Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

BASTIDORES DA POLÍTICA PB/JOÃO PESSOA
Data Veiculação: 02/06/2020 às 00h00

O Brasil iniciou mais um mês na luta contra o novo coronavírus sem uma real perspectiva de redução dos números da doença. Com mais 623 mortes confirmadas e 12.247 novos casos computados, o país soma 29.937 vidas perdidas e 526.447 infectados pela covid-19. Há, ainda, 4.412 pessoas com sintomas relacionados à covid sob investigação, de acordo com o Ministério da Saúde. A crescente curva de casos e mortes no país preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS), que alertou, ontem, sobre o fato de a situação da América do Sul estar longe de se estabilizar e que não consegue prever um pico de transmissão da doença. Em entrevista coletiva, o diretor do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, afirmou que se nota um aumento progressivo de casos em países latino-americanos. De acordo com Ryan, cinco dos dez países que registraram o maior número de casos nas últimas 24 horas estão na América. São eles: Brasil, Estados Unidos, Peru, Chile e México. Em 22 de maio, ele já havia dito que a América do Sul se tornara o novo epicentro da covid-19 no mundo. “Eu certamente afirmaria que a América Central e a América do Sul estão se tornando as zonas intensas de transmissão do vírus agora. Eu não acredito que atingimos o pico da transmissão e, neste momento, não consigo prever quando vai ser. Mas o que precisamos fazer é mostrar solidariedade aos países”, ressaltou. Sem citar governantes em específico, Ryan ainda disse que a resposta de combate ao novo coronavírus é diferente em cada país. “Nós vemos muitos bons exemplos de países que têm uma abordagem do governo inteiro, da sociedade inteira, baseada na ciência, e vemos em outras situações uma falta e uma fraqueza nisso”, apontou. O Brasil é o segundo país com mais casos no mundo e o quarto no ranking de óbitos absolutos. Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, somente a Itália, com 33.475 mortes, Reino Unido (39.127) e Estados Unidos (104.799) têm mais registro de mortes. No entanto, o crescimento diário brasileiro ultrapassa, há semanas, os números italianos e, por isso, a previsão é que, ainda esta semana, o país assuma a terceira posição. No entanto, ao se considerar a quantidade de perdas em relação à população total do país, o Brasil não supera os números das nações europeias. Pelas análises do site de estatística Our World in Data, entre os seis países com mais mortes absolutas, a Espanha é o local onde, proporcionalmente, o novo coronavírus foi mais grave. São 580,2 mortos a cada milhão de habitantes. O Reino Unido está em 565,3 fatalidades, seguido pela Itália (551,4), França (440,7) e Estados Unidos (313,5). Enquanto isso, o Brasil tem 135,6 mortes a cada milhão de pessoas. Ao avaliar a situação de cada um separadamente, levando em consideração a evolução dos próximos dois meses a partir de uma centena de óbitos, o que se observa é que, enquanto os países europeus, com menor dimensão territorial, já estavam em estabilização de mortes, após mais de 60 dias do primeiro registro de fatalidades, os Estados Unidos e o Brasil apresentavam crescimento exponencial. Flexibilização São Paulo ainda lidera em número de casos e óbitos, com 111.296 diagnósticos e 7.667 mortes. Desde ontem, prefeitos podem começar a implementar o Plano São Paulo, anunciado pela gestão João Doria. Pelo plano, o estado foi dividido em regiões e em fases, que vão de 1 a 5, e podem começar a implementar medidas de flexibilização e reabertura gradual das atividades econômicas a partir da classificação na fase 2. De acordo com o governo, 90% da população ainda está entre as fases 1 (restrição total, somente com funcionamento de serviços essenciais) e 2 (reabertura com restrições). Na sequência em maior número de casos no país, o Rio tem 54.530 casos e 5.462 óbitos — e também inicia flexibilização. No Ceará, que também iniciou um processo de liberação, ontem, são 50.530 infecções e 3.188 mortes. Os números chegam quando outros estados começam a discutir as medidas de flexibilização do isolamento social e reabertura de setores da economia. Outros três estados possuem mais de duas mil mortes. São eles: Pará (2.925), Pernambuco (2.875) e Amazonas (2.071). Juntos, as seis unidades federativas somam 24.188 óbitos, ou seja, 80,7% de todas as mortes já confirmadas no país. Dos 26 estados mais Distrito Federal, apenas três possuem menos de 100 fatalidades: Tocantins (76), Mato Grosso (66) e Mato Grosso do Sul (20). Conclusão sobre a hidroxicloroquina A OMS anunciou, ontem, que deve divulgar a conclusão de seus estudos sobre a segurança da hidroxicloroquina no combate ao novo coronavírus. O ensaio clínico com o medicamento no projeto Solidariedade (Solidarity) está suspenso desde 25 de maio, quando a entidade se sustentou em uma pesquisa externa, publicada na revista científica The Lancet, que alertou para os maiores riscos de morte em pacientes que utilizaram a droga. De acordo com a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, as novas diretrizes sobre a hidroxicloroquina se basearão nos dados da própria organização. A atualização levará em consideração as respostas ao medicamento observadas em pacientes do ensaio clínico. No Brasil, a iniciativa é coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Atenção primária no combate ao vírus por Vânia Bezerra* Todo sistema de saúde pública no mundo possui a sua porta de entrada, ou seja, o canal inicial pelo qual o paciente terá acesso aos diversos serviços de saúde disponíveis. No Sistema Único de Saúde brasileiro, esse nível inicial é formado pelos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS), que abrangem estratégias de prevenção e promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes na rede pública. Considerando a transição de perfil epidemiológico da população brasileira, a APS passa também a ser o fio condutor no que se refere ao cuidado às doenças crônicas não transmissíveis. Até pouco tempo, o nosso sistema de saúde organizava suas ações priorizando a atenção às doenças ou condições agudas, que acessavam o sistema pelos serviços de urgência e emergência. Com as mudanças no estilo de vida da nossa sociedade, o manejo das doenças crônicas passa a ser um desafio que tensiona o modelo de atenção à saúde vigente, no sentido de se redirecionar estes casos da porta dos serviços de emergências para o nível de cuidado primário. Em meio a essas demandas, enfrentamos atualmente, também, o crescente número de casos da covid-19 na rede pública. Nesse contexto, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) passaram a ter um papel importante no acolhimento dos casos suspeitos. Estamos dando apoio às unidades usando a tecnologia. Por meio de um canal 0800, os médicos e enfermeiros que atuam nas UBSs podem conversar com teleconsultores do projeto Regula Mais Brasil, liderado pelo Hospital Sírio-Libanês e executado por meio do Programa de Apoio Institucional ao Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), uma grande parceria público-privada com o Ministério da Saúde por onde fornecemos nossas expertises a serviço do fortalecimento do SUS, que mais do que nunca, precisa de estruturas robustas. Além da discussão de casos e apoio na conduta clínica, esse serviço de teleorientação contribui para a diminuição das filas de espera para consultas com especialistas, priorizando os casos mais graves e contribuindo para desafogar essa porta de entrada do sistema. O Regula Mais Brasil já bateu a marca de 392 mil casos regulados em cinco localidades (Porto Alegre, Belo Horizonte, Distrito Federal e Amazonas e Recife), resultando na diminuição considerável das filas de espera. A Atenção Primária à Saúde reforça os princípios do SUS: a universalização, a equidade e, principalmente, a integralidade, visando a qualidade no cuidado dos usuários do nosso Sistema Único de Saúde. E no combate ao coronavírus, estamos levando eficiência e inovação ao SUS para vencer esse desafio. Correio Braziliense

