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 Perguntas Frequentes

Veja as perguntas mais frequentes sobre Endoscopia Digestiva:

  • O que é

    A endoscopia digestiva alta, também chamada de gastroenteroscopia, EDA ou EGD, é um método diagnóstico que permite examinar o esôfago, o estômago e o duodeno.

    Para fazer isso, o médico utiliza um tubo fino e flexível, chamado endoscópio, com lentes e luz próprias, para visualizar a mucosa por meio de um monitor de vídeo.

  • Preparo necessário
    • Estar acompanhado de pessoa maior de idade;
    • Permanecer em jejum absoluto (inclusive água) por oito horas antes do exame;
    • Não vir dirigindo.
  • Uso de medicação

    A maioria dos remédios pode ser utilizada normalmente, mas é importante informar ao médico os medicamentos que estão sendo tomados, especialmente se forem AAS e similares, contra reumatismo, anticoagulantes, insulina, calmantes e antidepressivos.

    Também é recomendado avisar sobre alergias e reações anteriores a medicamentos.

  • Contraindicações

    Todos podem realizar o exame, mas alguns cuidados a mais devem ser tomados com quem tem problemas cardíacos, respiratórios e neurológicos, está gestante ou apresenta alergia a medicações.

    Caso o paciente se encaixe em qualquer uma dessas situações, recomendamos que avise o médico antes de agendar o exame.

  • Como é feita a endoscopia digestiva

    Ainda na sala de espera, um profissional da enfermagem faz uma entrevista e oferece ao paciente uma medicação líquida para diminuir os gases após o exame e retirar a espuma que recobre o estômago, facilitando o exame.

    Na sequência, o paciente é acomodado em uma maca, deitado sobre seu lado esquerdo, e recebe uma medicação em spray na garganta. Trata-se de um anestésico local que deixa a região dormente e diminui as náuseas. Utiliza-se também um sedativo aplicado pela veia que ajuda a relaxar e, na maioria das vezes, a dormir durante o exame.

    A sedação é sempre aplicada pelo médico, que observa e monitora a frequência cardíaca e o nível de oxigênio do sangue por meio de aparelhos.

    Feito isso, uma peça oca é colocada na boca do paciente. Através dela, o endoscópio é introduzido pela garganta até o esôfago, o estômago e o duodeno.

    O endoscópio não prejudica a respiração, mas é possível que ocorram náuseas, que melhoram depois que o aparelho passou pela garganta.

    Para analisar o estômago adequadamente, é necessário que ele esteja cheio de ar. Por conta disso, o endoscópio insufla ar nesta região e pode causar a sensação de peso e vontade de arrotar.

    Um exame comum dura menos de dez minutos e é muito bem tolerado pela maioria das pessoas.

  • Após o exame

    Ao término do exame, o paciente é encaminhado na própria maca para a recuperação e continuará monitorizado até que a maioria dos efeitos da medicação desapareça.

    A garganta do paciente pode ficar um pouco desconfortável, e ele pode sentir necessidade de arrotar devido aos gases que foram introduzidos no seu estômago durante o exame.

    Mesmo que ele esteja acordado e disposto, seu raciocínio e reflexos podem ficar prejudicados pelo resto do dia, não sendo possível dirigir ou operar máquinas. Por isso, ele deve sair com acompanhante maior e responsável.

    Além do efeito calmante e hipnótico (sono), o sedativo costuma causar amnésia. Portanto, é comum que o paciente não se lembre da realização do exame e de alguns episódios ao longo das horas seguintes.

    É possível se alimentar normalmente após o exame. Caso contrário, o paciente receberá informações sobre o tipo de alimentação, só devendo aguardar que a anestesia da garganta perca o efeito para não correr o risco de engasgar.

  • Possíveis complicações

    Apesar de possíveis, as complicações são raras quando a endoscopia é realizada por médicos que foram especialmente treinados e são experientes nesse procedimento.

    A mais comum é o sangramento no local onde é realizada uma biópsia, mas geralmente é de pequena intensidade e para sozinho.

    Outros riscos potenciais incluem reação aos sedativos utilizados, complicações de doenças do pulmão ou coração e perfuração.

    É importante reconhecer sinais iniciais das complicações. Se o paciente apresentar febre, dificuldades para engolir e dor na garganta, no peito ou no abdômen que seja intensa ou que aumente progressivamente, é importante entrar em contato com o Serviço de Endoscopia pelos telefones (11) 3155-3720 / 3721.

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