o novo coronavírus. O uso do medicamento não é recomendado para casos leves de Covid-19 tratados fora do ambiente hospitalar, por risco de efeitos colaterais. Embora seja testada no combate ao coronavírus, a cloroquina costuma tratar doenças como malária e lúpus. O Ministério da Saúde começou a distribuir o medicamento aos estados no fim do mês de março. Em todo o país, já foram distribuídos 3,4 milhões de comprimidos de cloroquina e hidroxicloroquina para uso em pacientes com formas graves da Covid-19. Em Mato Grosso, segundo o secretário, os medicamentos recebidos serão encaminhados, nas próximas semanas, aos hospitais referência em tratamento de pacientes com coronavírus. “Todos esses comprimidos serão distribuídos aos hospitais referência, mas ainda devem aguardar os protocolos da Ministério da Saúde’, explicou Gilberto. Por ser uma doença nova, ainda não há evidências científicas suficientes que comprovem a eficácia do medicamento para casos de coronavírus. No entanto, há estudos promissores que demonstram o benefício do uso em pacientes graves. Remédio controlado A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, no dia 20 de março, enquadrar a hidroxicloroquina e cloroquina como medicamentos de controle especial para evitar que pessoas que não precisam do medicamento provoquem o desabastecimento do mercado. Dois dias depois, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou a juízes de todo o país um estudo técnico elaborado pelo hospital Sírio Libanês e que aponta incerteza da eficácia do uso da hidroxicloroquina e da cloroquina no tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus. O Ministério da Saúde validou o medicamento e autorizou seu uso, em caráter experimental, apenas para pacientes em estado grave. Coronavírus em MT O pico da doença, segundo Gilberto Figueiredo, deve ocorrer entre a primeira quinzena deste mês e o início de maio. Nesse período, as ações de prevenção e combate devem ser reforçadas no estado. Até a manhã desta segunda-feira, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), foram confirmados 60 casos do novo coronavírus em Mato Grosso, além de um óbito, registrado no dia 3 deste mês. Veja os casos por cidade O uso do medicamento não é recomendado para casos leves de Covid-19 tratados fora do ambiente hospitalar, por risco de efeitos colaterais. Embora seja testada no combate ao coronavírus, a cloroquina costuma tratar doenças como malária e lúpus. O Ministério da Saúde começou a distribuir o medicamento aos estados no fim do mês de março. Em todo o país, já foram distribuídos 3,4 milhões de comprimidos de cloroquina e hidroxicloroquina para uso em pacientes com formas graves da Covid-19. Em Mato Grosso, segundo o secretário, os medicamentos recebidos serão encaminhados, nas próximas semanas, aos hospitais referência em tratamento de pacientes com coronavírus. “Todos esses comprimidos serão distribuídos aos hospitais referência, mas ainda devem aguardar os protocolos da Ministério da Saúde’, explicou Gilberto. Por ser uma doença nova, ainda não há evidências científicas suficientes que comprovem a eficácia do medicamento para casos de coronavírus. No entanto, há estudos promissores que demonstram o benefício do uso em pacientes graves. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, no dia 20 de março, enquadrar a hidroxicloroquina e cloroquina como medicamentos de controle especial para evitar que pessoas que não precisam do medicamento provoquem o desabastecimento do mercado. Dois dias depois, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou a juízes de todo o país um estudo técnico elaborado pelo hospital Sírio Libanês e que aponta incerteza da eficácia do uso da hidroxicloroquina e da cloroquina no tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus. O Ministério da Saúde validou o medicamento e autorizou seu uso, em caráter experimental, apenas para pacientes em estado grave. O pico da doença, segundo Gilberto Figueiredo, deve ocorrer entre a primeira quinzena deste mês e o início de maio. Nesse período, as ações de prevenção e combate devem ser reforçadas no estado. Até a manhã desta segunda-feira, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), foram confirmados 60 casos do novo coronavírus em Mato Grosso, além de um óbito, registrado no dia 3 deste mês. Veja os casos por cidade.