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 02/06/2020 às 00h00

A partir dessa segunda-feira (1), o público terá acesso à série de podcasts e webinars realizados pela HSM em parceria com o Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa. Sob o tema “Conhecimento transformando em cuidado”, especialistas discutirão os impactos da Covid-19 em diferentes vertentes da saúde e dos negócios, apresentando os novos movimentos e tendências da medicina, tecnologias, inovações e pesquisas, além da importância do equilíbrio e vida saudável no ambiente corporativo e iniciativas de impacto social. O primeiro podcast, Radar Sírio-Libanês by HSM, será lançado na segunda-feira (1), com o tema “Isolamento social: cenário e caminhos para retomada”, que contará com a participação das médicas infectologistas Maura Oliveira e Miriam Dal Bem, da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Sírio-Libanês, e será apresentado por Thomaz Gomes, Gerente de Conteúdo da HSM, e Luciano Azevedo, Superintendente de Ensino do Sírio-Libanês. Durante os 30 minutos de programa, os especialistas discutirão sobre os principais aspectos do isolamento e os desafios da retomada. Além disso, a parceria contará com webinars que discutirão temas emergentes da atualidade. O primeiro foi realizado na última terça-feira (26), no qual os convidados Daniel Castanho, Presidente do Conselho da Ânima Educação; Dr. Paulo Chapchap, Diretor Geral do Hospital Sírio-Libanês e Presidente do Conselho de Ensino e Pesquisa da instituição, e Prof. Dr. Esper Kallas, médico infectologista, professor da Faculdade de Medicina da USP, pesquisador e coordenador do Centro de Pesquisas Clínicas do Hospital das Clínicas da FMUSP, debateram como a pandemia tem transformado a saúde e os negócios. “Educação e acesso à informação são pilares da HSM, por isso essa parceria é tão importante para nós. Estamos disponibilizando para a população conteúdos de qualidade e que trazem uma linguagem clara e objetiva sobre os principais aspectos e desafios que o mundo está passando, sob a óptica dos principais especialistas do Brasil”, ressalta Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil. Para o Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, a parceria é uma grande oportunidade de levar informações confiáveis a um grande número de pessoas. “Estamos vivendo um momento em que informação relevante e confiável é essencial para tentarmos reduzir o número de pessoas infectadas e para apoiar instituições e líderes a executarem as melhores práticas e cuidado com seus colaboradores e times. O Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa sente-se muito feliz em poder compartilhar esse conhecimento”, afirma Christian Fassel Tudesco, Superintendente de Gestão e Operações do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa. Os conteúdos são gratuitos e podem ser acompanhados pelo site do Sírio-Libanês, HSM Experience, além dos principais aplicativos de streaming: Spotify, Deezer, Soundcloud e Google Podcasts.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/06/2020 às 23h15

