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 Biópsia de pulmão

Biópsia cirúrgica

Em algumas situações clínicas diagnósticos minimamente invasivos como a biópsia transtorácica ou por broncoscopia não são possíveis ou aconselháveis. Para estes casos a biópsia cirúrgica permanece como uma boa alternativa.

Trata-se de procedimento realizado sob anestesia geral, cujo objetivo é a retirada de tecido pulmonar para diagnóstico anátomo-patológico. Duas grandes vantagens deste método são a possibilidade de retirada de maior quantidade de tecido (muito importante em algumas situações clínicas) e a possibilidade de retirada de material sob visão direta.

A biópsia cirúrgica pode ser realizada por videotoracoscopia, através de 3 orifícios de cerca de 1 cm no tórax ou através de uma minitoracotomia (corte no tórax de aproximadamente 6 cm). Geralmente, é necessária drenagem pós-operatória por um dia.

 Para a realização deste procedimento são necessários exames de imagem (radiografia ou tomografia de tórax) e de sangue atualizados (hemograma e coagulograma). O uso de medicações anticoagulantes ou anti-agregantes plaquetários deve ser interrompido para reduzir o risco de complicações. Estes casos geralmente precisam de avaliação de risco clínico previamente ao procedimento.