RÁDIO BANDNEWS FM 96,9/SÃO PAULO | OUTROS
Data Veiculação: 06/04/2020 às 10h42

O jurista Ives Gandra Martins segue isolado se recuperando em casa depois de ter o diagnóstico do novo coronavírus o advogado escritor, de 85, o anos estava internado no Hospital Sírio Libanês, em Seul recebeu alta nesse último sábado, em entrevista à Rádio Bandeirantes Ives Gandra Martins afirma que não chegou a ter falta de ar ou febre, mas sentiu muita fraqueza e perdeu o apetite. Por quê. Porque se eu for fazer de produzir antes de DC. Existe recurso de um brasileiro. Se você. Por que fazer. Mas ainda sou nesse jogo de correr. Já o médico infectologista David Uip, que também contraiu a convide 10 retornou hoje ao trabalho, ele volte a ser o coordenador do centro de contingência contra o coronavírus em São Paulo.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 06/04/2020 às 10h40

O coronavírus corre rápido como notícia ruim, mas aos poucos boas iniciativas estão mostrando que a humanidade está se mexendo e deve vencer essa corrida, misturando mobilização, conhecimento, solidariedade e tecnologia. O Ecoa selecionará boas novas todos os dias para ajudar a enfrentar a nova rotina das pessoas e nos manter orientados sobre a Covid-19. Ela sobreviveu a bomba e ao vírus A britânica Rita Reynolds, 99, recebeu alta em Liverpool após receber dias antes do diagnóstico de que estava infectada. Mas essa é a segunda vez que ela sobrevive a uma tragédia mundial. Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), uma bomba alemã caiu do lado de fora de sua casa. Rita tinha 21 anos. Itália e Espanha controlam crescimento os dois países europeus com mais contaminação conseguiram neste final de semana diminuir o crescimento de internações e de mortes. A Espanha divulgou no domingo o menor aumento dos últimos nove dias nos falecimentos: 674 em 24 horas (um número que tinha chegado a 950). O ritmo de novas infecções mantém diminuiu. Na Itália, o cenário é similar: no domingo houve o menor incremento no número de mortes em duas semanas, 525, e pela primeira vez, caiu o número de hospitalizados, de 29.010 para 28.949. Tudo graças à quarentena e aos esforços médicos. Doação de anticorpos os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), começam hoje os procedimentos para testar o uso de plasma sanguíneo de pacientes já recuperados da covid-19 em doentes que ainda têm a infecção. A autorização da técnica foi dada no sábado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). O primeiro passo será fazer uma triagem de doadores de plasma com anticorpos para o combate do coronavírus. A autorização para a pesquisa por aqui veio um dia após a Food and Drugs Administration (FDA), agência de medicamentos norte-americana, dar aval a estudo similar com pacientes de lá. Japão oferece grátis medicamento Primeiro o país triplicou a produção do remédio Avigan, alternativa nipônica no tratamento do quadro do coronavírus. Depois, o governo do arquipélago ofereceu enviar gratuitamente as pílulas para os países que solicitarem. Cerca de 30 países pediram o envio do fármaco, mas nesses não estava o Brasil. Esse antiviral já é usado em surtos de diversas gripes e febres, mas precisa de mais ensaios clínicos para verificar sua eficiência contra o Covid-19. Por isso, o Japão, que atualmente tem relativamente poucos casos, deseja testá-lo em locais que tem mais necessidade. Inteligência artificial e a quarentena um grupo de médicos franceses propôs o uso de uma inteligência artificial, com grande quantidade de dados, para conseguir afrouxar com segurança a quarentena que metade do mundo vive, sem o perigo de uma segunda leva de infecção. A ideia é rastrear todos os infectados e quem teve contato com eles e mantê-los distantes das populações que não contraíram o vírus. Para tanto, seria necessário juntar toda a informação médica, dados de monitoramento digital das pessoas (incluindo geolocalização) e também testes para toda população. Para esses médicos, a inteligência artificial pode ajudar a transição, mas vai precisar de muita ajuda das autoridades e da população. Entregadores infectados ganham salário os serviços de entrega Rappi e o iFood terão que pagar ao menos um salário mínimo para os entregadores afastados por coronavírus. A decisão é da Justiça de São Paulo, mas vale para todo o território nacional. As empresas deverão seguir outras medidas: oferecer, como álcool gel e lavatórios para seus trabalhadores.

RÁDIO JOVEM PAN 620 AM/SÃO PAULO | Jornal da Manhã
Data Veiculação: 06/04/2020 às 09h41

