O que é

As doenças oncohematológicas são os cânceres que acometem as células do sangue: as células progenitoras (células tronco) da medula óssea e seus produtos: glóbulos vermelhos (hemácias), glóbulos brancos (leucócitos) e as plaquetas. São exemplos as leucemias, as mielodisplasias, os linfomas e mieloma múltiplo.

 

Prevenção

Infelizmente não há métodos que comprovadamente previnam o aparecimento de um câncer hematológico. Mas uma rotina com hábitos saudáveis é recomendável para todos: pacientes que mantém uma dieta equilibrada e que praticam atividade física regularmente apresentam uma melhor tolerância aos tratamentos.

Confira os Sintomas

 

Saiba os principais sintomas dos cânceres hematológicos e como identificá-los!

Cansaço Sangramentos espontâneos Linfonodos constantemente aumentados Febre, suor excessivo no final do dia, perda de peso

Diagnósticos

O diagnóstico das leucemias agudas é feito através da análise da medula óssea: é feito um aspirado das células da medula (exame conhecido como mielograma) e tais células serão estudadas pela análise das proteínas que expressam (exame chamado imunofenotipagem) e pelas alterações no seu material genético e molecular.

O diagnóstico dos linfomas é feito através da biópsia do linfonodo suspeito e sua análise por um patologista especializado.

Tratamentos

Confira alguns dos principais tratamentos utilizados

A quimioterapia clássica faz parte do arsenal terapêutico de leucemias e linfomas e a combinação dos quimioterápicos difere conforme os subtipos da doença. A radioterapia não é utilizada de rotina nas doenças hematológicas mas em determinados linfomas ela pode ser indicada como uma terapia complementar.

São medicamentos antineoplásicos mas não quimioterápicos clássicos. O mecanismo de ação é diferente: os anticorpos monoclonais se ligam a proteínas específicas expressas pelas células doentes, colaborando com a sua destruição; os inibidores moleculares são medicações orais que bloqueiam a ação de determinados genes envolvidos no processo de adoecimento das células.

Consiste em combater as células neoplásicas usando as nossas próprias células de defesa, os linfocitos. No transplante de medula alogênico contamos com a ação dos linfocitos do doador da medula. Mais recentemente foi desenvolvida uma técnica genética para melhorar a ação dos linfocitos do próprio paciente (conhecida células CAR).