Um estudo realizado por cinco centros de pesquisa brasileiros está começando a testar o uso de plasma convalescente em pacientes com Covid-19. ESQUADRÃO  O plasma sanguíneo é obtido de pessoas que já foram curadas da doença, e que desenvolveram anticorpos para ela. ESQUADRÃO 2  “É a transferência da defesa que já foi montada no corpo de quem já se curou para aqueles que ainda estão doentes”, explica o infectologista Esper Kallás, do Hospital das Clínicas da USP e coordenador do estudo. LUZ  O método já foi testado em laboratório, com sucesso. Nove estudos feitos na China, na Coréia do Sul e nos EUA observaram melhoras em pacientes. PADRÃO OURO  A pesquisa brasileira, no entanto, será a primeira feita com grupos de controle, quando uma parte dos pacientes incluídos nela recebe o tratamento e a outra, não. Só assim é possível fazer uma comparação e ter certeza dos efeitos da substância testada. OURO 2  O trabalho será realizado pelo Hospitais das Clínicas da USP de São Paulo, da USP de Ribeirão Preto, da Unicamp e pelos centros de pesquisa dos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês. No total, 120 pacientes serão incluídos. Os primeiros já começaram a receber o plasma. LEIA TODOS OS TEMAS ABORDADOS NA EDIÇÃO IMPRESSA DA COLUNA DESTA QUARTA (3) Ouvidoria reúne PM e OAB para evitar abusos em protestos Organizadores de manifestação contra Bolsonaro temem presença de infiltrados Fala de Lula contra manifestos contrariou apoiadores Estudo brasileiro começa a testar uso de plasma em pacientes de Covid-19 Deputados temem que sessões virtuais de CPI na Alesp gerem dificuldades para obter depoimentos Associação de cineastas faz ato contra a crise da Cinemateca Abril teve queda de 23% na busca de crédito por empresas, diz Serasa QUARENTENA com BRUNO B. SORAGGI, BIANKA VIEIRA e VICTORIA AZEVEDO

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/06/2020 às 21h15

O elenco do Palmeiras não tem uma definição para voltar a usar a Academia de Futebol, mas o Núcleo de Saúde e Performance já discute os procedimentos que serão tomados para o trabalho com os jogadores. O tema foi debatido por profissionais da área no primeiro evento do 2º Congresso Palmeiras de Ciência no Futebol. O trabalho de prevenção de futuras lesões inclui novos testes cardiológicos, em parceria com o Hospital Sírio Libanês, por causa da pandemia do novo coronavírus. – Sabemos que para os atletas que testarem positivo em algum momento, temos que pesquisar se houve danos cardiológicos, renais, hepáticos, porque sabemos que a Covid tem essa característica de alguns danos celulares. Todos os nossos atletas, em convênio com o Sírio, serão novamente testados na parte cardiológica. Vamos verificar os déficits das condições anteriores para ter um trabalho específico nesse retorno, de forma que consigamos prevenir lesões – afirmou Daniel Gonçalves, coordenador científico do Verdão. Mais sobre o Palmeiras: Na Europa, a Alemanha foi o primeiro país a voltar com o campeonato entre as principais ligas do continente. Nas seis primeiras partidas, porém, oito atletas sofreram lesões, ainda em maio. – Vamos ter muito cuidado com esse retorno, porque coisas novas surgiram. O que aconteceu na Alemanha pode acontecer no Brasil também. Nosso atleta não é o que a gente acha, mas o que eles podem apresentar. O atleta tem limite de assimilação e resposta física. Esses cuidados estão sendo tomados. Vamos entender primeiro atleta, tem avaliações e pesquisas para encaixar comportamento psicológico do atleta dentro da elaboração do plano físico – afirmou Antônio Mello, coordenador de preparação física do Verdão. – Temos inúmeros estudos demonstrando a necessidade de uma pré-temporada adequada com o objetivo de performance e de evitar lesões ao longo da temporada, mas nossa realidade nesse ano é totalmente diferente, porque a gente vem de um período muito longo de inatividade – completou Daniel Gonçalves.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/06/2020 às 20h27

