Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

INFOR CHANNEL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/07/2020 às 00h00

A plataforma RadVid-19 de Inteligência Artificial para diagnóstico do novo coronavírus tem ajudado médicos e instituições de saúde de todo o País a otimizarem diagnóstico e tratamento contra a Covid-19. Desenvolvida pelo Instituto de Radiologia (InRad) da USP, e pelo InovaHC – braço de inovação e tecnologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) –, desde que foi lançada, há pouco mais de um mês, já recebeu 21.500 mil acessos e cadastrou quase sete mil exames de imagens enviados por radiologistas de 12 estados brasileiros, com 71% de resultados positivos para a Covid-19. Alimentada por um vasto banco de imagens de raios-X e tomografias do tórax de pacientes de 50 hospitais cadastrados de todo o Brasil até o momento –, a plataforma é capaz de identificar indícios da presença de Covid-19 nos exames, a partir de algoritmos e tecnologia de inteligência artificial. A Huawei foi uma das parceiras tecnológicas do projeto. O serviço está disponível gratuitamente para médicos e instituições de saúde de todo o Brasil. O objetivo é auxiliar a tomada de decisão sobre o melhor tratamento a ser indicado contra a doença causada pelo novo coronavírus, com base em um diagnóstico mais preciso. A proposta do sistema é realizar a leitura de raios-x e tomografias computadorizadas, e indicar a probabilidade de a pessoa estar ou não infectada pela Covid-19. O processo, rápido e simples, acontece via identificação de padrões comuns da doença nos exames de imagem. A ferramenta mostra também o grau de comprometimento pulmonar e, assim, cria um grande banco de dados, que pode auxiliar médicos a definir conduta e possível tratamento mesmo antes do resultado de outros tipos testes. Além disso, a plataforma permite que médicos radiologistas em plantão online possam esclarecer dúvidas de diagnóstico com base nos exames de imagem – indicando, por exemplo, alta ou baixa probabilidade para Covid-19. “Desde o final de maio temos radiologistas experiente em regime de plantão. A ideia é auxiliar demais médicos de hospitais de todo o país que utilizam a plataforma, para sanar dúvidas e discutir casos de pacientes, com o diagnóstico preciso baseado no algoritmo de inteligência artificial disponível na plataforma”, destaca o diretor do InovaHC, Marco Bego. Além dos plantonistas, “a plataforma está em constante aprimoramento. Em breve serão liberadas novas funcionalidades para auxiliar os profissionais que estão em locais com casos mais críticos por causa da pandemia”, completa Giovanni Guido Cerri, presidente do instituto. Empresas parceiras A plataforma é um projeto do InovaHC e do Instituto de Radiologia (InRad), ambos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), viabilizado pelo Todos pela Saúde com apoio do Itaú Unibanco e pela Petrobras. Entre os parceiros tecnológicos estão Amazon Web Services, GE Healthcare – Divisão de Enterprise Digital Solutions (EDS), Huawei e Siemens Healthineers – Área de Digital Health. Instituições como o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também estão no projeto como apoio institucional. A Deloitte apoia a estratégia, o aconselhamento e a governança dor projeto. Entre os parceiros estão o Grupo Fleury e o Instituto Tellus. O Hospital Sírio-Libanês faz parte como parceiro na idealização e construção do projeto. A plataforma RadVid ainda tem a Fundação Novartis como parceiro estratégico e apoio das secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e da Saúde e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Profissionais de saúde e instituições médicas de todo o País podem acessar a plataforma pela internet radvid19.hc.fm.usp.br.