Sem dúvida, Tiago bateu espírito mestre dos Magos ali para quem via carga que a caverna do Dragão na entrega a idade bateu o espírito mestre dos Magos no presidentes dos T J, esperas que ele tem algum fundamento para isso, né, que a luz no fim do túnel esteja perto e não seja um trem vindo em direção do acidente, veja o mundo livre, o mundo tem apreço pela liberdade, precisa. Dilma América forte, tem muita gente aí subserviente à China, a China é uma ameaça no longo prazo ou renda falou sobre o coronavírus gente mente agora nos atende para falar mais sobre a pandemia. E está conosco cardiologista Roberto Kalil Filho professor titular de Cardiologia da Faculdade de Medicina da USP e que foi internado justamente por causa da doença. Doutor, olha, muito obrigado por atender que a jovem Pan como vai você. Tudo bem que o senhor teve o exame confirmando a doença já como é que está a situação do Senhora Ives e se mandar para o com 8 dias, eu mal. Uma tarde feliz e que venham os carros e uma pneumonia e foi diagnosticado um coronavírus e de lá para cá, foi internado que os. E doutor do senhor olhe a mente ao médico da linha de frente da trabalhando todos os dias e no Sírio Libanês, o que o senhor pode passar para a gente em relação a essa pandemia muita gente fala que só pega a pessoas que são mais velhas, mas claro sobre também um médico que se expõem ao Ciscos não tem jeito tanara na linha de frente, quais são as filhas, as primeiras impressões só pode passar para os nossos ouvintes, Internal um. E por falar em que 80 por cento das pessoas que vão ter um prato que se viram no rosto, ele ficou um ano e também, porque por cento mais ou menos, vou comentar porque como ator que sempre que a grande maioria da bancada tratar em casa e ver uma coluna e 5 por cento, mais ou menos como é que estamos caminhando. Assim não cuidaram, né. E 85, né. O Matias cardiologista Roberto Kalil Filho que connosco gentilmente nos atendeu Paulo. Estou bem é bom dia, eu queria fazer uma pergunta sobre a questão da troca seguro que ele aquilo que não é qual é a sua avaliação já tem uma opinião formada e sobre esse possível indicar um bem ou para a cura é o de menos para amenizar os efeitos do que eles com essa não. Não se tem como você saber a opinião formada e alguns estudos mostrando que tem difícil até o Ministério da Saúde liberou até para o caso mais grave. São vários o vírus é uma coisa nova e vários distúrbios em vários tipos de remédios no mercado no mundo inteiro, porque tem uma comprovação sim, 100 por cento do benefício que não se tem uma rica estudos tem indicativos né, que indica uma coisa nova e um 0 e tratamento. Consequências por enquanto o mercado cria um nível de preço que os que o vírus causou nos casos mais graves. Doutor Kalil pergunta agora de Rodrigo Constantino que está nos Estados Unidos constante. Bom dia, doutor. Eu quero eu quero insistir nessa toada do Paulo, né. Porque parece que o Brasil agora os autores ano, mas o uso também de drogas e por que não o próprio ministro Mandetta em Nova Iorque já tem 4 mil prefeitos hoje, né. Sou metida dá a esse tratamento a pergunta é muito direta ou o senhor tomou e estar disposto a tomar porque, às vezes a gente percebe muito, mas assim é a inclinação por parte das ações de quem é médico entende do assunto do que muitas vezes discos, porque eu entendo a necessidade de cautela ainda não há nada provado, mas o senhor tomou ou pretende ter uma hora de quando você estava. O outro é uma situação mais crítica, porque tem que respeitar a gente fica feliz com o médico, que é que várias medicações mais místicas que se sim, então escutei muito ainda tem por cento recuperada. Lima foi remédio tem sido usado em larga escala, espero que a pessoa melhora em que os estudos que comprovem a eficácia do remédio que passa a pé. Doutor falando sobre a questão da saúde gente vê aí uma montagem de um hospital de campanha no Pacaembu também no Anhembi e todas as medidas que estão sendo tomados pelas pessoas ficarem em casa para evitar o contágio e não sobrecarregar as unidades de saúde sôr acha que o Brasil vai conseguir sair dessa dessa crise com uma estrutura melhor dos hospitais, pelo menos, o que que o soro vislumbre relação à questão hospitalar, nesta crise. Olha, eu sei que o time o que nós temos a sorte de a doença primeiro a viver de forma segura inflação mais alta, então sistema público teve tempo dentro do possível e que prepara é como se pode ver que o Oscar de campanha, os hospitais, eu só das Clínicas, por exemplo, que eu faço partes do que o coração nos preparamos para o mês com o senhor defende os leitos para receber por ter com com o navio do centenário de leitos de UTI muito antes do que o pico. Então, eu acho que 1º era eu acho que o Brasil é talvez o resultado talvez não ter certeza que eu estava muito melhor que que vários países da Europa era o torço e tenho certeza e em relação ao tratamento dessa doença poderia pessoas, segundo o termo wicca eu acho que sempre quando você fortalece o sistema de saúde, porque no SUS que o sistema presidente que qualquer recurso em virtude de uma pandemia de estar vendo recursos sempre vai ser fortalecido, acho que o Brasil vai sair por aí de. Doutora o seguinte tem que ser a por causa das suas condições, mas eu pergunto, senhor acha que esse isolamento que nós estamos isolados, greve e quando eu estou bem, isolamento deve e até mais alguns meses ainda ser acha que que inclusive a discussão dentro do governo de só isolar as pessoas mais velhas. Isso é uma coisa que ele dizia que não é que a medida que a coruja Xuxa, carga, eu acho que eles vão me para a gente começar a Polícia Militar, mas isso não me né. Um grande número de casos como o sistema público e que cumpriu a carga e a regiões tão diferente porque eles estão lá na mente e cantam uma forma diferente de outra e outros estados com maior número de casos. Eu fico mais velho de carga e o filme é que nesses locais a um e o vírus se aumente ainda continua.