Mesmo ainda não sem data para retomada dos treinos presenciais em São Paulo por conta da pandemia do coronavírus, Palmeiras tem protocolos ajustados. Está previsto, por exemplo, novos exames cardiológicos no convênio do clube com o Hospital Sírio-Libanês. Além disso, chamaram atenção as contusões apresentadas logo no retorno do Campeonato Alemão, lembradas por membros da comissão técnica em congresso virtual nesta terça-feira. - O futebol alemão teve vários jogadores com lesões musculares ou articulares logo na primeira rodada, já ligando o sinal de alerta. Temos inúmeros estudos demonstrando a necessidade de uma pré-temporada adequada com o objetivo de performance e evitar lesões, mas nossa realidade neste ano é totalmente diferente, porque estamos vindo de um período muito longo de inatividade - disse o coordenador científico Daniel Gonçalves. - Teremos muito cuidado nesse retorno. O que aconteceu na Alemanha pode acontecer no Brasil também. O atleta não é o que achamos, mas o que pode apresentar, com limite de assimilação e resposta física. Esses cuidados estão sendo tomados. Vamos entender primeiro o atleta, com avaliações e pesquisas para encaixar comportamento psicológico na elaboração do plano físico - falou o coordenador de preparação física Antônio Mello. As declarações ocorreram no 2º Congresso Palmeiras de Ciências do Futebol, que acontece de forma online, devido às restrições de circulação por conta da pandemia, com foco no impacto da crise gerada pela COVID-19. E Daniel Gonçalves adiantou a preocupação com a questão cardiológica do elenco. - Para os atletas que testarem positivo em algum momento, precisamos pesquisar, por exemplo, se houve danos cardiológicos, renais, hepáticos. Sabemos que a COVID-19 tem essa característica de alguns danos celulares. Então, todos os nossos atletas serão novamente testados na parte cardiológica. Vamos verificar os déficits em condições anteriores para ter um trabalho específico nesse retorno e prevenir lesões - afirmou Daniel Gonçalves. O 2º Congresso Palmeiras de Ciências do Futebol ocorrerá diariamente até segunda-feira, com todos os debates começando às 17h, com transmissão ao vivo na contas oficiais do clube no Youtube e no Facebook. Outros membros da comissão técnica palmeirense aparecerão ao longo do congresso, que debaterá nutrição esportiva adaptada aos novos tempos nesta quarta-feira. O técnico Vanderlei Luxemburgo deve fazer sua participação no sábado, em dia que também pode contar com a participação do ex-técnico Muricy Ramalho ou do ex-meia Alex. Também participarão profissionais do Manchester City, da Inglaterra, do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, da Roma, da Itália, do Porto, de Portugal, do River Plate, da Argentina, e da Faculdade das Américas. Confira a programação do 2º Congresso Palmeiras de Ciências do Futebol: 2/6 - TERÇA-FEIRA - 17h Desenvolvimento da performance e prevenção de lesões na pandemia Palmeiras: Daniel Gonçalves - Coordenador Cientifico Palmeiras: Antônio Melo - Coordenador de Preparação Física Sports Science and Exercise Physiology / The Villages SC and Brazilian Indoor Soccer National Team - Cláudio Pavanelli - Fisiologista FAM: Prof. Henry Dan Kiyomoto - Professor do curso de Fisioterapia da FAM Convidado especial e mediador: Mauro Beting Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras 3/6 - QUARTA-FEIRA - 17h Nutrição Esportiva em um mundo Globalizado pela COVID-19: Novas práticas, novos hábitos, novos tempos Palmeiras: Mirtes Stancanelli - Nutricionista Futebol Clube do Porto: Vitor Hugo Teixeira - Nutricionista FAM: Prof. Marcelo Luiz Peixoto Sobral - Professor do curso de Medicina Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras 4/6 - QUINTA-FEIRA - 17h Análise de desempenho e mercado no futebol Palmeiras: Lucas Oliveira - Analista de mercado Palmeiras: Rafael Costa - Analista de desempenho Palmeiras: Guilherme Dias- Analista de desempenho Shakhtar Donetsk: Jose Fernando Rodrigues Boto - Chefe de Scout Manchester City: Harry Dunn - Analista de desempenho Roma: Tiago Leal - Analista de desempenho Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras *Haverá tradução simultânea. 5/6 - SEXTA-FEIRA - 17h Nova Etapa - A carreira fora dos campos Palmeiras: Edu Dracena - Assessor de Futebol Federação Paulista de Futebol: Mauro Silva - Vice-presidente FAM: a confirmar Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras 6/6 - SÁBADO - 17h Palmeiras: Vanderlei Luxemburgo - Técnico Convidado: Alex ou Muricy Ramalho (A confirmar) Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras 7/6 - DOMINGO - 17h Futebol de base - A Escola de formação Palmeiras: João Paulo Sampaio - Coordenador geral das categorias de base River Plate: Gustavo Grossi - Diretor esportivo FAM: Prof. Vinícius Barroso Hirota - Coordenador do curso de Educação Física Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras 8/6 - SEGUNDA-FEIRA - 17h O Futebol Feminino como ferramenta para o empoderamento da Mulher na área social e financeira Palmeiras: Rosana Augusto - Atleta Palmeiras: Ricardo Belli - Técnico FAM: Prof. Vinícius Barroso Hirota - Coordenador do curso de Educação Física Convidado especial e mediador: Mauro Beting - Jornalista Apresentação: Alessandra Colturato - TV Palmeiras