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 02/07/2020 às 15h29

Apesar de ver vontade do governo do Distrito Federal em acertar o momento ideal para uma possível reabertura das atividades, o médico oncologista e diretor do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Gustavo Fernandes, afirmou que, em sua visão, seria necessário uma maior estabilização na curva de casos do novo coronavírus antes da retomada de alguns serviços. “Eu fico me perguntando se tá na hora de dar o próximo passo, minha visão seria que temos de estabilizar isso um pouquinho mais antes de dar o próximo passo. Mas eu não sou o tomador de decisão e eu tenho certeza que o governo usa algoritmos, especialistas e previsões que devem apontar que é viável abrir no dia 7”, disse em entrevista ao Correio no programa CB.Saúde, exibido nesta quinta-feira (2/7). Ainda hoje, o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), assinou um novo decreto que libera todas as atividades comerciais, industriais e educacionais presenciais no Distrito Federal. Academias e salões de beleza, que atualmente estão fechados, voltarão a operar, por exemplo, na próxima terça-feira (7/7). Já os bares e restaurantes retomam às atividades em 15 de julho. O diretor do Sírio-Libanês em Brasília acredita que o governo mudará a recomendação caso perceba, mais próximo da data, que não é o indicado. “As verdades estão envelhecendo muito rapidamente a gente tem que se acostumar a mudar de ideia”, afirmou. SAIBA MAIS 06:00 - 02/07/2020 Brasil segue sem previsão de queda em números da covid-19, que matou 60 mil 11:42 - 02/07/2020 Comunidades quilombolas têm evasão de integrantes para grandes cidades 10:48 - 02/07/2020 Isolamento social pode agravar castigos e palmadas, diz pesquisa Por causa da falta de conhecimento do vírus, Gustavo Fernandes explica que as informações estão sendo construídas em tempo real e, por isso, existe uma dificuldade natural em acertar previsões. “É muito mais razoável assumir uma previsão errada e mudar o curso das coisas do que seguir no caminho equivocado. [...] Não dá para a gente se ater muito ao que se falou ontem e entender como se fosse uma promessa porquê de fato a cena muda todo dia”, analisou.

