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 Banco de Sangue do Cordão Umbilical e Placentário

O cordão umbilical une o feto à placenta da mãe e é responsável pela nutrição e oxigenação do bebê durante a gestação. Após o parto, ele não é mais necessário para o desenvolvimento da criança, que aprende a respirar sozinha e a se nutrir com o leite materno.

Contudo, esse cordão, que costuma ser descartado na sala de parto, pode ser a esperança de cura para pacientes com diferentes tipos de doenças hematológicas. Por esse motivo, doá-lo é um gesto de amor ao próximo.

Consciente disso, o Hospital Sírio-Libanês organizou o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário, em parceria com o Amparo Maternal, um dos mais antigos centros de apoio à gestante da cidade de São Paulo.

O intuito é informar e conscientizar as mães que realizam seus partos na instituição da importância de doar o cordão umbilical do bebê tanto para transplantes de células-tronco sanguíneas quanto para futuras pesquisas científicas que serão desenvolvidas no Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa.

"O sangue contido no cordão umbilical é rico no que chamamos de células progenitoras hematopoiéticas. Elas são as responsáveis pela formação de diversos componentes importantes do sangue”, explica a Dra. Yana Novis, Coordenadora da Área de Onco-Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Sírio-Libanês. “Em várias enfermidades, como leucemias, linfomas e mielodisplasias, as células sanguíneas apresentam-se defeituosas e precisam ser substituídas. É nesse momento que usamos o sangue do cordão umbilical”.