AGÊNCIA O GLOBO
Data Veiculação: 02/06/2020 às 13h55

Ciência & Saúde / A Mastercard anuncia o lançamento do movimento “Faça parte: comece o que não tem preço”, iniciativa que tem o objetivo de ajudar o Brasil a atravessar a pandemia da Covid-19 por meio de ações coletivas que minimizem os impactos da doença na sociedade. Inicialmente, a empresa estabelece o compromisso de doar 2 milhões de refeições via organizações não governamentais para comunidades carentes em combate à fome e à pobreza. A Covid-19 é um grande desafio mundial. Além de uma enorme crise de saúde pública, a pandemia provoca inúmeros efeitos na economia e na sociedade. Nos últimos meses, milhares de pessoas perderam seus empregos e, com isso, sua fonte principal de sustento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 13 milhões de brasileiros foram considerados em extrema pobreza no final de 2019 e estimativas da ONU indicam que a crise gerada pela pandemia poderá colocar mais de 265 milhões de pessoas em situação de fome em todo o mundo. “Parcerias entre os setores público e privado serão críticas para ajudar as pessoas a superar os desafios de hoje e caminhar em direção a um futuro melhor. Juntos, podemos realizar ações de impacto imediato, garantindo que os mais vulneráveis não precisem se preocupar em garantir a sua próxima refeição”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul. Ações iniciais A primeira ação do movimento teve início em parceria com o iFood, onde clientes Mastercard podem realizar doações de cestas básicas por meio do aplicativo e, para cada quantia arrecadada, a Mastercard irá doar o mesmo valor para a Ação da Cidadania. Estima-se que 75 toneladas de alimentos serão entregues, o que equivale a 300 mil refeições para as famílias assistidas. “Com o lançamento do movimento “Faça parte: comece o que não tem preço”, mobilizaremos o ecossistema de meios de pagamento para ajudar a sociedade a enfrentar os desafios impostos pela Covid-19”, complementa João Pedro. “A luta contra a fome se amplia com a crise gerada pela pandemia, que coloca dezenas de milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar. A Mastercard é uma grande parceira nossa nessa luta, que venceremos, juntos”, ressaltou Rodrigo Afonso, diretor executivo da ONG Ação da Cidadania. Ciente que solidariedade e parceria são os melhores caminhos para minimizar os impactos da pandemia, as demais 1.7 milhão de refeições também serão distribuídas por ONGs e anunciadas na medida em que outros parceiros se unirem ao movimento “Faça parte: comece o que não tem preço”. A Mastercard convida outras empresas e consumidores a participarem da iniciativa. No último sábado, dia 30 de maio, consumidores tiveram a primeira oportunidade de ajudar esta causa. Como patrocinadora oficial do Campeonato Brasileiro de League of Legends, a Mastercard, em parceria com a Riot, promoveu o Mastercard Legends Showdown: Team Kami x Team YoDa, um embate ao vivo de League of Legends com grandes influenciadores e jogadores brasileiros do game. Durante a transmissão, espectadores de todo o mundo puderam fazer doações diretamente para a ONG Ação da Cidadania. Mastercard e o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas Juntos, Mastercard e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas, estão ajudando comunidades em todo o mundo a dar passos importantes em direção a quebrar o ciclo da fome e da pobreza nas gerações futuras. Em 2018, essa parceria atingiu o objetivo feito em 2017 para doação de 100 milhões de refeições globalmente. Isso foi possível por meio de diversas campanhas elaboradas para aumentar a conscientização sobre esta causa. Outras iniciativas da Mastercard contra o avanço da Covid-19 A Mastercard, em parceria com a Fundação Bill & Melinda Gates e a Wellcome lançaram uma iniciativa para acelerar o desenvolvimento e o acesso a terapias para tratamento do coronavírus. As 3 organizações assumiram o compromisso de alocar até US$ 125 milhões em financiamento para acelerar a resposta à epidemia de coronavírus, testando e desenvolvendo em escala tratamentos para combatê-la. US$ 20 milhões já foram doados para três instituições: a Universidade de Washington, a Universidade de Oxford e o Instituto de Imunologia La Jolla – para financiar ensaios clínicos visando a identificar imunoterapias altamente potentes para a pandemia de Covid-19. Para ajudar as organizações de saúde a proteger seu ambiente durante a crise do Covid-19, a RiskRecon, uma empresa Mastercard, anunciou, que em parceria com o Health Information Sharing and Analysis Center (Centro de Análise e Compartilhamento de Informações sobre Saúde – H-ISAC), que os membros do H-ISAC e organizações de saúde em todo o mundo poderão receber avaliações gratuitas de classificação sobre sua segurança cibernética até 31 de dezembro de 2020. Globalmente, a Mastercard assumiu o compromisso de oferecer, pelos próximos cinco anos, suporte a pequenas empresas para garantir sua manutenção diante dos efeitos impostos pelo coronavírus à economia. Localmente, a Mastercard lançou a iniciativa “Crie novos hábitos, comece o que não tem preço” com vídeos que falam sobre gastronomia consciente, sustentabilidade, bem-estar e entretenimento. A Mastercard também aderiu ao movimento #NãoDemita, em que assume o compromisso de manter o seu quadro de funcionários durante a pandemia. Recentemente, a Mastercard aderiu à iniciativa #MáscaraSalva, em um “desafio” proposto pelo Itaú, e passou a adotar o item de segurança em sua logomarca. Liderada pelo movimento Todos Pela Saúde, a aliança conta com especialistas como o Dr. Dráuzio Varella e o Dr. Paulo Chapchap, do Hospital Sírio-Libanês, e busca contribuir para a conscientização sobre a importância de proteger nariz e boca com a máscara caso precise sair de casa. A empresa também expandiu o acesso ao currículo de seu programa educacional Girls4Tech™, que busca impulsionar as habilidades de meninas em temas relacionados à ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM em sua sigla em inglês), por meio de um conjunto de novos recursos educacionais e criativos que são disponibilizados online. O programa foi desenvolvido para ajudar pais e professores a envolver e inspirar meninas de 8 a 12 anos. Sobre a Mastercard A Mastercard é uma empresa global de tecnologia do setor de pagamentos. Nossa missão é conectar e impulsionar uma economia digital inclusiva que beneficie a todos, em todos os lugares, tornando as transações seguras, simples, inteligentes e acessíveis. Usando dados e redes seguras, parcerias e paixão, as nossas inovações e soluções ajudam indivíduos, instituições financeiras, governos e empresas a alcançar seu maior potencial. Nosso quociente de decência, ou DQ, impulsiona a nossa cultura e tudo o que fazemos dentro e fora de nossa empresa. Com conexões em mais de 210 países e territórios, estamos construindo um mundo sustentável que abre possibilidades Priceless para todos. Website: https://newsroom.mastercard.com/latin-america/pt-br/