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 02/07/2020 às 12h07

Em parceria com a Huawei e outras empresas, tecnologia desenvolvida pelo InovaHC, braço de inovação do Hospital das Clínicas da USP, já teve mais de 20 mil acessos e quase 7 mil exames analisados em um mês A plataforma RadVid-19 de inteligência artificial para diagnóstico do novo coronavírus tem ajudado médicos e instituições de saúde de todo o país a otimizarem diagnóstico e tratamento contra a Covid-19. Desenvolvida pelo Instituto de Radiologia (InRad) da USP, e pelo InovaHC – braço de inovação e tecnologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) --, desde que foi lançada, há pouco mais de um mês, já recebeu 21.500 mil acessos e cadastrou quase sete mil exames de imagens enviados por radiologistas de 12 estados brasileiros, com 71% de resultados positivos para a Covid-19. Alimentada por um vasto banco de imagens de raios-X e tomografias do tórax de pacientes de 50 hospitais cadastrados de todo o Brasil até o momento --, a plataforma é capaz de identificar indícios da presença de Covid-19 nos exames, a partir de algoritmos e tecnologia de inteligência artificial. A Huawei foi uma das parceiras tecnológicas do projeto. O serviço está disponível gratuitamente para médicos e instituições de saúde de todo o Brasil. O objetivo é auxiliar a tomada de decisão sobre o melhor tratamento a ser indicado contra a doença causada pelo novo coronavírus, com base em um diagnóstico mais preciso. A proposta do sistema é realizar a leitura de raios-x e tomografias computadorizadas, e indicar a probabilidade de a pessoa estar ou não infectada pela Covid-19. O processo, rápido e simples, acontece via identificação de padrões comuns da doença nos exames de imagem. A ferramenta mostra também o grau de comprometimento pulmonar e, assim, cria um grande banco de dados, que pode auxiliar médicos a definir conduta e possível tratamento mesmo antes do resultado de outros tipos testes. Além disso, a plataforma permite que médicos radiologistas em plantão online possam esclarecer dúvidas de diagnóstico com base nos exames de imagem – indicando, por exemplo, alta ou baixa probabilidade para Covid-19. “Desde o final de maio temos radiologistas experiente em regime de plantão. A ideia é auxiliar demais médicos de hospitais de todo o país que utilizam a plataforma, para sanar dúvidas e discutir casos de pacientes, com o diagnóstico preciso baseado no algoritmo de inteligência artificial disponível na plataforma”, destaca o diretor do InovaHC, Marco Bego. Além dos plantonistas, “a plataforma está em constante aprimoramento. Em breve serão liberadas novas funcionalidades para auxiliar os profissionais que estão em locais com casos mais críticos por causa da pandemia”, completa Giovanni Guido Cerri, presidente do instituto. Empresas parceiras A plataforma é um projeto do InovaHC e do Instituto de Radiologia (InRad), ambos do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), viabilizado pelo Todos pela Saúde com apoio do Itaú Unibanco e pela Petrobras. Entre os parceiros tecnológicos estão Amazon Web Services, GE Healthcare – Divisão de Enterprise Digital Solutions (EDS), Huawei e Siemens Healthineers - Área de Digital Health. Instituições como o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) também estão no projeto como apoio institucional. A Deloitte apoia a estratégia, o aconselhamento e a governança dor projeto. Entre os parceiros estão o Grupo Fleury e o Instituto Tellus. O Hospital Sírio-Libanês faz parte como parceiro na idealização e construção do projeto. A plataforma RadVid ainda tem a Fundação Novartis como parceiro estratégico e apoio das secretarias estaduais de Desenvolvimento Econômico e da Saúde e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Profissionais de saúde e instituições médicas de todo o país podem acessar a plataforma pela internet radvid19.hc.fm.usp.br. Sobre o InovaHC O Centro de Inovação Tecnológica – InovaHC tem como principal objetivo encorajar a inovação no âmbito do HCFMUSP, administrar a propriedade intelectual gerada nesse ambiente, e providenciar meios para promover a transferência de conhecimento científico, tecnológico e cultural ao setor produtivo público e privado, visando à melhoria da saúde do Estado e da Nação. Esse propósito geral está de acordo com as leis estadual e federal, que têm como motivação tornar a inovação tecnológica um componente estratégico de economia e desenvolvimento. O Inova é um movimento com o objetivo de incentivar a inovação dentro e fora do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Sobre o InRad O Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) é um centro de excelência em pesquisa, diagnóstico e terapias por imagem. Também é responsável pela produção farmacêutica de itens utilizados diariamente para pesquisas clínicas e, ainda, de produtos usados na rotina clínica e fármacos produzidos no setor de medicina nuclear onde fica o cíclotron, acelerador de partículas que produz a fórmula radioativa de glicose FDG (Fluorodesoxiglicose) usados em exames PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons). Durante o processo, se o paciente tiver uma célula cancerígena ela fica reluzente. Além disso, o InRad conquistou a classificação de melhor centro de medicina nuclear do mundo pela Agência Internacional de Energia Atômica. Por ano, passam pelo InRad 215 mil pacientes. Nos últimos quatro anos, foram realizados mais de 1,5 milhão de exames, entre ultrassonografia, radiologia geral, tomografia computadorizada, ressonância magnética, medicina nuclear e mamografia. No instituto são 82 equipamentos de radiologia de última geração para realizar mais de 300 mil exames por mês, 25 mil só de raios-X. Amazon Web Services Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) Deloitte Fundação Novartis GE Healthcare – Divisão de Enterprise Digital Solutions (EDS) Grupo Fleury Hospital Sírio-Libanês Huawei Instituto Tellus Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) Petrobras Secretarias estadual de da Saúde Secretarias estadual de Desenvolvimento Econômico Siemens Healthineers - Área de Digital Health Sociedade Paulista de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SPR) Todos pela Saúde – com apoio do Itaú Unibanco Sobre a Huawei A Huawei é líder global em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e uma das 100 marcas mais valiosas do mundo de acordo com a Forbes. A companhia tem a visão de enriquecer a vida das pessoas por meio da comunicação e é dedicada à inovação centrada no cliente. Com sólidas parcerias com a indústria local, a Huawei está comprometida com a criação de valor para operadoras de telecomunicações, empresas e consumidores, oferecendo produtos e soluções de alta qualidade e inovação em mais de 170 países e territórios. Com mais de 190 mil funcionários em todo o mundo, a empresa atende mais de um terço da população mundial. Há 22 anos no Brasil, a Huawei é líder no mercado nacional de banda larga fixa e móvel por meio das parcerias estabelecidas com as principais operadoras de telecomunicações e possui escritórios nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba e Recife, além de um centro de distribuição em Sorocaba (SP) e um Centro de Treinamento em São Paulo.

