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 DPOC

O que é a DPOC?

A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) agrupa duas enfermidades diferentes: bronquite crônica e enfisema. Os médicos utilizam esta sigla porque a maioria dos pacientes apresenta combinação das duas doenças. Em ambas, acontece uma inflamação crônica. Na bronquite, a inflamação se dá nos brônquios e causa grande produção de muco. No enfisema, os alvéolos (parte final do pulmão onde ocorre a passagem de oxigênio para o sangue) se inflamam, causando destruição do tecido e formação de pequenas bolhas.

A causa mais comum da DPOC é o tabagismo, sendo responsável por 90% dos casos. Por outro lado, cerca de 20% dos fumantes desenvolvem DPOC.

O paciente com DPOC apresenta dificuldade na movimentação do ar pelos brônquios e na oxigenação do sangue, além de produção aumentada de catarro. Geralmente os sintomas iniciais são tosse e expectoração crônicas, seguidos de falta de ar para subir escadas ou ladeiras. Progressivamente, os sintomas pioram e a falta de ar passa a dificultar tarefas simples como tomar banho ou se vestir. A taxa de oxigênio ainda pode cair e a de gás carbônico aumentar, causando cansaço, falta de concentração e sobrecarga do coração.

O diagnóstico é realizado a partir do quadro clínico, das alterações na radiografia de tórax e durante as provas de função pulmonar (espirometria, exame do sopro), habitualmente após a 5º década de vida.


Como a DPOC é avaliada no NAT?

Embora seja uma doença crônica que apareça após vários anos de agressão pulmonar, é possível aprender a controlar os sintomas e prevenir pioras agudas através de acompanhamento médico. O primeiro passo é marcar uma consulta no NAT. Os principais objetivos em relação aos cuidados com os pacientes com DPOC são: diagnóstico precoce, interrupção na evolução da doença, redução dos sintomas, melhora na qualidade de vida e rápida intervenção durante as crises.

  • O diagnóstico precoce permite que, nas fases iniciais da doença, sejam tomadas medidas que interrompam a agressão pulmonar antes do aparecimento de sintomas importantes. Esse diagnóstico é feito através dos exames de função pulmonar. No NAT, modernos equipamentos estão preparados para a realização desses testes.
  • Como o tabagismo é a principal causa da DPOC, é fundamental que o paciente se dedique a abandonar o vício. No NAT, o "Grupo de Tabagismo" trabalha exclusivamente para esse fim, contando com o comprometimento de profissionais de diversas especialidades e excelentes taxas de sucesso.
  • Vacinas contra a gripe (influenza), oferecidas anualmente entre os meses de abril ou maio, e contra a pneumonia (pneumovax) também são medidas importantes para amenizar os sintomas da DPCO.
O tratamento da DPOC baseia-se em:

Medicamentos:

  • broncodilatadores
  • corticoide (cortisona) oral (afeta o organismo todo) ou inalatório (somente afeta os brônquios e pulmão)
  • antibióticos (utilizados durante os ataques agudos)
  • oxigênio, que em alguns casos pode melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.

O tipo e as doses dos medicamentos dependem da gravidade da doença, medida através de um conjunto de fatores: histórico clínico, exames físicos, espirometria, radiografia de tórax e nível de oxigênio no sangue arterial.

Reabilitação pulmonar: programa de treinamento específico da musculatura respiratória e dos membros, possibilitando um aumento considerável da capacidade física e da qualidade de vida. O HSL possui um moderno centro de reabilitação com programas específicos para DPOC.

Cirurgia: em raríssimos casos com predomínio de enfisema, há uma opção cirúrgica para melhora dos sintomas. O tratamento cirúrgico é chamado de cirurgia redutora de volume. O NAT possui equipe habilitada para todo o processo, desde a avaliação da indicação até a realização da operação.

Tratamento das crises: o grande diferencial é o socorro imediato e precoce. Para tanto, o NAT possui retaguarda de atendimento 24 horas.


Para agendamento de consultas e mais informações, ligue para o telefone (11) 3155-0854, das 8h às 18h, de segunda à sexta-feira.
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