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 02/06/2020 às 11h46

A indústria farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta segunda-feira (1º) a primeira fase de testes em humanos de um novo tratamento contra a Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. A aposta da empresa é no tratamento à base de anticorpos, retirados do plasma de um paciente já curado. Os resultados estão previstos ainda para este mês. De acordo com a empresa, este é o "primeiro estudo em humanos no mundo com um tratamento de anticorpos em potencial" contra a Covid. A pesquisa deverá avaliar a segurança e a tolerância dos pacientes hospitalizados e está sendo aplicada em centros de saúde dos Estados Unidos. Tratamentos com anticorpos já se mostraram eficientes contra doenças como H1N1. A busca agora é pela comprovadação da eficácia também contra o Sars-CoV-2, nome científico do novo coronavírus. "Ainda este mês, revisaremos os resultados deste primeiro estudo em humanos e pretendemos iniciar testes de eficácia mais amplos. Ao mesmo tempo em que estamos investigando a segurança e a eficácia, também estamos nos preparando para a fabricação em larga escala dessa terapia em potencial (...) ", afirma Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly e presidente da Lilly Research Laboratories, em nota da empresa. "Ainda este mês, revisaremos os resultados deste primeiro estudo em humanos e pretendemos iniciar testes de eficácia mais amplos. Ao mesmo tempo em que estamos investigando a segurança e a eficácia, também estamos nos preparando para a fabricação em larga escala dessa terapia em potencial (...) ", afirma Daniel Skovronsky, diretor científico da Lilly e presidente da Lilly Research Laboratories, em nota da empresa. Caso o tratamento se mostra eficaz, a empresa poderá evoluir para a próxima fase de testes, que envolve pessoas que não estão hospitalizadas. A Eli Lilly afirma que também planeja estudar o produto como forma de prevenção em populações vulneráveis "que, historicamente, não têm um perfil ideal para receber vacinas", segundo a empresa. Terapia com anticorpos contra a Covid A terapia à base de anticorpos da Eli Llly é conhecida como "LY-CoV555". Ela foi desenvolvida em três meses a partir de amostras de sangue de um dos primeiros pacientes recuperados da doença nos Estados Unidos. A partir daí, foi separado o plasma do paciente, que é a parte líquida do sangue que contém os anticorpos. De acordo com a Eli Lilly, a terapia com anticorpos foi desenvolvida para bloquear a ligação do vírus às células humanas. "Terapias de anticorpos como o LY-CoV555 podem ter potencial para prevenção e tratamento da Covid-19, e podem ser particularmente importantes para grupos mais atingidos pela doença, como idosos e aqueles com sistemas imunológicos comprometidos", afirma Skovronsky. O trabalho é uma parceria da Eli Lilly com a AbCellera e o Centro de Pesquisa de Vacinas do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID). Outras pesquisas Além da Lilly, outras farmacêuticas e instituições de pesquisa buscam meios de desenvolver tratamentos contra a Covid-19, seja em forma de vacinas, medicamentos antivirais, entre outros. A Rival Regeneron Pharmacuticals Inc (REGN.O) anunciou o início de testes de um tratamento à base de coquetel de anticorpos. O início está previsto para este mês, segundo a Reuters. A Gilead Sciences está desenvolvendo uma forma inalável do tratamento antiviral remdesivir contra a Covid-19, depois que os testes mostraram eficácia moderada do medicamento administrado por infusão. No Reino Unido, a Universidade de Oxford está na fase três das pesquisas, aplicando uma vacina em 10 mil voluntários. Uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, está coordenando um dos centros que testa a vacina. No Brasil, o Instituto Butantã está entre as instituições que também pesquisam tratamento à base de anticorpos contra a Covid-19. Um consórcio entre três hospitais paulistas – Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês e Hospital das Clínicas – também recebeu a autorização de iniciar testes clínicos a partir do plasma de um paciente curado. Já um estudo com o antivral remdesivir publicado pelo "The England Journal of Medicine" encontrou resultados parecidos contra a Covid-19 em tratamentos com duração de 5 ou de 10 dias. Os primeiros testes com o uso do remédio, divulgados em 22 de maio, mostraram uma redução no tempo de recuperação dos pacientes graves. Outro teste em desenvolvimento é o da empresa Moderna. Os estudos iniciais haviam apontado que um pequeno grupo de voluntários saudáveis haviam desenvolvido anticorpos contra a Covid. Mas o desenvolvimento em pequena escala e em estágio inicial para uma vacina experimental para a Covid-19 não garantiram dados críticos necessários para que sua eficácia seja avaliada. No fim de maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) suspendeu o uso da hidroxicloroquina em pesquisas desenvolvidas por cientistas em 100 países. Um estudo com 96 mil pacientes apontou que a hidroxicloroquina e a cloroquina não apresentam benefícios no tratamento da Covid-19. Os resultados mostram que também não há melhora na recuperação dos infectados, mas existe um risco maior de morte e piora cardíaca durante a hospitalização pelo Sars CoV-2.