CORAÇÃO & VIDA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/07/2020 às 00h00

Ficar em casa durante o isolamento social aumenta a exposição das crianças a alimentos processados, e ao mesmo tempo, reduz a atividade física delas – e combinados, esses dois fatores elevam o risco de obesidade infantil. “Além de as crianças estarem se movimentando menos, estão mais expostas à alimentação. Às vezes, isso é pior na criança obesa porque ela já tem uma tendência a acumular peso, ou um metabolismo mais lento”, explica a endocrinologista e coordenadora do núcleo de Obesidade e Cirurgia Bariátrica do Hospital Sírio-Libanês. Um estudo recente da Universidade Estadual da Louisiana, nos Estados Unidos, e da Universidade de Verona, na Itália, feito com 41 crianças e adolescentes em confinamento durante março e abril na cidade de Verona, chamou a atenção de pesquisadores. Durante o trabalho, ao comparar o comportamento do grupo em relação ao mesmo período do ano passado, os cientistas descobriram que elas comiam uma refeição a mais, dormiam meia hora a mais, passavam quase 5 horas a mais diante de uma tela (TV, computador ou celular), e reduziram a atividade física em mais de duas horas por semana. “Sem dúvida, essa exposição maior à oferta de alimentos e o não sair de casa para atividades físicas têm ajudado adultos e crianças a ganharem peso”, complementa, Cláudia. Mais: Crianças: açúcar não deve ser consumido até, pelo menos, 2 anos de idade além disso, os pesquisadores constataram que as crianças e adolescentes também consumiram mais carne vermelha, bebidas açucaradas e guloseimas (mantendo inalterado o consumo de legumes e vegetais). O estudo foi publicado na revista científica internacional “Obesity”. Cláudia destaca que, por questões como falta de tempo e até mesmo de segurança. crianças e adolescentes já estavam cada vez mais confinados em casa e sem atividades físicas — mesmo antes da pandemia do novo coronavírus. Além disso, ficar em casa também as expõe mais a propagandas de guloseimas calóricas nos meios de comunicação e ao hábito de fazer pedidos por aplicativos de entrega de comida. Mais: Coronavírus: hipertensos têm duas vezes mais chances de enfrentar complicações e óbito por covid-19, diz estudo Gestação e genética A endocrinologista explica que fatores genéticos têm importância no aparecimento da obesidade infantil. “Quando os dois pais são obesos, a chance de a criança ficar obesa varia de 70% a 80%. Quando só um dos pais é obeso, essa chance cai para 40% ou 50%. Se os pais não são obesos, a chance cai para 20% ou 30%”, diz. Mas não é só isso. “Crianças nascidas de mães que ganharam muito peso na gestação têm tendência maior a estocar calorias e gordura”. As que nasceram fora do tempo e abaixo do peso também têm essa tendência a ganhar peso. “Mas não está ligado à genética e, sim, ao ambiente no período gestacional.” Solução na cozinha Mas nem tudo está perdido durante a pandemia. A especialista ressalta que o isolamento social, no entanto, pode ser positivo. “Os pais agora obrigatoriamente estão em casa, então têm mais tempo para preparar e organizar as refeições, tornando-as mais saudáveis equilibradas”, observa. A grande desculpa que a gente consegue eliminar com a pandemia é a da falta de tempo. “Estando em casa, acaba sobrando mais tempo para organizar a alimentação.” Revisão técnica Prof. Dr. Max Grinberg Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP Autor do blog Bioamigo