BAND.COM.BR/SÃO PAULO
06/04/2020 às 08h34

A rotina dos profissionais da saúde que estão na linha de frente da batalha contra o coronavírus é cheia de cuidados e sacrifícios pessoais. O clima nos hospitais é de tensão, relata a fisioterapeuta Flávia Rezende, que participa do tratamento de pacientes com Covid-19 na capital paulista e diariamente se expõe ao risco de contrair a doença. INSCREVA-SE NO CANAL BAND JORNALISMO NO YOUTUBE E RECEBA O MELHOR CONTEÚDO QUANDO E ONDE QUISER Só nos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, mais de 450 profissionais contraíram o vírus e foram afastados. A fisioterapeuta disse a Rádio Bandeirantes que a maior preocupação é contaminar a família e por isso ela se mantem distante dos pais, que vivem no interior. A rotina do médico Márcio Lopes não é diferente. Ele e a esposa, enfermeira, trabalham em hospitais do centro de São Paulo e tiveram que deixar os filhos com parentes. Mesmo sabendo dos desafios, milhares de profissionais da saúde se inscreveram nos editais do Ministério da Saúde para reforçar o atendimento à população. A fisioterapeura Flávia Rezende passou a trabalhar em dois empregos. Ela já atuava em um hospital particular e foi chamada para reforçar a equipe de um hospital público. Coronavírus: principais sintomas e prevenção.

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | O Pulo do Gato
Data Veiculação: 06/04/2020 às 05h22

Cinco horas e vinte e dois minutos de volta com o jornal Bandeirantes, gente, a epidemia de coronavírus mudou a rotina dos profissionais da saúde, nossos heróis diga, Maria de janeiro. A rotina dos profissionais da saúde que estão na linha de frente da batalha contra o coronavírus é cheio de cuidados e sacrifícios pessoais o clima nos hospitais é de tensão. Segundo a fisioterapeuta Flávia Rezende, que participa do tratamento de pacientes com a couve de José nove na capital paulista e diariamente se expõe ao risco de contrair a doença, só nos hospitais Albert Einstein, sírio-libanês, mais de quatrocentos e cinquenta profissionais contraíram o vírus e foram afastados Flávia relata que a maior preocupação é contaminar a família, por isso, ela se mantém distante dos pais que vivem no interior de São Paulo, quando a gente está no cuidado dos pacientes no setor do campo de guerra, assim. Todo mundo tem sua todo mundo com medo tem vários casais de profissionais de saúde e também do setor a dos casamento de anos e não podem mais de mil e um pontos com medo de contaminação. Eu tenho colegas que saíram de casa com medo de contaminar a família não, minha família toda do interior acordo já nem me lembro mais a última vez que eu fui e não faço a menor ideia de como vou fazer para e de novo. É muito, muito, muito difícil ficar longe da rotina do médico Márcio Lopes não é diferente, ele e a esposa enfermeira trabalham em hospitais do centro de São Paulo e tiveram que deixar os filhos com parentes. E não estou vendo meus irmãos não comer meus irmãs, meus pais, a gente tem deixado a família e alguns as crianças trocam de não deixar a UE forma o a ideia é que a gente contas com a chegada e nisso houve erro, a gente chegar à área da saúde e a gente evita o contato, a gente tem medo de ser contaminado ficar assintomático, carregar um sobrinho e irmão, o pai, a mãe e a culpa depois de contaminados realmente e de triste essa situação. Mesmo sabendo do uso de desafios, milhares de profissionais se inscreveram nos editais do Ministério da Saúde para reforçar o atendimento à população frente à epidemia. A fisioterapeuta Flávio Resende passou a trabalhar em dois empregos. Hoje atuava em um hospital particular e foi chamada para reforçar a equipe de um hospital público por serviços de saúde estão desesperados e que os profissionais de saúde e eu. Como diz que tenta muitas vezes me sinto na obrigação de estar na frente, diz isso eu fiz um julgamento que eu ia estar ali para servir a quem precisasse de mim, então um eu assim um trabalho no outro hospital dessa vez um hospital público também que São Paulo nesse hospital. Eu fico só com os pacientes com Pete positivos. O esforço.