NHTV
Data Veiculação: 02/06/2020 às 06h00

Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus. Número de mortes no estado do Amazonas chegou, ontem, a 2.071 O Brasil iniciou mais um mês na luta contra o novo corona vírus sem uma real perspectiva de redução dos números da doença. Com mais 623 mortes confirmadas e 12.247 novos casos computados, o país soma 29.937 vidas perdidas e 526.447 infectados pela covid-19. Há, ainda, 4.412 pessoas com sintomas relacionados à covid sob investigação, de acordo com o Ministério da Saúde. A crescente curva de casos e mortes no país preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS), que alertou, ontem, sobre o fato de a situação da América do Sul estar longe de se estabilizar e que não consegue prever um pico de transmissão da doença. Em entrevista coletiva, o diretor do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, afirmou que se nota um aumento progressivo de casos em países latino-americanos. De acordo com Ryan, cinco dos dez países que registraram o maior número de casos nas últimas 24 horas estão na América. São eles: Brasil, Estados Unidos, Peru, Chile e México. Em 22 de maio, ele já havia dito que a América do Sul se tornara o novo epicentro da covid-19 no mundo. “Eu certamente afirmaria que a América Central e a América do Sul estão se tornando as zonas intensas de transmissão do vírus agora. Eu não acredito que atingimos o pico da transmissão e, neste momento, não consigo prever quando vai ser. Mas o que precisamos fazer é mostrar solidariedade aos países”, ressaltou. Sem citar governantes em específico, Ryan ainda disse que a resposta de combate ao novo coronavírus é diferente em cada país. “Nós vemos muitos bons exemplos de países que têm uma abordagem do governo inteiro, da sociedade inteira, baseada na ciência, e vemos em outras situações uma falta e uma fraqueza nisso”, apontou. O Brasil é o segundo país com mais casos no mundo e o quarto no ranking de óbitos absolutos. Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, somente a Itália, com 33.475 mortes, Reino Unido (39.127) e Estados Unidos (104.799) têm mais registro de mortes. No entanto, o crescimento diário brasileiro ultrapassa, há semanas, os números italianos e, por isso, a previsão é que, ainda esta semana, o país assuma a terceira posição. No entanto, ao se considerar a quantidade de perdas em relação à população total do país, o Brasil não supera os números das nações europeias. Pelas análises do site de estatística Our World in Data, entre os seis países com mais mortes absolutas, a Espanha é o local onde, proporcionalmente, o novo coronavírus foi mais grave. São 580,2 mortos a cada milhão de habitantes. O Reino Unido está em 565,3 fatalidades, seguido pela Itália (551,4), França (440,7) e Estados Unidos (313,5). Enquanto isso, o Brasil tem 135,6 mortes a cada milhão de pessoas. Ao avaliar a situação de cada um separadamente, levando em consideração a evolução dos próximos dois meses a partir de uma centena de óbitos, o que se observa é que, enquanto os países europeus, com menor dimensão territorial, já estavam em estabilização de mortes, após mais de 60 dias do primeiro registro de fatalidades, os Estados Unidos e o Brasil apresentavam crescimento exponencial. Flexibilização São Paulo ainda lidera em número de casos e óbitos, com 111.296 diagnósticos e 7.667 mortes. Desde ontem, prefeitos podem começar a implementar o Plano São Paulo, anunciado pela gestão João Doria. Pelo plano, o estado foi dividido em regiões e em fases, que vão de 1 a 5, e podem começar a implementar medidas de flexibilização e reabertura gradual das atividades econômicas a partir da classificação na fase 2. De acordo com o governo, 90% da população ainda está entre as fases 1 (restrição total, somente com funcionamento de serviços essenciais) e 2 (reabertura com restrições). Na sequência em maior número de casos no país, o Rio tem 54.530 casos e 5.462 óbitos — e inicia flexibilização. No Ceará, que também iniciou um processo de liberação, ontem, são 50.530 infecções e 3.188 mortes. Os números chegam quando outros estados começam a discutir as medidas de flexibilização do isolamento social e reabertura de setores da economia. Outros três estados possuem mais de duas mil mortes. São eles: Pará (2.925), Pernambuco (2.875) e Amazonas (2.071). Juntos, as seis unidades federativas somam 24.188 óbitos, ou seja, 80,7% de todas as mortes já confirmadas no país. Dos 26 estados mais Distrito Federal, apenas três possuem menos de 100 fatalidades: Tocantins (76), Mato Grosso (66) e Mato Grosso do Sul (20). Conclusão sobre a hidroxicloroquina A OMS anunciou, ontem, que deve divulgar a conclusão de seus estudos sobre a segurança da hidroxicloroquina no combate ao novo coronavírus. O ensaio clínico com o medicamento no projeto Solidariedade (Solidarity) está suspenso desde 25 de maio, quando a entidade se sustentou em uma pesquisa externa, publicada na revista científica The Lancet, que alertou para os maiores riscos de morte em pacientes que utilizaram a droga. De acordo com a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, as novas diretrizes sobre a hidroxicloroquina se basearão nos dados da própria organização. A atualização levará em consideração as respostas ao medicamento observadas em pacientes do ensaio clínico. No Brasil, a iniciativa é coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Atenção primária no combate ao vírus por Vânia Bezerra* Todo sistema de saúde pública no mundo possui a sua porta de entrada, ou seja, o canal inicial pelo qual o paciente terá acesso aos diversos serviços de saúde disponíveis. No Sistema Único de Saúde brasileiro, esse nível inicial é formado pelos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS), que abrangem estratégias de prevenção e promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes na rede pública. Considerando a transição de perfil epidemiológico da população brasileira, a APS passa também a ser o fio condutor no que se refere ao cuidado às doenças crônicas não transmissíveis. Até pouco tempo, o nosso sistema de saúde organizava suas ações priorizando a atenção às doenças ou condições agudas, que acessavam o sistema pelos serviços de urgência e emergência. Com as mudanças no estilo de vida da nossa sociedade, o manejo das doenças crônicas passa a ser um desafio que tensiona o modelo de atenção à saúde vigente, no sentido de se redirecionar estes casos da porta dos serviços de emergências para o nível de cuidado primário. Em meio a essas demandas, enfrentamos atualmente, também, o crescente número de casos da covid-19 na rede pública. Nesse contexto, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) passaram a ter um papel importante no acolhimento dos casos suspeitos. Estamos dando apoio às unidades usando a tecnologia. Por meio de um canal 0800, os médicos e enfermeiros que atuam nas UBSs podem conversar com teleconsultores do projeto Regula Mais Brasil, liderado pelo Hospital Sírio-Libanês e executado por meio do Programa de Apoio Institucional ao Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), uma grande parceria público-privada com o Ministério da Saúde por onde fornecemos nossas expertises a serviço do fortalecimento do SUS, que mais do que nunca, precisa de estruturas robustas. Além da discussão de casos e apoio na conduta clínica, esse serviço de teleorientação contribui para a diminuição das filas de espera para consultas com especialistas, priorizando os casos mais graves e contribuindo para desafogar essa porta de entrada do sistema. O Regula Mais Brasil já bateu a marca de 392 mil casos regulados em cinco localidades (Porto Alegre, Belo Horizonte, Distrito Federal e Amazonas e Recife), resultando na diminuição considerável das filas de espera. A Atenção Primária à Saúde reforça os princípios do SUS: a universalização, a equidade e, principalmente, a integralidade, visando a qualidade no cuidado dos usuários do nosso Sistema Único de Saúde. E no combate ao coronavírus, estamos levando eficiência e inovação ao SUS para vencer esse desafio. *Superintendente de responsabilidade social do Hospital Sírio-Libanês

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 02/06/2020 às 03h00

Atenção primária no combate ao vírus todo o sistema de saúde pública no mundo possui a sua porta de entrada, ou seja, o canal inicial pelo qual o paciente terá acesso aos diversos serviços de saúde disponíveis. No Sistema Único de Saúde brasileiro, esse nível inicial é formado pelos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS), que abrangem estratégias de prevenção e promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes na rede pública. Considerando a transição de perfil epidemiológico da população brasileira, a APS passa também a ser o fio condutor no que se refere ao cuidado às doenças crônicas não transmissíveis. Até pouco tempo, o nosso sistema de saúde organizava suas ações priorizando a atenção às doenças ou condições agudas, que acessavam o sistema pelos serviços de urgência e emergência. Com as mudanças no estilo de vida da nossa sociedade, o manejo das doenças crônicas passa a ser um desafio que tensiona o modelo de atenção à saúde vigente, no sentido de se redirecionar estes casos da porta dos serviços de emergências para o nível de cuidado primário. Em meio a essas demandas, enfrentamos atualmente, também, o crescente número de casos da covid-19 na rede pública. Nesse contexto, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) passaram a ter um papel importante no acolhimento dos casos suspeitos. Estamos dando apoio às unidades usando a tecnologia. Por meio de um canal 0800, os médicos e enfermeiros que atuam nas UBSs podem conversar com teleconsultores do projeto Regula Mais Brasil, liderado pelo Hospital Sírio-Libanês e executado por meio do Programa de Apoio Institucional ao Sistema Unico de Saúde (ProadiSUS), uma grande parceria público-privada com o Ministério da Saúde por onde fornecemos nossas expertises a serviço do fortalecimento do SUS, que mais do que nunca, precisa de estruturas robustas. Além da discussão de casos e apoio na conduta clínica, esse serviço de teleorientação contribui para a diminuição das filas de espera para consultas com especialistas, priorizando os casos mais graves e contribuindo para desafogar essa porta de entrada do sistema. O Regula Mais Brasil já bateu a marca de 392 mil casos regulados em cinco localidades (Porto Alegre, Belo Horizonte, Distrito Federal e Amazonas e Recife), resultando na diminuição considerável das filas de espera. A Atenção Primária à Saúde reforça os princípios do SUS: a universalização, a equidade e, principalmente, a integralidade, visando a qualidade no cuidado dos usuários do nosso Sistema Único de Saúde. E no combate ao coronavírus, estamos levando eficiência e inovação ao SUS para vencer esse desafio. "Superintendente de responsabilidade social do Hospital Sírio-Libanês

JORNAL DE BRASÍLIA/BRASÍLIA | Outros
Data Veiculação: 02/06/2020 às 03h00

Mais uma empresa solidária colaborando com a luta contra a covid-19. A Construtora Trisul vai destinar mais de R$ 1 milhão em doações voltadas para hospitais públicos, além de uma doação específica para o Hospital Sírio-Libanês direcionada à pesquisa do combate ao novo coronavírus. A tão. O Instituto Opinião Informação Estratégica, em parceria com aSphinx Brasil, fez um levantamento sobre o impacto da pandemia do novo coronavírus na economia brasiliense. A pesquisa é atualizada diariamente, por meio de questionário feito por telefone. Do dia 25 de maio até a última...

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 02/06/2020 às 02h17

Conteúdo Exclusivo Na live exclusiva para as redes sociais, Adriana Araújo conversou com o médico de família do Hospital Sírio Libanês, doutor Alfredo Salim. Eles conversam sobre a covid-19 no Brasil, o aumento no número de casos, o isolamento social, o pós-pandemia, entre outras questões ligadas ao coronavírus. Confira! Confira nas multiplataformas do Jornal da Record os quatro boletins diários que vão ao ar também na Record TV e ainda uma versão exclusiva para o digital. 2/6/2020 às 02h17 Publicidade Ir para versão mobile.